03/02/2010
às 18:26 \ História em ImagensO prontuário rasgou o discurso
O filme foi enviado pelo Reynaldo, com o seguinte comentário:
Este filme de Glauber Rocha (produzido por Luiz Carlos Barreto, sempre ele) foi encomendado por Sarney em 1966, como um documentário sobre a eleição e a posse do atual presidente do Senado, à época no Governo do Maranhão. Dois anos após a Redentora, a ditadura que nos pesou e que ele tão bem defendeu. São 44 anos!
Quatro vezes o mandato de Chaves. Quatro décadas de domínio absoluto, imperial e sem limites de qualquer espécie.
Sarney nunca usou o filme de 10 minutos. Deve ter pago, afinal de graça, sabemos que Barretão não trabalha.
Glauber, como sempre, gênio incontrolável fez o que devia.
Bem, vejam por vocês mesmos. Dói e é triste. Até porque atual…
Vale a pena!
Tags: Glauber Rocha, José Sarney, Luiz Carlos Barreto, Maranhão






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18 Comentários
Carlos
-20/03/2010 às 8:37
Deveria ser lançado comercialmente, “Sarney o filho do Capeta”.
clePTomaníaco
-25/02/2010 às 14:20
É revoltante olhar apra quarenta e quatro anos atrás e ver um personagem tão nefasto falando e fazendo as mesmas coisas que fala hoje. Porém, é mais revoltante ver um presidente da república zurrando em praça pública que esse vampiro social não pode ser tratado como um cidadão comum. É claro que não pode. Tem de ser tratado como um bandido.
Valter
-20/02/2010 às 16:40
Além de tudo o Glauber era um sacana. Acho que ele fez o filme para que fosse exibido hoje.
Ariel
-15/02/2010 às 9:36
Percebe-se claramente que o discurso dele é só um amontoado de palavras vazias, e que contrastadas com as cenas de miséria tornam-se ainda mais vazias. A obra toda do Glauber é uma porcaria. Sarney é mais que uma porcaria é basicamente um genocida.
Sergio
-14/02/2010 às 19:56
Esses coronéis jagunços são todos iguais, sarney, jader, ciro, lulla e demais dejetos.
KGB 666(da besta)
-13/02/2010 às 21:05
Hoje em 2010, existe quase no centro de São Luis capital, casas de pau a pique. O sr. sarney – dito pela Veja -uma mansão no centro da capital num quarteirão de 100x100m e tinha uns 10 anos atrás uma fortuna avaliada em r$ 150.000.000,00. Esse sarney é aquele que o lulla O Mollusco disse que não é uma pessoa comum. Dá nojo.
Lucia P. / Recife
-13/02/2010 às 17:36
Tristíssimo, desolador !!!
“Quem lê dez séculos de História
E não a cerra
Ao ver as mesmas coisas
com distinta data?
Os mesmos homens
As mesmas guerras
Os mesmos tiranos
Oas mesmos grilhões
Os mesmos farsantes
As mesmas seitas
— E os mesmos,
os mesmos poetas!”
Leon Felipe
(Zamora, Espanha (1884) México (1968)
Laís
-09/02/2010 às 22:06
Sarney, Roseana, Barretão, Fábio, Glauber, Lula, Mensalão, Dirceu, Mensalão, Arruda, Brasil . . . quanta história pobre e podre, quanta tristeza, quanta desgraça . . . E jogamos bosta na Geni. Coitada da Geni!
Peterson
-08/02/2010 às 20:11
44 anos…Sarney construiu o seu império…e o Maranhão continua o mesmo de 4 décadas atrás. Eu realmente não sei o que dizer…4 décadas…o Japão saiu dos escombros para segunda nação mais poderosa do mundo…o Maranhão saiu do penúltimo para o último lugar em desenvolvimento no Brasil.
E não foi por falta de tragédia que motivasse mudanças…foi por falta de líderes que acreditassem na própria retórica…o discurso de Sarney nem parece escrito por ele…mas se cumprisse cada palavra….realizou pra si!
