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Dácio Vieira

14/10/2009

às 15:41 \ Sanatório Geral

Cinismo sem censura

“A imprensa brasileira se encontra em estado de liberdade total”.

José Sarney, Homem sem Visão de Junho, transferindo para a Venezuela o endereço do Estadão, sob censura há 75 dias graças à ação conjugada do filho Fernando e do desembargador de estimação Dácio Vieira.

21/09/2009

às 0:22 \ Direto ao Ponto

A ressurreição da censura pela quadrilha em perigo fez o Brasil ficar com cara de Venezuela

Foi só uma decisão judicial sobre um caso que corre em segredo de Justiça, mentem os cínicos, endossam os crápulas e concordam os cretinos. ”Não acho que seja censura”, fantasia, por exemplo, o ministro Tarso Genro, depois de contemplar de novo a mordaça imposta ao Estadão desde 30 de junho pelo desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. ”Na verdade, o que está sendo obstado ali seria, segundo o despacho, a divulgação de fatos que podem ser inverídicos”.

Tarso Genro não conseguiu enxergar nenhum atentado à liberdade de informação, nenhuma agressão à democracia. ”Portanto, não é uma censura à imprensa, embora em relação à imprensa, em particular, possa parecer como tal”, ensina o teórico de festa de batizado. Faz sentido: ele também acha que terrorista não é terrorista, e que ladrão só é ladrão se não for companheiro. O problema é que o ministro, neste episódio, vocaliza a opinião do governo.

Para quem conta o caso como o caso foi, onde Tarso viu um ”despacho” houve, isto sim, um ato criminoso tramado pela família Sarney e consumado por um juiz que, por dever-lhe o emprego no Judiciário, deve obediência ao patriarca em apuros. Dácio não agiu por respeitar o segredo de Justiça, mas para respeitar a vontade do patrão inquieto com a procissão de casos de polícia que não parava de passar nas páginas do Estadão.

Em 3 de agosto, o desembargador Waldir Leôncio Cordeiro Lopes Júnior rejeitou o recurso apresentado pelo jornal. ”Malgrado o inconformismo do impetrante com a decisão judicial impugnada”, declamou o doutor, ”está sendo observado o devido processo de direito. O rito do mandado de segurança é célere. Por isso, é mais prudente que se aguarde para deferir ou não a providência requerida no momento do julgamento do writ (mandado), quando a questão estará madura”.

Conversa fiada em juridiquês castiço, poderia ter replicado o autor do recurso, Manuel Alceu Affonso Ferreira. ”Há prudências que são prudentes demais”, preferiu cutucar com elegância o advogado do Estadão. Na semana passada, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF enfim afastou Dácio Vieira do processo. Por ter criticado publicamente o jornal, por conviver fraternalmente com os prontuários ambulantes envolvidos na história, o juiz-censor foi considerado suspeito. Se é assim, o que decidiu não pode valer, certo? A jurisprudência e a sensatez afirmam que sim. O tribunal resolveu que não ─ e a censura continuou em vigor.

O desembargador incumbido de tocar o caso não tem pressa. O Supremo Tribunal Federal finge que jamais interferiu em questões sob julgamento nas instâncias inferiores. O Conselho Nacional de Justiça faz de conta que não sabe de nada. Os pelegos dos sindicatos e federações, os jornalistas alugados e os voluntários de Lula endossam a violência por ação ou omissão. O presidente da República, que dá palpite até na escalação do Corinthians, não tem nada a dizer. Só registra que a imprensa brasileira é livre demais. 

A sordidez vai completar dois meses. Faz quase 60 dias que o Brasil está com cara de Venezuela.

17/09/2009

às 21:15 \ Direto ao Ponto

Os dois Zés continuam indo e vindo sem medo do camburão

É o beijo da morte, avisou a coluna em 21 de agosto, quando Lula promoveu o ex-capitão do time a comandante da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Como informa a biografia, José Dirceu tomou gosto por derrotas assim que se rendeu ao padeiro de Ibiúna. E virou especialista em fiascos ao trocar os barulhos da guerrilha pelos ruídos da máquina registradora do Magazine do Homem, em Cruzeiro do Oeste, onde combateu cinco anos no posto de gerente.

Precisou de menos de 20 dias para colocar o barco de Dilma na rota do naufrágio. Nesse curto período, a Mãe do PAC recitou duas banalidades, sumiu de cena para ficar bem no retrato, voltou das férias por ter ficado mal no retrato, recitou três banalidades, homenageou Ideli Salvatti com um bilhete de normalista repetente, recitou quatro banalidades, confundiu Roraima com Rondônia, caiu na pesquisa e pode cair fora da sucessão. Lula anda pensando num plano B. Pensará em outros assim que decorar mais letras do alfabeto.

Feito o serviço, Dirceu refez a parceria com José Sarney, cujo pescoço ajudou a manter longe da guilhotina, para devolvê-lo ao carrasco com dois artigos. No primeiro, explicou que foi muito justa a censura imposta ao Estadão por um desembargador subordinado ao presidente do Senado. No segundo, acusou o jornal de conspirar em favor da restauração conservadora e montou o plano tático: se o inimigo centenário ficasse sob estreita vigilância, Sarney estaria seguro.

O monumento à censura foi implodido pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça de Brasília, que afastou do caso, por suspeição, o juiz-censor Dácio Vieira. Em mais um texto brilhante, Reinaldo Azevedo prova que não têm valor legal as decisões tomadas por Dácio. A trama liberticida caminha para a sepultura. O palavrório de Dirceu jaz numa cova rasa.

Concentrado no cerco ao Estadão, Dirceu foi surpreendido pela reportagem da Folha desta quinta-feira. Também apoiado em gravações da Polícia Federal, o jornal reproduziu conversas pouco edificantes entre o avô José Sarney e a neta Ana Clara. Numa delas, o patriarca ensina à terceira geração como se faz para transformar igrejas e conventos em gazuas.

A leitura da reportagem escancara o abismo que separa o Brasil de Lula do mundo civilizado. Conjugadas, a institucionalização da roubalheira, a certeza da impunidade e a confiança na cumplicidade do governo inverteram as coisas, restauraram práticas primitivas e produziram uma paisagem sórdida. O certo é errado. O ilegal é legítimo. O criminoso não tem culpa. O inocente é castigado.

O Estadão continua amordaçado por ter divulgado a verdade. Dácio Vieira, que desonrou a Justiça e avalizou a mentira, continua desembargador. O Conselho Nacional de Justiça continua fazendo de conta que nada de anormal acontece. Os dois  Zés continuam indo e vindo sem medo do camburão. Lula continua achando que a imprensa é livre demais.

Risonhos, milhões de brasileiros dão graças a Deus por estarem vivos.

15/09/2009

às 14:25 \ Homem sem Visão

Doutor do PT, piloto sem rumo e censor de Sarney estão no páreo

A eleição do Homem sem Visão de Setembro acaba de estabelecer um novo recorde no número de candidatos. Até o começo da semana, estavam no páreo o timaço da Academia Alagoana de Letras, a medalhista de prata Ideli Salvatti, o profeta de bolso Paulo Bernardo, o marechal-do-ar Nelson Jobim, o juiz-bandeirinha Tarso Genro e o especialista em complicações cucarachas Marco Aurélio Garcia. Com o endosso dos leitores-eleitores, mais três candidatos resolveram lutar pelo título de setembro.

O trio é formado por Nelsinho Piquet, Dácio Vieira e José Antonio Toffoli.   “Sou jovem, mas provei que tenho potencial”, disse o piloto, em tom animado, ao saber que, demitido da Fórmula 1, tem um valorizado pódio a perseguir. “Não vi a curva nem enxerguei a ética. É coisa de campeão”, elogiou-se. O juiz-censor amigão de José Sarney anunciou que será candidato enquanto durar a censura ao Estadão.

O doutor Toffoli, advogado geral da União e bacharel a serviço do PT em tempo integral, não viu direito o currículo nem de onde tirou o dinheiro para a passagem aérea doada ao amigo Vitão.  No momento, só enxerga uma toga no horizonte.

Nove candidatos de primeira qualidade! O primeiro turno vai até o dia 25! As inscrições continuam abertas!  Que vença o pior!

31/08/2009

às 20:48 \ Homem sem Visão

Primeira mulher a virar HSV jura não ter visto o troféu que recebeu

Homem sem Visão de Agosto - Dilma Rousseff

“É muito mais que ser presidenta, Mãe do PAC ou Tia do Pré-Sal!”,  exclamou Dilma Rousseff ao receber, na tarde desta segunda-feira, a informação oficial: com 1.049 voltos na enquete (49,9% do total de 2.022), é a primeira mulher a tornar-se Homem sem Visão do mês. Na mais concorrida eleição da história do troféu, a campeã de agosto superou a marca dos mil votos. O recorde continua com José Sarney, HSV de Junho.

Ideli Salvatti (577 votos, 27%) levou a medalha de prata. Fernando Collor (291 votos, 14%) ficou com o bronze. O estreante Dácio Vieira (294, 10%) não conseguiu um lugar no pódio. A cerimônia de entrega dos prêmios ao segundo e ao terceiro colocados está marcada para a tarde de 1° de setembro, na sala do Conselho de Ética do Senado.

Para receber o troféu em mãos, Dilma deixou por alguns minutos o  palanque em que festejou a chegada do petróleo que continua a 6 mil metros de profundidade. ”O pré-sal é demais, mas ser eleita Homem sem Visão é tudo”, declarou a vitoriosa. De volta ao palanque, Lula quis saber que troféu era aquele que carregava. Resposta da campeã: “Quem está vendo troféu é o senhor e a Lina Vieira. Eu não enxergo nada”.

25/08/2009

às 21:48 \ Homem sem Visão

Dilma só aceitou sair de férias depois da boa largada na enquete

Candidata à sucessão de Lula e ao título de Homem sem Visão de Agosto, Dilma Rousseff reuniu seu comitê de campanha para avisar que considera o troféu do mês mais importante que a faixa presidencial. “O sonho dela é ser a primeira mulher a virar HSV”, contou um dos presentes. Dilma só aceitou a ordem para cair fora de Brasília, e voltar depois que baixe a tremenda poeira levantada pela conversa que não viu com Lina Vieira, por ter estabelecido uma boa vantagem no primeiro dia da enquete.

“A chefe ficou tão feliz que ficou só em 12 broncas na telefonista e quatro pitos na mulher do cafezinho”, confidenciou o assessor. Se algum concorrente encurtar a distância, Dilma já decidiu que vai demitir a secretária de Guido Mantega e fazer José Sérgio Gabrielli chorar com outro simpático telefonema.

Entusiasmada com o segundo lugar, Ideli Salvatti subirá à tribuna do Senado, no meio da semana, para berrar um poema em homenagem a José Sarney feito a quatro mãos pelas sobrinhas que não trabalham no gabinete de Epitácio Cafeteira. “Hoje só tive minha aula de etiqueta política com o professor Renan”, disse. O desembargador Dácio Vieira passou a terça-feira lendo pela primeira vez o Código Civil e o Código Penal. O candidato ouviu dizer que existe um inciso que permite prender concorrentes e censurar enquetes.

Um assessor de Fernando Collor, que largou na lanterninha, revelou que o dia no comitê foi bastante tenso. “Na reunião da manhã, o chefe apareceu com o fardão de alagoano imortal e ameaçou obrar na cabeça da gente”, revelou. “Na reunião da tarde, ele entrou vestido de cangaceiro e ficou vigiando todo mundo com aquele olhar que assustou o Simon”.

Nada está decidido! A luta continua! Que vença o pior!

24/08/2009

às 22:26 \ Homem sem Visão

Collor, Dilma, Dácio e Ideli brigam na enquete pelo troféu de agosto

Numa magnífica demonstração de civismo, os comentaristas da coluna formaram o maior colégio eleitoral da história do troféu para a escolha dos quatro finalistas que disputarão na enquete o título de Homem sem Visão de Agosto. Além dos 202 votos válidos, cerca de 50 foram considerados nulos por contemplarem três craques inelegíveis: Lula (hors concours, representante brasileiro no Homem sem Visão da Década), José Sarney (Homem sem Visão de Junho) e Aloízio Mercadante (Homem sem Visão de Julho), estes dois já classificados para a finalíssima do Homem sem Visão do Ano.

Fernando Collor foi o primeiro colocado com uma votação espetacular: 70 comentaristas não o deixaram só. Os demais classificados lutaram arduamente pelas vagas restantes. Dilma Rousseff, anabolizada pela repercussão do caso em que não viu Lina Vieira entrar na sala, foi a segunda colocada com 29 votos. Dácio Vieira garantiu a terceira posição (24 votos), graças à boa largada como juiz-censor. Numa espetacular atropelada, Ideli Salvatti (21 votos) superou na reta final Paulo Duque (15), Wellington Salgado (12) e  Renan Calheiros (11) e se infiltrou no grupo dos vencedores.

O pelotão de retaguarda foi composto por Ana Júlia Carepa, Eduardo Suplicy, Hélio Costa, Marco Aurélio Garcia e Sérgio Cabral, todos com 3 votos. Também foram lembrados por 1 comentarista Ricardo Berzoini, Gum Argello, Gilmar Mendes, Protógenes Guimarães, João Pedro e Povo Brasileiro.

Foi dada a largada para o 2° turno! Recomeça a disputa na enquete! Que vença o pior!

19/08/2009

às 17:27 \ Homem sem Visão

Sete craques estão no primeiro turno do HSV mais concorrido do ano

O colunista acaba de receber uma notícia e um comunicado. A notícia é ótima: os pais-da-pátria estão inquietos com a eleição do HSV de Agosto. Todos querem perder. O comunicado traz a lista dos candidatos já inscritos para o primeiro turno, que termina dia 24.

A Comissão Eleitoral do Homem sem Visão comunica que será encerrado na próxima segunda-feira, dia 24, às 18 horas, o primeiro turno da eleição de agosto. Imediatamente, serão computados os comentários, contendo a indispensável declaração de voto, encaminhados a qualquer post da seção entre 1° de agosto e o encerramento da votação. Os quatro mais votados, como de praxe, disputarão na enquete o segundo turno, que se estenderá até o dia 31. Além do troféu, o HSV de agosto ganhará uma vaga na finalíssima, que escolherá no fim de dezembro, entre os 12 vitoriosos de cada mês o Homem sem Visão de 2009.

A comissão informa aos leitores que a candidatura do senador Almeida Lima (base alugada, guichê de Sergipe) foi anulada depois de constatado que o candidato falsificou a própria assinatura. Nesta quarta-feira, também foi recusado o pedido de dispensa do senador Wellington Salgado (base alugada, guichê de Minas Gerais), que pretendia desistir da candidatura invocando a necessidade de preparar-se para o novo emprego, presenteado pelos leitores, no bordel do deputado Sérgio Moraes em Santa Cruz do Sul. 

Seguem-se a lista de candidatos, em ordem alfabética, e os principais trunfos de cada um.

Dácio Vieira. Como juiz de faroeste, confunde bandido com mocinho. Como fotografado, não enxerga os delinquentes ao lado.
 
Dilma Rousseff. Não viu Lina Vieira entrando na sala para o encontro que ela própria marcou.

Fernando Collor.  Como presidente, não enxergou a roubalheira. Como senador, não se enxerga.

Ideli Salvatti. Vê um estadista em José Sarney e vê em Renan Calheiros o homem ideal. 

Paulo Duque. Só vê dinheiro.

Renan Calheiros. Não enxerga diferenças entre um currículo e um prontuário.

Wellington Salgado. Não consegue ler o que está escrito no Código PenalOO

Tremenda lista. Um timaço. Sete candidatos, gente boa. É a eleição mais concorrida do ano, e as inscrições continuam abertas. Agora é a nossa vez. Só quem tem a consciência em paz pode se divertir com a cambada. Votemos todos. E que vença o pior!

15/08/2009

às 19:07 \ Direto ao Ponto

O juiz censor quer reprisar a afronta

O desembargador Dácio Vieira avisou que vai continuar cuidando do caso que resultou na censura ao Estadão. “Considero-me apto”, fantasiou. Todos os brasileiros sensatos sabem que se trata de outra mentira. O juiz deve o emprego no tribunal a José Sarney, a quem se subordina desde que passou a servi-lo como consultor jurídico do Senado. Não tem isenção sequer para apitar uma pelada no quintal da casa de Roseana em Brasília. Vai expulsar de campo quem achar o chefe fora de forma.

Até os meirinhos que já morreram sabiam que Dácio Vieira decidiria em favor de Fernando Sarney. Depois daquela foto, também os loucos varridos, os índios isolados da Amazônia e os bebês de colo sabem que Dácio Vieira só não confirmará a decisão afrontosa se os demais desembargadores  resistirem a tentações corporativistas e entenderem que estão lá para fazer justiça, não para fazer amigos. O Legislativo e o Executivo já se movem como se não existisse pecado do lado de baixo do Equador.  Se o juiz mais que suspeito não ficar fora do caso, são mais numerosos do que se imaginava os fora-da-lei que agem dentro do  Judiciário.

08/08/2009

às 19:29 \ Direto ao Ponto

Faz de conta que o juiz é insuspeito

O desembargador Dácio Vieira proibiu o Estadão de publicar informações colhidas pela Polícia Federal durante a Operação Boi Barrica. Isso significa que o jornal está sob censura, certo? “Claro que não há censura”, acaba de ensinar o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal. “Trata-se de uma decisão  judicial que ainda é um ato monocrático do juiz e precisa ser analisado mediante recurso”. Mendes desta vez embarcou na canoa errada. Em juridiquês castiço, está dizendo que a censura imposta ao Estadão, embora em vigor, só pode ser considerada censura depois do julgamento em instância superior. A regra é clara, repete Arnaldo César Coelho, juiz de juiz de futebol. O importante é a fria letra da lei, recitam os juízes de juiz de tribunal.

O Brasil se transformou na terra do faz-de-conta. Faz de conta que o despacho foi assinado por um juiz insuspeito. Faz de conta que ninguém no Judiciário e no Ministério Público viu aquela foto que o doutor da censura esqueceu de prender. Faz de conta que a foto não desqualifica o desembargador até para dar palpites em assuntos vinculados a Agaciel Maia, Renan Calheiros e, sobretudo, José Sarney, a quem deve o emprego. Faz de conta que tratou o pedido de Fernando Sarney com isenção e espírito cívico. Faz de conta que a quadrilha não lhe ordenou que agisse porque a edição do dia seguinte traria informações de altíssimo calibre.

Faz de conta que Gilmar Mendes e todos os demais juízes não sabem que quem precisa ser urgentemente interditado é o suspeitísssimo Dácio Vieira.


 

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