01/07/2012
às 10:35 \ Feira Livre‘Marcha da insensatez’, por J.R. Guzzo
PUBLICADO NA EDIÇÃO DE VEJA DESTA SEMANA
J.R. GUZZO
O advogado paulista Márcio Thomaz Bastos encontra-se, aos 76 anos de idade, numa posição que qualquer profissional sonharia ocupar. Ao longo de 54 anos de carreira, tornou-se, talvez, o criminalista de maior prestígio em todo o Brasil, foi ministro da Justiça no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus honorários situam-se hoje entre os mais altos do mercado — está cobrando 15 milhões de reais, por exemplo, do empresário de jogos de azar Carlinhos Cachoeira, o mais notório de seus últimos clientes. Num país que tem mais de 800 000 advogados em atividade, chegou ao topo do topo entre seus pares. É tratado com grande respeito nos meios jurídicos, consultado regularmente pelos políticos mais graúdos de Brasília e procurado por todo tipo de milionário com contas a acertar perante o Código Penal. Bastos é provavelmente o advogado brasileiro com maior acesso aos meios de comunicação. Aparece em capas de revista. Publica artigos nos principais veículos do país. Aparece na televisão, fala no rádio e dá entrevistas. Trata-se, em suma, do retrato acabado do homem influente. É especialmente perturbador, por isso tudo, que diga em voz alta as coisas que vem dizendo ultimamente. A mais extraordinária delas é que a imprensa “tomou partido” contra os réus do mensalão, a ser julgado em breve no Supremo Tribunal Federal, publica um noticiário “opressivo” sobre eles e, com isso, desrespeita o seu direito de receber justiça.
Se fosse apenas mais uma na produção em série de boçalidades que os políticos a serviço do governo não param de despejar sobre o país, tudo bem; o PT e seus aliados são assim mesmo. Mas temos, nesse caso, um problema sério: Márcio Thomaz Bastos não é um boçal. Muito ao contrário, construiu uma reputação de pessoa razoável, serena e avessa a jogar combustível em fogueiras; é visto como um adversário de confrontos incertos e cético quanto a soluções tomadas na base do grito. É aí, justamente, que se pode perceber com clareza toda a malignidade daquilo que vem fazendo, ao emprestar um disfarce de seriedade e bom-senso a ações que se alimentam do pensamento totalitário e levam à perversão da justiça. Por trás do que ele pretende vender como um esforço generoso em favor do direito de defesa, o que realmente existe é o desejo oculto de agredir a liberdade de expressão e manter intacta a impunidade que há anos transformou numa piada o sistema judiciário do Brasil. Age, nesses sermões contra a imprensa e pró-mensalão, como um sósia de Lula ou de um brucutu qualquer do PT; mas é o doutor Márcio Thomaz Bastos quem está falando — e se quem está falando é um crânio como o doutor Márcio, homem de sabedoria jurídica comparável à do rei Salomão, muita gente boa se sente obrigada a ouvir com o máximo de respeito o que ele diz.
O advogado Bastos sustenta, em público, que gosta da liberdade de imprensa. Pode ser — mas do que ele certamente não gosta, em particular, é das suas consequências. Uma delas, que o incomoda muito neste momento, é que jornais e revistas, emissoras de rádio e de televisão falam demais, segundo ele, do mensalão, e dizem coisas pesadas a respeito de diversos réus do processo. Mas a lei não estabelece quanto espaço ou tempo os meios de comunicação podem dedicar a esse ou aquele assunto, nem os obriga a ser imparciais, justos ou equilibrados; diz, apenas, que devem ser livres. O que o criminalista número 1 do Brasil sugere que se faça? Não pode, é claro, propor um tabelamento de centímetros ou minutos a ser obedecido pelos veículos no seu noticiário sobre casos em andamento nos tribunais — nem a formação de um conselho de justos que só autorizaria a publicação de material que considerasse neutro em relação aos réus. Os órgãos de imprensa podem, com certeza, ter efeito sobre as opiniões do público, mas também aqui não há como satisfazer as objeções levantadas pelo advogado Bastos. O público não julga nada; este é um trabalho exclusivo dos juízes, e os juízes dão as suas sentenças com base naquilo que leem nos autos, e não no que leem em jornais. Será que o ex-ministro da Justiça gostaria, para cercar a coisa pelos quatro lados, que a imprensa parasse de publicar qualquer comentário sobre o mensalão um ano antes do julgamento, por exemplo? Dois anos, talvez? Não é uma opção prática — mesmo porque jamais se soube quando o caso iria ser julgado.
MINISTRO REPROVADO
A verdade é que a pregação de Márcio Thomaz Bastos ignora os fatos, ofende a lógica e deseduca o público. De onde ele foi tirar a ideia de que os réus do mensalão estão tendo seus direitos negados por causa da imprensa? O julgamento vai se realizar sete anos após os fatos de que eles são acusados — achar que alguém possa estar sendo prejudicado depois de todo esse tempo para organizar sua defesa é simplesmente incompreensível. Os réus gastaram milhões de reais contratando as bancas de advocacia mais festejadas do Brasil. Dos onze ministros do STF que vão julgá-los, seis foram indicados por Lula, seu maior aliado, e outros dois pela presidente Dilma Rousseff. Um deles, José Antonio Toffoli, foi praticamente um funcionário do PT entre 1995 e 2009, quando ganhou sua cadeira na corte de Justiça mais alta do país, aos 41 anos de idade e sem ter nenhum mérito conhecido para tanto; foi reprovado duas vezes ao prestar concurso para juiz, e esteve metido, na condição de réu, em dois processos no Amapá, por recebimento ilícito de dinheiro público. Sua entrada no STF, é verdade, foi aprovada pela Comissão de Justiça do Senado; mas os senadores aprovariam do mesmo jeito se Lula tivesse indicado para o cargo um tamanduá-bandeira. O próprio ex-presidente, enfim, vem interferindo diretamente em favor dos réus — como acaba de acusar o ministro Gilmar Mendes, com quem teve uma conversa em particular muito próxima da pura e simples ilegalidade. Mas o advogado Bastos, apesar disso tudo, acha que os acusados não estão tendo direito a se defender de forma adequada.
Há uma face escura e angustiante na escola de pensamento liderada por Bastos, em sua tese não declarada, mas muito clara, segundo a qual a liberdade de expressão se opõe ao direito de defesa. Ela pode ser percebida na comparação que fez entre o mensalão e o julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados em 2010 por assassinarem a filha dele de 5 anos de idade, em 2008, atirando a menina pela janela do seu apartamento em São Paulo — crime de uma selvageria capaz de causar indignação até dentro das penitenciárias. Bastos adverte sobre o perigo, em seu modo de ver as coisas, de que os réus do mensalão possam ter o mesmo destino do casal Nardoni; tratou-se, segundo ele, de um caso típico de “julgamento que não houve”, pois os meios de comunicação “insuflaram de tal maneira” os ânimos que acabou havendo “um justiçamento” e seu julgamento se tornou “uma farsa”. De novo, aqui, não há uma verdadeira ideia; o que há é a negação dos fatos. Os Nardoni tiveram direito a todos os exames técnicos, laudos e perícias que quiseram. Foram atendidos em todos os seus pedidos para adiar ao máximo o julgamento. Contrataram para defendê-los um dos advogados mais caros e influentes de São Paulo, Roberto Podval — tão caro que pôde pagar as despesas de hospedagem, em hotel cinco-estrelas, de 200 amigos que convidou para o seu casamento na ilha de Capri, em 2011, e tão influente que um deles foi o ministro Toffoli. (Eis o homem aqui, outra vez.)
Ao sustentar que o casal Nardoni foi vítima de um “justiçamento”, Bastos ignora o trabalho do promotor Francisco Cembranelli, cuja peça de acusação é considerada, por consenso, um clássico em matéria de competência e rigor jurídico. Dá a entender que os sete membros do júri foram robôs incapazes de decidir por vontade própria. Mais que tudo, ao sustentar que os assassinos foram condenados pelo noticiário, omite a única causa real da sentença que receberam — o fato de terem matado com as próprias mãos uma criança de 5 anos. Enfim, como fecho de sua visão do mundo, Bastos louvou, num artigo para a Folha de S.Paulo, a máxima segundo a qual “o acusado é sempre um oprimido”. Tais propósitos são apenas um despropósito. Infelizmente, são também admirados e reproduzidos, cada vez mais, por juristas, astros do ambiente universitário, intelectuais, artistas, legisladores, lideranças políticas e por aí afora. Suas ações, somadas, colocaram o país numa marcha da insensatez — ao construírem ano após ano, tijolo por tijolo, o triunfo da impunidade na sociedade brasileira de hoje.
