21/11/2009
às 6:30 \ Sanatório GeralMadre Superiora (4)
“Se limparmos a atmosfera e não controlarmos a população, voltaremos ao paraíso para os anjos, sem homens nem pecadores. Talvez Adão e Eva”.
José Sarney, no fecho do artigo na Folha, avisando que alguém precisa providenciar a troca do jaquetão pela camisa-de-força antes que apareça na Sapucaí fantasiado de anjo pecador e, na noite seguinte, num trio elétrico em Salvador, saudando o carnaval baiano em nome de Adão e Eva.
Tags: Adão, Eva, José Sarney, Madre Superiora










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27 Comentários
Ixmael
-23/11/2009 às 1:24
Sr. Celso Arnaldo, ainda ontem às 12:38
Peço encarecidamente para que vc não
faça mais isso com o Sir ney. Afinal, serão
80 anos de vida (?), 30 anos de academia
e 171 de vagabundagem. Se citam o brejal
dos guajas, então deveriam ler o dono do mar.
Qualquer semelhança com Hemingway pode
ser mera coincidência. Salud y plata.
Celso Arnaldo
-22/11/2009 às 12:38
Augusto
O Sarney ambientalista é tão vigarista e empulhador quanto qualquer outro Sarney da política. Mas o que me choca mais, por motivos óbvios, é o soi-disant literato, o escritor, o acadêmico Sarney – o velho e insanável corrupto maranhense é um inqualificável corruptor das palavras.
Seus discursos na tribuna, que já dissecamos aqui, não são mais articulados do que os daquele noia esquizofrênico, o Zina, que a TV transformou em personagem. E a cada artigo que ele publica às sextas-feiras na página 2 da Folha (by the way, o douto Conselho Editorial do jornal costuma ler esses artigos?), lembro-me das palavras de mestre Millôr, na abertura da série de textos publicados no JB com que liquidou Brejal dos Guajas. Depois de citar críticos e escritores legítimos que um dia louvaram o autor Sarney, então presidente da República, MIllôr escreveu:
“Todos me enganando. Só fui desconfiar, apavorado com o complô, na primeira vez em que ouvi Sir Ney usar o apelativo rastaquera, “Brasileiras e brasileiros”, fazendo média contraproducente (por ridícula) com o feminismo. E percebi, também, que ele era incapaz de construir uma frase, quanto mais um período, e nem fazer um discurso lógico. Por isso fui reler o Brejal dos Guajas com mais atenção. Fiquei estarrecido. Não se pode confiar o destino de um povo, sobretudo neste momento especialmente difícil, a um homem que escreve isso. Esclareço logo que não se trata de um caso de má, ou até mesmo péssima, literatura, de uma opinião malévola ou discutível. Em qualquer país civilizado Brejal dos Guajas seria motivo para impeachment”.
Para o que Sarney escreve semanalmente na Folha, como esse grotesco ensaio ecológico, vale outra avaliação de Millôr em relação ao Brejal:
“Praticamente, não tem uma frase que não seja errada em si mesma ou incoerente em relação a outras mais adiante ou mais pra trás”.
Resumindo: eu não admitiria, em minha redação, um estagiário de primeiro ano de jornalismo que falasse ou escrevesse como Sarney. No entanto, é o decano da Academia Brasileira de Letras. No ano que vem, faz 80 anos de idade e 30 de Academia.
Se o político não engana mais ninguém, o Sarney homem de letras conseguiu nesses anos todos contrariar o corolário daquela célebre máxima de Lincoln, “não se pode enganar a todos todo o tempo”.
Abraço
Celso Arnaldo
Eu não me lembrava mais dessas observações do Millôr, grande Celso Arnaldo. Vou pedir a autorização do meu amigo para republicar aquela série aqui na coluna. abração, Augusto
Paulo Henrique
-21/11/2009 às 19:44
Correção: julgá-lo.
Paulo Henrique
-21/11/2009 às 19:42
Um caso tão importante e nenhuma urgência para julgá-la. É o Brasil, como disse.
Obrigado pela resposta. Um abraço.
Paulo Henrique
-21/11/2009 às 19:07
Augusto, e a censura no Estadão imposta pelo desembargador do Sarney? Alguma novidade?
O Peluso, sorteado pelo STF para cuidar do caso, decidiu que deve ser julgado pelo plenário. Como ele viajou, só em dezembro. É o Brasil. Vou voltar ao assunto. abraços, Augusto
Vera
-21/11/2009 às 19:07
Estou chorando de tanta emoção. Que “anjo” de homem.
Robert
-21/11/2009 às 17:22
PS: A solução também não é dificil como foi argumentado na reportagem. Provavelmente deve ser possivel embutir um gerador barato de sinais, emitindo continuamente e aleatoriamente na faixa de frequencia em questão, inserindo ruido suficiente para que as teclas não sejam reconhecidas. Sequer precisaria implantar. Bastaria o TSE dizer que tem.
