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17/02/2010

às 17:50 \ Sanatório Geral

É grave a coisa

“O Estado terá de reforçar seu segmento executor. O grande desafio é ainda superar o peso dos 25 anos de estagnação da economia das políticas sociais”.

Dilma Rousseff, em entrevista editada, mostrando que nem uma equipe de redatores e revisores consegue tornar inteligível o neurônio solitário.

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28 Comentários

  1. Gilmar

    -

    18/02/2010 às 16:57

    Esta distinta não pode passar em cima de carpês verdes , pois cai de quatro devido aos seus sei lá 50 anos de jumentice (aii, perdão aos jumentos eles não merecem) , to só imaginando um debate dela contra o Serra , a Marina vai ser melhor que pastelão eheheh

  2. Dulce Toledo

    -

    18/02/2010 às 13:22

    Péra láááá!!!!
    No dia 07/02 ela disse o seguinte, postado aqui no Sanatório:
    “Nos últimos 50 anos, nós do PT fomos grandes governantes pelo fato de que distribuímos renda. Essa é a diferença entre nós e outros governos”.
    Então ela está falando mal do Xefe, da tchurma, até dela mesma, já que eu contradisse Sartre, que pensava que a existência precede à essência. No caso desta senhora, a essência dela já estava no governo.
    Agora ela vem falar de 25 anos de estagnação??? Então, essa doce Lady Coalhada (adorei Genaro!) admite que não vale o mosquito do cocô do cavalo do bandido! Incompetente, até na hora da confissão de culpa!
    Vai já pro xilindró, Dona Dilmentirosa Roscoffe!!! Vai fazer companhia pro Arruda, que incompetência dá cadeia, viu?

  3. Ivan

    -

    18/02/2010 às 10:22

    Augusto, por enquanto, sem o Ciro, a Dilma perde no primeiro turno.
    Todo o abuso da máquina e do poder do estado não foram suficientes para levar esta anta a liderança das pesquisas. O IBOPE que saiu ontem mostra muito bem o que osbrasileiros estão achando desta discurseira sem fim e do dilúvio de imbecilidades que ela vem proclamando nos quatros cantos deste país!

  4. roby

    -

    18/02/2010 às 9:17

    Esse negócio de “segmento executor” lembra muito o período de terror subsequente à Revolução Francesa.
    Em todos os países comunistas houve — e ainda há — pena de morte. Será que a valente está exibindo uma prévia do seu “plano de governo”?

  5. ETIENNE

    -

    18/02/2010 às 8:27

    NUNES:
    NÃO TENHO PALAVRAS PARA CLASSIFICAR ESSA ANTA.

  6. Ariel

    -

    18/02/2010 às 8:23

    O Lula às vezes usa um vocábulo ‘difícil’ – decorado – na tentativa desesperada de parecer minimamente civilizado e ‘culto’, mas só consegue ficar ridículo,um jacu tentando imitar a elite. Já a Dilma só consegue tornar-se ininteligível.

  7. Ivan

    -

    18/02/2010 às 0:24

    Graças a Dilma nós brasileiros ficamos sabendo que há 25 anos este país economiza políticas sociais estagnadas.
    Depois o Lula estranha que sua criatura, mesmo abusando da máquina e do direito eleitoral, ainda está perdendo feio do Serra no IBOPE

  8. f tavares

    -

    17/02/2010 às 22:55

    ô flavio,21:29h,

    estou pegando apostas… minha visão é do rio de janeiro, que votou maciçamente no lula em 2002, repetiu a dose em 2006 e não votaria em 2010, menos ainda na musa. pode ter dois palanques, garotinho, garotão, serginho, serjão, aqui não leva. não somos caixa de ressonância eleitoral, mas as razões que tenho ouvido são nacionais… tome por exemplo pesquisas não-roubadas no rio grande, são paulo, rio de janeiro, minas gerais, pra dar um outro rumo ao seu pessimismo. mas vou avançar… se ganhar, acho que não leva.

  9. Reynaldo-BH

    -

    17/02/2010 às 21:48

    CONTRIBUIÇÃO À DILMA! PARA NÃO DEIZER QUE SOMOS SEMPRE DO CONTRA!!!!

    ACERCA DO SEGMENTO EXECUTOR: ” O Esquadrão da Morte foi uma organização surgida no final dos anos 1960 que eliminava supostos bandidos comuns (não os chamados subversivos).
    Começou no estado da Guanabara comandado pelo detetive Mariel Mariscot de Matos, um dos chamados “Homens de Ouro da Polícia Carioca”, e se disseminou por todo o Brasil. Em geral, seus integrantes eram políticos, membros do Poder Judiciário, policiais civis e militares e era mantida, via de regra, pelo empresariado.
    A mais famosa organização foi a “Escuderia Le Cocq”, cujo nome homenageava o detetive Milton le Cocq, que foi perdendo importância ao longo da década de 1990 no estado do Rio de Janeiro devido a ação de membros que agiam sem controle, bem como faziam a segurança de contraventores.
    Há indícios de que atue, ainda, no estado do Espírito Santo, mais precisamente na região da Grande Vitória.”

    SERÁ QUE ELA APROVEITA? ESTÁ NO MESMO NÍVEL DA PRIMEIRA ANTA!

  10. Flávio

    -

    17/02/2010 às 21:29

    E pasmem, essa terrorista recalcada, mistura de Bin Laden com Stálin, será eleita presidente. Ainda se engana o povo com discurso furado. Infelizmente. Mergulharemos nas trevas em que a Venezuela já se encontra.

