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15/05/2012

às 16:55 \ Sanatório Geral

Um verbo por vez

“Nós temos de ter muito orgulho de termos esse foco social”.

Dilma Rousseff, durante a discurseira no comício de lançamento do Programa Brasil Carinhoso, confirmando, com a trinca formada por temos, ter e termos, que o neurônio solitário só consegue usar um verbo por frase.

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24 Comentários

  1. Angelo

    -

    17/05/2012 às 16:58

    Senhores,com todo esse palavreado,logo que sair
    da planalto,certamente irá ganhar um”DEPROMA DE
    DOUTORA HONORIS CAUSA PERDIDA”,como já virou tradição
    entre os apreciadores da esculhambação.

  2. BETHS

    -

    17/05/2012 às 14:04

    Nós já sabíamos que petralha adora o verbo TER.

  3. Cláudio

    -

    16/05/2012 às 11:41

    Prezado Augusto,
    Nós temos de ter muito saco pra ter de aguentar quem tem tido conduta desonrosa e tem praticado tanta desonestidae.

  4. ana muniz

    -

    16/05/2012 às 9:56

    ????????????????Parece o texto de uma propaganda daqui – agora tem, tem, tem. NInguém aguenta mais tanto tem tem, e não ter nada.

  5. etiene

    -

    16/05/2012 às 8:56

    Faze u ke se os anarfabetus gosta dela assin, ela vai fica pra senpre onde ta poiz é eleita pela escoria de iguinorantes que ah nesce brasir de tontos mils. pobre povinho brasileiro,idiots savans.

  6. Sérgio

    -

    15/05/2012 às 22:42

    Uma vergonha ter uma retardade na chefia do país. Bom, mas para quem já aturou apedeuta analfabeto, mensaleiro e alcoólatra, aguenta qualquer coisa. País de tolos.

  7. FM

    -

    15/05/2012 às 22:41

    Bem que o marqueteiro falou: Dilma chega lá, faz um afago numa criança e de preferência não fala nada. Mas se tiver de falar alguma coisa, dê uma cabrichada e fale só: Vovó viu a uva.

  8. Elio Miranda

    -

    15/05/2012 às 20:13

    Nós temos que ter paciência de termos uma PRESIDENTA que tem foco na articulação.
    É um vocabulário rico que dá orgulho!

  9. Santeófilo

    -

    15/05/2012 às 19:27

    Vai falando presidenta. Vai falando e aproveita do pouco do muito que FHC deixou e que vocês, malditos petistas, destruíram. Logo, logo tu vai ver o orgulho do foco social. Quando a infração bater na casa dos dois dígitos, e a malta começar a jogar ovo podre na tua cara, corre e vai pedir arrego a Madre Superiora. Sarney, como ninguém, sabe o gostinho da ira do povinho ordinário quando está de barriga vazia e sem dinheiro para beber cachaça, botar gasolina no carro e fornicar.

  10. Rosa do Luxembourg (o jardim)

    -

    15/05/2012 às 19:06

    Não minha querida. Não meu amor.
    Temos que ter orgulho é do premio recebido pelo ex presidente Fernando Henrique Cardoso, que este sim, tinha o foco correto no social.
    Voce não concorda, minha querida?

  11. João Caetano

    -

    15/05/2012 às 18:53

    E nois *tem de ter* muito bago pra mode agüentar determinadas aberrações.

  12. Reaça

    -

    15/05/2012 às 18:38

    dá um desânimo…

  13. Marco

    -

    15/05/2012 às 18:35

    Amigo Nunes: Se quisessem mesmo ajudar essa faixa,tornariam os serviços públicos de assistenciais mais prático. Essa seria a tarefa mais urgente. Se tornando prático para os outros. Não completamente inacessíveis!
    Abs.

  14. Marco

    -

    15/05/2012 às 18:32

    Amigo Nunes; Estamos no pior baixo nível político de caça votos desse país nesses últimos anos. Muito abaixo do nível de equilíbrio da sociedade civil, explico o maior nível de desprezo público pela sociedade, uma emboscada desses malandros. O interesse não é alguma coisa desinteressada, mas sim, um auto elogio do governo para si, considerando o resto da sociedade apenas primitiva.
    Abs.

  15. Marco

    -

    15/05/2012 às 18:25

    Amigo Nunes; Essa caridade me desculpe, é uma educação desajeitada de pedir voto, como altivez solidária. Uma maneira fácil de usurpar alienados q trocam qualquer coisa por necessidade e não são capaz de assumir qualquer responsabilidade e pouco se importando com o q se faça com esse poder.
    Abs.

  16. Marco

    -

    15/05/2012 às 18:18

    Amigo Nunes: Aliás, essa populi miserável, deles, o q eles mais adoram é q não tenham vontade de ler e nem saber opiniões públicas, se não estraga o clientelismo.
    Abs.

  17. Mauro Pereira

    -

    15/05/2012 às 18:17

    Caro Augusto Nunes, boa noite.
    Tenho menos que 5 minutos de tempo, portanto estou te enviando esse texto sem a devida revisão.
    Embora com atraso, pra variar, saúdo o regresso do notável jornalista.. Um forte abraço a todos da Coluna.