ABERRAÇÃO IRRELEVANTE
O Brasil é um dos poucos países em que homicidas confessos são deixados em liberdade. O jornalista Antonio Pimenta, por exemplo, matou a tiros sua ex-namorada Sandra Gomide, em 2000, e admitiu o crime desde o primeiro momento; só foi para a cadeia onze anos depois, num caso que a defesa conseguiu ir adiando, sem o apoio de um único fato ou motivo lógico, até chegar ao Supremo Tribunal Federal. Homicidas, quando condenados, podem ter o direito de cumprir apenas um sexto da pena. Se não forem presos em flagrante, podem responder em liberdade a seus processos. Autores dos crimes mais cruéis têm direito a cumprir suas penas em prisão aberta ou “liberdade assistida”. Se tiverem menos de 18 anos, criminosos perfeitamente conscientes do que fazem podem matar quantas vezes quiserem, sem receber punição alguma; qualquer sugestão de reduzir esse limite é prontamente denunciada como fascista ou retrógrada pelo pensamento jurídico que se tornou predominante no país. O resultado final dessa convicção de que só poderá haver justiça se houver cada vez mais barreiras entre os criminosos e a cadeia está à vista de todos. O Brasil registra 50 000 homicídios por ano — e menos de 10% chegam a ser julgados um dia.
Nosso ex-ministro da Justiça, porém, acha irrelevante essa aberração. O problema, para ele, não está na impunidade dos criminosos, e sim na imprensa — que fica falando muito do assunto e acaba criando um “clamor popular” contra os réus. Esse clamor popular, naturalmente, tem dois rostos. É bom quando vai a favor das posições defendidas por Bastos e por quem pensa como ele; é chamado, nesse caso, de “opinião pública”. É ruim quando vai contra; é chamado, então, de “linchamento moral”. A impunidade para crimes descritos como “comuns”, e que vão superando fronteiras cada vez mais avançadas em termos de perversidade, é, enfim, só uma parte dessa tragédia. A outra é a impunidade de quem manda no país. Não poderia haver uma ilustração mais chocante dessa realidade do que a cena, há duas semanas, em que a maior liderança política do Brasil, o ex-presidente Lula, se submete a um beija-mão em público perante seu novo herói, o deputado Paulo Maluf — um homem que só pode viver fora da cadeia no Brasil, pois no resto do planeta está sujeito a um mandado internacional de prisão a ser cumprido pela Interpol. É, em suma, o desvario civilizado — tanto mais perigoso por ser camuflado com palavras suaves, apelos por uma “justiça moderna” e desculpas de que a “causa popular” vale mais que a moral comum. Um dos maiores criminalistas que já passaram pelo foro de São Paulo, hoje falecido, costumava dizer que o direito penal oferece apenas duas opções a um advogado. Na primeira, ele se obriga a só aceitar a defesa de um cliente se estiver honestamente convencido de sua inocência. Na segunda, torna-se coautor de crimes. O resto, resumia ele, é apenas filosofia hipócrita para justificar o recebimento de honorários. Há um abismo entre a postura desse velho advogado e a do doutor Márcio. Fica o leitor convidado, aqui, a ecolher qual das duas lhe parece mais correta.
Tags: Alexandre Nardoni, casal Nardoni, Dias Toffoli, Francisco Cembranelli, J.R. Guzzo, Liberdade de imprensa, Lula, mensalão, mensaleiros, mídia, opinião pública, PT, Roberto Podval










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131 Comentários
José Carlos
-13/10/2012 às 14:35
Obrigado por serem sábios vamos parar o BRASIL POR MAIS OU MENOS DUAS HORAS ( desligando tel, computadores,televisores ,postos de combustíveis,carros , caminhões etc.Vamos ver o resultado com um apagão de tudo.
Só assim os governantes tomarão um posição em meio as corrupções de dentro para fora de BRASILIA e do país ………..
sergio schwenk
-23/08/2012 às 23:03
Parabéns pelo artigo inteligente e corajoso, J. R. O cara levou 54 anos para consolidar um prestígio que joga fora pela insensatez, como o título do artigo. Poderia morrer com honra…
Malu
-01/08/2012 às 13:39
A verdade é que tudo gira em torno dos interesses pessoais. Como um advogado defende um criminoso??sabendo de sua culpa. Nosso país necessita urgentemente de políticos com valores e caráter.
marcus vinicius
-16/07/2012 às 9:18
EXISTE DUAS JUSTIÇAS A DOS RICOS E PODEROSOS E A DOS 3 PES(PRETO POBRE PROSTITUTA), PARA OS QUE TEM DINHEIRO -A LEI – PARA OS QUE NÃO TEM – O RIGOR DA LEI.
ESTA É A DIFERENÇA PORQUE “LITTLE CHARLES WATERFALLS” NÃO ESTÁ PRESO.
Marcio V Freitas
-14/07/2012 às 16:14
Brilhante, perfeito. Uma radiografia sintética do que e a realidade de nosso falido sistema judiciário, onde criminosos com pedigree racham com advogados de moral duvidosa, pra dizer o mínimo, os seus ganhos.
Maria da Penha Hemerly
-12/07/2012 às 1:28
Meus parabéns sobre a matéria. O jornalista é de uma inteligência ímpar.
Armando Cabral
-11/07/2012 às 15:54
Se queremos viver num estado democrático de Direito, devemos seguir os princípios constitucionais e permitir que todo cidadão tenha direito ao devido processo legal a ampla defesa. Fim de papo!!!
O que passar disso é filosofia hipócrita para justificar execessos!
Jorge Maranhão
-09/07/2012 às 12:38
Caro Augusto,
Excepcional pela lucidez, coragem e oportunidade este artigo do J.R. Guzzo que você replica. A propósito você tem o email dele pois queria não só parabenizá-lo como solicitar autorização para replicar no nosso site.
abraços,
Jorge Maranhão
A Voz do Cidadão
Vou mandar pra você, amigo. Mas adianto que a publicação será autorizada. abração
Daniel Ferreira Mariano
-06/07/2012 às 13:18
Como pode o Sr. Bastos receber honorários milionários de um cliente com a alcunha de “contraventor”? Não existe lei sobre isso? O estado não deve exigir esclarecimentos sobre a origem do dinheiro?
miriam oliveira
-06/07/2012 às 12:08
Olha, muito obrigado pela matéria, é isso mesmo que o povo brasileiro quer dizer para esse senhor * bastos* que com toda a sua sabedoria não enxerga que não somos burros.Ainda bem que aqueles que se acham grandes, serão…. está escrito
dagoberto lupo
-05/07/2012 às 0:51
ESSE TEM FAMA PORQUE
É UM BOM PROCESSUALISTA,JÁ QUE TRABALHAVA NO CARTÓRIO DO JUDICIÁRIO,ENXERGAVA O ERRO DO PROCESSO,QUANTO AMAGO DO DIREITO???????????
ENFIM É UM RÁBULA.
JOSÉ
-04/07/2012 às 15:15
Não podemos esquecer que, em época de invasões ilegais do MST, este senhor Bastos, que era ministro da Justiça, justificou a leniência do governo invocando a “acomodação tática da constituição”.
Denis Altieri
-04/07/2012 às 10:04
O Brasil está se desenvolvendo sim, mas em que sentido!? Vejam os hospitais públicos: são matadouros públicos para contenção do crescimento populacional. Enquanto isso, nossos dirigentes possuem tratamento VIP a fim de transmitirem seus “fabulosos” genes às suas proles, que herdarão suas fortunas e ocuparão os mesmos cargos.
Osvaldo Aires Bade - Comentários Roubados e Socilizados -
-04/07/2012 às 7:51
Prometo que vou terminar esse texto sobre os:
.
- PSICOPATAS – COMO RECONHECÊ-LOS E SE PREVENIR?
http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2012/05/psicopatas-reconhece-los-e-se-previnir.html
Abraço a Todos
Osvaldo Aires
Cil
-03/07/2012 às 23:34
“De onde ele foi tirar a ideia de que os réus do mensalão estão tendo seus direitos negados por causa da imprensa?” – Do mesmo lugar de onde está saindo os 15 milhões! Ora, ele, enquanto advogado, está tenando proteger seu cliente milionário. Não esperaria argumentos diferentes, ainda que tão tortos e sem noção.
Antonio Carlos de Curitiba
-03/07/2012 às 22:19
Bem, o que se pode dizer depois de um texto desses? Muito pouca coisa, em verdade.
Marcio T. Bastos é nada mais nada menos que o cúmplice de um criminoso. Sendo mais rigoroso: todo advogado que escolhe o cliente pelo tamanho do bolso dele, é tão ou mais criminoso que o cliente.
Wilson
-03/07/2012 às 20:53
Fantástico!. Nada mais precisaria ser dito mas, como sempre dá pra pegar uma carona……, vale dizer que ele ( o ex-ministro)é um dos que mamam, e muito, portanto, fazer o que?; continuar mamando e, conhecendo tão bem o assunto, melhor ainda, dá na medida e no tamanho………..da usúra desmedida!.
As leis brasileiras são assim mesmo, foram feitas para serem interpretadas ao gosto do freguês da hora, e de sua conta bancaria evidentemente, nem importa como foi que esta conta ficou gorda, isto é apenas um detalhe, quando não, uma maledicência.
Vanderlei
-03/07/2012 às 20:15
Não quero ser pessimista, mas pra quem tem oito indicados por eles no STF, vai ser difícil condenar os tubarões. veremos…então….
