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Dilma Roussef

30/09/2011

às 0:06 \ Sanatório Geral

Teoria da bugiganga

“Se aceitarmos que, na produção de veículos, alguém venha aqui, abra uma loja, produza o produto no seu país, crie empregos lá e venha vender aqui, estamos cedendo aqui uma coisa que conquistamos com o maior esforço, que é o mercado interno.”

Dilma Rousseff, capturada pelo comentarista Hermenegildo Barroso ao defender o aumento do IPI para carros importados e remetida ao Sanatório com o seguinte bilhete: “Ela está admitindo que sua loja de bugigangas importadas do Panamá, que funcionou em Porto Alegre por 17 meses, de 1995 a 1996, abalou os alicerces da economia local”.

25/08/2011

às 17:15 \ Sanatório Geral

Neurônio exausto

“O que eu não vou aceitar, em hipótese alguma, é que qualquer pessoa do meu governo, seja sem respeitar os princípios fundamentais que fundam a Justiça moderna, que são: respeito aos direitos individuais e às liberdades…”.

Dilma Roussef, no  lançamento do programa “Crescer – Programa Nacional de Microcrédito”, explicando em dilmês rústico que não vai aceitar alguma coisa que só será  revelada quando o neurônio solitário recuperar-se do cansaço provocado por frases com mais de 10 palavras.

07/06/2011

às 3:29 \ Sanatório Geral

Bolívar-de-hospício

“Fuerza! Fuerza!”

Hugo Chávez, nesta segunda-feira em Brasília, ao cumprimentar Antonio Palocci durante a recepção no Palácio do Planalto, confirmando que os casos de polícia se entendem em qualquer idioma.

18/12/2010

às 18:36 \ Sanatório Geral

Pronunciamento da Primeira-Dama

“Quando ele tá comigo, ele não fala”.

Marisa Letícia Lula da Silva, no Pronunciamento sobre os Pronunciamentos do Primeiro Casal, concebido para explicar aos jornalistas por que o maridão não aproveitaria a diplomação de Dilma Rousseff para continuar o falatório iniciado em janeiro de 2003.

18/11/2010

às 3:32 \ Sanatório Geral

Rebelde com causa

“O Ministério dos Transportes é um direito adquirido, uma conquista do nosso partido no governo Lula”.

Magno Malta, senador da base alugada, setor PR, guichê do Espírito Santo, avisando que é capaz de liderar uma rebelião parlamentar se for anulada a cláusula que garante ao seu partido a exploração do ministério que cuida da gastança com estradas.

14/10/2010

às 15:59 \ Sanatório Geral

Vida curta

“Não vamos tratar de aborto, liberdade da mulher decidir sobre seu corpo ou controle social de mídia. No caso do capítulo da democracia, deixamos claro que democracia é democracia, e liberdade de imprensa é liberdade de imprensa e ponto”.

José Eduardo Dutra, presidente do PT, ao comentar o novo programa de governo de Dilma Rousseff, intitulado “Os 13 compromissos programáticos de Dilma Rousseff para debate com a sociedade”, cuja validade expira em 31 de outubro, quando volta a vigorar o Programa Nacional de Direitos Humanos.

09/09/2010

às 18:48 \ Sanatório Geral

Salto mortal

“Nessa questão de legalidade, é interessante que tem um salto mortal entre o vazamento da Receita e a minha campanha”.

Dilma Rousseff, fornecendo uma amostra do que é capaz de dizer o neurônio solitário quando resolve dar um salto mortal no meio de uma entrevista coletiva.

02/08/2010

às 18:59 \ Direto ao Ponto

A prova do crime que o PT endossa

“A solidariedade a Cuba, meus companheiros, nesta hora é mais importante que nunca”, declamou o companheiro José Eduardo Cardozo em maio de 2008, durante a reunião do Foro de São Paulo em Montevidéu. Representante do PT na celebração bienal da Irmandade dos Órfãos do Muro de Berlim, o deputado paulista resumiu numa frase a opção infame: quem se solidariza incondicionalmente com uma ditadura se torna avalista de todas as infâmias que coleciona. Uma delas é punir com singular brutalidade os chamados crimes de consciência, atribuídos a quem ousa discordar do pensamento único.

Enquanto os nostálgicos do stalinismo psicótico confraternizavam na capital uruguaia, o ex-pugilista cubano Ariel Sigler Amaya, condenado em 2003 por “vínculos com potências inimigas”, completava numa prisão em Havana um quinto da pena de 25 anos. Enquanto Cardozo afagava os Irmãos Castro, Ariel buscava tratamento médico para a polineuropatia, uma doença degenerativa que afeta progressivamente os nervos periféricos até paralisá-los completamente. O socorro chegou tarde demais. Há quatro meses, quando enfim foi internado numa clínica cubana, estava paraplégico.

Na foto do alto, que o mostra com 39 anos, Ariel pesa 81 quilos e a aparência é saudável. A imagem de Ariel desembarcando em Miami numa cadeira de rodas mostra um homem devastado pela travessia terrível. Pesa 49 quilos e aparenta muito mais que 47 anos. É mais que uma foto. É a prova de um crime. Ariel só escapou da cadeia e da morte graças ao acordo entre o governo espanhol, a Igreja Católica e a ditadura caribenha. O irmão Guido continua no cárcere. Os dois foram comparados por Lula aos bandidos presos em São Paulo.

Está prevista  para 17 de agosto a estreia do programa eleitoral de Dilma Rousseff. Ela não poderá assistir à performance em companhia de José Eduardo Cardozo, um dos coordenadores da campanha, acompanhante para viagens internacionais e porta-voz da candidata: nesse dia, o companheiro estará em Buenos Aires para outro encontro do Foro de São Paulo. Se for coerente, vai repetir a discurseira de Montevideu. Se tiver juízo, vai fazer de conta que não disse o que disse.

O candidato José Serra poderia pedir a um jornalista argentino independente que, depois de mostrar-lhe a foto que lembra sobreviventes de campos de concentração nazistas, pergunte a Cardozo quem merece solidariedade: a ditadura cubana, que colocou em frangalhos a Declaração dos Direitos Humanos,  ou os Ariel Sigler Amaya que continuam presos sem terem cometido crime algum. Feito isso, valerá a pena exibir no horário eleitoral da oposição as fotos de Ariel, o vídeo de Montevideu e a declaração de Buenos Aires.

O que o Alto Companheiro disse no Uruguai é o que a candidata pensa.  A resposta de Cardozo será a resposta de Dilma. O eleitorado precisa saber como é o tipo de regime que a dupla sonha implantar no Brasil depois da supressão das liberdades democráticas.

17/06/2010

às 3:07 \ Sanatório Geral

Dilmês rústico

“Pretendemos, sem sombra de dúvida, manter uma política pró-paz, até que nos provem que sanções e uma política de guerra conduz o mundo a uma situação melhor”.

Dilma Rousseff, explicando em dilmês rústico que, como Mestre Lula ensinou, ser pró-guerra é pior que ser pró-guerra, mas melhor que tudo é ser pró-nada.

13/05/2010

às 12:43 \ Sanatório Geral

Neurônio alucinado

“Não acredito que o governo brasileiro possa interferir nas questões internas dos outros paises da região e ser bem sucedido. A exceção de Honduras, porque lá não houve uma eleição, e sim um golpe de Estado. Nós não concordamos com a deposição de ninguém”.

Dilma Rousseff, em Porto Alegre, convencida de que o presidente Porfirio Lobo, eleito democraticamente pelo povo hondurenho, chegou ao poder por ter derrubado o companheiro Manuel Zelaya.


 

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