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dilmês

16/09/2014

às 13:40 \ Sanatório Geral

Neurônio vigarista

“Minha filha, meu filho, esse povo da autonomia do Banco Central quer é o modelo anterior. Quer é fazer um baita ajuste, um baita superávit primário, aumentar os juros pra danar, reduzir emprego e reduzir salário, porque emprego e salário não garantem a produtividade, segundo eles. Eu sou contra isso, eu tenho lado”.

Dilma Rousseff, jurando que tudo isso acontecerá se perder o emprego para Marina Silva, decidida a mostrar ao eleitorado que mente mais que o padrinho Lula.

15/09/2014

às 14:15 \ Opinião

‘Tortuosos trajetos do dilmês’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta segunda-feira

Se algo ficou evidente nos anos de governo Dilma foi a incrível batalha que ela mantém com a língua portuguesa e com o próximo — seja ele quem for. Nestes anos, o País pôde conhecer em detalhes o dilmês, um modo único de falar, que expressa não apenas ideias desconexas, mas evidencia um jeito conflituoso de se relacionar com o interlocutor. Talvez isso explique o fato de, apesar da sua longa vivência política, até 2010 Dilma Rousseff nunca ter disputado nenhuma eleição. Para ela, a comunicação em público e com o público deve ser um tormento. Mas o dilmês não é apenas uma maneira de falar. É também um comportamento que tem caracterizado a sua administração, marcada pelo convívio difícil, se não rude, com seus auxiliares, ações descoordenadas e falhas de harmonia.

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09/09/2014

às 2:21 \ Sanatório Geral

Neurônio sem norte

“Um governo novo fará uma equipe nova. As pessoas que vão compor essa equipe podem vir do governo anterior, mas é uma nova equipe”.

Dilma Rousseff, ao tentar consertar a declaração que transformou Guido Mantega num ex-ministro em exercício, ensinando em dilmês castiço que, no Brasil Maravilha, quem fica no cargo quando começa um novo mandato rejuvenesce quatro anos e é considerado estreante.

02/09/2014

às 22:41 \ Sanatório Geral

Neurônio recordista

“Eu queria lembrar que meu governo, de todos os tempos, é o que teve e manteve as menores taxas de juros reais no Brasil”.

Dilma Rousseff, durante o debate no SBT, caprichando no dilmês castiço e na pose de quem não sabe que seu governo alcançou a maior taxa de corrupção impune desde o Descobrimento do Brasil.

 

27/08/2014

às 17:30 \ Sanatório Geral

Se melhorar, estraga

“Depois dos protestos de junho, fizemos o compromisso com a estabilidade econômica e cumprimos. A inflação está sendo sistematicamente reduzida”.

Dilma Rousseff, no debate da Band, sem revelar a localização do Brasil em que está morando.

20/08/2014

às 23:50 \ Sanatório Geral

Aviso à praça

“Eu queria avisá ocês que eu sô humana, num sô marciana”.

Dilma Rousseff, em Belo Horizonte, rebatendo a suspeita de que o dilmês é um dialeto originário de outro planeta.

 

20/08/2014

às 21:50 \ Sanatório Geral

Neurônio geográfico

“Como não somos uma ilha, a crise também nos afetou e reduziu um pouco o nosso ritmo de crescimento”.

Dilma Rousseff, explicando no horário eleitoral do PT que, se o Brasil fosse reduzido a Fernando de Noronha, teria escapado da ligeira queda no ritmo de crescimento que permitiu que a inflação goleasse o pibinho por 7 a 1.

20/08/2014

às 18:04 \ Opinião

‘A presidente no sufoco’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta quarta-feira

Nunca antes nos 3 anos, 7 meses e 18 dias de Dilma Rousseff no Planalto o público tinha tido a oportunidade de ver o que subordinados da “gerentona” conhecem por humilhante experiência própria: a chefe à beira de um ataque de nervos. Com a diferença de que, no seu gabinete, ela se sente literalmente em casa para descarregar a ira com as presumíveis dificuldades da equipe em captar o seu pensamento – o que, tendo em vista as peculiares circunvoluções de sua forma de expressão, se explica plenamente.

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20/08/2014

às 16:58 \ Sanatório Geral

Neurônio otimista

“O pessimista é eminentemente uma pessoa que desistiu antes de começar”.

Dilma Rousseff, no horário eleitoral do PT, ensinando que o otimista é eminentemente uma pessoa que não desiste até do que jamais vai começar, como o trem-bala.

19/08/2014

às 18:50 \ Sanatório Geral

Brasil Maravilha (2)

“Nesses três mandatos… não podemos esquecer. A gente teve o SAMU, que atende 149 milhões de brasileiros e que não existia”

Dilma Rousseff, na entrevista ao Jornal Nacional, ao enumerar as proezas do padrinho e da afilhada na área da saúde pública, garantindo que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) só não atende os brasileiros que, como Lula e a própria presidente, dão preferência do Sírio-Libanês.

 

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