04/11/2011
às 21:04 \ Sanatório GeralUma mentira depois da outra
“Eu não pautei. Essa pauta deve ser remanescente. Eu não vi esse projeto.”
João Paulo Cunha, deputado do PT de São Paulo, réu no processo do mensalão no STF e presidente da Comissão de Constituição de Justiça da Câmara, fingindo que não entrara na pauta da CCJ o projeto que anistia os parlamentares cassados José Dirceu, Roberto Jefferson e Pedro Corrêa.
“Nem sei por que isso foi para a pauta. Alguém deve ter pedido para colocar o outro projeto, do Mulim, e esse veio junto.”
João Paulo Cunha, fingindo que acabara de descobrir que, como todo projeto malandro aprende a andar sozinho, a anistia dos três pecadores entrou na pauta sem ser vista por ninguém.
“Eu já mandei retirar. Aquilo que estava lá era só uma sugestão de pauta, não tem nada a ver esse projeto estar lá.”
João Paulo Cunha, fingindo que acabara de expulsar o intruso e tentando disfarçar a cara de bandido pilhado em flagrante.
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