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governador

29/10/2010

às 7:20 \ Sanatório Geral

Rio em perigo

“É um sonho, serei um bom governador”.

Wagner Montes, um dia depois de Netinho de Paula apavorar os paulistanos com a ideia de candidatar-se a prefeito, lançando uma ameaça que pode tirar do Rio o sono, a Copa do Mundo e a Olimpíada.

04/10/2010

às 21:56 \ História em Imagens

A verdade vence a fraude: foi Perillo quem sugeriu a Lula a criação do Bolsa Família

O vídeo de 2 minutos e 27 segundos implode outro monumento à mentira:  foi o governador goiano Marconi Perillo, do PSDB, quem propôs a unificação das ações sociais já existentes num programa que ganhou o nome de Bolsa Família. Vejam o discurso de Lula em 2003, na festa de batizado. Ele fez questão de atribuir a Perillo a paternidade da inovação que logo trataria de expropriar.

Desde 2005, quando foi informado pelo governador de Goiás da existência do mensalão, Lula sonha com a morte política de Perillo. Nenhuma novidade: todo monarca gostaria de matar o mensageiro da má notícia. O vídeo informa que Lula também se vinga de quem apresenta a boa ideia que não teve.

27/03/2010

às 17:54 \ Sanatório Geral

Nada a ver

“Estamos aqui para quebrar a espinha dorsal desse partido e desse governador”.

Izabel Noronha, presidente do sindicato dos professores de São Paulo, deixando claro aos grevistas que não está interessada nas reivindicações do movimento, mas na disputa eleitoral.

04/02/2010

às 4:00 \ Sanatório Geral

Acelera, Ciro!

“Eu vou resistir firmemente. Eu quero ser presidente. A única circunstância para eu desistir é se o PSB pedir para retirar meu nome, aí eu aceito docilmente. Agora, se o PSB pedir para eu ser candidato a governador de São Paulo, aí eu vou espernear muito e depois resolver”.

Ciro Gomes, afundando o pé no acelerador para deixar muito claro que não aceita fazer certas coisas que talvez faça.

30/11/2009

às 19:14 \ Direto ao Ponto

O governador do DEM amplia a bancada suprapartidária da bandidagem com imunidade

A volta de José Roberto Arruda ao noticiário político-policial era tão previsível quanto a mudança das estações, a descoberta de outra mentira de Dilma Rousseff, a nomeação de mais parentes por José Sarney ou o assassinato do plural num improviso de Lula. Questão de tempo, sabia quem acompanha mesmo de longe a biografia que começou a ficar com cara de prontuário quando Arruda se diplomou no curso de bandidagem com imunidade do professor Joaquim Roriz.

O parlamentar tucano que, em 2001, renunciou ao mandato e à liderança da bancada do governo depois de enredar-se na violação do painel eletrônico foi a continuação do pecador-aprendiz adestrado por Roriz. O governador corrupto que finge enxergar uma distribuição de panetones onde se vê a distribuição de propinas é a continuação do senador que, uma semana depois de jurar inocência “pela vida dos filhos”, confessou-se culpado “por pensar nos filhos”.

O Arruda governador é a mesma entidade em nova embalagem, confeccionada por designers do DEM com o capricho reclamado pelo único candidato que o partido emplacou nas disputas estaduais de 2006. A diferença é que o canastrão desta vez entrou em cena como protagonista. Ele nasceu para decepcionar como coadjuvante.

Não vai falar nada do Arruda, nada sobre teu amigo do DEM?, cobraram em coléricas mensagens ao colunista, sitiado no interiorzão pelas carências da internet, devotos de Lula que convivem aos beijos e abraços com mensaleiros, sanguessugas, aloprados, punguistas de gravata, assaltantes vocacionais, sarneys, collors, renans e demais subespécies da grande tribo dos delinquentes federais. Também o comportamento da seita é previsível. Mas sempre útil: o brilho do olhar fanático ilumina pedagogicamente cabeças perturbadas.

As patrulhas companheiras dividem o Brasil em dois países. Um abriga os que estão com o governo e, portanto, com o povo, com a pátria e com a razão. O outro está infestado de reacionários golpistas, exploradores dos pobres e inimigos da nação. Rebanhos condicionados para seguir o sinuelo sem balidos de dúvida afundarão na perplexidade se admitirem a existência de milhões de brasileiros simplesmente democratas, providos de independência intelectual, prontos para raciocinar com autonomia de voo, dispostos a ver as coisas como as coisas são e exaustos da impunidade institucionalizada.

Esses exigem a punição de todos os corruptos, seja qual for o partido a que pertencem. E tratam com o mesmo desprezo indignado a turma de José Roberto Arruda, o bando do mensalão ou o PCC. Obediente ao que Lula ensinou, a companheirada acha que não há crime, nem haverá criminosos a punir, se o camburão estaciona diante da casa de algum companheiro. Fiel a princípios morais e códigos legais, o Brasil que presta acha que quem protege criminosos é cúmplice, e que bandidos e comparsas merecem ocupar celas vizinhas na mesma cadeia.

Se Arruda e parceiros pagarem pelos pecados cometidos, a porção saudável do país aguardará com mais confiança na Justiça, por exemplo, o desfecho do processo protagonizado pela quadrilha dos 40.

23/09/2009

às 19:03 \ Sanatório Geral

Aliados em guerra (5)

“Eu acho que qualquer pessoa pode surtar, mas um homem público não pode falar coisas que desqualificam ele, inclusive da possibilidade de exercer o governo do Estado”.

Carlos Minc, convencido de que quem promete estuprar em praça pública um ministro de Estado por considerá-lo ”veado”e “maconheiro”, como fez o governador André Puccinelli, não merece menos que o impeachment.

23/09/2009

às 18:47 \ Sanatório Geral

Aliados em guerra (3)

“Foi brincadeira”.

André Puccinelli, explicando que insultou Carlos Minc só para brincar com a platéia.

“Quero dizer para o governador que ele fique à vontade, que ele pode sair do armário, que nós defendemos todos os homossexuais, assumidos ou enrustidos. Então ele pode ficar tranquilo”.

Carlos Minc, avisando que não está para brincadeiras.

23/09/2009

às 18:36 \ Sanatório Geral

Aliados em guerra (2)

“É um truculento ambiental que quer destruir o Pantanal com a plantação de cana-de-açúcar. Essa declaração revela o seu caráter”.

Carlos Minc, respondendo com patriotismo e espírito público ao comentário de André Puccinelli, governador de Mato Grosso do Sul e parceiro na aliança governista.

23/09/2009

às 18:30 \ Sanatório Geral

Aliados em guerra (1)

“É veado e fuma maconha. Se ele viesse a Mato Grosso do Sul eu ia correr atrás dele e estuprá-lo em praça pública”.

André Puccinelli, governador de Mato Grosso do Sul, referindo-se com elegância e civilidade ao companheiro de aliança governista Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente.

29/07/2009

às 15:18 \ Sanatório Geral

São Paulo em perigo (4)

“Hoje em dia, com Google e GPS, é mole”.

Ciro Gomes, candidato a governador de São Paulo que o PT vai apoiar porque Lula mandou, explicando que já sabe como descobrir, por exemplo, se Sapopemba é uma avenida, um bairro da capital, uma cidade do interior ou uma região que declarou guerra ao Palácio dos Bandeirantes para transformar-se em Estado autônomo.


 

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