Luis R N Ferreira
-03/07/2012 às 17:52
J.R.Guzzo, de uma maneira elegante, polida e devastadora, nos mostra o lado pouco fotogênico deste advogado cujo grande mérito é ser um mestre em relações públicas em um país onde o setor público atravessa um período particularmente degradado. Cenário perfeito para os malandros de colinho branco se enriquecer, e junto com eles, seus advogados preferidos, aonde se destaca Márcio Thomaz Bastos.
CarmemK
-03/07/2012 às 17:14
Augusto,
Como sempre, só frequentam este seu espaço os que se expressam com clareza e limpidez. J.R.Guzzo foi extremamente feliz em seu texto. Como comentou alguém num comentário anterior ao meu, se MTB/HSV o tiver lido com a atenção que merece, deve ter rasgado o próprio diploma em seguida.
Um advogado meu amigo me disse, certa vez, que se recusava a ser “consciência de aluguel”. No meu entender, este é o princípio da ética profissional – não se pode defender o indefensável, mesmo que o cliente criminoso esteja disposto a pagar com os milhões de seu dinheiro de origem duvidosa. Principalmente se o profissional em questão já teve a oportunidade de ser o representante máximo da justiça no País. Este deveria ser o princípio que rege a conduta do “Doutor” MTB: “À mulher de César não basta ser honesta, deve também parecer honesta”. Como não lhe cabe nem uma coisa nem outra, ataca a mídia, na esperança de que não sendo dita, a verdade o incomode menos…
indignada
-03/07/2012 às 16:53
Este Senhor Bastos está metido até o pescoço com esse caso do Mensalão. Creio que se beneficiou como todos os grandões do PT, afinal, Bastos é um deles.
E é claro como a lua que vai aparecer o Lula e esse Sr. no caso do Mensalão. Vamos continuar precionando e não vamos permitir que esses bandidos fiquem impunes. Cadeia para todos até para esse advogado do diabo.
Law
-03/07/2012 às 14:49
ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA PARISH – 02/07/2012 às 23:56
…………..
Há 30 anos os adultos me diziam que o Brasil era o país do futuro…
…………….
Mr.Antonio Carlos
Vou completar 82 neste mes. Eu infante, adolescente e mesmo já adulto, muitos armazéns e lojas de então ostentavam um cartaz à vista dos fregueses que dizia assim:
“Fiado só amanhã”.
Desnecessário dizer da eternidade desse amanhã, pois no dia seguinte, a placa dizia o mesmo.
Esse é o sentido do “Brasil, país do futuro”, Mr. Antonio Carlos. Minha neta, não tão jovem, ainda usa uma gíria do tempo de juventude dela: “Sacou?”, correspondente ao “Morou?” da minha juventude e início da ‘adultice’.
Law
-03/07/2012 às 14:31
Marcio Thomas B* e seu bacharelismo de encomenda para enganar otários que apreciam o tal ‘falar bonito’. Esses tipos só fazem sucesso no Bananão Bacharelesco, esse fruto da contra-reforma católica que já nasceu podre.
Epi
-03/07/2012 às 12:08
Parabéns, J.R.Guzzo.
Congratulações, Veja, por levar a seus leitores textos de tão elevada qualidade e indiscutível apuro técnico e humanístico.
“A Marcha da Insensatez” é uma aula de direito e política.
Uma classe magistral de decência e civilização.
Merece ser debatida em blogs e redes sociais, escolas, universidades, sindicatos e casas legislativas – caso ainda se preocupem com a conduta de figuras que disputam e dominam o espaço público.
Aos 41 anos, o Sr. Dias Toffoli tem a chance começar sua vida de magistrado – a que foi guindado por obra e graça do filhotismo petista, após série de fracassados concursos públicos – com pelo menos um palmo de honradez.
Aos 76 anos de idade – portanto, quase octogenário – o Sr. Márcio Thomaz Bastos, homem famoso e financeiramente bem-sucedido, podia ter morrido sem esta lição pública. Definitiva.
Carlos Tamancoldi
-03/07/2012 às 11:58
esse doutor é de casaca, honoris causa , ex-ministro da justiça e o escambau, um rato entre tantos que querem a nação prostrada a seus pés, deveria ser preso , julgado e condenado caso não prove a origem legal dos honorários que recebe de tantos larápios associados…raça de imorais….
Arimatéia
-03/07/2012 às 11:31
Quebrou o “dotor” pra porco!
Que Povo!!!
-03/07/2012 às 11:04
Caro Augusto Nunes,
O Supremo não tem telhado de vidro,mas janelas.Com o rasante da aeronave estilhaçando as janelas,o julgamento do mensalão pode ser comprometido?
Que Povo!!!
-03/07/2012 às 11:04
Caro Augusto Nunes,
O Supremo não tem telhado de vidro,mas janelas.Com o rasante da aeronave estilhaçando as janelas,o julgamento do mensalão pode ser comprometido?
iris mendes
-03/07/2012 às 11:02
afanar ,desviar dinheiro publico e apenas coisa pequena ,politico nao e considerado ladrao e apenas um desvio imoral de conduta ,as provas nunca sao consideradas validas ,o dinheiro some ,milhares de pessoas ficam a deriva do dinheiro publico ,SAUDE EDUCAÇAO ,o outro lado do Brasil varonil Brasillllllllll
iris mendes
-03/07/2012 às 10:57
eu as vezes me pergunto como o lula deve se sentir em ver seu ministro da justiça defendendo estes clientes ,talvez seria o caso de repensar a maneira o criterio de escolha ,porque nao ser um juiz federal o ministro da justiça ?
iris mendes
-03/07/2012 às 10:55
a marcha da insensatez ,a justiça deveria dar salvo conduto ou liberdade provisoria para que 41 jovens preso de uma vez participasse da marcha dos insensatos ,seria uma maneira de mostrar que os pobres sao os unicos neste pais que a justiça e correta na essencia destes defensores da camada previlegiada do BRASIL
Francisco Xavier
-03/07/2012 às 9:31
Márcio Thomaz, BASTA.
Ricardo
-03/07/2012 às 9:30
Contei a um amigo que tive o desprazer de ficar próximo do dr.Márcio na fila do RX no aeroporto de Congonhas , época que o povo elegeu um terninho sem cabeça pra presidente.
O amigo me questionou;porque voce não deu um chute no traseiro dele? Meu caro,acha que sujaria meu sapato.”MAIS SUJO QUE UM CRIMINOSO,É UM ADVOGADO QUE O DEFENDE SABENDO A VERDADE.”
Kitty
-03/07/2012 às 1:26
Querido Augusto,
O jornalista J.R. Guzzo foi brilhante no artigo Marcha da insensatez aqui postado na sua coluna. Uma inquietante analise sobre a personalidade dúbia do famoso criminalista M. Thomas Bastos.
Salta aos olhos que se Carlinhos Cachoeira abrir a boca poderá fazer um dos maiores estragos que alguém possa imaginar, talvez até mais do que os fatos que levaram ao processo de impeachment de Collor ou quem sabe do próprio mensalão. Não me cabe nenhuma dúvida que o prestigioso advogado de Lula e os petistas, Marcio T. Bastos entrou em cena como um bombeiro para tratar de apagar com urgência urgentíssima o devastador incêndio que se abateria sobre cabeças coroadas de Brasilia. Ele entrou em cena para ajudar aliviar a pressão sobre Cachoeira e, assim mantê-lo calado. Seguramente haverá arranjos para que a pena seja a mais leve possível. Por estarmos na era da mediocridade e da mais absoluta impunidade, não lhe será difícil ao exímio advogado M.T. Bastos selar o silêncio eterno do contraventor Cachoeira.
No entanto, só para esclarecer, que ele tem o direito de advogar e defender a quem ele quiser. Mas, em minha opinião, o que está em questionamento, e concordo plenamente com o jornalista Guzzo, é sobre a ética profissional de um homem que tem um nome na história como Ministro da Justiça do Brasil, e não é pouca coisa, deveria escolher melhor a quem pretende defender. A triste impressão que deixa, pelo menos a mim, e que a sua escolha é defender pessoas ricas ou os inescrupulosos que tenham intrincados casos com a Justiça, ou conhecimentos das falcatruas daqueles que serviu quando Ministro. Receio que aceitou ser ministro de Lula, convivendo com esse bando de picaretas, que o advogado MTB perdeu a vergonha ao trabalhar para mensaleiros, cachoeiras e malandros cobrando sumas estratosféricas sabendo inclusive da sua procedência ilícita, logo ele que um dia comandou a Policia Federal!
O ex-ministro da Justiça já foi advogado do hoje ex- presidente Lula. São amigos de longa data, pelo tanto não tem isenção nem credibilidade suficiente para dizer que o mensalão não existiu. Ninguém se esqueceu, que na época do maior escândalo de corrupção da era Lula, foi o Bastos que escalaram para dizer que não existiu troca de favores entre o Congresso e o governo, mas era dinheiro de sobras de campanha ou Caixa2. E, é isso que dirão no julgamento o famoso e antiético advogado e o Delúbio Soares, que será o bode expiatório que se sacrificará para livrar a cara, primeiro de Dirceu e depois do resto da quadrilha.
