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13/10/2009

às 21:24 \ O País quer Saber

Veja a réplica de Greenhalgh à reportagem sobre o Caso Lubeca

Mencionado no post que contou o que o país quer saber sobre o Caso Lubeca, o advogado Luiz Eduardo Greenhalg enviou a réplica numa carta com cópia para a direção de VEJA. Por problemas de espaço, o colunista comentará a partir de amanhã, separadamente, os cinco ítens em que se divide o texto abaixo reproduzido na íntegra.

Em relação ao artigo publicado na coluna de Augusto Nunes, na Veja.com, em 29 de setembro de 2009, esclareço que:

1) Homens públicos são passíveis de denúncias nem sempre verdadeiras. Em 1989, em um debate televisivo durante a campanha presidencial, o então presidente da UDR, Ronaldo Caiado, fez uma acusação de que uma empresa teria contribuído para a campanha presidencial de Lula em troca de favores na prefeitura municipal de São Paulo. Imediatamente, foram abertos procedimentos administrativos e inquérito policial para a aferição da denúncia. Os procedimentos administrativos não me atribuíram nenhuma responsabilidade. O inquérito policial, presidido por um ex-integrante do DEOPS e acompanhado por um promotor (que veio a ser dep utado estadual pelo PSDB) também, apesar do esforço demandado por ambos, não conseguiu estabelecer responsabilidade minha. Ministro corregedor do STJ, verificando a utilização eleitoral do caso Lubeca determinou a remessa dos autos à Polícia Federal, competente para a apuração das denúncias eleitorais. O resultado do inquérito foi o indiciamento do denunciante Ronaldo Caiado como incurso nas sanções do crime de denunciação caluniosa. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal exatamente porque o indiciado elegeu-se deputado federal por Goiás. E o processo foi arquivado pelo STF porque não houve autorização da Câmara dos Deputados para processar o parlamentar.

2) Sobre o caso Celso Daniel reafirmo que, por três meses, dia e noite, acompanhei as investigações sobre o assassinato do companheiro Celso Daniel no DHPP, no DEIC, em Itapecerica da Serra, em Santo André e em outros estados. Ao final, presos todos os integrantes da quadrilha que sequestraram e mataram aquele companheiro, as investigações da Polícia e do Ministério Público concluíram pela ocorrência de crime comum. Com esse resultado, não ficaram satisfeitos os opositores de Celso Daniel e mesmo sua família. Durante a crise de 2005, seus familiares foram usados em depoimentos na CPI dos Bingos. Lembro-me do irmão João Francisco dizendo que as conclusões do primeiro inquérito tinham sido elaboradas pela “banda pobre” da polícia de São Paulo. E que, agora, com a colaboração do governo de São Paulo (do PSDB), com o pedido da família e com a delegada escolhida, novo inquérito seria feito e o resultado seria outro. Pois bem, foi feito um novo inquérito policial e o resultado, ao final de meses, foi o de reafirmação integral das conclusões do primeiro inquérito, ou seja, de crime comum.

3) Sobre Daniel Dantas. Conforme consta no artigo, não fui reeleito para a Câmara dos Deputados nas eleições de 2006. Voltei, então, ao meu escritório de advocacia para exercer minha profissão. Fui contratado pelo Banco Opportunity para prestar assistência profissional, diante do imbróglio jurídico e processual que a disputa societária da Brasil Telecom gerou. E foi isso que eu fiz. O meu erro foi ter descoberto a participação ilegal de arapongas da Abin metidos na chamada Operação Satiagraha. Isso gerou ódios e ressentimentos. Continuo advogando para o Opportunity agora, especificamente, no caso Kroll, na Operação Chacal e na investigação de corrupção na Itália.

4) Sobre Cesare Battisti. Fui contratado pelo perseguido político, exilado no Brasil, militante da esquerda italiana nos anos de chumbo, cuja prisão e pedido de extradição foram requeridos pelo governo Berlusconi. Tenho me batido junto a outros colegas advogados na sua defesa. Considero errado conceder-se extradição em caso marcadamente de perseguição política – essa é a tradição do Brasil e do STF. Considero justa a concessão de seu refúgio político. Ele não é, como o artigo afirma, terrorista. Jamais foi condenado sob essa acusação. Seus processos na Itália foram feitos à revelia, calcados em declarações de c orréus arrependidos que foram premiados pela delação. Essas penas estão prescritas. As acusações que pesam contra ele, se fossem no Brasil, estariam alcançadas pela anistia. Cesare Battisti é a vítima brutal da mais brutal perseguição que um governo possa fazer contra um cidadão.