Robert
-21/11/2009 às 17:11
[Antônio Machado disse:
21/11/2009 às 14:09
Prezado Augusto, a questão da segurança das urnas eletrônicas não tem nada a ver com interferências eletro-eletrônicas. A coisa é muito mais simples.]
Tem a ver, no sentido que os votos podem ser monitorados pelo interessado, seja um comprador de votos, seja um traficante de morro, sem necessidade de qualquer modificação no sistema atual.
Monitorar o voto comprado/cabresto/imposto mostrou ser possível. Só noticiar essa possibilidade já seria suficiente para que milhares (milhões?) de eleitores temessem alterar o voto comandado por terceiros. Com a negativa estúpida do TSE em pelo menos alegar que iria tomar alguma providência, a temporada de ameaças a esses eleitores está aberta. Qual morador de uma favela ousará votar diferente do que o dono do morro mandar? Você acha que alguém vai colocar a vida em risco discutindo se o marginal tem ou não tem equipamento? É basicamente o mesmo principio das cameras de vigilância que não passam de uma caixa vazia e um led piscando. Com a diferença que o marginal pode te dar um tiro na cabeça se acordar invocado.
A hipótese que você levanta não é tão simples, pois envolveria adulteração na operação de apuração, o que é possível certamente, mas estaria mais no campo da teoria da conspiração, atendendo interesses de gente bem mais graúda se fosse implantada a alteração no programa.
Thuya
-21/11/2009 às 16:24
Vamos pedir ao iraniano que leve a madre superiora para a foz do rio Eufrates. Afinal, dizem que foi lá que tudo começou. Ele que arrume uma Eva e instale, lá mesmo, seu Paraíso….fiscal, é claro.
maria-maria
-21/11/2009 às 15:41
Será que elle sempre deu as suas fungadinhas e o discurso atual é resultado do acúmulo do pó, ou o gagá começou agora a utilizar os serviços de evo e, por ser neófito ainda não administra a coisa?
Vanderlei Simionatto
-21/11/2009 às 14:20
O Madre Superiora entrou, definitivamente, na fase de bater fora do bumbo. Seria excesso de óleo de peroba? Seria a praga do museu? Seria a vingança dos lençois maranhenses? Dizem que os canalhas senis têm crises constantes, após confrontados. Ou seria a vingança dos marimbondos queimados?
Antônio Machado
-21/11/2009 às 14:09
Prezado Augusto, a questão da segurança das urnas eletrônicas não tem nada a ver com interferências eletro-eletrônicas. A coisa é muito mais simples. Trata-se de saber quem vai fazer o programa que rodará nas urnas. Com toda a burocracia infestada de petistas ou simpatizantes a possibilidade de algo do tipo Proconsult é enorme. Vamos relembrar que até hoje ninguém conseguiu dar notícia do programa fonte que estava sendo utilizado para fraudar as eleições do Rio de Janeiro em 1982. E isto naquela época em que a informática engatinhava. Com a tecnologia atual, então, tudo quanto é trapaça é possível. Quem vai fiscalizar o programa que será utilizado? Há participação dos partidos ou qualquer outra entidade? Com o perfil dos membros que conhecemos nestes tribunais superiores – TSE e STF – quem dará garantia que não será utilizado um software para roubar ou transferir votos de um candidato para outro, ou brancos e nulos para um determinado nome? Consulte especialistas na área e verá que tal resultado é possível. O teste feito pelo TSE é um verdadeiro engana bobo. Lembra-se da paranóia do velho caudilho Brizola? Ele era um inconformado com o processo adotado aqui de votação eletrônica. É interessante que só no Brasil é assim. Por que não se pode imprimir o voto? Qual a dificuldade? Você votaria na urna eletrônica e o back up do voto seria impresso. Simples. O eleitor pega o voto e coloca na urna. Em caso de dúvida far-se-ia a conferência. Elementar, não? Até os bicheiros seriam capazes de organizar um certame destes. Equipamentos existem em todo o Brasil. Basta ver a proliferação da jogatina nas casas lotéricas oficiais, existentes em tudo quanto é biboca. Em todas elas a aposta é impressa. O voto, no entanto, não pode? Enfim, e para simplificar, por qual razão nós deveremos confiar nos técnicos do TSE? Você, ou algum leitor confia? Aí, sim, é que está a questão. Grande abraço.
Robert
-21/11/2009 às 12:48
[Naná disse:
21/11/2009 às 9:47
Especialista ganha prêmio do TSE por registrar interferência da urna sobre rádio, o que permitiria romper segredo por meio de receptores baratos.]
Do link postado pela Naná:
Procurado pela reportagem, o TSE confirmou que, ao contrário do que havia confirmado anteriormente, quando disse que nenhuma estratégia de ataque havia tido sucesso, que o teste de Sérgio foi bem sucedido, mas fez ressalvas.
“Nas condições que ele conseguiu, a repetição durante uma eleição é impraticável. Seria necessário que a pessoa ficasse a centímetros da urna, o que não é permitido. A cabine é vigiada pelos mesários. Ninguém pode ficar próximo”, afirmou o o secretário de tecnologia do TSE, Giuseppe Gianino.