Caro Augusto, eu sei que você irá publicar este vergonhoso conchavo que o Estadão publicou hoje e toda a imprensa que presta fará a mesma coisa. Eles não passarão impunes! Além da era da mediocridade , nós estamos na era da desfaçatez, também!
Um abração, caro Augusto
Luis Nogueira
-03/07/2012 às 1:05
Magnifico!!! Exprime de maneira magnifica o que as pessoas de bem, os pais de familia preocupados com a moralidade, com a etica, com os bons costumes, preocupados com este paihs sentem. Texto irretocavel.
ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA PARISH
-02/07/2012 às 23:56
Prezados Augusto e J.R.Guzzo,
Boa noite.
Nunca escrevi para veja nem para nenhum outro veículo de comunicação apesar de ler há anos essa conceituada publicação na qual minha esposa é assinante.Porém o artigo de J.R. Guzzo da edição 2276 de 04/07/2012 me tirou da inércia de nunca me manifestar, apesar de muitas vezes me sentir indignado com nosso país.Tenho 45 anos, casado e com 2 lindos filhos de 3 e 7 anos.Como tantas crianças e jovens deste país eles em pouco tempo estarão “no mundo” na busca do desejo natural de serem felizes.Tendo a seriedade e a conduta reta como base de sua educação terão à frente muitas batalhas, precisando ter na bagagem além da determinação dos que desejam vencer um preparo psicológico especial para viver aqui no Brasil, sem desistir.Há 30 anos os adultos me diziam que o Brasil era o país do futuro; acho que dei um bom tempo para ver resultados mais consistentes!!
Ao ler o artigo citado senti minhas não só as palavras mas a indignação intrínseca contida nas palavras de Guzzo.Deve ser muito feliz para um jornalista estabelecer essa sinergia com o leitor assim como um músico quando atinge o coração daqueles que se identificam com suas canções.Venho acompanhando de longe os passos deste “conceituado” advogado.Passos cada vez mais envoltos em terrenos lamacentos e escusos.Não sinto nenhuma admiração, orgulho ou qualquer sentimento positivo em tê-lo como brasileiro muito menos como figura, inegável e lamentavelmente, representativa de nossa sociedade.Sobre o texto nada tenho a acrescentar apenas a assinar embaixo e declarar claramente meu voto no criminalista anônimo citado ao final do texto dissertando sobre uma aspecto que sempre foi objeto de indagações pessoais minhas – a natureza de advogar.
Parabéns Veja por ter profissionais deste gabarito. Parabéns Guzzo!Talvez por saber que temos cabeças pensantes como a sua AINDA com a oportunidade de falar por nós é que eu não tenha posto em prática uma ideia que nos últimos anos tem divagado cada vez mais em meus pensamentos: sair do Brasil e morar em um local onde a dignidade, o respeito e a justiça sejam apenas vestes comuns de uma sociedade decente e que almeja reconhecimento.
Saudações.
Antonio Carlos Parish
Salvador /BA
Obrigado pelo comentário, caro Antonio Carlos. Um abraço
bereta
-02/07/2012 às 23:36
J. R. Guzzo, Reinaldo Azevedo, Roberto Pompeu de Toledo, Ricardo Setti, Augusto Nunes, Lya Luft e outros tantos que se preocupam com os destinos do país, parabéns. Citar nomes é perigoso. Sempre falta alguém. Os demais, os que não foram citados, que me perdoem pela omissão. Ela não é proposital. Mas há muitos que se mantém atentos. O preço da liberdade é a eterna vigilância, como já disse alguém. Vigiemos a ação dessas hienas. Aquelas, da savana, cuidam da sobrevivência do bando. Essas, políticas, cuidam da morte de um ideal coletivo, que seria um país limpo, livre de predadores frios e racionais.
Marcos A. S. Almeida
-02/07/2012 às 23:26
“Na primeira, ele se obriga a só aceitar a defesa de um cliente se estiver honestamente convencido de sua inocência. Na segunda, torna-se coautor de crimes. O resto é apenas filosofia hipócrita para justificar o recebimento de honorários” Pensamento brilhante!Obrigado por nos agraciar com ele.Aliás, todo o texto é brilhante.
Luiz
-02/07/2012 às 22:36
Diante desse magnífico texto, que elucida muito bem a arte de ser um advogado de verdade (ou não), me parece que só resta a segunda opção ao “maior advogado” que, juntamente com o “maior presidente”, formam uma grande dupla.
Acabou o mês de junho, mas a quadrilha continua…
ALCEU CARLESSO
-02/07/2012 às 22:29
Como advogado, sinto enorme constrangimento e imenso desgosto de pertencer a classe desse senhor Marcio Tomaz Bastos, que com sua atitude envergonha um país que o tomou como defensor numero um da justiça por longos anos. Guzzo faz das suas as minhas palavras, como demonstração de indignação com o que aí está, após a ascenção ao poder desses “capos” travestidos de socialistas. Que Deus nos livre e Guarde…
José Rosa Garcia
-02/07/2012 às 21:47
O posicionamento desse advogado sobre a Imprensa é apenas mais um exemplo da tentativa de controle absoluto das instituições que enfrentamos desde 2002, com a posse de Lula. Que o diga o ministro Dias Toffoli, espécie de porta voz do PT no Supremo e no TSE.
A. Henrique
-02/07/2012 às 21:19
Aplausos para o Sr. J.R. Guzzo.
E cadeia para o resto.
Fernando Vitorino
-02/07/2012 às 20:27
Texto magnífico. Este indivíduo é apenas mais um integrante do grupo que está destruindo o que foi conquistado e construído pelo nosso povo. Não deveria merecer mais espaço na mídia, para não contaminar ainda mais a nossa juventude.
ana soriano
-02/07/2012 às 20:07
Eu ainda acho que o Carlinhos Cachoeira tem um chefe. Vamos abrir as contas da Delta e saber
quantas empresas fantasmas receberam nosso dinheiro para farta distribuição.
Cem certeza os honorários desse advogado sairão de nossos bolsos.
Trabalho há 45 anos e a aposentadoria que recebo não dá para pagar meu seguro-saúde.
Essa corja que governa o país está acabando com
nossa capacidade de sobrevivência.`
São devoradores. O país está falido com tanta ganância, falta de ética e moral.
Roberto
-02/07/2012 às 20:04
(continuação)
Defendendo o réu com se fosse o próprio réu, mas dentro do processo e não como esse remunerado com dinheiro de origem criminosa, e que por isso deveria ter seus honorários no mínimo confiscado, que vem de encontro à liberdade de imprensa que não é quem julga processo, além de insultar os julgadores.
Roberto
-02/07/2012 às 19:52
Discordo do pensamento de um dos maiores criminalistas que já passaram pelo foro de São Paulo, hoje falecido. Existe um terceiro papel do advogado que é atuar em defesa do réu com se fosse o próprio réu, não cabendo a ele ser o juíz. E se ele for um mau advogado ou estiver errado.
Ricardo Mello
-02/07/2012 às 19:46
Figuras como esse senhor são, sem dúvida, as mais deletérias que uma sociedade pode produzir. São os juristas da injustiça, os grão-mestres da mistificação, os que abandonam o ser pelo ter – e ter cada vez mais, não importa como. Não foi a convivência com Lula ou com o PT que o apodreceu. Os anos que passou no governo apenas lhe deram o estofo, a desculpa, que sempre buscou para assumir a faceta que revela hoje e, afinal, sair do “armário”, abandonar a toga para ser o que sua alma sempre clamou que fosse: o réles advogado de porta de xadrez, que aceita defender quem mata a própria esposa grávida, enquanto, por dinheiro, conspira contra a democracia que, iludida, um dia o teve como um de seus arautos.
Jesus Ourives
-02/07/2012 às 19:42
Prezado Augusto,
O Guzzo, como sempre, brilhante. Que lucidez! Agora o tal de MTB (até parece sigla de partido…) é co-autor de crimes.
Luiz A.
-02/07/2012 às 19:32
Mesmo sabendo que esse comparsa do Inventor do pais Maravilha, não presta nem para ser plantador de nabo…Vamos combinar que…para o cabra ganhar R$ 15 milhões, não tem aquele que não vire o diabo pelo avesso.
Excelente texto, como sempre…só que esse negócio de “homem de sabedoria jurídica comparável à do rei Salomão”…me desculpe J. R. Guzzo…mas, ele está mais para “homem de sabedoria da ladronagem, comparável a Ali-Babá e seus aliados PTralhistas”
Frederico Oliveira
-02/07/2012 às 19:15
O que o Sr.(?) MTB faz, porém sem nenhum humor, muito pelo contrário, é o que dizia o humorista americano Will Rogers.
FAÇA O CRIME COMPENSAR; TORNE-SE ADVOGADO!