5) Sobre as indenizações de anistiados políticos. Como é público e notório participei da luta pela Anistia Política desde 1974. Sou defensor da anistia e dos anistiados. Mas não é verdade que represento todos os pedidos de indenização das vítimas da ditadura militar. Em 2005, havia cerca de 51 mil processos em tramitação no Ministério da Justiça. E o meu escritório de advocacia patrocinava cerca de 200 requerimentos. E, assim mesmo, reafirmo que nunca recebi nem um centavo por esse trabalho. Então, por que esse tipo de acusação? Respondo: em 2005, quando fui candidato à Presidência da Câmara, começou a circula r um e-mail apócrifo com esse conteúdo difamatório. Imediatamente, representei na Polícia Federal para a abertura de inquérito policial para saber a origem e a identificação dos autores desses e-mails mentirosos. Falei, inclusive pessoalmente, com o então diretor da Polícia Federal, Paulo Lacerda. Foi aberto um inquérito (IPL 04.704/05 – SR/DF) presidido pelo delegado Geraldo Bertolo, da DELINST/SR/DPF/DF, que, ao que me consta, não conseguiu chegar aos autores do e-mail criminoso. Não bastasse, estando em São Paulo, já sem mandato, requisitei a abertura de outro inquérito policial, em setembro de 2007, perante a 4 Delegacia de Crimes cometidos por Meios Eletrônicos, que está em andamento. Como o mentiroso traz no hálito a sentina que o denuncia, espero chegar aos autores dessa mentira, processá-los por danos morais e materiais e, aí sim, vir a ser “um dos mais prósperos advogados brasileiros”.

Sem mais,
Luiz Eduardo Greenhalgh

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28 Comentários

  1. Januária Madre de Deus

    -

    27/11/2009 às 12:08

    Sem mais,
    Luiz Eduardo Greenhalgh

    SEM MAIS O CACETE!
    VOCÊS IRÃO SE EXPLICAR E MUITO A UM DELEGADO QUE TENHA PEITO OU COMO DIRIA OUTRO EMBRULHADO, SACO ROXO. NÃO IRÃO SE SAFAR! HAVERÁ UM HOMEM QUE TORNARÁ PUBLICO TODO ESTE EMARANHADO DE POLITICOXBANDIDOXTRAFICANTEXPROJENETAXe outros bichos.
    Nada mais irrelevante a sua missiva… sem mais é UMA AFRONTA de moleque parasita.
    Minha benção a todos.

  2. HOMERO VIANNA

    -

    26/11/2009 às 10:44

    AUGUSTO, SE LULA É O FILHO DO BRASIL, ESSE EMBROMADOR É FILHO DE QUEM?

  3. JOSE CARLOS

    -

    15/10/2009 às 19:13

    Augusto, estamos ansiosamente aguardando seus comentarios sobre os 5 itens da replica desse “Rolando Lero” incorrigivel e mentiroso compulsivo.

  4. Anita

    -

    15/10/2009 às 16:05

    Augusto, ele é vidente ou está sempre alerta para se defender? O post se refere ao caso Lubeca, mas ele justificou outros também. Réu confesso! Você há de convir que ele colabora com a sua coluna: “Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido.
    E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido”.

    Humildemente, reconhece o próprio erro: ter descoberto a participação ilegal (pleonasmo) de arapongas da Abin.

  5. Ricardo - Rib Preto

    -

    15/10/2009 às 9:09

    O que diria o PT, se durante o segundo mandato de FHC, um ex-deputado do PSDB, telefonasse ao chefe de gabinete e mantivesse as mesmas conversas que Greenhalg?
    O que diria o PT se o caso Lubeca, ocorresse no mandato de Mario Covas (quando prefeito) ?
    O que diria o PT se as denuncias contra Sarney ocorrressem no Governo FHC?
    DÁ NOJO LER AS JUSTIFICATIVAS DO PT E SEUS MEMBROS PARA TODAS AS FALCATRUAS QUE COMETEM E POSIÇÕES QUE ASSUMEM.