Questionado sobre a possibilidade de uso de equipamento mais potente, levantada pelo próprio Sérgio, Gianino afirmou que se trata “do campo teórico”. “Se tivesse realmente a possibilidade, ele (Sérgio) teria apresentado um aparelho que faria isto”.
—–
Ora, ora. Na reportagem existe um link para um video que exibe um experimento realizado a distância.
O secretário de tecnologia do TSE finge ignorar a realidade.
Algumas vezes ficamos na dúvida se a atitude de uma pessoa é decorrente de incompetência ou está de má fé.
Nenhuma dúvida aqui. O secretário é incompetente e está de má fé.
A canalhice do governo não tem limites!
Demosthenes
-21/11/2009 às 12:19
Surpreende a qualquer alma letrada que a Folha de S. Paulo, raro remanescente do grande jornalismo no país, conceda espaço semanal nobre a esse elemento.
D. Bee Loide
-21/11/2009 às 11:56
no post anterior, onde se lê: “a vida pública nacional seria muita mais sã e produtiva”, leia-se “a vida pública nacional seria muito mais sã e produtiva”.
D. Bee Loide
-21/11/2009 às 11:53
As intervenções desse coronel tosco, medíocre e decadente sempre remetem a L. Wittgenstein (pelo menos isso!), no Tractatus Logico-Philosophicus:
“Whereof one cannot speak, thereof one must be silent”, ou em (bom?!) português: “sobre o que não se pode falar, deve-se silenciar”.
Aliás, se uma modesta fração dos políticos brasileiros conseguisse ler (compreender e observar) apenas uns poucos aforismos de Witt, a vida pública nacional seria muita mais sã e produtiva.
Mas isso é quimera.
Conceda-se-lhes a eternidade e continuará como mera quimera.
Leonardo
-21/11/2009 às 10:47
Deveria ir para um sanatório exclusivo de vampiros junto com os outros membros da familia Volturi maranhense.
f tavares
-21/11/2009 às 9:48
… é ” vai saí “, com acento agudo, como se diz entre a petelhada…
Naná
-21/11/2009 às 9:47
Especialista ganha prêmio do TSE por registrar interferência da urna sobre rádio, o que permitiria romper segredo por meio de receptores baratos.
Durante os testes promovidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para testar a segurança da urna eletrônica a ser usada nas eleições de 2010, um perito teve sucesso em quebrar o sigilo eleitoral e descobrir, por meio de radiofrequência, o candidato escolhido pelo eleitor.
O consultor Sérgio Freitas da Silva compôs o grupo de 32 especialistas convocados pelo TSE e compareceu à sede do órgão na terça-feira (10/11), primeiro dia dos testes, com a estratégia de detectar a interferência eletromagnética que a urna exerce sobre as ondas de rádio.
“Fiz meu experimento em 29 minutos e obtive sucesso no escopo que estava proposto: rastrear a interferência e gravar arquivos para comprovar a materialidade do fenômeno”, que sintonizam ondas longas e curtas e estações em AM e FM.
http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/11/20/perito-quebra-sigilo-eleitoral-e-descobre-voto-de-eleitores-na-urna-eletronica/
f tavares
-21/11/2009 às 9:46
é apenas mais um com carência de sais minerais… o que causa esse barato é o selênio, eu acho. vai sai de cueca, como o mogadon, só que verde…
Paulo Henrique
-21/11/2009 às 9:38
Correção:
Mais um adepto da engenharia social. E, portanto, do controle social.
Paulo Henrique
-21/11/2009 às 9:37
Mais adepto da engenharia social. E, portanto, do controle social.
Ixmael
-21/11/2009 às 9:16
O prazo de validade do meliante em
questão deveria ser abreviado por
força de algum dispositivo legal.
eidia
-21/11/2009 às 8:50
Tinha uma amiga muito velhinha que dizia:”melhor ouvir isso do que ser surdo”, e eu achava muito sensata a observação. Já não sei mais se acho. Se bem, que se não ouvir, posso ler e de qualquer forma fica duro. Ê lá em casa…E não adianta também se livrar dessa leva, porque sempre tem outra. A leva de filhos, netos…Ê lá em casa de novo! Só no voto com muita consciência mesmo!!!
bjo
eidia
http://www.oquevivipelomundo.blogspt.com
Robert
-21/11/2009 às 8:26
A atmosfera está contaminada com quais poluentes?
Sarney é aquele sujeito ignorante que parou no tempo e agora tenta surfar qualquer onda para parecer modernoso e atual.
Se comparar Lulla com Sarney, os papéis se invertem.
Lulla é o acadêmico e Sarney o ignorante.
José Rodrigo Cunha de Carvalho
-21/11/2009 às 7:35
É uma sutil insinuação para tentar legalizar o aborto em um país cristão. Esse Sarna conseguiu a façanha se enquadrar em todos os crimes conhecidos pelo homem, desde pequenos furtos a genocídio.
Leonardo Scartezzine
-21/11/2009 às 7:29
Delírios sobre uma possível redenção de seus pecados contra a nação e o povo. Problemas de consciência..tsc..tsc..tsc..