Blogs e Colunistas

dilmês

19/10/2014

às 0:35 \ Sanatório Geral

Queda de pressão (2)

“Eu aceito discussão, mas eu não aceito discussão em que não estejam claros todos os termos da frase. Tem que ter sujeito, predicado, verbo, objeto direto. Quero saber a quem interessa”.

Dilma Rousseff, sobre a duração do mandato presidencial, explicando que antes de decidir se deve ser de quatro ou cinco anos precisa aprender a diferença entre um verbo e um pronome.

 

08/10/2014

às 0:01 \ Direto ao Ponto

1 Minuto com Augusto Nunes: Na primeira briga com os fantasmas do passado, Dilma Rousseff transferiu Armínio Fraga do Banco Central para o Ministério da Fazenda

24/09/2014

às 16:43 \ Opinião

“O autorretrato de Dilma”, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta quarta-feira

Por ter chorado numa entrevista ao dizer que fora “injustiçada” pelo ex-presidente Lula, a candidata Marina Silva foi alvo de impiedosos comentários de sua rival Dilma Rousseff. “Um presidente da República sofre pressão 24 horas por dia”, argumentou a petista. “Se a pessoa não quer ser pressionada, não quer ser criticada, não quer que falem dela, não dá para ser presidente da República.” E, como se ainda pudesse haver dúvida sobre a sua opinião, soltou a bordoada final: “A gente tem que aguentar a barra”. Passados apenas oito dias dessa suposta lição de moral destinada a marcar a adversária perante o eleitorado como incapaz de segurar o rojão do governo do País, Dilma acabou provando do próprio veneno.

» Clique para continuar lendo

24/09/2014

às 10:22 \ Direto ao Ponto

1 Minuto com Augusto Nunes: A tradução do falatório em dilmês sobre o truque de R$ 3,5 bilhões cabe numa frase de oito palavras: ‘A vaca magra está indo para o brejo’

19/09/2014

às 21:58 \ Sanatório Geral

O segredo do copo

“Isso é pontual. Óbvio que as taxas de emprego não vão crescer como antes porque não tem nem para onde ir. Tem uma taxa de desemprego bem baixa no Brasil. Não é só quantidade, é qualidade. Não é o copo meio vazio, meio cheio. É o copo cheio. Ou seja, mudou o padrão do Brasil em matéria de emprego e desemprego”.

Dilma Rousseff, na entrevista em que comentou os resultados da Pnad-2013, informando em dilmês castiço que a a única diferença notável entre o Brasil de Lula e o dela é que, como a afilhada é abstêmia, agora fica sempre cheio o copo que no tempo do padrinho, na melhor das hipóteses, ficava meio vazio.

16/09/2014

às 13:40 \ Sanatório Geral

Neurônio vigarista

“Minha filha, meu filho, esse povo da autonomia do Banco Central quer é o modelo anterior. Quer é fazer um baita ajuste, um baita superávit primário, aumentar os juros pra danar, reduzir emprego e reduzir salário, porque emprego e salário não garantem a produtividade, segundo eles. Eu sou contra isso, eu tenho lado”.

Dilma Rousseff, jurando que tudo isso acontecerá se perder o emprego para Marina Silva, decidida a mostrar ao eleitorado que mente mais que o padrinho Lula.

15/09/2014

às 14:15 \ Opinião

‘Tortuosos trajetos do dilmês’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta segunda-feira

Se algo ficou evidente nos anos de governo Dilma foi a incrível batalha que ela mantém com a língua portuguesa e com o próximo — seja ele quem for. Nestes anos, o País pôde conhecer em detalhes o dilmês, um modo único de falar, que expressa não apenas ideias desconexas, mas evidencia um jeito conflituoso de se relacionar com o interlocutor. Talvez isso explique o fato de, apesar da sua longa vivência política, até 2010 Dilma Rousseff nunca ter disputado nenhuma eleição. Para ela, a comunicação em público e com o público deve ser um tormento. Mas o dilmês não é apenas uma maneira de falar. É também um comportamento que tem caracterizado a sua administração, marcada pelo convívio difícil, se não rude, com seus auxiliares, ações descoordenadas e falhas de harmonia.

» Clique para continuar lendo

09/09/2014

às 2:21 \ Sanatório Geral

Neurônio sem norte

“Um governo novo fará uma equipe nova. As pessoas que vão compor essa equipe podem vir do governo anterior, mas é uma nova equipe”.

Dilma Rousseff, ao tentar consertar a declaração que transformou Guido Mantega num ex-ministro em exercício, ensinando em dilmês castiço que, no Brasil Maravilha, quem fica no cargo quando começa um novo mandato rejuvenesce quatro anos e é considerado estreante.

02/09/2014

às 22:41 \ Sanatório Geral

Neurônio recordista

“Eu queria lembrar que meu governo, de todos os tempos, é o que teve e manteve as menores taxas de juros reais no Brasil”.

Dilma Rousseff, durante o debate no SBT, caprichando no dilmês castiço e na pose de quem não sabe que seu governo alcançou a maior taxa de corrupção impune desde o Descobrimento do Brasil.

 

27/08/2014

às 17:30 \ Sanatório Geral

Se melhorar, estraga

“Depois dos protestos de junho, fizemos o compromisso com a estabilidade econômica e cumprimos. A inflação está sendo sistematicamente reduzida”.

Dilma Rousseff, no debate da Band, sem revelar a localização do Brasil em que está morando.

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados