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Collor

16/11/2011

às 2:53 \ Sanatório Geral

Cabeça quente

“Nossa luta tem que remontar o passado. Nas duas vezes em que houve lutas moralistas contra a corrupção deu no Jânio e no Collor, um renunciou e o outro sofreu impeachment.”

José Dirceu, ainda em liberdade, sem explicar se Jânio Quadros e Fernando Collor perderam o emprego porque eram corruptos ou porque lutaram contra a corrupção, mostrando que o cérebro está meio dilma com a aproximação do julgamento do mensalão pelo Supremo.

17/04/2011

às 9:29 \ Sanatório Geral

Olhar 171

“Falei para o Collor: ‘A gente precisa dar uma estruturadinha na oposição’”.

Renan Calheiros, líder da bancada do PMDB e vice-líder da bancada do cangaço no Senado, depois da reunião em que companheiros de partido se queixaram de que o governo tem violado cláusulas do contrato de aluguel, avisando que, se o Planalto não for mais generoso com os pedintes, o parceiro Fernando Collor pode enquadrar Dilma Rousseff com aquele famoso olhar esbugalhado que espantou Pedro Simon.

06/03/2011

às 19:33 \ História em Imagens

Os melhores jingles da política brasileira

As marchinhas de carnaval são tão antigas quanto os jingles que animam campanhas eleitorais. E há um evidente parentesco entre as duas manifestações musicais: alguns jingles fizeram bastante sucesso nos salões e muitas marchinhas acabaram transformadas pelos candidatos em trilha sonora da campanha. Confira, em imagens e áudios dispostos em ordem cronológica, a seleção dos mais populares jingles políticos da história da República.

Getúlio Vargas, candidato à Presidência em 1950:

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Juscelino Kubitschek, candidato à Presidência em 1955:

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Jânio Quadros, candidato à Presidência em 1960:

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Propaganda eleitoral durante a ditadura militar:

Jânio Quadros, candidato à prefeitura de São Paulo em 1985:



Fernando Henrique Cardoso, candidato à prefeitura de São Paulo em em 1985:



Dante de Oliveira, candidato à prefeitura de Cuiabá em 1985:



Lula, candidato à Presidência em 1989:

Leonel Brizola, candidato à Presidência em 1989:

Ulysses Guimarães, candidato à Presidência em 1989:

Mário Covas, candidato à Presidência em 1989:

José Maria Eymael, candidato à Presidência em 1989:



Fernando Henrique, candidato à Presidência em 1994:

Paulo Maluf, candidato ao governo de São Paulo em 1994:



Henrique Meirelles, candidato a deputado federal por Goiás em 2002:



Lula, candidato à presidência em 2002:



José Serra, candidato à Presidência em 2002:



Jingle da oposição nas eleições de 2006:



05/09/2010

às 23:08 \ Direto ao Ponto

O PT pede e o TSE atende: o eleitorado está proibido de saber que Collor apoia Dilma

O ministro Joelson Dias, do Tribunal Superior Eleitoral, decidiu neste domingo proibir o PSDB de continuar veiculando o vídeo que registra mais uma declaração de apoio do ex-presidente Fernando Collor à candidatura de Dilma Rousseff. A liminar pedida pelo PT argumenta que gravações externas não podem ser exibidas no horário eleitoral. Conversa fiada: o que se pretende é o sumiço de uma das incontáveis provas de que Collor é hoje um bom companheiro.

“Não se esqueçam desse nome: Dilma Rousseff, presidenta, número 13 na cabeça no próximo dia 3 de outubro”, aparece berrando num comício o ex-inimigo que virou amigo de infância de Lula. Os responsáveis pelo programa apenas acrescentaram uma legenda redundante: “Collor é Dilma”. Nenhuma novidade, certo? Errado, decidiu o ministro Joelson Dias no despacho em que ensina que o vídeo “expõe o eleitor a uma informação falsa sobre o quadro da disputa eleitorall”.

Pela primeira vez, um partido pediu à Justiça que proibisse a veiculação na TV de uma declaração de apoio a uma candidatura do próprio partido. Pela primeira vez, um ministro do TSE tenta censurar uma informação verdadeira por achar que uma informação verdadeira distorce a percepção da realidade. Se Collor é Dilma, por que o eleitorado não pode saber que Collor é Dilma?

É inútil impedir que programas humorísticos façam piadas eleitorais. Políticos e magistrados cuidam disso. E não precisa da ajuda de profissionais do riso quem conta com uma Dilma Rousseff. Na entrevista coletiva de hoje, um jornalista quis saber  o que a candidata tinha a dizer sobre a aliança com Fernando Collor. Resposta:

— São problemas da liberdade democrática.

Vejam o vídeo. E não percam a chance de irritar o PT: contem a todo mundo que Collor é Dilma.

16/11/2009

às 16:30 \ Sanatório Geral

Alternância sem alternativa

“Tem uma parte da elite política apodrecida deste País que não estava acostumada com a alternância de poder. E eu sou a alternância de poder. E eles sabem disso”.

Lula, em entrevista neste domingo ao programa É Notícia, da RedeTV, fazendo de conta que a elite política apodrecida não inclui os companheiros José Sarney e Fernando Collor e explicando que, como é ele a alternância de poder, terá de revezar-se na presidência com Luiz Inácio Lula da Silva.

25/10/2009

às 22:01 \ Direto ao Ponto

Faltou Sarney no abaixo-assinado

Os oficiais comandantes do Batalhão da Bic já foram trapalhões na hora de tentar justificar o injustificável, atesta o palavrório do sociólogo Ricardo Antunes, um dos articuladores do abaixo-assinado contra a CPI do MST. “É inaceitável a tentativa de criminalizar o MST e empurrá-lo para a clandestinidade”, disse ao Estadão o intelectual da Unicamp.

Decolou mal o professor de Tudo. Ninguém precisa criminalizar um bando que comete crimes o tempo todo: o próprio MST cuidou de criminalizar-se. Tampouco é preciso empurrá-lo para a clandestinidade. Como não tem existência legal, já é clandestino. E completou a decolagem desastrada com o pouso na pista errada.

“É inaceitável também que este Congresso, que chegou ao fundo do poço e cujo presidente tenta cercear o trabalho da imprensa, impedindo a divulgação de informações sobre sua família, se julgue no direito de policiar e tentar sufocar o movimento”. Antunes e o resto do Batalhão jamais se manifestaram contra a erosão ética e moral do Senado, ou contra as bandalheiras do presidente do Congresso, ou contra a censura ao Estadão.

Ruim de gatilho, Antunes mirou no inimigo aparente e acertou um companheiro de lutas e ideais. O mestre da Unicamp começou a usar só agora o verbo criminalizar, que Sarney recita desde 16 de outubro. “É errado criminalizar o MST”, declarou ao incorporar-se formalmente à seita da lona preta.

Autor de uma penca de livros, imortal da Academia Brasileira de Letras, merece entrar na ala dos intelectuais do abaixo-assinado. Antunes, Luis Fernando Verissimo, Emir Sader, Antonio Cândido, Sarney, Collor, Jucá, Renan, todos estão juntos no mesmo trator que, depois do trabalho no laranjal, tenta agora assassinar a verdade sobre a promiscuidade multimilionária entre o governo e o MST.

23/10/2009

às 0:29 \ Sanatório Geral

Qualquer um, menos um

“Não tenho razão para carregar mágoa ou ressentimento do Collor. Quando o cidadão tem mágoa, só ele sofre. A pessoa que é a razão de ele ter mágoa vive muito bem, e só ele sofre. Quando se chega à Presidência da República, você não tem o direito de ser pequeno”.

Lula, informando que é capaz de perdoar todo mundo, até o adversário que o acusou de tentativa de homicídio, menos Fernando Henrique Cardoso.

24/09/2009

às 16:12 \ História em Imagens

O trunfo do caçador de maracujás

Na noite de 14 de dezembro de 1989, no segundo dos cinco blocos do derradeiro debate da campanha presidencial, Fernando Collor encaixou, no meio de uma resposta sobre casas populares, a informação de que Lula teria  “aparelhagens ultramodernas e sofisticadas de som” que ele próprio ”ainda não havia tido oportunidade de ter”.

