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Aloízio Mercadante

13/04/2012

às 21:37 \ Homem sem Visão

Protógenes, Mercadante, Rui Falcão e Agnelo Queiroz completam o bando inscrito na briga de foice pelo troféu de abril

“O chefe acha que um delegado que acaba investigado pela investigação que propôs merece ser HSV”, confidenciou um dos 69 assessores do deputado-detetive Protógenes Queiroz durante o lançamento da candidatura a Homem Sem Visão de Abril. Estreante nessa modalidade de briga de foice, o ex-delegado federal pretende usar como trunfo, durante a campanha, a ficha de filiado ao PCdoB, único partido comunista da história especializado em negociatas capitalistas.

Também nesta sexta-feira, foi oficializada a candidatura do campeão Aloízio Mercadante, o mais assíduo participante masculino do HSV (o ranking feminino é liderado pela ministra Ideli Salvatti). O ministro da Educação conseguiu enxergar uma filial do Massachusetts Institute of Technology, o MIT, num acordo científico entre o governo Dilma Rousseff e a instituição americana. “Como o chefe estuda dilmês o dia inteiro, ele esqueceu o pouco que sabia de inglês e entendeu tudo errado”, explicou o assessor de Mercadante que providenciou a papelada para a inscrição.

Num espetacular lançamento de candidatura, entrou em cena o presidente do PT, Rui Falcão. “Ele não consegue de jeito nenhum enxergar o mensalão porque pisca demais. Atualmente, só vê o Carlinhos Cachoeira, o Demóstenes Torres, a imprensa reacionária e a elite golpista”, explicou a secretária do oftalmologista de Rui Falcão. Para chegar à enquete, Falcão vai acusar FHC de ter incluído o mensalão, secretamente, na herança maldita que deixou para Lula.

O quarto inscrito do dia foi Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal, cujo emissário chegou à sede do HSV quando a Comissão Organizadora estava de saída. Por não enxergar os encontros que teve com Carlinhos Cachoeira, Agnelo foi autorizado a inscrever-se depois de fechado o guichê. “O chefe está esperando a divulgação de algum vídeo mostrando a dupla em ação para afirmar que ele”, contou o assessor, que também trabalha para o bicheiro goiano. “Jura que só viu de perto a cachoeira de uma fazenda invadida pelo MST em que fez um comício no século passado”.

O primeiro turno do Homem Sem Visão de Abril está chegando ao fim, leitores-eleitores! Não deixe de participar da única eleição que permite votar sem remorso em quem ninguém merece! A hora é agora! E que vença o pior!

02/04/2012

às 22:58 \ Direto ao Ponto

A renúncia do presidente húngaro, os doutores malandros e a grande tabelinha entre Celso Arnaldo e Deonísio da Silva

A aula-relâmpago de Deonísio da Silva sobre a renúncia do presidente húngaro e os doutores malandros foi enriquecida com um comentário do jornalista Celso Arnaldo Araújo que merece reprodução neste espaço. Acompanhem a tabelinha entre os dois craques. (AN)

Deonísio, meu caro

Lembrança irrepreensível, na forma e na oportunidade, como sempre. Com que então um magiar que nunca tínhamos visto mais gordo ou menos douto, dá uma lição de Ph.D (o D aqui não de Doctor, mas de Decência) em gente nossa que só bota banca de doutor?

O plágio do presidente húngaro ocorreu há 20 anos e, convenhamos, não é grave o suficiente para induzir suicídio, nem na época nem tão tardiamente — mesmo porque, sabe sobre o que versava a tese? A história dos Jogos Olímpicos. No entanto, o presidente Pál Schmitt (nome estranho para um húngaro, não?) preferiu a renúncia a assistir, segundo ele, à divisão do país.

Sim, o país estava eticamente dividido ─ por causa de uma tese de doutorado sobre os Jogos Olímpicos defendida há 20 anos por um homem que, numa carreira aparentemente lisa e reta, chegou a presidente há dois anos e que, também ao que parece, exercia suas funções (menores, num regime parlamentarista como o húngaro) com razoável dignidade.

