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DEM

29/08/2011

às 15:23 \ Vídeos: Entrevista

Kátia Abreu, senadora (partes 2 e 3):

“Desde menina, sempre fui muito determinada”

Na segunda parte da entrevista concedida à coluna, a senadora Kátia Abreu (PSD) conta como foram seus primeiros passos como fazendeira. “No Brasil, as mulheres lidam com a terra pela dor e não pelo amor. Ou ficaram viúvas, como é meu caso, ou perderam um pai, mas é sempre de uma forma trágica”, diz a senadora. Formada em psicologia, a parlamentar do Tocantins ficou viúva aos 25 anos do fazendeiro Inajar Silvestre, morto em um acidente de avião, e assumiu a administração da propriedade sem nada saber de agricultura e pecuária. “No início, não sabia a diferença entre um boi e uma vaca”, confessa.

“As minhas posições são muito bem definidas. Não estou vivendo nenhuma crise de princípios”

Na terceira parta da entrevista, a senadora Kátia Abreu explica porque decidiu deixar o DEM para filiar-se ao recém-nascido PSD, fundado pelo prefeito Gilberto Kassab. “O DEM foi muito importante na minha vida, mas, infelizmente, enveredou por um caminho destrutivo, uma guerra interna, e perdeu a sua essência”, afirma a representante do Tocantins. Ela acredita que “o teste das urnas” livrará da crise de identidade o partido que, segundo Kassab, “não é de direita, nem de esquerda nem de centro”. A senadora garante que já escolheu o seu caminho: “Eu sou oposição”.

27/08/2011

às 17:16 \ Sanatório Geral

Pode piorar

“O governo precisa abrir os ouvidos para dialogar com os que querer colaborar. A oposição que faço não é apenas da crítica. Tenho procurado contribuir votando matérias do governo”.

José Agripino, presidente do DEM e senador pelo Rio Grande do Norte, avisando que em breve o Congresso pode transformar-se brevemente numa grande base alugada.

26/08/2011

às 17:41 \ Vídeos: Entrevista

Kátia Abreu (parte 1): “No início resisti muito a assumir um papel de liderança”

De saída do DEM e pronta para ajudar a consolidar o recém-nascido PSD, a senadora pelo Tocantins Kátia Abreu é uma pioneira vocacional. Aos 49 anos, a fazendeira bem sucedida foi a primeira deputada a comandar a bancada ruralista na Câmara e é a primeira mulher a presidir a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil. Na abertura da entrevista, a parlamentar conhecida pela combatividade descreve o nascimento da militante sindical, precipitado pela morte do marido.

18/08/2011

às 18:54 \ O País quer Saber

O sorriso da condenada à impunidade

Cinco meses depois da divulgação do vídeo em que aparece, ao lado do marido, recebendo maços de dinheiro de Durval Barbosa, a deputada Jaqueline Roriz circula pelo Congresso com o sorriso de condenada à impunidade. A safra de escândalos envolvendo ministros de Dilma Rousseff transformou em marola a participação da parlamentar no mensalão do DEM. Apesar da sordidez das cenas gravadas pelo ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal, Jaqueline vai livrar-se da cassação. Deputados bem informados garantem que a filha de Joaquim Roriz será absolvida por mais de 400 colegas. Em votação secreta, claro.

22/07/2011

às 10:08 \ Direto ao Ponto

O agressor da jornalista Márcia Pache foi premiado com a presidência do DEM

Reveja o vídeo que registra a infame bofetada desferida pelo ex-vereador Kirrarinha no rosto da jornalista Márcia Pache e ouça a conversa do agora dirigente do DEM com o repórter Bruno Abbud, do site de VEJA, na seção História em Imagens.

22/07/2011

às 10:03 \ História em Imagens

Um ano depois da infame bofetada no rosto da jornalista Márcia Pache, Kirrarinha vira presidente do DEM de Pontes e Lacerda

Bruno Abbud

Em junho de 2010, o ex-vereador Lourivaldo Rodrigues de Morais, vulgo Kirrarinha, entrou para a história nacional da infâmia a bordo do vídeo que registra a violenta bofetada desferida no rosto da jornalista Márcia Pache, da TV Centro Oeste, de Mato Grosso. Nesta terça-feira, 19 de julho, o autor da agressão inverossímil ocorrida em Pontes e Lacerda foi eleito presidente do diretório municipal do DEM. Dos 714 filiados ao partido, 580 votaram na abjeção.