O comentário pareceu tão absurdo quanto a ausência de respostas ou revides: na réplica, um Lula com expressão mais cansada, confuso e embaraçado, esfregando nervosamente as mãos, não tocou no assunto. Soube-se só mais tarde que Collor começou a explorar o tema na  véspera.

Em São Paulo, de volta da visita à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em Brasília, Lula recebeu dois telefonemas anônimos. O primeiro avisou que Collor revelaria durante o debate que Lula aproveitou a passagem pela capital para presentear uma amiga jornalista com um aparelho de som. O segundo informava que as provas estariam armazenadas numa pasta verde.

Uma pilha de pastas permaneceu todo o tempo diante de Collor. Terminado o segundo bloco, a verde não estava mais lá. O golpe surtiu efeito. Lula terminou o debate dizendo que Collor, embora se proclamasse ”caçador de marajás”, não passava de um caçador de maracujás. Ninguém entendeu.

(A íntegra do debate pode ser conferida no site do YouTube, dividida em 17 partes)

11/09/2009

às 16:44 \ História em Imagens

Lula diz (em 1992) que Collor é ganancioso, corrupto e tem vontade de roubar

ALAGOAS/LULA/ADUTORA

Nesta entrevista ao radialista Milton Neves, Lula diz o que acha de Fernando Collor ─ em 1992. Especializado em futebol, o jornalista se transfere para o campo da política com a seguinte pergunta: você tem pena de Fernando Affonso Collor de Mello?

Abaixo do vídeo, a transcrição da resposta de Lula.

“Tenho. Não é que eu tenho pena. Como ser humano eu acho que uma pessoa que teve uma oportunidade que aquele cidadão teve de fazer alguma coisa de bem para o Brasil, um homem que tinha respaldo da grande maioria do povo brasileiro, ou seja. E ao invés de construir um governo, construir uma quadrilha como ele construiu, me dá pena, porque deve haver qualquer sintoma de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor.
Efetivamente eu fico com pena, porque eu acho que o povo brasileiro esperava que essa pessoa pudesse pelo menos conduzir o país, se não a uma solução definitiva, pelo menos a indícios de soluções para os velhos problemas que nós vivemos.
Lamentavelmente a ganância, a vontade de roubar, a vontade de praticar corrupção, fez com que o Collor jogasse o sonho de milhões e milhões de brasileiros por terra.
Mas de qualquer forma eu acho que foi uma grande lição que o povo brasileiro aprendeu e eu espero que o povo brasileiro, em outras eleições, escolha pessoas que pelo menos eles conheçam o passado político”.

10/09/2009

às 20:55 \ Homem sem Visão

Ideli investe R$ 70 mil do Senado para concorrer outra vez

Ideli Salvatti

Depois de investir R$ 70 mil do Senado no curso especializado em capacitação de executivos em que se diplomou junto com o assessor Paulo Argento, Ideli Salvatti declarou-se preparada para concorrer pelo terceiro mês consecutivo ao título de Homem Sem Visão. “Tenho certeza que o troféu de setembro será meu”, avisou a dona da medalha de prata de agosto. “A verba aplicada na aquisição de conhecimentos por mim e por meu assessor predileto pegou os concorrentes de guarda baixa”.

Ideli não teme a candidatura coletiva da Academia Alagoana de Letras, que abriu a campanha com a promoção de Fernando Collor em imortal regional. ”Já venci o escritor sem obra na última eleição”, gabou-se. ”Os 40 jagunços eu tiro de letra”. A senadora espera que os pagadores de impostos valorizem o diploma obtido com escalas no México, na Argentina e na Espanha. “Dedico a todos eles minha formatura no The Art of Business Coaching”, informou.

A candidata revelou nesta quarta-feira o nome do chefe do comitê de campanha: Paulo Argento. “Depois do curso, ele sabe tanto sobre trabalho em equipe que o pessoal do comitê está chamando o comandante de doutor Argento”.


 

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