Operário patrão

“O governo quer fechar um acordo com as estatais pelos próximos dois anos porque quer afastar a possibilidade de greves e protestos por melhores salários em ano de eleição e, assim, evitar desgastar o candidato do presidente”. Nilson Rodrigues, um dos líderes da greve dos funcionários dos Correios, explicando por que Lula resolveu esquecer o […]

“O governo quer fechar um acordo com as estatais pelos próximos dois anos porque quer afastar a possibilidade de greves e protestos por melhores salários em ano de eleição e, assim, evitar desgastar o candidato do presidente”.

Nilson Rodrigues, um dos líderes da greve dos funcionários dos Correios, explicando por que Lula resolveu esquecer o que dizia em São Bernardo para defender a socos e pontapés a proposta patronal.

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  1. Comentado por:

    maria-maria

    Compra explícita. Garante o ano eleitoral; a partir daí – se a oposição, apesar da falta de interesse – vencer, fica aberta a temporada de greves sucessivas, orquestradas, infindáveis.

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  2. Comentado por:

    Vera

    Eu já disse: greves, greves, greves. O PT é transparente na safadeza.

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  3. Comentado por:

    trespontos.:

    É, “cara”: quem com ferro fere, com ferro será conferido.
    E, Sr. NIlson, que tal desdobrar um pouco mais esse assunto? se precisar de um megafone e amplificador…

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  4. Comentado por:

    Lefebvre

    Isso é legal? Não parece…

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  5. Comentado por:

    Hugo Werneck

    Augusto,
    O homem já está se ajustando a nova atividade, quando deixar a presidência da república. Voltará a ser o sapo barbado, quem sabe presidente da CUT. Quero viver para ver esse energúmeno atacar o governo com aquele discurso do “eu fiz mais do todos os anteriores”. Espero, no entanto, que receba o tratamento que deve ser dispensado a pelegos sindicalistas. Borracha no lombo, gás de pimenta e, se possível, uma cela bem desconfortável. Será que o FHC vai novamente solidarizar-se com ele e acompanhá-lo à porta do presídio? Tudo é possível nesse meio.

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  6. Comentado por:

    Robert

    Lulla defendia a socos e pontapés o que era melhor para ele. O resto era figuração de ambas as partes, com greves orquestradas visando aumentar salários e preços, não necessariamente nessa ordem.
    A conta sempre foi paga pelos consumidores e contribuintes.

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  7. Comentado por:

    Vanderlei Simionatto

    Enquanto isso, a máquina sindical petista montada nas secretarias estaduais vai infernizar os governo de oposição. São Paulo, é claro, será o mais visado. Augusto, escreva aí: o PCC vai entrar em ação no ano que vem.

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