Aqui, a vergonhosa defesa de tese do atual ministro da Educação não deixou ninguém vermelho – os examinadores não renunciaram nem ao almoço daquele dia depois de referendar, com louvor, a tese encomiástica de Mercadante. Foi, digamos assim, uma tesinha — sem o menor tesão acadêmico. Uma jogada pra torcida — no caso, a banca amestrada — que valeu o título. A rigor, não foi uma defesa de tese, mas uma tese de defesa do governo Lula, por um de seus áulicos.

Tudo bem. Aloízio Mercadante hoje é, de fato e de direito, Professor Doutor. Nada há a fazer. Se plagiou, plagiou a mediocridade de si mesmo. Mas o sacrifício do presidente húngaro, caro Deonísio, me obriga a revolver o caso do falso doutorado da presidente Dilma.

Lembra você? O título constava de seu currículo oficial e, numa entrevista que deu ao Roda Viva ainda candidata, ouviu o apresentador desfilar seus atributos acadêmicos e ela nem piscou ao saber-se detentora de “doutorado em Economia pela Unicamp”.

Mais tarde, descobriram que o doutorado curricular de Dilma só existia no mundo do trem-bala. E tudo ficou por isso mesmo. Mas, a meu ver, o caso dela é mais grave que o do imolado Pál que, bem ou mal, escreveu fisicamente uma tese e compareceu à presença de uma banca. Talvez não tivesse percebido o alcance de seu plágio. Talvez estivesse com pressa de terminar o trabalho. Há vários “talvez” nessa história de 20 anos atrás.

Pois Dilma, é certo, não defendeu tese alguma — de sua lavra ou de outrem. Simplesmente inventou-a, ou permitiu que a inventassem, bem como seu efeito prático, o doutorado, que ganhou vida numa única folha de papel. Isso não soa familiar? Coisas desse governo que só existem no papel ofício? Conhece alguma?

O fato é: a presidente Dilma só não é doutora hoje porque descobriram que ela não é doutora. Simples assim.

Mas confesso, Deonísio: no fundo eu gostaria que Dilma tivesse concluído seus estudos e defendido o título que nunca defendeu e nunca teve. E como eu gostaria de fazer parte da banca examinadora! Seria um momento histórico: examinar uma economista, no momento de almejar o mais alto grau da hierarquia acadêmica, que expressa muita dificuldade em defender a tese de uma única ideia.

Há, inclusive entre os colaboradores desta coluna, confrontados diariamente com o dilmês, quem duvide de seu próprio diploma universitário em língua portuguesa – e reivindique sindicâncias a respeito. Não chego a tanto. Conheço, e você também, médicos, engenheiros, jornalistas e até professores que não sabem escrever um recado de duas linhas.

Se bem que, presidente, é a primeira…

Abraço

Celso Arnaldo

28/03/2012

às 12:18 \ Feira Livre

‘A incompetência virou elogio’, por Marco Antonio Villa

PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA TERÇA-FEIRA

MARCO ANTONIO VILLA

O governo Dilma Rousseff lembra o petroleiro João Cândido. Foi inaugurado com festa, mas não pôde navegar. De longe, até que tem um bom aspecto. Mas não resiste ao teste. Se for lançado ao mar, afunda. Não há discurso, por mais empolgante que seja, que consiga impedir o naufrágio. A presidente apresenta um ar de uma política bem-intencionada, de uma tia severa e até parece acreditar no que diz. Imagina que seu governo vai bem, que as metas estão cumpridas, que formou uma boa equipe de auxiliares e que sua relação com a base de sustentação política é estritamente republicana. Contudo, os seus primeiros 15 meses de governo foram marcados por escândalos de corrupção, pela subserviência aos tradicionais oligarcas que controlam o Legislativo em Brasília e por uma irritante paralisia administrativa.