AnneennA
-02/07/2012 às 19:08
Aos 74 anos, prestes a deixar o picadeiro, eu, no lugar dele me preocuparia com minha biografia…Mais 5, 10 anos e, com pouquíssima margem de erro, o mais caro advogado do Brasil vai estar guardando sapato na geladeira e usando fraldas. Vale a pena ser lembrado como o cara que, por dinheiro, condenou o Brasil e seus milhões de coitadinhos que dão um duro danado prá sobreviver, a carregarem para sempre esse bando de desgraçados nas costas? Ele deve achar que sim. Vai poder pagar pelas fraldas mais caras do mercado.
sombrero
-02/07/2012 às 19:01
MTB, o Sr. deveria ser preso junto com os mensaleiros pelo mal que vem causando ao Brasil. Mas não se descuide, no Universo existe uma verdade chamada SINCRONISMO que vai acabar lhe pegando, mesmo que nós não saibamos, o Sr. verá.
José Benedito
-02/07/2012 às 18:49
Prezado Augusto Nunes, aproveito este espaço para mostrar um texto meu sobre o assunto
O OPRÓBRIO DA ADVOCACIA
Na linha do contador de Al Capone e dos médicos que assessoraram a tortura, pontifica esse Sr. Márcio Thomas Bastos a estigmatizar a categoria dos advogados, com a sua obstinada, eficiente e metódica representação de corruptos. Ele se sobressai nessa tarefa desde o episódio do mensalão, do qual a questão Cachoeira é apenas mais um capítulo. E, pra isso, ele vem sendo regiamente pago com dinheiro de origem pra lá de duvidosa. O homem é profissional? E daí? Alguns matadores de aluguel também são muito profissionais.
Degradar os princípios de uma profissão a este nível, só mesmo os jornalistas que vêm recebendo dinheiro do governo e de empresas públicas para lançar, em seus blogs, ataques à oposição e à setores não domesticados da imprensa. São todos personagens infames da peça encenada no Brasil desde a eleição de Lula, quando a decência a honestidade se exilaram em local não sabido. Mas o caso desse advogado é muito mais pernicioso, pelas consequências nefastas e duradouras que decorreram e decorrem de sua atuação e que vão comprometer nosso futuro por décadas.
Ele foi o artífice das manobras que ajudaram um presidente da república a enganar o país e a trair o juramento de defender a Constituição. Para um advogado, é um feito e tanto, quiçá o ápice da carreira. Antes, ele foi o mentor e o braço jurídico não apenas de um governo, mas de uma organização que se apossou do país e fez da corrupção a única diretriz política, tentando incutir na cabeça das pessoas a certeza de que a licenciosidade do petismo era o caminho da redenção para todos. Quanto à lei, no papel ela é linda, como ele muito bem sabe.
Agora, representando Cachoeira, o Sr. Thomas Bastos continua se desincumbindo da mesmíssima tarefa de livrar a cara de Lula e, por extensão, dos mensaleiros que estão para ser julgados. Defendendo Cachoeira, ele é o advogado que continua defendendo o mesmo governo criminoso de Lula, do PAC, da Delta, governo este que, por ironia do destino, por desgraça, por coincidência, ou por maldição, começou um ano antes de começar e com um crime bárbaro, em janeiro de 2002, quando foi justiçado Celso Daniel.
Machado Filho
-02/07/2012 às 18:12
O colunista, brilhante como sempre, foi ao ponto.
A ausência de escrúpulos e a promiscuidade entre os interesses públicos e privados dos atuais e ex-governantes ou ocupantes de cargos relevantes é de estarrecer. Não há limites. Tudo pode. A imprensa é a nossa única esperança.
Osmario
-02/07/2012 às 17:53
Em uma viajem ao Brasil de 1850 a 1852, o naturalista alemão HERMANN BURMEISTER, surpreso com a impunidade reinante em nosso país, já naquela época, escreveu: “ninguém se peja de absolver ladrões conhecidos, assassinos notórios e defraudadores, quando o promotor os acusa, e tanto menos quando os acusados são ricos ou membros de alguma família influente”. Não sei porque, mas quase dois séculos depois, sua afirmação me parece tão atual.
olgadisse
-02/07/2012 às 17:50
Esse doutor foi tirado de um escritório de advocacia criminal e guindado ao posto de ministro pelo lulloidiota, rompendo a tradição de juristas ocuparem essa cadeira…. desde então deu no que deu….
Pauferro
-02/07/2012 às 17:26
Ótima matéria. Esclarecedora sobre este senhor Bastos. É vergonhoso tudo que ele fala e evoca como verdades. Ele, na qualidade, de conhecedor tope das lides e malandragens jurídicas – foi advogado do PT e seus maiorais (Lula, Dirceu, Palocci, Delúbio, etc) – , foi Ministro da Justiça, medíocre por sinal, faz parte da quadrilha dos PeTralhas, vir querer alegar que os réus do mensalão não tiveram tempo de se defender, que a imprensa atrapalha o direito de defesa desta quadrilha, é nojento, asqueroso e revoltante. Senhor Thomaz, respeite os idosos e pessoas honestas deste País: peça o boné e vá contar histórias para seus filhos e netos. Demonstre um mínimo de honradez (mercadoria rara e inexistente no seu caráter e dos PeTralhas) e deixe o povo em paz. É vergonhoso assistirmos a desfaçatez de pessoas de representação dúbia como MTB e outros…
Marco Antonio (Curitiba - PR)
-02/07/2012 às 17:15
“homem de sabedoria jurídica comparável à do rei Salomão”????? Cuma?
Salomão foi guiado por Deus durante seus melhores anos, antes de se corromper pelo harém de mil esposas e concubinas pagãs.
E quem guia Bastos? A agenda política e aqueles interesses tão republicanos do PT. Que seja Bastos respeitadíssimo entre os seus pares e pela própria imprensa à qual ataca é um sintoma inequívoco do que está acontecendo com este país. Assim, sai a Lei de Gérson e entra a Lei de Eugene Siriguejo (patrão do Bob Esponja): “o dinheiro sempre tem razão”.
“homem de sabedoria jurídica comparável à do rei Salomão”…
Bom, tomara que pelo menos Bastos, em seus últimos meses de vida, nos brinde com algo à altura de “Eclesiastes”.
Fernando Maciel Rodrigues
-02/07/2012 às 17:07
Uma vez mais o grande jornalista José Roberto Guzzo dá lição exemplar de conhecimento, educação e sapiência.
Parabéns!
cosme ribeiro
-02/07/2012 às 16:56
Na minha opinião o que o Advogado Thomaz Bastos
teme é a opinião pública, porque a imprensa
esclarece o povo, tornando inevitável o confronto
opinião pública versus STF
luiz fernando exner godoy
-02/07/2012 às 16:51
Sensacional o artigo.
Estou desiludido com meu país. Não aguento mais.
” ACABO DE LEMBRAR DO ADESIVO QUE (NA ÉPOCA) MEU
PAI E OUTROS BRASILEIROS PREGARAM EM SEUS CARROS ”
“BRASIL – AME-O OU DEIXE”. O ÚLTIMO QUE SAIR APAGUE AS LUZES.
Rodolpho
-02/07/2012 às 16:46
J.R.Guzzo,
como sempre brilhante tese. Eu teria muita vergonha se estivesse falando de mim.
Gil
-02/07/2012 às 16:33
Bastos pode até não ser boçal, mas tem se comportado como tal, como um legítimo petralha que trabalha para servir a um partido político.
toninho
-02/07/2012 às 15:58
Por toda essa narrativa dos fatos, temos a certeza que os tempos que temos vivido, dirigido por essa quadrilha de petralhas, levará o Brasil e suas instituições a lama e continuaremos ser tratados pela comunidade internacional com chacota das mais baratas, graça aos dias governados por esses pilantras.
Carolina
-02/07/2012 às 15:54
Quase nunca leio a coluna do Guzzo, mas a desta semana estava especialmente bem-escrita. Como alguém que quer se formar em Direito, acho incrível que um dos criminalistas mais respeitados do país consiga insultar de tal modo a nossa inteligência. Palmas para quem ainda consegue argumentar pela razão.
tonio cunha
-02/07/2012 às 15:22
Belo artigo. Infelizmente o Brasil vive uma decada de mediocridade. A sociedade organizada esta contaminada com a com esta mediocridade. Apoiam pessoas que desrespeitam e agridem a democracia, alem de conviver com uma da coisas mais vil, a corrupçao. Nao c reio que vamos nos afastar tao cedo destes elementos, pois vivemos em um pais que nao tem a roral e a etica como como principio basico.
