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greve

10/11/2015

às 19:15 \ Direto ao Ponto

No vídeo, caminhoneiros em greve avisam que os filhos do Brasil que não fogem à luta querem ver Dilma e Lula longe do poder

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19/09/2015

às 21:10 \ Opinião

“The Walking Dead” e outras seis notas de Carlos Brickmann

Publicado na Coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

A tropa de funcionários sem concurso continua lá, como se tudo estivesse normal. Aloizio Mercadante faz cara de bravo e ocupa o espaço ao lado do rosto e acima do ombro de Dilma, como se as fotos ainda valessem a pena. Sibá Machado e José Guimarães ─ aquele cujo assessor andava com dólares na cueca ─ ainda discursam, como se alguma vez tivessem sido importantes. E todos correram para buscar socorro com o Pai de Todos, o Número 1, o Boa Ideia, O Cara, como se Lula ainda pudesse salvar seus empregos e mordomias. No momento em que pediram socorro ao Pai dos Postes, anunciaram que o governo acabou.

Se a Benemerenta que distribui nomeações e benesses e manda no Diário Oficial não consegue sustentar-se no poder, nem distribuindo dezenas de Ministérios, não tem como ostentar o majestoso título de Denta. Denta virou cargo honorífico. Como diria um filho cujo pai o chamou de Ronaldinho dos Negócios, game over. Como nos desenhos animados em que o personagem anda na prancha e só despenca no abismo ao perceber que a prancha acabou, falta apenas cair.

E táticas que já deram certo dificilmente funcionarão agora. Lula, estrela máxima do petismo, já se queixou de que não pode sequer ir a um restaurante. Não pode tomar um voo comercial nem, por outro motivo, os bons jatos dos empresários. Sujeita-se a um jatinho pequeno, apertado. Aliados o abandonam; amigos antigos, como José Dirceu, ele os abandonou. E, se nem aos tradicionais restaurantes do tempo de metalúrgico pode ir, que prestígio lhe resta para dar a Dilma?

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25/02/2015

às 16:35 \ Feira Livre

Confira na charge de Alpino a solução encontrada por Dilma Rousseff para encerrar a greve dos caminhoneiros

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28/05/2014

às 16:38 \ Sanatório Geral

PT & PCC

“Graças a Deus, eu nunca tive ligação com nenhuma facção criminosa. O que estão me acusando não condiz com a realidade. Primeiro, porque estava prestando um serviço para a população da cidade de São Paulo, fazendo que não houvesse greve”.

Luiz Moura, deputado estadual do PT de São Paulo, sem explicar por que precisa reunir-se com colegas do PCC para impedir que motoristas e cobradores de ônibus paralisem a capital paulista com greves ilegais.

 

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17/04/2014

às 20:10 \ Direto ao Ponto

Jaques Wagner pede socorro ao exército para enfrentar a greve da PM que sempre defendeu quando estava na oposição

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Em 1992, quando o PT estava na oposição do governo baiano, o deputado Jaques Wagner defendeu com bastante entusiasmo a paralisação da Polícia Militar da Bahia. Em 2012, como mostra o post reproduzido na seção Vale Reprise, o já governador mudou de ideia. Nesta semana, às voltas com mais uma greve da PM baiana, pediu socorro ao exército para enfrentar o movimento que considera “político”.

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18/12/2013

às 14:34 \ Opinião

‘O previsível caos aéreo’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta quarta-feira

O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, assegurou que não haverá caos nos aeroportos neste final de ano, mas talvez nem ele mesmo acredite nisso.

Moreira Franco anunciou uma série de medidas para tentar melhorar a vida dos passageiros nos 12 principais aeroportos do País nessa época crítica. O pacote, no entanto, depende de um reforço de pessoal que a Polícia Federal (PF) e a Receita Federal não têm plenas condições de fornecer, por causa de restrições orçamentárias. O próprio ministro admitiu a dificuldade: “Para não pintar tudo de azul, devo lembrar que teremos essas questões ainda por resolver”.

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31/12/2012

às 15:00 \ Sanatório Geral

Ajuda dispensável

PUBLICADO EM 25 DE AGOSTO

“A greve não prejudica hospitais”.

Alexandre Padilha, ministro da Saúde, sobre a greve da Anvisa, reconhecendo que o sistema de saúde pública brasileiro não precisa da ajuda de ninguém para brilhar no ranking dos piores do mundo.

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25/12/2012

às 15:00 \ Sanatório Geral

A lição do estadista

PUBLICADO EM 4 DE FEVEREIRO

“Temos vivido momentos de intranquilidade, mas quero tranquilizar a todos”.

Jaques Wagner, governador da Bahia, capturado pelo comentarista Otavio quando ensinava à população apavorada com os efeitos da greve da Polícia Militar que, nos momentos de intranquilidade, a melhor coisa a fazer é ficar tranquilo.

 

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26/08/2012

às 8:37 \ Feira Livre

‘Direito à greve, direito ao serviço’, por Carlos Brickmann

PUBLICADO NA COLUNA DE CARLOS BRICKMANN

CARLOS BRICKMANN

Vamos, juntos, imaginar o avanço das tropas aliadas na Alemanha, nos dias finais da Segunda Guerra Mundial. Num determinado momento, o Conselho da Tropa informa que os soldados entraram em greve por aumento salarial e só retornarão aos combates depois que suas reivindicações forem atendidas.

Pode ou não pode? Pulemos algumas décadas, troquemos o Norte pelo Sul e veremos que agentes federais entraram em greve por aumento salarial, suspenderam o policiamento das fronteiras e colaram cartazes nos pontos de entrada do Brasil informando a contrabandistas e narcotraficantes que podem trabalhar à vontade, pois não serão reprimidos. Pode ou não pode?

A inabilidade do Governo Federal, que não se mexeu até a situação chegar a este ponto, levou o país a uma situação de perde-perde: se der o aumento pedido pelos funcionários em greve, não terá como pagá-los; se não der o aumento, a greve continuará gerando problemas insolúveis. Já há falta de remédios, por causa da greve da Anvisa; já há indústrias com problemas, por falta de componentes importados; as exportações também sofrem, porque estradas e aeroportos, que já não são lá essas coisas, funcionam ainda pior do que antes. Negociação? É com o mesmo pessoal que viu as universidades federais fecharem por três meses e não conseguiu negociar com os professores. E que é que o Governo propõe?

Depende: até agora, pagou direitinho o salário de quem não trabalhou. Hoje ameaça demiti-los. Vai da moleza ao confronto sem passar pela negociação.

Prepare seu coração

Os funcionários em greve rejeitaram até agora as propostas do Governo. Isso significa que estradas federais, postos de fronteira, aeroportos, fiscalização de importações e exportações, todos esses setores vão piorar, jogados às traças.

Tensão capital

Só isso? Não: o Movimento dos Sem-Terra resolveu promover manifestações em Brasília, o que obrigou a presidente Dilma Rousseff a deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos, com a segurança em alerta total.

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24/08/2012

às 17:52 \ Sanatório Geral

Ministro do Cinismo

“Qualquer caso concreto de falta de medicamentos ou outros produtos prioritários à saúde pública deve ser informado à ouvidoria da Anvisa”.

Alexandre Padilha, ministro da Saúde, fingindo ignorar que a falta de medicamentos nos hospitais e farmácias é consequência da greve dos funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, codinome Anvisa,

 

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