Inicialmente, a presidente vendeu a ideia que o Ministério não era dela, mas de Lula. E que era o preço que teria pagado por ser uma neófita na política nacional. Alguns chegaram até a acreditar que ela estaria se afastando do seu tutor político, o que demonstra como é amplo o campo do engodo no Brasil. Foi passando o tempo e nada mudou. Se ocorreram algumas mudanças no Ministério, nenhuma foi por sua iniciativa. Além do que, foi mantida a mesma lógica na designação dos novos ministros.

Confundindo cara feia com energia, a presidente continuou representando o papel de hábil executiva e que via a política com certo desprezo, como se os seus ideais de juventude não estivessem superados. Como sua base não é flor que se cheire, acabou até ganhando a simpatia popular. Contudo, não se afastou deste jardim, numa curiosa relação de amor e ódio. Manteve o método herdado do seu padrinho político, de transformar a ocupação do Estado em instrumento permanente de negociação política. E ainda diz, sem ficar ruborizada, que não é partidária do toma lá dá cá. Dá para acreditar?

O Ministério é notabilizado pela inoperância administrativa. Bom ministro é aquele que não aparece nos jornais com alguma acusação de corrupção. Para este governo, isto basta. Sem ser enfadonho, basta destacar dois casos. Aloizio Mercadante teve passagem pífia pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Se fosse demitido na reforma ministerial ─ aquela que a presidente anunciou no último trimestre do ano passado e até hoje não realizou ─, poucos reclamariam, pois nada fez durante mais de um ano na função. Porém, como um bom exemplo do tempo em que vivemos, acabou promovido para o Ministério da Educação. Ou seja, a incapacidade foi premiada. O mesmo, parece, ocorrerá com Edison Lobão, que deve sair do Ministério de Minas e Energia para a presidência do Senado, com o beneplácito da presidente. O que fez de positivo no seu ministério?

Numa caricata representação de participação política, Dilma patrocinou uma reunião com o empresariado nacional para ouvir o já sabido. Todas as reclamações ou concordâncias já eram conhecidas antes do encontro. Então, para que a reunião? Para manter a aura da Presidência-espetáculo? Para garantir uma fugaz manchete no dia seguinte? Será que ela não sabe que não tem o poder de comunicação do seu tutor político e que tudo será esquecido rapidamente?

Uma das maiores obras da atualidade serve como referência para analisar como o governo trata a coisa pública. Desde quando foi anunciada a transposição de parte das águas do Rio São Francisco, inúmeras vozes sensatas se levantaram para demonstrar o absurdo da proposta. Nada demoveu o governo. Além do que estava próxima a eleição presidencial de 2010. Dilma ganhou de goleada na região por onde a obra passaria ─ em algumas cidades teve 92% dos votos. Passaria porque, apesar dos bilhões gastos, os canteiros estão abandonados e o pouco que foi realizado está sendo destruído pela falta de conservação. Enquanto isso, estados como a Bahia estão sofrendo com a maior seca dos últimos 30 anos. E, em vez de incentivar a agricultura seca, a formação de cooperativas, a construção de estradas vicinais e os projetos de conservação da água desenvolvidos por diversas entidades, a presidente optou por derramar bilhões de reais nos cofres das grandes empreiteiras.

A falta de uma boa equipe ministerial, a ausência de projetos e o descompromisso com o futuro do país são evidentes. O pouco ─ muito pouco ─ que funciona na máquina estatal é produto de mudanças que tiveram início no final do século XX. A ausência de novas iniciativas é patente. Sem condições de pensar o novo, resta ao governo maldizer os países que estão dando certo em vez de aprender as razões do êxito, reforçando um certo amargor nacional com o sucesso alheio. No passado a culpa era imputada aos Estados Unidos; hoje este papel está reservado à China.

Como em um conto de fadas, a presidente acredita que tudo terá um final feliz. Mas, até agora, o lobo mau está reinando absoluto na floresta. Basta observar os péssimos resultados econômicos do ano passado quando o Brasil foi o país que menos cresceu na América do Sul. E a comparação é com o Paraguai e o Equador e não com a Índia e a China.