Que País é o nosso hein?
Ixmael
-06/02/2010 às 20:47
Glauber Rocha, Eduardo Escorel,
Golbery do Couto e Silva, Luiz Inácio,
José Sarney. Vomitey.
podoss
-06/02/2010 às 1:17
Duro de crer! São piores, muito piores do que podemos imaginar. A hipocrisia que viveu e vive esse personagem é imensurável. Fez do lugar da miséria, a fonte da sua riqueza e dos demais quadrilheiros. Impressionante. Todos sabemos disso. A justiça sabe disso. O Supremo está velho de saber sobre isso. E todos fazem o mesmo jogo. Cá entre nós: depois de tanto absurdo, o inferno vai sendo justificado na sua possível e desejada existência. Tem de haver um lugar para queimar esse lixo imundo. Não há justiça suficiente, no nível que essa gente mereça sofrer na terra. Então, esse lixo asqueroso, inominável… tem que sofrer alguma coisa. Não é possível passar incólume, juntamente com tantos outros da mesma laia. Fica difícil acreditar que a política brasileira gere alguma coisa de valor. Se investigar, veremos que é tudo farinha do mesmo saco.
Tem que existir inferno. Tem lixo demais espalhado pelos palácios e outros lugares nos pontos nevrálgicos e vitais deste país.
Socorro!!!
markito
-05/02/2010 às 12:41
E assim começou o assalto à capitania hereditária do Maranhão. Se as cenas do povo miserável parecem chocantes, não esqueçam: eram os bons tempos. Agora é pior. Havia babaçu A famiglia encampou.Agora é terra arrasada.O Piaui era , à época, o estado mais miserável do país. O Maranhão tomou-lhe o título.Alguma perspectiva de mudança é zero. Sarneys et caterva( Lobão, Lobinho , Murado e outros delinquentes estão ali para catar até as sobras do butim) Pátria amada, Brasil.
Danilo Thomaz
-04/02/2010 às 11:35
Não sabia que o Glauber dirigiu chanchada também. E não sabia que se fez filmes do gênero no Nordeste.
Pinheiro de Montes Claros
-03/02/2010 às 22:18
Não há o que comentar.
Êsses 10 min. mostra o eterno sofrimento desse povo espoliado por uma dinastia corrúpta e imoral.
Até qdo. essa quadrilha vai mandar no Maranão?
Vera
-03/02/2010 às 20:47
É uma pena que nem todos tenham acesso à internet. O filme é digno de ser visto por todos os brasileiros.
f tavares
-03/02/2010 às 20:43
parabéns, reynaldo, pelo resgate desse monumento à inépcia, ao roubo, ao nepotismo, à mentira, à incompetência e muito mais… o presidente sarney só não pode alegar que não sabia, desde 1966 fazia as promessas que faz ainda hoje, diretamente ou por seus prepostos, parentes, representantes e afins … quarenta e cinco anos depois, consegue manter o maranhão com o pior índice de desenvolvimento do país, que inclui educação, saúde, segurança, como reclamavam naquele ano da posse os flagelados miseráveis à beira da morte. o velho mentiroso só não mente quando se diz um fingidor, que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente…
p.s.
1 – uma vaia especial para o barretão, pela natureza do que produziu;
2 – outra vaia pelo trabalho cinematográfico do glauber. com certeza não foi por esse curtíssima que ele se consagrou…
José (Europa)
-03/02/2010 às 19:26
Como ele dizia mesmo? uma idéia na cabeça, uma câmera na mão… e um depósito na conta bancária!
Luiz Antonio
-03/02/2010 às 19:02
É revoltante.
Pior ainda é saber que após quatro décadas, o maranhão continua ainda campeão de pobreza entre os estados brasileiros, graças a sua incompetência administrativa.
A saída do Sr Sarney do cenário político, faria um grande bem ao país.
Quatro décadas perdidas.