Leandro Narloch, jornalista e autor do livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil

Publicado em 3 de fevereiro Zumbi tinha escravos. A origem da feijoada é européia. Santos Dumont não inventou o avião. As três afirmações parecem provocação de argentino. São apenas verdades incômodas, por rasgarem fantasias enraizadas no imaginário nacional.  E resumem exemplarmente o conteúdo do Guia politicamente incorreto da História do Brasil, do jornalista Leandro Narloch. Escrito com o […]

Publicado em 3 de fevereiro

Zumbi tinha escravos.
A origem da feijoada é européia.
Santos Dumont não inventou o avião.

As três afirmações parecem provocação de argentino. São apenas verdades incômodas, por rasgarem fantasias enraizadas no imaginário nacional.  E resumem exemplarmente o conteúdo do Guia politicamente incorreto da História do Brasil, do jornalista Leandro Narloch. Escrito com o objetivo principal de “irritar o maior número de pessoas”,  o livro desmonta versões encampadas pela história oficial. Nesta entrevista dividida em três partes, Narloch, que se amparou em consultas a cerca de 120 livros e dissertações acadêmicas, revela outras histórias já programadas para o segundo volume do Guia.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

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  1. Comentado por:

    Reis

    Simplesmente ele é um cara muito preconceituoso em muitas afirmações infundadas. Um livro muito ruim de ler não recomendo.

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  2. Comentado por:

    carlos gerlach

    Não há porque considerar esta publicação como “guia” ou como um “fiat lux’ da história. Ele,o guia, surge justamente na era das versões ,era da informação de alcance quase instantâneo . Era dos “hoaxes” ou do filósofo “Diz que…” .
    Há que ser encarada a coletânea com toda a reserva
    que uma publicador sensacionalista/denuncista ( vide histórico do mesmo) merece.
    Já o Engº Leonel de Moura Brizola fazia a confissão a sua época: quando mandou meio “apagado” , fora das notícias, dou umas “porradas” no Marinho (Globo) e pronto…
    Vale a máxima: quem lucra com o feito ?

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  3. Comentado por:

    Marco Aurélio

    Quanto mais as pessoas detratam o autor Leandro Narloch, mais ele vende seu livro. O livro está há 2 anos entre os 10 mais vendidos e isso mais o fato de que ele escreve certas verdades desagradáveis, realmente incomoda e muito grande parte dos nacionalistas desinformados.

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  4. Comentado por:

    Nayara

    Ele vende o livro porque o livro foi feito exatamente para “causar” e vender. Ele fala muita coisa sem fundamento e só vê nas supostas “provas” o que deseja e o que serve para fundamentar a ideologia de direita que tem. O livro nem merece atenção , não é sério do ponto de vista da ciência histórica e só contém bobagens.

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  5. Comentado por:

    Nayara

    Só para falar sobre um dos comentários abaixo do senhor Renato, História não é especulação, pois exige a criação de teorias e métodos sérios e passíveis de validação e é baseada em evidências comprováveis. Como toda ciência, a História precisa de criar teorias, que não “cortam” o conhecimento e sim ajudam a entender de uma determinada forma as evidências encontradas.

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  6. Comentado por:

    ricardo machado jorge

    Esse livro é um embuste tudo o que ele cita já foi debatido pela acadêmia de história e bibliografia sobre esses temas que ele expõe tem aos montes nas livrarias.
    Se vocês leigos, quiserem saber o quais são as discussões existentes na área de história compareçam a faculdade quando tiver algum simpósio vocês vão ver e perceber que a discussão histórica esta além da guerra direita versus esquerda.
    E uma das discussões e que já caiu por terra a muito tempo foi a vitimização negros, índios e brancos probes também foram sujeitos ativos e não passivos como se pensa e souberam se mover na sociedade brasileira utilizando suas estratégias nem sempre eficazes visando atingir seus objetivos.
    Os dois guias escritos por ele refletem o pensamento de uma direita burra longe de ser exclarecida pelo menos, além de serem totalmente questionáveis pelas fontes utilizadas, no caso da bibliográfica é um recorte e cole dos autores marxistas, mas só que é deturpada.
    Além de refletirem o desespero da direita que já não consegue mais justificar o seu dominio sobre a população analfabeta, burra e inferior que o Sr. Narloch diz odiar, ele deve lembrar-se que a classe média e a elite branca residente nos jardins não muito diferente a não ser pelo saldo bancário e daí as vantagens em relação aos menos favorecidos economicamente falando que hoje podem estudar numa universidade e o engraçado é que eles estão ultrapassando em número as classes mais avantajadas cujos os filhos são muito inteligentes e no máximo conseguem entrar numa faculdade PARTICULAR de medicina com mensalidades ultrapassam os 4 mil reais.
    Mas, voltando ao assunto história não é especulação embora a verdade seja impossível de se alcançar, ou seja, o máximo que você pode chegar é uma aproximação do passado que você não viveu.
    E outras coisinhas mais não confudam livros didáticos com livros de história escritos por historiadores, ambos são distintos o primeiro elaborado pelo Estado visa passar um visão da história que atenda aos interesses dasa classes dominantes e o segundo tem interesses também, mas não se coadunam com os do Estado e os guias desse cara são bizarros que nem perto dos livros didáticos chegam e muito menos alcançam o objetivo de desconstruir alguma e se alguém fez foram os historiadores que estão na universidade e lançaram inúmeros livros SÉRIOS e não uma brincadeira de criança como esses dois livros.
    É uma pena ver que o povo brasileiro mais uma vez se deixe levar por algo tão baixo e mesquinho, e transfome isso em best-seller.
    Aliás eu sou professor, sou marxista sim, e detalhe não ensino nada do que esse cara diz e por isso digo que ele antesd e falar em sistema educacional, sala de aula ele deveria ir conhecer primeiro antes de dizer as asneiras que ele anda vomitando por ai, pois pelo que me lembro estou em 2012 e os livros didáticos já acompanham as mudanças debatidas pela acadêmia esse cara ficou no passado, e é estranho ele defender uma ditadura que arruinou o sistema de ensino público brasileiro, e enquanto os países europeus promoviam politicas de bem estar social, por aqui esses bondosos generais promoveram uma politica de mal estar social sem precedentes, e esse milagre economico na verdade não passou de uma mentira é algo bem simples – quando refinanciamos uma divida pegamos empréstimos mas tem um detalhe um dia o dinheiro acaba e ai vem a conta e temos que pagar o que acontece quando não tem dinheiro em caixa?

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  7. Comentado por:

    Flavio Melo

    Talvez o escritor não seja tão ingênuo e burro assim … conseguiu o que queria. CHAMAR A ATENÇÃO. VENDER!

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  8. Comentado por:

    Hélio Q. Jost

    Tenho quase setenta anos e acho que compreendo algumas coisas, tal como quem(e quais interesses)realmente governam o mundo (e não são os socialistas). O nar(loque) merecia ser condecorado pelo Governo mais direitona do Mundo: os Estados Unidos. Não há palavras para qualificar um sujeito desses. O tempo e a idade o jogarão no ostracismo e ele verá quem é quem na ordem mundial.

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  9. Comentado por:

    Paulo Vitor

    O Narloch chama de infantil quem acha que o Santos Dumont inventou o avião, mas ele próprio é infantil ao endeusar os americanos.

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  10. Comentado por:

    juliana

    Gostaria de saber quais foram as referencias que Leandro Narloch usou para escrever seus livros. Concordo que as mentiras devem ser desvendadas,mas a seriedade não pode ser esquecida.

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  11. Comentado por:

    Danilo .M.F.