  6. fccd

    -

    15/10/2009 às 8:18

    O conteudo da carta dirigida a Veja está dentro do padrão PT de explicações:nada. Agora, me preocupa o fato que morre muita gente que se envolve nestes casos petistas no ABC e Campinas. Todo cuidado é pouco com esta gente; estou querendo dizer que não tem que aliviar o lombo deles,mas devemos ter cuidado com seus métodos. Sinceramente,me assusta ver o que estes caras são capazes de aprontar atras do dinheiro,mas lembro sempre que são guerrilheiros a serviço da causa petista,e na guerrilha vale tudo.Não é?Ou melhor, não tem sido assim na era lulla?Assustador,para dizer o mínimo.

  7. José (Europa)

    -

    15/10/2009 às 7:16

    Caro Augusto, alguns setores da imprensa, baseados no palavrório sem sentido daqueles que defendem terroristas, passam batido pelo termo “anos de chumbo”, período em que a democracia constitucional italiana foi submetida a duras provas; atentados, mortes (quem se lembra de Aldo Moro?), etc. Era a democracia que estava ameaçada, vilipendiada, agredida pelo chumbo dos terroristas (pessoas tipo Cesare Battisti). Lá, a Lei valeu. No Brasil, a Lei… ora a Lei não é para ser respeitada, principalmente se ela pode meter atrás das grades gli amici!

  8. Vanderlei Simionatto

    -

    15/10/2009 às 1:30

    Lubeca? Erundina farejou o perigo e demitiu o moçoilo. Como era vice, ficou por ali. No caso de Celso Daniel, há uma figura sombria: O Sombra, que de segurança do Celso se transformou num próspero empresário no ramo de transporte público. Essa quadrilha é de arrepiar. Augusto, se botar um fino bigode na cara do marginal não fica parecido com o Dick Vigarista?

  9. pedro simon bolivar

    -

    14/10/2009 às 19:01

    continuo esperando sua treplica. ansiosamente.

  10. Roberto Aliberti

    -

    14/10/2009 às 18:00

    O primeiro item certamente é cópia fiel da carta que o indigitado enviou à então prefeita Erundina, pouco antes de ser por ela DEMITIDO do cargo de Secretario Municipal que ocupava simultaneamente ao de vice-prefeito.

  11. carlos

    -

    14/10/2009 às 17:02

    Augusto

    A propósito, você pode informar-nos sobre o andamento do caso do Sérgio Sombra?

    Carlos

  12. Phineas

    -

    14/10/2009 às 15:56

    Greenhalg? Com tal prontuário, melhor seria Brownhalg!

  13. Brasileira

    -

    14/10/2009 às 15:37

    É Greenhalgh, o inferno te espera de braços abertos.

  14. cezac de bernô

    -

    14/10/2009 às 12:08

    Para quem acredita que sete é conta de mentiroso, segue a relação dos cadáveres do Caso Celso Daniel, que ainda clamam por justiça:

    1) Dionísio Severo, um dos sequestradores, foi morto na cadeia, segundo a polícia numa briga entre facções criminosas rivais;

    2) Manoel Estevam, um assaltante que deu refúgio ao anterior às vésperas do sequestro, foi morto a tiros, num crime não esclarecido;

    3) Antonio Palácio, o garçom que, na noite do sequestro, serviu Celso Daniel e o empresário Sérgio Gomes da Silva, suspeito de mandante do crime, morreu num acidente de moto, que ocorreu porque ele fugia de assaltantes;

    4) Paulo Brito, testemunha da morte do garçom, também foi assassinado a tiros;

    5) Otávio Mercier, investigador que teve um contato pelo celular com Dionísio Severo, foi morto num assalto sem relação com o caso do prefeito, diz a polícia;

    6) Iram Rédua, agente funerário que recolheu o corpo do prefeito, também foi morto a tiros;

    7) Carlos Delmonte, o legista que examinou o cadáver do prefeito, foi vítima de envenenamento, um mês antes de depor na CPI dos bingos, que também investigava o assassinato de Celso Daniel.

    Sem contar com os familiares que, como diz a música, “partiram num rabo de foguete”, para a França, amedrontados com as ameaças.

  15. Markito

    -

    14/10/2009 às 11:18

    ô Augusto, antes de responder, dê uma olhada num comercial de TV para a Folha, chamadoHitler. Tem no You Tube. É a cara do cara aumentando a reticula. e o texto, primoroso, conclui: É possivel pregar uma grande nebtira falabndo apenas verdades. É isto aí.