Não é descabido imaginar que a presidente foi contaminada pelo “virus brasilienses”. Esta “espécie”, que prolifera com muita facilidade em Brasília, tem uma variante mais perigosa, o “petismus”. A vacina é a democracia combinada com outra forma de governar, buscando a competência, os melhores quadros e alianças programáticas. Mas em um país marcado pela subserviência, a incompetência governamental se transformou em elogio.

26/03/2012

às 17:45 \ Homem sem Visão

Paulo Henrique Amorim vence o primeiro turno e disputa na enquete o título de março com outras cinco feras

“Dedico esta vitória à presidenta Dilma Rousseff e aos futuros presidentes, que podem contar com os meus serviços”, entusiasmou-se o ex-jornalista Paulo Henrique Amorim ao saber oficialmente que vencera, com 30,6% dos votos, a disputa do primeiro turno da eleição do Homem Sem Visão de Março. “Também quero agradecer aos companheiros da esgotosfera que, pela primeira vez, trabalharam de graça”, completou o presidente da Associação dos Blogueiros Progressistas.

Estreante na luta pelo troféu que nenhum candidato quer ganhar, Paulo Henrique disparou na liderança ao ampliar o prontuário mais vistoso da internet com a retratação que aceitou publicar para safar-se da ação judicial movida  pelo jornalista Heraldo Pereira. “Ele está muito feliz porque acha que, com esse bonito desempenho no HSV, vai conseguir mais anúncios de empresas estatais”, confidenciou um blogueiro progressista em regime de prisão domiciliar.

“Agora é uma nova eleição”, declarou o governador Tarso Genro, segundo colocado na disputa com 18,9% dos votos. O vice-campeão garantiu um bom desempenho com a barulhenta entrada na campanha. “O chefe acha que todo mundo ficou impressionado ao ver a foto em que aparece abraçando o Cesare Battisti no Palácio Piratini e o decreto que prova que ele condecorou ele mesmo”, revelou um dos 68 secretários do governo gaúcho.

As quatro vagas restantes ficaram com Maria do Rosário (11,6%), Aloízio Mercadante (8%), Fernando Haddad (7,2%) e Celso Amorim (7,2%). A ministra-chefe da Secretaria dos Direitos Humanos chegou ao segundo turno depois de enxergar democracia em ditadura e ditadura em democracia. Mercadante credita a boa votação à descoberta de que os problemas do MEC são grandes porque o Brasil é grande.

Ao empatar com Celso Amorim, Fernando Haddad deixou ainda mais preocupado o PT de São Paulo, obrigado por Lula a lançar a candidatura do Terror dos Estudantes a prefeito da capital. Já o Pintassilgo do Planalto declarou-se satisfeito com a performance. “O chefe disse que estava meio sumido e só deu tempo de comunicar ao eleitorado que as Malvinas são argentinas”, explicou um dos 468 assessores do ministro da Defesa.

Embora a votação tenha sido insuficiente para levá-los à enquete, foram também lembrados Eleonora Menicucci, Gilberto Carvalho, Marcelo Crivella, Demóstenes Torres, Alexandre Padilha e Guido Mantega.

A disputa na enquete já começou, leitores-eleitores! Não perca a chance de votar sem remorso em gente que  ninguém merece! A briga de foice no escuro está pegando fogo! São seis feras numa única jaula! Quem merece o título de HSV de Março? Que vença o pior!

21/03/2012

às 18:53 \ Sanatório Geral

Economista amador

“As empresas brasileiras precisam aprender a fazer melhor e mais barato”.

Aloízio Mercadante, ministro da Educação que quer ser ministro da Fazenda quando crescer, fingindo ignorar que os empresários acham que o governo precisa aprender a cobrar menos impostos e gastar com honestidade e competência os bilhões que arrecada.