Nesta quinta-feira, Kirrarinha enfim se dispôs a tratar do assunto por telefone. Durante a conversa com o site de VEJA, reproduzida integralmente no áudio abaixo, o bandido em liberdade procura defender-se com uma versão tão sórdida quanto o ataque a uma mulher indefesa: ele alega que o vídeo não passa de uma montagem produzida por adversários políticos. “Não houve agressão nenhuma”, diz aos 4 minutos e 48 segundos. Aos 5 minutos e 30 segundos, finge surpreender-se com a verdade filmada: “Tapa? Eu só coloquei a mão para tirá-la da frente”.

Em 24 de setembro de 2010, Kirrarinha foi punido com a cassação do mandato pela Câmara dos Vereadores de Pontes e Lacerda. Em 24 de fevereiro, foi condenado pela Justiça a dormir em casa durante um ano. Em 7 de setembro de 2010, o deputado Rodrigo Maia, então presidente do DEM, prometeu que o partido consumaria a expulsão de Kirrarinha ainda naquele mês. Cinco meses depois, reprisou a promessa. A expulsão nunca foi consumada. Kirrarinha não só continua filiado ao partido como acaba de virar dirigente.

Márcia Pache continua amedrontada. Ela conta que, dias atrás, um carro preto estacionou na frente da sua casa e abaixou os vidros. Do interior do veículo, um homem sacou um revólver e disparou na direção do terreno baldio vizinho. “Querem me assustar”, diz a jornalista, cuja insegurança aumenta quando cruza com Kirrarinha nas ruas da cidade de 42 mil habitantes. “Ele sempre me encara”, diz Márcia. “Estou pensando em ir embora daqui. Sou obrigada a aguentar tanto deboche que não levo meus filhos nem na praça”.

Segundo Márcia, a agressão se converteu em motivo de zombaria. “Eu sou a mulher do tapa na cara”, diz. “Meu filho de 12 anos fica revoltado. Na escola, as notas dele caíram, hoje ele é uma pessoa fechada, não conversa”. O menino tomou as dores da mãe. “Ele vive dizendo: ‘Se eu fosse mais velho, isso tudo não tinha acontecido com a senhora’”. Kirrarinha pretende candidatar-se a prefeito. É o Brasil.



12/04/2011

às 21:32 \ Direto ao Ponto

O recuo de Marco Maia: a oposição oficial perdeu outra chance de mostrar que existe

O colunista Lauro Jardim acaba de melhorar a terça-feira do Brasil decente com duas boas notícias. Depois de saber que o deputado Romário desistira de viajar até a Espanha para ver o jogo entre o Real Madrid e o Barcelona, o presidente da Câmara, Marco Maia, achou prudente encerrar a farsa. E prometeu pagar com o próprio dinheiro o passeio com o filho de 13 anos.

De novo, a oposição oficial perdeu a chance de mostrar que existe. Os deputados do PSDB, do DEM e do PPS não deram um pio sobre a viagem afrontosa. Nenhum ousou desmontar a versão da “viagem oficial”. Nenhum tentou impedir o passeio indecoroso. Nenhum se estarreceu com o noticiário da imprensa nem endossou a indignação dos jornalistas independentes.

Marco Maia merecia ter ouvido muito mais do que ouviu o presidente do Parlamento Europeu no vídeo abaixo. Desse risco está livre: ele chegou ao cargo com o apoio de governistas e a conivências dos oposicionistas. O que o fez recuar foi a reação dos brasileiros honestos. São milhões, mas continuam sem representantes na Câmara.

26/03/2011

às 6:33 \ Sanatório Geral

Coração em descompasso

“Prefiro a Dilma Rousseff do que o Aécio Neves”.

Katia Abreu, senadora do DEM, na edição de O Globo desta sexta-feira, explicando à direção do partido que resolveu transferir-se para o PSD porque, embora ache Dilma bem mais atraente que Aécio, não resistiu a Gilberto Kassab.

23/03/2011

às 4:12 \ Sanatório Geral

Coerência & patriotismo

“Eu me sinto desconfortável num partido que quer votar sempre contra porque é contra”.

Gilberto Kassab, na festa de batizado do PSD, explicando que deixou o DEM por sentir-se bem mais confortável num partido que quer votar sempre a favor do governo porque é a favor do governo.

10/03/2011

às 15:40 \ Sanatório Geral

Bandidagem & patriotismo

“Continuarei contribuindo com propostas que façam com que o país encontre mecanismos eleitorais ainda mais democráticos, que ajudem a minimizar as injustiças sociais do nosso Brasil”.

Jaqueline Roriz, ao comunicar seu desligamento da Comissão de Reforma Política, insinuando que, para minimizar as injustiças sociais pelo menos do nosso Distrito Federal, examina a ideia de distribuir entre os pobres de Brasília o dinheiro que tungou.


 

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