    Bom, eu fiz um estudo sobre a Guerra do Paraguai e comparei essa capítulo que ele fala sobre com alguns outras obras clássicas do tema. No tocante à esse assunto, posso afirmar que suas fontes são Maldita Guerra (Doratioto) e um texto chamado O imperialismo britânico e a Guerra do Paraguai (Bettel). É interessante, mas ele não contribui com nada de muito novo e só simplifica algumas ideias do Doratioto e do Leslei. De qualquer forma, essas são as fontes principais dele para tratar da Guerra do Paraguai. Acho que o pessoal ligado ao marxismo tem de levar em consideração que muitos trabalhos feitos pelos mesmo carecem de fontes, vide o clássico Genocídio Americano (Chiavenatto), “copiado” de A Guerra do Paraguai: Grande Tragédia rioplatense (Pomer), que também carece de fontes. Em resumo, como sempre aquela velha briga entre esquerda x direita que já conhecemos bem.

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  12. Comentado por:

    Dimas

    As guerras entre índios não é segredo, uma obra que deixa isso bem claro é Iracema de José de Alencar.

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  13. Comentado por:

    vania carvalho

    Na minha opinião, uma das disciplinas que mais “manipula” os alunos é a História. Portanto, ter contato com visões diferentes, questionar os pressupostos aceitos é extremamente válido. Pelo menos nos ajuda a pensar outros aspectos sobre determinados momentos históricos. Talvez seja uma questão de disputa direita x esquerda, como alguns citaram abaixo. O fato, todavia, é que a academia brasileira está tão abarrotada com marxismo, que quando se lançam outros olhares, o estranhamento é grande. Por isso, gosto de escritores que nos ajudam a pensar fora da caixa.

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  14. Comentado por:

    André Villa

    Só assisti ao segundo vídeo pois samba é uma coisa que estudo há pelo menos 25 anos e depois de ver isto, haja tempo à perder para assistir aos outros dois vídeos.
    Interrompa por um tempo o curso de samba e estude um pouco de português.

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  15. Comentado por:

    gilberto

    quem disse pra ele que os irmãos wright fizeram voo motorizado, o governo americano jamais abonou que eles tenham sido vistos voando entre 1903 e 1906, nenhum cartorio de dayton recebeu declarações do zeloso povo americano dizendo que eles viram os dois em voo, havia uma estação ferroviaria a 30 metros deles e um quartel a poucos quilometros dali jamais declararam nada em favor destes dois nos livros diarios do periodo, a fisica mostra que mesmo em aeronaves modernas as condições de peso e motor deles entre 1903 e 1905 a aeronave não sai do chão, mas uma replica de DUMONT voa sempre, e as replicas dos flyers que ficam todas no chão se não forem modernizadas, ou seja tinham mesmmo era planadores, coisa velha naquela epoca, quando eles realmente apareceram voando, 1908 1 ano e meio depois de DUMONT e depois de terem acesso 1907 a planta do 14 bis.

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  16. Comentado por:

    Eduardo Reis

    Pelo visto, Narloch está alcaçando seu objetivo! Irritar o maior numero de “doutrinadinhos” pelo Mequi. 🙂

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  17. Comentado por:

    Sergio

    Vejam neste link

    quem realmente entende do assunto os professores Pazzini e professor Bento do ITA falando à respeito. O jornalista Leandro Narloch perdeu uma grande oportunidade de se informar melhor sobre este assunto e me preocupa se suas considerações enganosas não se estendem aos outros assuntos do livro. O marketing em detrimento da verdade pode enganar até mesmo aos mais bem intencionados. Santos Dumont é o verdadeiro inventor do avião, o primeiro a ter um voo homologado com centenas de testemunhas, filme, fotos e documentação farta. Os bicicleteiros irmãos Wright que pouco entendiam de motores, ao contrário de Dumont que desde muito jovem já montava, desmontava e modificava motores, NUNCA obtiveram sua patente requerida na Inglaterra por não conseguirem demonstrar em dois anos que sua máquina voasse. Foram motivo de chacota na imprensa americana ao tentarem vender em 1903 para o exército americano sua suposta invenção e não conseguirem decolar. Além do mais a relação de potência minima para voar não permitiria que a máquina dos irmãos decolasse em condições normais de vento ou tivesse controle confiável.

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