Zé Maria
-02/07/2012 às 15:02
O ilustre articulista, J.R.Guzzo, fez uma radiografia perfeita, de clareza meridiana, sobre esse cidadão que, aos 76 anos de idade, tendo alcançado uma posição de destaque no meio jurídico/forense, agora, de duas, uma: ou sucumbiu a uma senilidade um tanto precoce… – Dr. Sobral Pinto, por exemplo, até morrer, com mais de 90 anos, sempre se mostrou lúcido e íntegro – ou acha que chegou a hora de rasgar a fantasia e revelar sua verdadeira face, porque diante do que vem fazendo e dizendo, o mínimo que podemos concluir é que foi um farsante a vida toda; que exerceu a profissão não para buscar e assegurar a Justiça, mas com apetite unicamente mercenário, para legitimar o crime e proteger os criminosos! É a confirmação do segundo tipo de advogado mencionado por Guzzo, consoante o que afirmava o famoso criminalista paulistano. É lamentável, mas tenho dito em outros lugares e repito aqui: estamos vivendo um tempo que se caracteriza pela completa inversão de valores e total ausência de princípios, daí que, como diz Guzzo, referindo-se ao “clamor popular” de duas caras: A boa, quando é favorável e vai ao encontro das teses e idéias do Dr.Bastos; já a ruim, a que não presta e que precisa ser destruída é quando vai de encontro ao entendimento que ele hoje tem e à pregação que ele hoje faz. Tristes e tenebrosos tempos! Aos setenta e seis anos nosso ilustre causídico e ex-ministro já deveria ter aprendido alguma coisa melhor e mais edificante do que legar à posteridade o péssimo exemplo que está dando às novas gerações de advogados numa aula-magna constante e permanente de cinismo, hipocrisia e mercenarismo.
Drakko
-02/07/2012 às 14:28
Em tempo:
Imprensa LIVRE é coisa de grotões atrasados como EUA, Canadá, Europa, Japão… Só países de primeiríssima linha como Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Equador, Irã sabem direitinho aquilo que o povo precisa, gosta e quer!
Esse mau caráter deveria aproveitar o dinheirinho que descola dos safados e mandar confeccionar umas gavetas em seu caixão…
ESBOFETEADOR
-02/07/2012 às 14:21
CARO AUGUSTO.
Brilhante o artigo do Guzzo. O que a grande maioria de brasileiros feitos incapazes de enxergar pela vontade de delinquentes que cuidam da coisa pública, não sabe é que Bastos chegou aonde chegou e conquistou o poder e a partir daí seus “vencimentos” que não podem ser chamados de honorários, simplesmente não mais é do que o caminho das pedras para se molhar as mãos de todos aqueles envolvidos na defesa dos verdadeiros criminosos que enriqueceram às custas da falta de moral e honestidade e podem assim pagar para ter a setença assegurada. Que vergonha que virou nosso país. Para enterrar de vez nossas esperanças de que um diria veríamos a justiça dos homens de bem prevalever, e’ so’aguardar o veredito deste processo do mensalão que aqueles que tem um pingo de noção das coisas já sabem que com 6 dos 11 ministros nomeados por Lula não haverá de haver nenhum tipo de justiça para estes delinquentes e apenas mas um atentado contra a honra e a moral do pobre e sofrido povo brasileiro. Enfim, quem vota e acredita nestes charlatões, não poderia esperar outra coisa.
Alberto
-02/07/2012 às 14:13
O que esperar de um país onde um semi-analfabeto tem o poder de nomear um incompetente para ocupar um cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal?
Mas está na Constituição!É o que dirão os entendidos no assunto.
Que seja então concocada uma nova constituinte e seja retirada do texto essa barbaridade.
Quanto ao “doutor” (por favor me expliquem qual é a tese de doutoramento que ele defendeu), Bastos: será que ele leu o artigo do J.R.Guzzo? Duvido!
Porque se o fez, deveria ter rasgado o diploma em seguida.
catson aruak
-02/07/2012 às 13:58
Além de os atuais advogados brasileiros nos levarem à maior promiscuidade moral que se pode admitir, copiando o sistema americano de vale tudo jurídico, o sistema brasileiro político copia também a excrescência americana da nomeação dos ministros do STF pelo presidente da república.
Enquanto essa excrescência não for extinta, e acho que nunca será devido aos interesses escusos dos llullasdavida, a pindorama vai certinha pro brejo, muito antes que o sol vire uma anã branca.
Eloys
-02/07/2012 às 13:45
Os mensaleiros só aparecem na mídia porque fizeram lambanças e denunciar essas podridôes é tarefa da imprensa. Com certeza se fossem honestos trabalhadores e vivessem dentro da lei só apareceriam na mídia para comentar e participar da rede de indignação que se criou. Como fazemos aqui.
Marcos Tadeu
-02/07/2012 às 13:36
ME ESQUECI DE MAIS ESSES. IMPRENSSSSSSSSSSSSSA NELLE. IMPRENSSSSSSSSSSSSSSA NESSE BOCAL.
Marcos Tadeu
-02/07/2012 às 13:30
NAO VOU COM MUITAS PALAVRAS. MARCIO BASTOS EH UM BOCAL, CO-AUTOR DE CRIMES INAFIANCAVEIS. CO-AUTOR DE CRIMES IRREPARAVEIS. EH UM BANDIDO DISFARCADO DE ADVOGADO. NAO TEM MORAL PARA SUSTENTAR UMA TESE ATE O FINAL, PORQUE NO MEIO DA TESE VAI METER OS PES PELAS MAOS SO FALANDO E DEFENDENDO BOBAGENS. IMPRENSSA NELLE.
celso silveira
-02/07/2012 às 12:51
Fazer generalizações com fatos anedóticos é coisa que se deve evitar quando se procura a verdade – a ciência se vale usualmente da repetição e da estatística. Ao contrário, pelo que deixa transparecer, um dos leitores – que se diz da área jurídica – usa justamente o caminho menos aconselhável. Um pouquinho de ciência para os nossos amigos da lei até que seria benéfico…
ana muniz
-02/07/2012 às 11:55
O artigo deveria ser lido por todos os pretendentes a carreira advocatícia. As OABs deveriam publicá-lo em suas news letters. Concordo plenamente com o que disse o advogado criminalista “ele se obriga a só aceitar a defesa de um cliente se estiver honestamente convencido de sua inocência. Na segunda, torna-se coautor de crimes. O resto, resumia ele, é apenas filosofia hipócrita para justificar o recebimento de honorários”. Completo, nesses casos, o acusado do crime deve entregar a tarefa da defesa à Defensoria Pública, para que seja cumprido o que determina a lei.
A seriedade do assunto impede-me de dizer de onde ele tira as idéias de que a impresa é a responsável pelo pre julgamento e condenação dos maloqueiros, digo, mensaleiros.
Fernando Barreto
-02/07/2012 às 11:53
Há pessoas que passam pela vida pública e quando se vão, deixam no ar um gosto de quero mais. De quero mais é que se “foram”…
O cidadão comum não pode fazer muita coisa além de se indignar com a postura deste picareta MTB, de alma vendida. Como costuma dizer Augusto Nunes, cada vez que MTB ganha, a justiça sai perdendo.
Mesmo assim, amigo cidadão indignado, se algum dia você estiver em algum lugar e vir passar MTB, não deixe de lhe pregar uma sonora vaia, bem alta.
Este camarada, assim como outros de sua laia, deveria ser impossibilitado de permanecer em espaços públicos devido às manifestações das pessoas de bem.
Não, não estou advogando que lhe arremessem tomates ou ovos, mas aí vai o juízo de cada um. Ou cinzeiros. Ou cadeiras…
Alvaro
-02/07/2012 às 11:51
Para derrubar uma reputação construída com falácias, meias-verdades, argumentação cínica e incompetente e, o que é pior, íntimo conluio com a escória moral desse país, não é preciso usar das baixarias em que os esquerdiotas são mestres. Basta falar a verdade, sòmente a verdade, como fez o brilhante J. R. Guzzo. Parabéns ao jornalista e à empresa que lhe serve de púlpito na defesa dos valores morais e éticos da sociedade, cada vez mais aviltados por uma quadrilha que se assenhorou do país graças à ignorância dos milhões de abandonados da sorte e à inconsequência de muitos que passaram pelos bancos escolares e nada aprenderam.
Luiz Cesar
-02/07/2012 às 11:49
Guzzo, parabéns pelo artigo.
Quanto à opinião que diz que o réu vai para o julgamento condenado pela mídia que já influenciou o juri, num pais de impunidades, nada pode ser mais sensato do que uma condenação. Que se faça a justiça de uma forma ou de outra. Quem não quer ser julgado que ande direito. Não mate, não roube, não seja corrupto e se possível não seja do PT.
Nuno Alves
-02/07/2012 às 11:45
Marcio Thomás Bastos, apesar de todos os seus predicados está rumando de forma celere para a lata de lixo da história. Ao se tornar defensor incondicional dos companheiros apanhados em suas lambanças, e agora de um bandido de escol como Cachoeira, o Dr. Marcios está vendo sua contratação se tornar uma autêntica confissão de crime, pois contratá-lo, equivale a adimitir que tem culpa no cartório.
Excelente artigo, numa hora precisa, pois Bastos sem dúvida vai orientar a defesa dos mensaleiros e tentar livra-los dos crimes que cometeram contra o Brasil.
MAYA
-02/07/2012 às 10:51
Esse canalha usa os conhecimentos que teve como ministro da
justiça,para defender comparsas bandidos de estimação.
Verdadeiro advogado do diabo,sem caráter,vigarista escravo do
do dinheiro,só defende quem não presta.
juscelino
-02/07/2012 às 10:50
grande…..pena que se tomazinho ler , ele vai levar para usar na latrina….e os petistas vão taxar de .. de??? de que um petista poderia taxar esse artigo…..?