21/03/2012

às 17:50 \ Direto ao Ponto

Mercadante capricha na pose de defensor da moral e dos bons costumes para fingir que nunca viu companheiros corruptos

O companheiro Aloízio Mercadante foi espectador, testemunha ou protagonista de episódios de que até Deus duvidaria se não fosse brasileiro. Senador, acompanhou no epicentro do terremoto o escândalo do mensalão. Em 2006, candidato do PT a governador de São Paulo, comandou a conspiração dos “aloprados” que de malucos não têm nada; todos se enquadram na categoria do bandido metido a espertalhão. Ministro de Dilma Rousseff, assistiu de camarote à procissão dos colegas despejados por maracutaias denunciadas pela imprensa.

A  trinca de exemplos foi pinçada na folha corrida de dimensões amazônicas para ilustrar o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. O tema é o esforço do agora ministro da Educação para fazer de conta que só no último domingo, depois de apresentado a uma reportagem do Fantástico, descobriu que existe corrupção no Brasil. Confrontado com as cenas de ladroagem explícita no hospital pediátrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mercadante caprichou na pose de defensor da moral e dos bons costumes para avisar que aquilo não ficaria assim.

Primeiro, prometeu a abertura do inevitável “rigoroso inquérito”. Nos dias seguintes, defendeu a adoção de “novas práticas políticas” concebidas para evitar a reprise desses abusos intoleráveis. É muito cinismo. O Brasil não precisa de novas práticas políticas. Basta recorrer a leis antigas e punir também os bandidos da classe executiva. Se quiser mostrar que o exemplo deve vir de cima, Mercadante pode propor a renúncia coletiva do ministério. Alguns integrantes do primeiro escalão sairiam de mãos para cima como vilão de faroeste já sem balas no trabuco.

Se fosse um ator razoável, o Herói da Rendição mereceria o papel principal num filme inspirado na história de um político que, nascido e criado num templo das vestais que virou bordel, mantém o jeito inocente de criança no berço. Como se trata de um rematado canastrão, Mercadante só é candidato a desempenhar o papel do marido que finge ser o último a saber. Numa novela mexicana, recomenda o bigode.

21/03/2012

às 2:34 \ Sanatório Geral

Miopia seletiva

“Não são indícios, são provas irrefutáveis de empresas que praticam a corrupção, que estimulam a corrupção na administração pública”.

Aloízio Mercadante, ministro da Educação, sobre a reportagem do Fantástico que documentou gatunagens no hospital pediátrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, subordinado ao MEC, fazendo de conta que ficou indignado com imagens que configuram provas tão irrefutáveis quanto aquelas que mostram um companheiro aloprado carregando a sacola de dinheiro para comprar um dossiê contra José Serra na campanha eleitoral de 2006.

19/03/2012

às 17:28 \ Sanatório Geral

Rigoroso inquérito

“[A corrupção flagrada pela reportagem] exige uma investigação muito profunda e novas práticas da administração pública”.

Aloízio Mercadante, ministro da Educação, capturado por Celso Arnaldo ao comentar a reportagem do Fantástico com cenas explícitas e indecentes de safadeza e roubo nas licitações do hospital pediátrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), subordinado ao MEC, prometendo aos brasileiros rigorosamente o que não vai acontecer.

15/03/2012

às 20:26 \ Sanatório Geral

São Paulo em perigo

“Onde está a dificuldade do Enem? Em primeiro lugar, no banco de questões. Pela Teoria de Respostas ao Item, nós temos que ter um banco robusto para poder suportar com segurança os Enens futuros, inclusive a possibilidade de fazer duas provas por ano”.

Aloízio Mercadante, ministro da Educação, revelando que, se o antecessor Fernando Haddad virar prefeito de São Paulo e repetir o que fez com o Enem, a cidade que não pode parar vai andar para trás em velocidade de Fórmula 1.

15/03/2012

às 18:22 \ Sanatório Geral

Ministro da Cretinice (3)

“A dificuldade é que a construção civil está muito aquecida”.

Aloízio Mercadante, ministro da Educação, explicando que 3.758 das 4.050 creches prometidas em 2007 pelo programa ProInfância não desceram do palanque porque todos os trabalhadores da construção civil subiram para a classe média e os poucos pobres que sobram não querem trocar o Bolsa Família por um canteiro de obras.


 

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