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dilmês

27/08/2014

às 17:30 \ Sanatório Geral

Se melhorar, estraga

“Depois dos protestos de junho, fizemos o compromisso com a estabilidade econômica e cumprimos. A inflação está sendo sistematicamente reduzida”.

Dilma Rousseff, no debate da Band, sem revelar a localização do Brasil em que está morando.

20/08/2014

às 23:50 \ Sanatório Geral

Aviso à praça

“Eu queria avisá ocês que eu sô humana, num sô marciana”.

Dilma Rousseff, em Belo Horizonte, rebatendo a suspeita de que o dilmês é um dialeto originário de outro planeta.

 

20/08/2014

às 21:50 \ Sanatório Geral

Neurônio geográfico

“Como não somos uma ilha, a crise também nos afetou e reduziu um pouco o nosso ritmo de crescimento”.

Dilma Rousseff, explicando no horário eleitoral do PT que, se o Brasil fosse reduzido a Fernando de Noronha, teria escapado da ligeira queda no ritmo de crescimento que permitiu que a inflação goleasse o pibinho por 7 a 1.

20/08/2014

às 18:04 \ Opinião

‘A presidente no sufoco’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta quarta-feira

Nunca antes nos 3 anos, 7 meses e 18 dias de Dilma Rousseff no Planalto o público tinha tido a oportunidade de ver o que subordinados da “gerentona” conhecem por humilhante experiência própria: a chefe à beira de um ataque de nervos. Com a diferença de que, no seu gabinete, ela se sente literalmente em casa para descarregar a ira com as presumíveis dificuldades da equipe em captar o seu pensamento – o que, tendo em vista as peculiares circunvoluções de sua forma de expressão, se explica plenamente.

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20/08/2014

às 16:58 \ Sanatório Geral

Neurônio otimista

“O pessimista é eminentemente uma pessoa que desistiu antes de começar”.

Dilma Rousseff, no horário eleitoral do PT, ensinando que o otimista é eminentemente uma pessoa que não desiste até do que jamais vai começar, como o trem-bala.

19/08/2014

às 18:50 \ Sanatório Geral

Brasil Maravilha (2)

“Nesses três mandatos… não podemos esquecer. A gente teve o SAMU, que atende 149 milhões de brasileiros e que não existia”

Dilma Rousseff, na entrevista ao Jornal Nacional, ao enumerar as proezas do padrinho e da afilhada na área da saúde pública, garantindo que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) só não atende os brasileiros que, como Lula e a própria presidente, dão preferência do Sírio-Libanês.

19/08/2014

às 16:20 \ Sanatório Geral

Brasil Maravilha

“Olha, Bonner, eu não sei daonde são seus dados”.

Dilma Rousseff, na entrevista ao Jornal Nacional, depois de apresentada por William Bonner a fatos e cifras que atestam o bisonho desempenho do governo também no campo da economia, deixando claro que só valem os números que Guido Mantega inventa e a presidente decora.

13/08/2014

às 7:00 \ Sanatório Geral

Neurônio agonizante

“O Brasil quebrou três vezes na época do FHC. Aquilo que hoje ficam falando nos jornais da Argentina, era mais grave”.

Dilma Rousseff, fornecendo a William Bonner e Patrícia Poeta um excelente pretexto para perguntar à entrevistada do Jornal Nacional desta quarta-feira se o psiquiatra vai atendê-la no próprio consultório ou numa sala do Sírio-Libanês.

13/08/2014

às 1:50 \ Sanatório Geral

A serviço da nação (154)

“Por que eles falam que vai haver tarifaço? Isso vai da necessidade deles de apostar que se a situação piorar vai melhorar para eles. Quem faz isso mostra descompromisso com os interesses nacionais”

Dilma Rousseff, explicando que tem adiado há meses o aumento do preço da gasolina e de uma pilha de tarifas não por malandragem eleitoreira, mas por amor à pátria.

11/08/2014

às 19:30 \ Sanatório Geral

Tem dono

“Se tem uma coisa que tem que se preservar, porque tem que ter sentido de Estado, de Nação, de país, é não misturar eleição com a maior empresa de petróleo do país. Não é correto. Não mostra nenhuma maturidade. Acho fundamental que na eleição, nesse processo em que estamos, haja a maior discussão. Agora, utilizar qualquer factoide político para comprometer uma grande empresa é muito perigoso.”

Dilma Roussef, proibindo a oposição de explorar em campanhas eleitorais a estatal que foi explorada pelos candidatos do PT nas campanhas eleitorais de 2002, 2006 e 2010, antes que o Brasil descobrisse que a Petrobras foi transformada pela companheirada numa das maiores produtoras de bandalheiras do mundo.

 

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