    Ao receber do Congresso norte-americano o prêmio Klunge, uma versão alternativa do Nobel sueco, em reconhecimento à sua inquestionável obra intelectual e ao seu notável desempenho como presidente do Brasil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não só esparge um pouco de luz sobre a embolorada intelectualidade brasileira, como, também, desagrava a instituição Presidência da República tão vilipendiada principalmente nos últimos nove anos.
    Hoje, todos os brasileiros desprovidos de rancores, a imensa maioria, aliás, sequer os tem, rendem homenagens a um senhor octogenário que mudou a história política e social do Brasil pós-ditadura. A lamentar, apenas a pouca disposição da imprensa em noticiar a importância do evento. As que se dispuseram a relatar o acontecimento o fizeram veladamente não dedicando mais do que uma nota lacônica e, como agravante, se abstiveram de abordar o conteúdo contundente da decisão que levou os americanos a considerar FHC o maior pensador da América Latina e a premiá-lo com a soma de um milhão de dólares. Talvez fosse imprescindível amenizar previsíveis ais de egos ébrios de ressentimentos.
    Democrata autêntico e não apenas o da retórica vazia e oportunista, retirou o Brasil da sua condição de república terceiromundista para colocá-lo no mesmo patamar reservado às grandes potências do planeta. Sábio, ensinou que é possível fortalecer a sociedade sem fragilizar o estado. Hábil, resgatou o poder dos cidadãos na definição dos rumos do país. A democracia rejubilava-se!
    Porém, a notoriedade pessoal indiscutível e o sucesso irrefutável de sua administração transformadora, fizeram aflorar sentimentos pouco nobres como o ciúme e a inveja. Incentivados pela omissão de seus companheiros de partido, adversários políticos subjugados pela miséria ética colocaram em prática uma das mais sórdidas campanhas que tinha como único propósito a desconstrução impiedosa do grande legado ético e moral deixado pelo administrador formidável.
    Com o consentimento pusilânime de seus correligionários e a omissão submissa de grande parte da imprensa, o maior presidente de nossa história republicana se viu só, abandonado no enfrentamento de uma luta desigual na defesa das grandes conquistas de seu governo. Liderados por Luiz Inácio Lula da Silva, seus algozes partiram para o linchamento moral com uma violência jamais vista. Bilhões de reais foram torrados na tentativa de apagar de nossa história política o líder que havia dado fim à hiperinflação que vitimava somente os mais pobres, estabelecido os fundamentos do equilíbrio macroeconômico, praticados até hoje pelos seus detratores, ressalte-se, consolidado as bases do aprimoramento democrático de nossa sociedade e estabelecido as diretrizes de programas sociais que, apropriados indevidamente pelo PT, culminaram na criação do Bolsa Família.
    Sereno e com a tranquilidade dos que têm a consciência limpa e a certeza do dever cumprido, saiu mais fortalecido dos ataques carregados de um ódio inexplicável do seu principal opositor. No apogeu dos seus 80 anos, é conferencista renomado internacionalmente e seus livros ilustram as bibliotecas de renomadas universidades mundo afora.
    O reconhecimento do Congresso americano vem apenas confirmar que a diferença entre Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva se revela incisiva em todos os aspectos passíveis de análise, desde o comportamento humano à lisura no desempenho político, passando pela celebração da ética até ao exercício da competência, culminando no estadista que FHC foi sem nunca ter reivindicado e que Lula, descartando-se a vassalagem, sempre quis ser sem jamais ser reconhecido.
    Eu poderia recorrer ao jargão popular “a justiça tarda mas não falha”, para justificar o prêmio Klunge, concedido ao presidente Fernando Henrique Cardoso pela Biblioteca do Congresso norte-americano, porém, estaria incorrendo em um grave equívoco, pois a justiça jamais tardou, tampouco falhou, para reverenciar um dos maiores intelectuais do século 20. Seus inimigos é que se divorciaram dela. Era o que lhes restava.

    Salve, amigo. Muito bom o texto. Vou reproduzir na Feira Livre. abração

  18. Marco

    -

    15/05/2012 às 18:15

    Amigo Nunes; Essa caridade desses malandro se chama pretensão politica, é querer um compromisso apenas de voto.
    Abs.

  19. PORCO CAPITALISTA

    -

    15/05/2012 às 18:13

    Essa gente do PT não descobriu que mais importante do que TER é SER!

  20. Marco

    -

    15/05/2012 às 18:12

    Amigo Nunes: Aliás no meu tempo esse serviço era muito bem feito, pelas organizações religiosas,q não espoliavam ninguém ou pedia qualquer interesse coorporativo de votos. A Caridade não era um ato de desprezo com o ser humano, como esse malandros tem, querem garantir as regalias só de poder. Era um verdadeiro ato de bondade.
    Abs.

  21. Claudius

    -

    15/05/2012 às 18:07

    Entendi. Temos que estar tendo muito orgulho de termos 20 milhões de brasileiros passsando fome não tendo de ter o que comer.

  22. Marco

    -

    15/05/2012 às 18:03

    Amigo Nunes: Nem vou entra no mérito do português sofrível, mas isso é gozação, um tremendo caça votos,em vez de se preocupar em dar cidadania a esse pessoal, se preocupa em aumentar em R$ 70,00 a caridade, dar serviços de qualidades públicos, como educação, segurança e saúde. Assim é fácil falar em caridade, q só engorda o Coorporativismo, no meu tem caridade era voluntário, não sistema eleitoral.
    Outro travestismo social dessa Gangue!
    Abs.

  23. Razumikhin

    -

    15/05/2012 às 17:19

    Tê-têe-tê-tê-rê-tê,
    tê-têe-tê-tê-rê-tê,-tê-tê…

  24. yolanda heller

    -

    15/05/2012 às 17:06

    E olha que Ella estudou em colegio chique!

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