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Fernando Haddad

27/03/2015

às 2:32 \ Sanatório Geral

Tá explicado

“Faz-se necessária uma qualificação da gestão pública que garanta a aplicação eficiente e socialmente justa dos recursos públicos, o aumento da capacidade de gestão, planejamento, formulação e de execução das políticas públicas, bem como a formação e manutenção de um corpo de servidores altamente gabaritado e comprometido com o interesse público, cuja atuação imprima maior transparência e efetividade na implementação das políticas”.

Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, ao utilizar quatro vezes a palavra “público” no palavrório que escreveu para tentar explicar por que cancelou a execução de obras públicas essenciais, alegando falta de recursos públicos, e simultaneamente engordou a administração pública municipal com a invenção de 300 cargos desnecessários.

19/03/2015

às 15:36 \ Sanatório Geral

Gênio pensando

“A publicidade oficial em 2015 deve ser focada em São Paulo, reforçando as parcerias com a prefeitura. Não há como recuperar a imagem do governo em São Paulo sem ajudar a levantar a popularidade do Haddad”.

Thomas Traumann, secretário de Comunicação da Presidência da República, disfarçado de documento reservado do Palácio do Planalto, concentrando em São Paulo os 7% que aprovam o governo Dilma para garantir a Fernando Haddad, em 2016, a lanterninha na eleição municipal.

03/03/2015

às 14:58 \ Opinião

Valentina de Botas: Na São Paulo de Haddad, Hugo Chávez é culturalmente mais negro do que um Joaquim Barbosa

VALENTINA DE BOTAS

Os fatos, sempre eles; J. R. Guzzo, sempre ele. Parafraseando o grande texto, se alguém quiser impedir que alguma tarefa útil para o país seja executada, basta recorrer a qualquer ministério dos 39 à disposição do lulopetismo. Pois à disposição do país é que não estão. Mas, sim, o Ministério da Cultura. O que é, para que serve e o que faz um ministério da cultura? Aliás, o que é cultura? É uma coisa que eu digo assim “vamos ali fazer cultura?”, ou seja, é ato de vontade e consciente?

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01/03/2015

às 14:54 \ Opinião

J. R. Guzzo: ‘Supremo Tribunal Cultural

Publicado na edição impressa de VEJA

J.R. GUZZO

Se alguém, seja lá pelo motivo que for, quer impedir que alguma tarefa útil seja executada na cultura brasileira, pode chamar o Ministério da Cultura; o resultado é 100% garantido. E as secretarias de Cultura, ou outros mamutes culturais do poder público – haveria algum risco de fazerem algo de bom? Fiquem todos sossegados: não há o menor perigo de que venha a acontecer, também aí, qualquer coisa que preste. Os fatos, sempre eles, são a prova disso.

O Museu do Ipiranga, monumento básico da cultura de São Paulo, está fechado até 2022; é uma proeza que se candidata ao livro de recordes da cervejaria Guinness. A formidável Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro vive esperando o padre para receber a extrema-unção. (Ainda recentemente passou meses a fio sem ar condicionado, com temperaturas internas que chegaram aos 50 graus. Nos últimos doze anos o governo fez três planos de carreira para seus funcionários; não cumpriu nenhum.)

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23/02/2015

às 7:09 \ Opinião

Editorial do Estadão: ‘O Velho Oeste de Haddad’

Publicado no Estadão

Talvez o prefeito Fernando Haddad nunca se tenha revelado tão fiel à maneira de pensar e sentir de seu partido, o PT, quanto em entrevista concedida à TV Estadão a respeito dos meios de transporte na capital ou da mobilidade urbana. Apelando para palavras pesadas que contrastam com o ar de bom moço que cultiva, ele se mostrou à altura de seus companheiros, ao tratar os que criticam suas iniciativas naquela área não como quem assim procede com a intenção de apontar o que consideram erros a serem evitados ou corrigidos, mas como inimigos que querem destruir o que classifica de projeto de modernização da cidade.

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09/02/2015

às 10:54 \ Opinião

‘A surpresa surpreendente’ e outras sete notas de Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

Dilma Rousseff não perde a oportunidade de perder oportunidades. Com o tesoureiro de seu partido, o PT, na linha de tiro da Operação Lava-Jato, acusado de embolsar US$ 200 milhões em propinas, Dilma teve a chance de mudar o foco do mau noticiário com a escolha do novo presidente da Petrobras. Até conseguiu mudar um pouco o foco: agora, dividindo as más notícias a respeito do financiamento de campanhas de seu partido, sofre com as críticas gerais a seu escolhido.

De certa forma, Bendini é o nome ideal para a Petrobras. Já chega sob suspeitas e punições diversas, o que poupa trabalho dos investigadores. Há seis meses foi multado pela Receita Federal por não comprovar a origem de R$ 280 mil que surgiram em seu patrimônio. Nunca explicou por que, embora sendo presidente de banco, preferiu comprar um apartamento de R$ 150 mil em dinheiro vivo. Foi acusado por seu antigo motorista, Sebastião Ferreira, de receber de alguns empresários e entregar a outros sacolas de dinheiro. E a pimenta malagueta em cima do bolo: o Banco do Brasil emprestou R$ 2,7 milhões a juros subsidiados a Val Marchiori, garota do programa Mulheres Ricas, vindos do BNDES – destinada, pois, ao desenvolvimento econômico e social. Nada mais justo: Val, amiga de Bendini, a ponto de, por coincidência, ter-se hospedado no mesmo hotel que ele, na mesma época, em Buenos Aires e no Rio, já aparece em colunas sociais; e sua economia se desenvolveu muito bem nos últimos tempos. Bendini também é disciplinado, fiel cumpridor de ordens.

