“Não inovei em nada. Há dois meses, quando da extradição de um israelense, o tema foi debatido, ainda que com mais rapidez. Eu disse isso com todas as letras: quem tem competência para entregar o extraditando ou o extraditável é unicamente o presidente da República. Só fiz confirmar isso anteontem. Não foi invencionice, não foi improvisação”.
Ayres Britto, deixando claro que a ideia de subordinar o Supremo Tribunal Federal ao presidente da República, considerada por muita gente invencionice ou improvisação, foi apenas uma imbecilidade.










Está explicado. E confirmado. A Corte Suprema é serva da gleba do suserano Lula.
Se é como diz o ministro, então por quê o Supremo perderia horas e horas discutindo o que chegará no vazio?
O sensato evidentemente seria, já que a Constituição brasileira estipula que o STF deva apreciar a matéria, que os ministros ao menos fossem sucintos, já que seu parecer sobre extradição acaba submetido ao de uma instância superior, a presidência, a quem cabe a palavra final. A sentença do tribunal não é determinativa. Palavra do ministro Brito.
Pergunta: os ministros Ellen Gracie, Ricardo Lewandosky, Cesar Peluso e Gilmar Mendes discordaram desse parecer. Por quê? São menos competentes?
Como não quero ser repetitiva e já chamei o energúmeno de sem-vergonha, digo agora que elle é sumamente sem-vergonha; capacho de lulla e demais asseclas.
Ah, afinal descobrimos de onde veio essa tranqueira. É do PT. Tenou no Sergipe, levou pau. Como consolo, o cargo de Ministro do STF. Mama mia, além do Toffoli, o tal de Ayres de Brito. E depois querem que a gente acredita nessa caterva. Extraditabilidade, procurei no meu dicionário e encontrei: dependência do agente nomeador, no caso específico, de Zeus.
Prezados Augusto e comentarista Law, se me permitem acrescentar so mais uma medida, não desmerecendo as tuas, obviamente…
A Divisão do Brasil em 5 ou 6 unidades federativas “INDEPENDENTES”. E antes que me prendam ou me ofendam, esclareço que sustento essa tese em carater hipotético se, e somente se, pra estimular a discussão. Apenas isso.
abraços
nandoesposito35anossaopaulosp
Essa formalidade de se escolherem juízes da corte maior ‘ad referendum’ do Senado poderia até ser boa, numa Democracia. Há Democracia no Brasil? Não há e nunca houve. Democracia de conteúdo, quero dizer, jamais. O que há é um arranjo mal-ajambrado de Democracia meramente formal. E de FORMA sofrível.
Para mim, enquanto não houver duas coisas fundamentais, o Brasil jamais passará de uma Tanzânia com elefantíase:
1-Voto facultativo.
2- Poder Legislativo representando corretamente a população: um homem, um voto, de sorte que os Estados mais desenvolvidos e populosos, como São Paulo, possuam, sim, muito mais representantes do que os menores e mais atrasados, nivelando-se por cima e não por baixo, como tem sido desde sempre, há 509 anos. A igualdade dos Estados na Federação seria buscada com dois Senadores por Estado e ponto final. Aos poucos, inúteis e loucos, como Suplicy e Mercadante, seriam escorraçados da política e os Estados buscariam suas oportunidades fazendo essa gente caríssima trabalhar, inclusive barrando oportunistas para a corte maior de Justiça.
Se algum dia acontecerem esses dois milagres a sul do Equador, poderemos ter alguma chance de entrarmos para o mundo civilizado. Se não, seremos eternos- e amargos, e não doces, como diz a lenda- bárbaros.
Sei não, Augusto, mas acho que Sua Excelência lê a sua coluna e respectivos comentários, porque fez referência à palavra “extraditável”, a mesma que usei para tentar saber se extraditabilidade é algo que pode ser extraditável. O vocábulo pátrio que enriquecendo.
Este caso é só um teste para saber o quanto o STF está subordinado à Lula, por enquanto está empatado, mas agora temos o Tofólli e ano que vem vai abrir outra vaga, quem vai estar ganhando depois de tudo isto… é só fazer as contas…
Aqui o ministro chora e sua mãe não escuta.
Augusto , bom dia.
Alguém me disse que o ministro CABritto foi (?) militante do Partido dos Petralhas Comunistas, nos bons tempos ( dele ). Será que você poderia confirmar
o dito ? Não precisa explicar. Eu só quero compreender a amplitude do conceito ” EXTRADITABILIDADE “…no universo desse esforço hercúleo para SALVAR o mestre do terror.
Volto a questionar: por que essa luta ferrenha e, ao que parece, com o sacrifício da “própria vida” e da carreira político-profissional de notáveis ( putz!) autoridades brasileiras ?
Ao que tudo indica, a DÍVIDA para com o Santo Battisti é muito grande…O que estarão ESCONDENDO do povo ?
Bom dia, amigo. Foi candidato a deputado federal pelo PT de Sergipe. Perdeu. O Anphilóphio, das 8.35, acaba de lembrar o fato. abraços, Augusto
Até pouco tempo atrás a falta de pudor e de vergonha limitava-se a consolar candidatos petistas derrotados em eleições, acomodando-os em cargos públicos e em empresas estatais com polpudos salários pagos por nós.
A pouca vergonha e a safadeza chegaram a tal ponto, que esse “ministro” Ayres Brito, ex-candidato a deputado federal pelo PT de Sergipe - derrotado, naturalmente - e ex-advogado do sindicato dos metalúrgicos de Aracaju, viesse a vestir a capa preta do ST, a mando de sua majestade, o filho do Brasil com dona Lindu.
No estadao on-line de hoje..da mesma lavra desse senhor.: “Eu me senti confortavelmente instalado no centro do meu próprio ser.” ..Ai Jesus..dizer o que?? Sinta-se à vontade. Desde que o seu centro não seja o mesmo que o meu .. enjoy yourself !!
nandoesposito35anossaopaulosp
Resumo: O bom C.A.Britto não berra.
Imbecilidade recorrente, se puder acrescentar.
e sua excelência ainda confessa que teve mais que dois meses pra reestudar sua opinião… de castigo vai ter que redigir o parecer com sua tese da extraditabilidade dependente da presidencialidade da republicidade (êpa!!!)…