Francisco Costa
-02/07/2012 às 10:25
Magnífico artigo,pena que existe o sr/Dr.não sei
Antonio Pires pensa como o Dr.Bastos fala imprensa livre mais,a maltrata e chama os jurados de burros
quando diz que os mesmos já entram no Fórum com a cabeça feita pois a imprensa condena os reus e induz os jurados,quem costuma fazer lavagem cere-
bral é o Lula/PT ex. temos quando o Ministro Ricardo Lewandovisk tenta retardar a entrega do processo e diz está sendo precionado pelo STF.
weslei
-02/07/2012 às 10:24
Esse Marcio é pior que as pessoas que ele defende!
Paulo Bento Bandarra
-02/07/2012 às 10:04
Antonio Pires esqueceu que no caso do mensalão os jurados são togados da mais alta impunidade. Ninguém pode atingi-los. Como ocorre com o Ministro Ricardo Lewandowski que confessou sua amizade de família com a família de Lula, que o visitava com Luiz Marinho, e que deve ao ex-presidente a sua indicação.
.
Acusar a imprensa sobre o resultado dos Nardoni é esquecer todas as provas apresentadas no julgamento, muitas das quais não foi usadas antes. Até absurdas teses da defesa foram difundidas pela imprensa na tentativa de inocentar os réus. O midiático perito de Alagoas ganhou as manchetes tentando desqualificar as perícias. Em vão.
tonto
-02/07/2012 às 9:35
Bom dia Augusto.
Até agora não li de nenhum comentarista a respeito de MTB sobre alguma defesa juridicamente brilhante e incontestável que ele tenha feito de algum criminoso que ele tenha livrado da cana. É mais aqueles apelos à opinião pública e aos subterrâneos da política, como o que foi usado para converter o mensalão em crime de caixa 2, que passa a impressão para os leigos que o adv é o bicho. Então essa declaração que ele fez sobre a atuação da imprensa e a comparação com o caso dos pais que passaram o cerol na filha é apenas uma destas intervenções com o intuíto de atrair para seus clientes a dúvida ou incerteza sobre a culpabilidade dos mesmos e influenciar, com a ajuda dos defensores a soldo dos réus, na convicção dos juises do Supremo que ainda não estão convictos da “inocência” dos larápios. O resto é só filosofia hipócrita, como disse o grande criminalista.
luis
-02/07/2012 às 9:25
Esse sr deveria aprender o que e democracia em paises como Inglaterra e eua onde a imprensa participa de absolutamente tudo e onde pessoas como ele deveriam dar satisfacoes sobre as besteiras que falam para encobrir os ci
rimes de bandidos. Paises democraticos, mas esse sr deve ter a venezuela de chaves como parametro.
Curioso de Matão
-02/07/2012 às 8:54
Sem a liberdade de imprensa, haveria algum tribunal para julgar os casos da importância mafiosa do Mensalão???
Sem a liberdade de imprensa, poder-se-ia saber das circunstâncias dos maiores crimes políticos praticados por falsos líderes poderosos???
Somente valoriza-se a liberdade depois de perdê-la???
Quem gosta da impunidade é o cúmplice???
Humm …
Fernando
-02/07/2012 às 8:34
É mais um b* entre os petralhas.
Aldo Matias Pereira
-02/07/2012 às 8:32
Augusto,
Não haveria nada a acrescentar ao brilhante artigo de J.R.Guzzo. Até aí, nenhuma novidade!
Acontece que um diligente funcionário do pt, como esse senhor, tem de mostrar serviço e, principalmente, obedecer cegamente às ordens de seu dono: luizinaciolulladasilva. E ele não tem do que reclamar, principalmente dos honorários que compram sua moral e sua ética. Não é a toa que é um dos maiores especialistas em CC5 (vale dizer: lavagem de dinheiro) e mentor de pareceres e defesas que colocam grandes mafiosos nacionais no rol dos santos e puros desse lado do Equador. Se tivesse um mínimo de senso ético declarar-se-ia impedido de defender Cachoeira, pelo simples fato de ser um dos mentores da teoria de que o mensalão não passou de uma farsa e das diversas filigranas incorporadas por petistas e afins para impedir o julgamento de criminosos mais que comprometidos. Afinal, os “recursos não contabilizados”, as “sobras de campanha” ou o “apenas caixa dois”, não são invenções suas para livrar a cara dos seus bandidos de estimação? E não está apenas exercendo o papel que lulla lhe ordenou e zedirceu cobra?
LABOR
-02/07/2012 às 8:08
Antônio Pires (23:05) -O seu raciocínio parece correto. Há , no entanto, que considerarmos que os réus têm advogado de defesa. Cabe a eles dar aos jurados elementos que permitam um voto isento
do que a mídia veicula. Já fui jurado e jamais me deixei influenciar por quem quer que seja. Assim, o “erro crasso” parece-me não existir.
Adi
-02/07/2012 às 7:20
Caro Augusto Nunes
Márcio Thomaz Bastos acredito que pela posição atual nem se dignaria em aceitaria defender Carlinhos Cachoeira não fosse ordenado para tal. Tenho convicção disto, há muita gente que não deveria envolvido com este criminoso, que se não for bem tratado vai contar o que sabe. Ainda ontem no programa Fantástico da Globo, sua mulher fez menção de que tem muito a dizer, se vai fazer isto ou não depende de como as coisas vão andar esta semana.
Tem muita gente preocupada, não fosse isto não vejo como expor Thomaz Bastos desta maneira, o tiro realmente saiu pela culatra, tentaram se vingar de Demostenes Torres que se mostrou no fin.al das contas em aliado dessa gente
Drakko
-02/07/2012 às 7:08
O PT -sob a batuta de lula- conseguiu fazer o que eu achava impossível: pela primeira vez na vida sinto uma vergonha IMENSA de ser brasileiro.
maria
-02/07/2012 às 2:17
O advogado do DIABO.
jose francisco santoro
-02/07/2012 às 1:44
Infelizmente,mas infelizmente mesmo concordo com tudo que foi escrito no texto.E não venha um advogado qualquer (vide comentário abaixo) querer explicar o contrário.Conversa de advogado é sempre assim…defende o indefensável com o juridiquês incompreensível para a maioria.Blá blá blá.
J.B.CRUZ
-02/07/2012 às 1:05
“HOMEM de saber jurídico só comparável a do REI SALOMÃO”…Sou fâ do J.R.GUZZO, mas esta frase recuso-me a concordar..Com SALOMÃO não tinha filigranas e nem “brechas na LEI”; era SIM,SIM,NÃO NÃO….
camal1
-02/07/2012 às 0:52
Por isso a minha tese de que advogado criminalista deveria abster-se de patrocinar a defesa de bandidos notórios que estão encarcerados em presídios de segurança máxima e afins (tipo Fernandinho Beira-Mar, Elias Maluco, Nem, Carlinhos Cachoeira) e aqueles envolvidos com o crime organizado no desvio de verbas públicas (mensaleiros, sanguessugas, anões do orçamento), pois assim agindo são, no mínimo, coniventes com a bandidagem.
Tudo em nome do instituto constitucional do direito ao contraditório e a ampla defesa e, claro, dos polpudos honorários.
O que os advogados deveriam ter em mente é que vivendo de soltar bandidos (uma, duas, cinco, oito, dez vezes) eles estão contribuindo diretamente para o aumento da criminalidade, incentivando o tráfico de drogas e de armas, a prática de homicídios, os assaltos a banco e ao comércio, a disseminação da violência na sociedade obrigada a se trancar em suas casas.
A partir do momento que tais causídicos, imbuídos da ganância peculiar aos criminosos e do desprezo à ética, embarcam nas aventuras processuais em busca de notoriedade e do dinheiro sujo, marcado pelos evidentes vestígios de sangue e de drogas, tornam-se criminosos também.
Isso deveria ficar a cargo do estado, através da defensoria pública. O defensor faria a defesa desses elementos com base na letra fria da Lei. Evitar-se-ia chicanas e as famosas brechas da norma jurídica.
Já disse em outro comentário nesta Coluna, sobre o mesmo Dr. Márcio e seus milhões de honorários, que jamais receberei tanto dinheiro proveniente da minha atividade profissional, como advogado em Natal/RN, em toda a minha vida, saliente-se, equivalente à primeira parcela da defesa de Cachoeira: cinco milhões de reais. Ressalte-se que o referido advogado ainda receberá, pelo esforço hercúleo de transformar o contraventor em um inofensivo(?) sacristão, a bagatela de mais duas prestações de igual valor (5 mi vezes 2).
Muito embora o advogado e ex-ministro da Justiça, Tomás Bastos, tenha angariado tanto prestígio e dinheiro, envergonho-me de pertencer à mesma categoria profissional dele, um homem inescrupuloso, amoral, antiético e sem caráter, capaz de mudar a face do delito em nome dos honorários, venham de onde vier.