  16. santana

    -

    14/10/2009 às 11:08

    Como o mentiroso traz no hálito a sentina que o denuncia, espero chegar aos autores dessa mentira, processá-los por danos morais e materiais e, aí sim, vir a ser “um dos mais prósperos advogados brasileiros”.

    Pra começo de conversa, quero dar meus parabéns a você Augusto, acredito que você nem tem dormido de tanta alegria, veja quem lê sua coluna, um dos grandes brasileiros pra chuchu, um dos politicos mais honesto pra chuchu, um advogado mais atuante pra chuchu, pena que o grande passou maior parte de sua histórica carreira, indo na policia federal se explicar ou em delegacias abrindo queixas contra quem ainda não sabe que é, se não fosse essas andanças policiais ele hoje estaria no lugar do Toffora, Acho eu que quando aquela pomba preta que entrou na sua boca sair vai melhorar sua cara e sua imagem para o publico brasileiro que espera com ansiedade a hora dele descobrir quem ô está traindo e denunciando essas falsas mentiras por ai, principalmente o caso Lubeca

    Abços

  17. Francisco de Taubaté

    -

    14/10/2009 às 10:12

    MENTIROSO…SAFADO…PETRALHA CRETINO…isso só pra ser educado com esse defensor de terrorista.
    Até amanhã, Augusto

  18. PAULO BOCCATO

    -

    14/10/2009 às 8:16

    RESPOSTA DESTE CIDADAO AO MISSIVISTA :

    “EU, ASSIM COMO MUITOS, TENHO MEMÓRIA !
    LUBECA ! LUBECA !LUBECA !”

  19. PAULO ROBERTO

    -

    14/10/2009 às 6:00

    AUGUSTO,
    Lamentavelmente todos têm o rabo preso e as apurações não prosperam. No caso Lubeca receberam propina em cheque, coisa de gênios! No caso Celso Daniel as evidências de que e seu assassínio foi por queima de arquivo são claras, e o ex-prefeito não foi a única vítima desta prática, mataram e ameaçaram vários outros prefeitos no Estado de São Paulo. Fica claro que aos petistas falta capacidade não só para fazer o certo, mas até mesmo para fazer o errado. São grosseiros. É comum a comparação das práticas do malufismo com as do petismo não a entendo justa. Entre os inegáveis pecados do Maluf ninguém pode acusa-lo de mandar matar seus comparsas. Se ambos são ladrões só os petistas são homicidas.

  20. Antonio Machado

    -

    14/10/2009 às 5:55

    Prezado Augusto, quer dizer, então que o tal Battisti era “militante da esquerda italiana nos anos de chumbo”? Anos de chumbo? Como assim? Pelo que todos sabemos a Itália era, e é, uma democracia constitucional reconhecida como tal por todos os países civilizados do mundo. Não consta, que eu saiba, que um dos líderes do PAC (Proletários Armados pelo Comunismo) estivesse sendo perseguido pela polícia italiana por crime de opinião. Talvez seja até injustiça com este Greenhalg, mas, se Osama bin Laden baixar aqui no Brasil ele seria defendido pelo ilustre advogado com os mesmos argumentos. É muita dasfaçatez, não é? Considerar que um homem que pega em armas, militante de uma organização chamada PAC (ô nome fatal!), não é um terrorista e, sim, um perseguido político. Na lógica absurda do ex-deputado petista, provavelmente você, Augusto, e nós outros é que seríamos criminosos. O mundo é tão espantosamente absurdo que, quem sabe?, ele pode ter razão, não é? Confesse, Augusto, confesse seus pavorosos crimes, e deixe em paz a turma do Greenhalg que é tudo gente boa. Battisti e Daniel Dantas, temos que reconhecer, souberam escollher bem quem os representasse. Ah! tem mais: por que a insinuação maliciosa contra o “governo Berlusconi”? Há alguma impropriedade política em relação ao mandatário italiano? Se ele quer desqualificar o primeiro-ministro está cometendo, no mínimo, uma injustiça. Pelos padrões petistas que vigoram “neste país” o Berlusconi é um tolinho, um simplório, reles adepto de surubas – que são coisas de adolescentes perto dos bacanais da turma do PT. Aguardamos com ansiedade, prezado Augusto, sua resposta ao insolente Greenhalg. Grande abraço.