  11. joseh

    -

    17/02/2010 às 20:49

    Caro Augusto,
    Além da comprovada limitação intelectual, a candidata petista (gerentona do PAC) não sabe fazer contas.

    “O grande desafio é ainda superar o peso dos 25 anos de estagnação da economia das políticas sociais”.

    Dado que a redemocratização se deu em 1985 e somarmos os aludidos 25 anos, chega-se em 2010, ou seja, a candidata está criticando o governo a qual pertence.
    Mirou no FHC, acertou no Lula.

    Abraços

  12. Ivone- RS

    -

    17/02/2010 às 20:40

    Eu vou dormir com o “segmento executor” na cabeça. Amanhã verei se consegui decifrar o enigma.

  13. Brasileira

    -

    17/02/2010 às 20:31

    Ô canseira!
    É só mais um discurso vazio, conversa para boi dormir.

  14. Ida Lopes

    -

    17/02/2010 às 20:20

    Mas que diabos ela quis dizer? Socorro, Celso Arnaldo!

  15. f tavares

    -

    17/02/2010 às 20:12

    essa dona fala de vinte e cinco anos de estagnação da economia das políticas sociais – seja lá o que isso for…- e em reforçar o segmento executor do estado, fingindo estar chegando agora, como se estivesse fora do país, talvez no consulado de honduras durante mais de sete anos, e que a gestão de sua gangue no governo não contasse no período que a desavisada mencionou… a verdade é que ela está nesse jogo desde janeiro de 2003, é a elogiada responsável pela gestão do estado executor e, a não ser que mais uma vez tenha tentado decorar sem saber do que está falando, devia caber a ela fiscalizar a execução das políticas sociais. fora disso, é mais mentira da candidata do pt-do-lula…

  16. Genaro-MG

    -

    17/02/2010 às 19:44

    Se não fosse você, Augusto Nunes, eu poderia achar que estava ficando desatualizado com a linguagem moderna. Os termos técnicos, os eufemismos, as metáforas. Jamais imaginaria que uma candidata a presidente do Brasil falaria um dialeto tão exótico, sem nenhum parentesco linguístico com o índio, o africano, o italizano, o alemão, o polonês, árabe ou judeu. “Segmento executor do Estado”… put a keep are you!

    Também tenho aprendido muito, grande Genaro. abração, Augusto

  17. maria-maria RS

    -

    17/02/2010 às 19:44

    Anonimo disse:
    17/02/2010 às 18:26

    Por que Anônimo se tens opiniões tão apreciáveis? Identifica-te.

  18. Thuya/MG

    -

    17/02/2010 às 19:23

    Segmento executor? Cruzes. Essa criatura dos infernos gramaticais sai com cada uma. Fico aqui pensando o que a antíssima quis dizer com isso.
    Eu confesso que por mais que eu tente não consigo captar a mensagem da fraseologia dilmesca em questão.
    Curioso como a cada dia ela inventa novas construções intraduzíveis, menos para o Celso Arnaldo, nosso tradutor.

  19. Memyself

    -

    17/02/2010 às 19:17

    Tem umas coisas que a mulher fala que soam muito mal: estado executor é uma delas.

  20. Marcus Borelli

    -

    17/02/2010 às 19:05

    Acorda Brasil! Esta senhora ou é maluca ou é maluca. Nunca ouvi tanta besteira junta. Fora com ela!

  21. Walter

    -

    17/02/2010 às 18:45

    Meus colegas participantes do blog. Temos que entender a ressaca carnavalesca é muito séria. Só depois de alguns dias o cérebro voltará ao normal. Ela já mostrou que admira e copia os maus hábitos e vícios de seu iluminado líder. Infelizmente a Jamel está ditando manifestações da candidata.

  22. Zé Roberto

    -

    17/02/2010 às 18:42

    As vezes tenho a impressão que Dilma fala para seres de outro planeta! Imagino ela num restaurante pedindo um prato! Coitado do garçom!

  23. Anonimo

    -

    17/02/2010 às 18:26

    Augusto
    Será dislexia político-economico-ideológico-esquerdopata?
    Tá parecendo conforme drs. lenin e stalin.
    Ah! e com o de acordo do lulla e mag para salvar o futuro novo delúbio do pt. Esqueci alguém?
    Viva nós que pagamos o asilo ou manicômio mesmo….

  24. Tomcat

    -

    17/02/2010 às 18:13

    “economia das políticas sociais” Estupendo !!!!!!

    Dá-lhe Jumanta ! Você é imbatível !

  25. maria-maria RS

    -

    17/02/2010 às 18:10

    Reforçar seu segmento executor – isso está parecendo um sinônimo para “el paredón”. Será?

  26. Marcelo F

    -

    17/02/2010 às 18:05

    Augusto,
    ela quer abrir concurso público de provas e títulos para carrascos?
    Ou para compor um pelotão de fuzilamento de tucanos e afins?
    Ou ambas as alternativas estão corretas?
    Coisa de neurônio solitário paranóico.
    Sds.,
    de Marcelo.

  27. OBSERVER

    -

    17/02/2010 às 18:03

    URNATERAPIA NELA!!!!

    OU VAMOS TER QUE PAGAR ESSA CONTA…

  28. @MauroVS

    -

    17/02/2010 às 17:56

    É grave, é o Stalin sem bigode.

    Poderiamos interpretar o pensamento neurônico, como um Estado carrasco em políticas sociais.


 

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