Alguns o chamariam de obediente. Ousados!

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07/02/2015

às 17:47 \ O País quer Saber

Depois de pintar de vermelho as ruas da capital, Fernando Haddad decidiu grafitar um patrimônio histórico de São Paulo

Arcos do Jânio

Arcos do Jânio antes do grafite

BRANCA NUNES

Não satisfeito em tingir de vermelho as ruas da capital paulista com o milagre da multiplicação das ciclofaixas (ao custo de inacreditáveis R$ 650 mil por quilômetro), Fernando Haddad teve outra ideia que pode reduzir ainda mais o seu raquítico índice de aprovação. Neste mês, o prefeito de São Paulo liberou para grafites os chamados Arcos do Jânio, um patrimônio histórico municipal prestes a completar um século de existência.

Construídos na década de 1920, os arcos ficaram parcialmente encobertos durante quase 60 anos por cortiços erguidos no entorno. Na década de 1980, o então prefeito Jânio Quadros derrubou os casebres e a cidade redescobriu a relóquia.

Embora desde 2002 a lei determine que os arcos devam ser “integralmente preservados”, o próprio Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) autorizou a intervenção: “Tendo em vista a reversibilidade da ação proposta no bem tombado, e também sua restrição a ser executado apenas entre os vãos dos arcos, e não na área dos tijolos aparentes, não temos nada a opor a esta proposta”, informou em nota. Apesar disso, Nadia Somekh, presidente do Conpresp, afirmou numa entrevista à Folha que “o órgão não fez uma análise estrutural nas paredes”.

Num e-mail divulgado pelo blog do Edison Veiga, o arquiteto Benedito Lima de Toledo, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), faz ponderações  relevantes. Depois de observar que “esses arcos são testemunho da arte da construção em tijolo, característico de um momento da história das construções da cidade”, Lima de Toledo pergunta: “Tratando-se de obra pública, a população foi consultada? Tratando-se de ‘arte plástica’, em espaço público, houve concurso para escolha do projeto? A qualquer cidadão que tenha eleito a pintura como sua ocupação, cabe a prerrogativa de escolher livremente o local para exercer seu talento? Torna-se igualmente grave autoridades se arvorarem em críticos de arte, com tanta obra pública à espera de quem as execute”.

Haddad qualificou de “conservadores” aqueles que não aprovavam o projeto e decretou que os críticos “serão convencidos que o grafite é uma realidade favorável a São Paulo”. Diante disso, a coluna quer saber se o prefeito acha que uma boa dose de spray tornaria mais modernos e mais belos os monumentos contemplados abaixo.

Arcos da Lapa

Arcos da Lapa (Rio de Janeiro)

Aqueduto de Segóvia

Aqueduto de Segóvia (Espanha)

Pont du Gard

Pont du Gard (Sul da França)

Aqueduto das Águas Livres (Lisboa, Portugal)

Aqueduto das Águas Livres (Lisboa, Portugal)

02/02/2015

às 17:27 \ Homem sem Visão

Fernando Haddad conquista o troféu de janeiro e sonha com a nomeação de Agnelo Queiroz para a secretaria de Finanças

haddad janeiro

“Dedico o troféu aos cabos eleitorais Eduardo Suplicy e Alexandre Padilha, aos ciclistas paulistanos e, como sempre, à minha esposa Ana Estela”, emocionou-se Fernando Haddad ao ser oficialmente informado da conquista do título de Homem sem Visão de Janeiro. “Em 2014 só consegui o troféu em julho”, recordou o campeão. “Agora, já garanti a vaga na finalíssima no primeiro mês. Foi o meu grande presente de aniversário”.

O poste que Lula instalou na prefeitura de São Paulo nasceu num 25 de janeiro, como a metrópole que há dois anos tenta converter em vilarejo. Ele revelou que, até o fim do mandato, vai transformar as marginais do Tietê e do Pinheiros em superciclovias, criar um Arco do Passado ligando o Minhocão à Ponte Estaiada e proibir a circulação de táxis na Grande São Paulo.

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02/02/2015

às 16:05 \ Direto ao Ponto

Vote na enquete (ou sugira outra opção): Depois de Padilha e Suplicy, qual destas figuras vai virar secretário de Haddad?

28/01/2015

às 17:52 \ Homem sem Visão

Começou na enquete a votação que vai eleger o HSV de Janeiro. Confira a ficha resumida dos sete candidatos ao troféu

boopo hsv def copia

A Comissão Organizadora informa que uma das cláusulas do regulamento do HSV impede a inscrição, nas disputas mensais, dos campeões promovidos a hors concours pelos títulos que conquistaram. São sete: Lula (HSV da Década), Dilma Rousseff (HSV de 2009),  Franklin Martins (2010), Márcio Thomaz Bastos (2011), Ricardo Lewandowski (2012), Alexandre Padilha (2013) e José Eduardo Cardozo (2014). » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

 

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