    Ele não perde por esperar, caro Antonio Machado. Vou comentar a carta ponto por ponto. Aliás, publiquei o texto na íntegra pra mostrar o estilo da figura. É tão arrogante que conseguiu perder a presidência da Câmara pro Severino. E nem se reelegeu. abração, Augusto

  21. pedro simon bolivar

    -

    14/10/2009 às 0:13

    cidadao inimputavel, tem confianca na justica brasileira como se ve.
    o caso brto-telecom italia-kroll ainda pode complicar pra bandidagem. estah na justica italiana e aih nao tem acerto.
    o caso do Celso eh demais…todos os envolvidos mortos. soh ele pra declarar a chacina-domino um crime comum. o que a gente pode fazer?
    nao eh uma pergunta retorica…o que podemos fazer???

  22. silvio

    -

    13/10/2009 às 23:46

    O caso Celso Daniel é por si só um horror.Primeiro em um sequestro,os sequestradores jamais levariam consigo apenas um dos dois que estavam no carro.E se assim agissem , levariam o motorista , provável dono do veículo, e não o passageiro.Ao deixar o motorista e ainda com seu celular, os marginais seriam de uma idiotice ímpar.O veículo era blindado, o que possibilitaria sua fuga, ainda mais que era dirigido por um ex-segurança. As portas de tal veículo não se abririam expontaneamente, algo ocorreru para que se abrissem.Portanto, seu assassinato foi planejado , e só a polícia paulista acreditou em crime comum. Por que mataram o prefeito? Que ameaça ele representaria? Alguém um dia vai ter que responder essas questões.

  23. Nina

    -

    13/10/2009 às 22:36

    Só quero saber uma coisa: o que aconteceu com Celso Daniel, o legista,o garçom. Se ele me responder isso a Lubeca fica para depois.

  24. Conrado

    -

    13/10/2009 às 22:09

    Celso Daniel. Crime comum. Claro. Como PC Farias foi vítima de “crime passional”…

  25. f tavares

    -

    13/10/2009 às 21:59

    …pode ser, mas é imoral de qualquer jeito!

  26. f tavares

    -

    13/10/2009 às 21:57

    o doutor greenhalg, se entendi o que li, apenas ratificou as informações substantivas publicadas na coluna… sem entrar no mérito da conclusão dos eventos que sua senhoria pretendeu esclarecer, temos que respeitá-lo como celebridade, reconhecendo que teve participação intensa em alguns dos mais rumorosos casos da justiça penal nos últimos cinco anos… por circunstâncias que só o acaso pode explicar, em algumas causas sua senhoria foi por um tempo advogado, por outro, acusado, mas vem conseguindo manter a clientela atendida… uma opinião pessoal, e por isso sem a menor importância, me leva a concluir que sua senhoria não deixa claro de que forma e por que razão esteve envolvido no caso lubeca, apesar do inquérito “não conseguiu estabelecer responsabilidade minha” (sic); o doutor greenhalg também não se situa claramente no caso celso daniel, em cujo inquérito se coloca como mero espectador durante três meses. entendo que falta alguma explicação, porque, por exemplo, o nome de seu companheiro senador suplicy não foi sequer citado em todo o processo, enquanto o doutor em certo momento foi acusado de envolvimento com o crime; a respeito de cumprir compromissos profissionais com o banqueiro daniel dantas, só se pode comentar a falta de ética de sua senhoria, ao aceitar defender as razões, sejam quais forem, do notório e contumaz acusado de estelionatário; sobre o assassino e terrorista cesare battisti, sua senhoria nada mais fez que dividir com o ministro mão-peluda a convicção de inocência do acusado. optaram por pinçar alguma irregularidade formal do processo, e saem dando entrevistas apregoando a inocênciaa do bandido, enquanto ganham tempo pra posse do doutor toffoli no stf; e finalmente, revela não ter recebido um único centavo de seus clientes do bolsa-terrorismo… ode wser, mas é imoral de mqualquer jeito.

  27. Beto1

    -

    13/10/2009 às 21:46

    Não é uma defesa. É apenas a confirmação que existiu e/ou existe ligações com os fatos. Também confirma a pequenez encefálica. Vindo de um ptba (mistura de pt com ameba), coloco em xeque os argumentos. Não me convence !

  28. Augusto

    -

    13/10/2009 às 21:44

    Com a palavra, a Justiça!


 

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