21/11/2009
às 5:26 \ Sanatório GeralMadre Superiora (3)
“Em 1972, fiz talvez o primeiro discurso no Parlamento brasileiro sobre ecologia, com uma visão científica e fora do ufanismo romântico das belezas naturais e sua conservação”.
José Sarney, sempre interessado em ficar bem com todos os candidatos porque presidente amigo ajuda a escapar do camburão, agora insinuando que Marina Silva aprendeu com ele a amar a Amazônia acima de todas as coisas.
Tags: camburão, ecologia, José Sarney, Madre Superiora, Marina Silva










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13 Comentários
Manoel
-22/11/2009 às 13:26
O Sarney é um fodão. Ele fez também o primeiro discurso contra Joào Goulart no Parlamento, o primeiro discurso contra o sequestro do Embaixador Charles Elbrick no Parlamento (viram, Gabeira, Franklin Martins et caterva), o primeiro duscurso contra a alata do petróleo em 1973, o primeiro discurso contra a lei do divórcio em 1977, o primeiro discurso a favor da anista em 1979, o primeiro discurso a favor da moratória em 16 /11/1982, o primeiro discurso a favor da eleiçào indireta do Maluf em 1984, o discurso de posse como PR depois da morrte do Tancredo. Qauntos primeiros discursos. Com eles, foi eleito para que casa de tolerância, a Academia Brasileira de Letras.
Deveria agora, afzer o primeiro discurso reconhecnedo a corrup’~Cao comque ele e sua família-asseclas infelicitam o MA e o AP..,.Que fodào esse cara
Hugo Werneck
-22/11/2009 às 0:12
Augusto,
É mentira Marli (Terta)? É não, Ribamar! Esse sem vergonha pensa que pode mentir impunemente. Eu o desafio a mostrar o original do discurso que, claro, deve estar no (des)Memorial, em sua Capitania Hereditária. Mas não me venha com texto escrito agora pelo misto de pilantra e ecologista, Zequinha Sarney. Quero comprovação científica da data original. A ser verdade o que mitômano senil diz, o Maranhão ainda teria a parte da selva amazônica maranhense, hoje mais devastada do que o coração do Suplicy com a prisão do Cesare Battisti. Os fornos de guza do norte são operados com madeira retirada do Maranhão, até mesmo do serrado.
f tavares
-21/11/2009 às 22:53
Law, admiro seus comentários… tem um “de” aí que não me pertence…
FT
f tavares
-21/11/2009 às 22:49
para Law:
admiro de seus comentários pela lucidez, clareza e correção ortográfica… agora encontro outra satisfação em ler suas manifestações: a afinidade em relação ao beato salu. esse fenômeno da fidelidade cristã tem intensa produção literária, impressa na gráfica da teoria da libertação em petrópólis, consegue escrever seguidamente, livros de 150, 200 páginas e com a troca de algumas poucas palavras, reproduzir há anos as mesmas idéias anacrônicas, sem qualquer inovação, mas com títulos diferentes. qualquer dia será acusado pelo procon, por propaganda enganosa …
Nina
-21/11/2009 às 19:05
Acho que o único verde que ele gosta é o dólar.
maria-maria
-21/11/2009 às 15:36
Que admirável defensor do planeta; sem elle, nem teríamos sobrevivido…
Vanderlei Simionatto
-21/11/2009 às 14:38
Nesse período, o Madre Superiora não havia concluído o curso de gatunagem. Depois desse pronunciamento fantástico, que desconheço, Madre fez Mestrado, Doutorado, e pôde, finalmente, chegar a vice-presidência, a presidência da república, ao controle do Estado do Maranhão, depois do Amapá e, finalmente, transformou o Senado num prostíbulo, com direito a netas, namorados e netos e namoradas.
Law
-21/11/2009 às 13:01
Deve andar lendo os artigos semanais do Beato Salu, Leonardo “Audácia” do Boff em blog que também abre espaço para outros “tipos inesquecíveis”, como Pedro Caroço, VHS, LFV…
Quer agora ficar ao lado de Marina Tarzan e a “new left” ecológica. Coisa de país atrasado., mesmo.
Leonardo
-21/11/2009 às 10:42
O Conde Volturi do Maranhão era muito intimo dos ditadores da época ele deve ter tido lições com o Monarca Apedeuta de como reescrever a biografia pessoal e histórica.
f tavares
-21/11/2009 às 9:43
cá entre nós, o príncipe dos vigaristas tem que ser respeitado… pouca gente faria melhor, na especialidade dele. quem quiser pode escrever: vai sair candidato pelo amapá outra vez, e está preparando uma imagem chegada à floresta pra não ser apanhado de surprêsa. já está cuidando de aderir ao santo daime, com chá e tudo…
Ixmael
-21/11/2009 às 9:40
Lembro-me bem dessa fina peça de oratória.
Inesquecível. Só que foi emitida em 1792.
Ou teria sido em 1927 ? Não importa.
Vcs nem eram nascidos, e o Maranhão, o
Senado e a Academia já estavam dominados.
Faltou o Amapá, que ficou para depois.
Mas isso já é outra história.
Tenham todos um bom dia.
eidia
-21/11/2009 às 9:01
Ele não tem noção de onde ela nasceu. Me poupe!
bjo
eidia
Robert
-21/11/2009 às 8:05
Interessante tratar discurso como realização.
Naquela época ecologia já era muito popular no mundo todo e começava a fazer parte dos curriculos nas universidades brasileiras. Lembro que tive aulas de biodiversidade quando ainda cursava o segundo grau. Em 1977, Engenharia do Meio Ambiente era disciplina obrigatória em todas os cursos de graduação em Engenharia da UFRJ.
Sarney tenta tomar para si e dar valor a algo que era comum. Sem medo de ser feliz, usa o expediente de vendas de tentar tornar um produto único ressaltando uma caracteristica que outros produtos também possuem mas não anunciam. Previdente, acrescentou um “talvez” na fanfarronice.