Jeremias-no-deserto
-02/07/2012 às 0:43
Brilhante análise da atual situação jurídica em nosso país, Guzzo.Bastos é o símbolo máximo da corrupta estrutura de poder existente em no Brasil e como ela manipula perversamente todas as instituições,através da disseminação de juízos falsos sobre o papel da imprensa. Valores éticos duramente conquistados através de séculos de luta pela liberdade democrática tornam-se alvos dos ataques constantes do ex ministro da justiça. A prática é recorrente em todas as tiranias e a imprensa, sempre forte em grandes democracias, empalidece a sua voz na nação, seja cooptada pela generosidade da distribuição de verbas oficiais, seja pelo medo de setores de perder seu mais rico anunciante, o governo.E o que acontece é que a imprensa deixa de exercer o seu mais precípuo desiderato, que é o de informar a opinião pública sobre as mazelas dos governos de forma honesta e imparcial.
chapeuveio
-02/07/2012 às 0:12
Pra mim não passa de um lixo humano.Mercenário que aceitaria defender Satanás desde que bem remunerado.Conhecimento jurídico tem de sobra,porém,isso não o torna um moralista,muito menos um homem honrado.E vou além:é tão bandido e inescrupuloso quanto à corja que defende.
Antonio Pires
-01/07/2012 às 23:05
Olá. Sou seu fã, Guzzo, meu nome é Antonio, de SP-SP. Sou assinante de Veja.
Há um erro crasso no seu artigo, sobre o Márcio Thomaz Bastos.
Embora eu concorde c/ vc quanto ao mérito, claro (imprensa livre), como sou da área jurídica preciso dizer que vc cometeu uma impropriedade, um erro, e precisa aprender um pouco sobre este pequeno pormenor do Direito p/ não errar mais.
Quando vc diz que a mídia não influencia os juízes, que estes julgam c/ base no que está nos autos, há um erro jurídico crasso aí que, por óbvio, vc certamente desconhece.
Veja, Guzzo, quando um fulano é julgado por homicídio, não é julgado por juízes imunes à mídia, mas pelo povo, pelos jurados.
Os jurados são pessoas do povo, escolhidas p/ sentar-se nas cadeiras que vão selar a sorte do acusado de assassinato.
O juiz não apita nada ali, só faz a dosimetria da pena ao final (e conduz os trabalhos, é claro).
Não é o caso dos mensaleiros do artigo, por evidente, mas vc citou os Nardoni e os Nardoni, embora c/ as defesas técnicas possíveis, já entraram no Fórum condenados pela mídia, que fez a cabeça dos 7 jurados do povo. Fez mesmo, bombardeou. Revistas e programas (quiçá ruins) de TV.
Então, o artigo precisa esclarecer, talvez fazer uma ressalva na próxima edição, sobre o seguinte: a mídia faz a cabeça dos jurados em casos de assassinato que vão a júri popular, com certeza, como é facilmente observado e apreendido por todos nós. A mídia detona a pré-julga e condena 1 fulano acusado de homicídio nos programas televisivos, caso insista em demonstrar a todos nós que o camarada é culpado. P. ex., o homem que matou Mércia Nakashima já está condenado.
Quando a mídia se apura em advogar nos casos rumorosos de homicídio, aí é só esperar os jurados confirmarem depois de um tempo.
Um abraço,
Antonio
mateus rio de janeiro
-01/07/2012 às 22:24
O que ele fez na SEGURANÇA PÚBLICA como ministro, se o BRASIL tem 50.000 homicídios/ano, segundo a ONU.Coitadismo só de um lado. E os parentes das vítimas dos homicídios registrados no BRASIL? Famílias desses mortos sem BOLSA-DITADURA, sem comissão da verdade para saber como seus entes morreram. Pior, não existe política de segurança pública na 6ª economia do planeta por causa do MENSALÃO e das bilionárias verbas públicas para obras superfaturadas, como no escândalo DELTA-CACHOEIRA…João Hélio Fernandes Vieites de 6 anos, vítima-símbolo do governo comunista do bandido-companheiro.O garoto foi morto pelo sangramento amarrado no párachoque de um carro dirigido por marginal com longa ficha criminal, nunca numa democracia e num país civilizado, bandidos viveriam livres nas ruas e com licença para matar, por ABSOLUTA FALTA DE SEGURANÇA PÚBLICA. É melhor ter mensaleiro vivo e com dinheiro de honorários, a origem pouco importa.
LIMA
-01/07/2012 às 21:46
AUGUSTO.
O DR.MARCIO, GRANDE ADVOGADO, QUE RECEBE HONORÁRIOS VULTOSOS E DE QUALQUER UM QUE POSSA PAGAR, USA DE SEUS CONHECIMENTOS E FAMA, PARA DEFENDER, TAMBÉM, OS BANDIDOS. ATACANDO Á IMPRENSA, ELE MOSTRA BEM COMO SÃO OS LULOPETISTA.
antonio
-01/07/2012 às 21:43
Com tantas informações obtidas na sua passagem pelo ministerio da justiça/policia federal,deveria ter vergonha esse advogado MTB em vangloriar se perante os brasileiros,isso é uma vergonha-imoral
ronaldo souza
-01/07/2012 às 21:39
J R Guzzo, magnífica publicação.Vale lembrar que o advogado M T Bastos,quando era Ministro da Justiça,livrou a cara do rei do Brasil,ao impedir que se investigasse de onde veio o montão de reais e euros, assim como dólares que recheiavam a maleta encontrada com os aloprados no Hotel IBIS em São Paulo.Afinal, aproximava-se a data da eleição,e o esclarecimento poderia detonar o sonho do sapo barbudo de continuar a ser rei.Ordem dada e cumprida , e a PF guarda até hoje, os quase hum milhão e otocentos mil reais, que comprariam um dossiê contra José Serra. Golpe baixo praticado pelo Ex_Ministro,a favor do dono do PT e rei do Brasil, D. PREDO III,mas pode chamar de LULLA.
Zelia
-01/07/2012 às 21:33
Fantastico!!!!
joca
-01/07/2012 às 21:22
Estou tentando atender ao convite formulado no último parágrafo. Mas a escolha, qualquer que seja , será abissalmente trágica, por absoluta impossibilidade de contrapo uma à outra com vergonha, decência e princípio.
Guina
-01/07/2012 às 20:52
Não sei de o Márcio Tomaz Bastos é petista. Mas penso que a sua orientação ideológica é representada basicamente pelos cifrões ($$$$).
Shlomo
-01/07/2012 às 20:32
O sr. citado no artigo não tem um pingo de meu respeito. JR Guzzo foi benevolente com o cidadão que foi um ministro da justiça pernicioso.
Torcedor
-01/07/2012 às 20:25
Eu torço para que o brilhante advogado chegue aos 120 ou mais anos de idade. Bem sofridos!
Frederico Oliveira
-01/07/2012 às 20:22
O doutor MTB é a personificação do mau advogado, e acho até que cabe a cassação de sua licença perante a OAB. Se esta entidade, que tem em sua primeira e mais altruista concepção, manter a lógica e honesta condução de seus “autorizados” a advogar, deveria, também, mante-los sob julgamento de hábitos e discernimentos sobre o que ela justamente consideraria sobra “ORDEM” desses advogados.
Pedro
-01/07/2012 às 20:14
O Márcio Bastos é apenas mais uma das aparições do Dr. Fausto, que de tempos em tempos ressurge para assombrar a humanidade. No Brasil, o Dr. Fausto já apareceu na forma de advogado ou jurisconsulto, como por exemplo na figura do Luiz Antonio da Gama e Silva, ministro da Justiça que redigiu o famigerado AI-5. Não por acaso ambos tem seus retratos pendurados lado a lado na mesma parede em Brasília, provavelmente para deleite do Mefistófeles.
Casé
-01/07/2012 às 19:45
O papel de um advogado, é mais do que tudo, o de estimular o aperfeiçoamento das instituições do Estado, na obtenção de provas contra os acusados. O papel do advogado é visceral em qualquer sociedade democrática, pois ao fim desta empreitada, não terá defendido “um culpado”, mas estabelecido as linhas nas quais o Estado pode julgar um cidadão, e assim protegido tantos e tantos milhares de inocentes. Um advogado não é Deus, mesmo quando muitos se esquecem disso ao elevá-lo a um grau em que não se encontra. Um advogado não faz milagre ao defender um acusado, contra o qual existe legais e sólidas provas que o denunciam, neste caso o advogado apenas exige que a pena, seja conforme ao que já é pré-estabelecido em lei, e não deixar que se expurguem “todos os pecados da sociedade num ritual de antropofagia”. Quando um réu sai livre de um julgamento, muitos tentam culpar o advogado erroneamente, não é este o culpado, mas o Estado, que não conseguiu produzir provas, que não se aperfeiçoou, que não se dedicou a evoluir, e mesmo assim busca a “justiça”, mesmo que ela subitamente atinja um inocente. A máxima de um verdadeiro advogado, é “valem mais mil culpados soltos, do que um único inocente preso.” Esta é também a máxima de qualquer Estado Democrático de Direito! Se não houvesse a figura do advogado, apenas um dedo em riste de um desafeto, serviria para destruir vidas inocentes e isto há relativamente pouco tempo, era umas das rodas pelas quais funcionava toda a Justiça!
esther correa
-01/07/2012 às 19:23
Perfeito o artigo do Guzzo que traduz com perfeição tudo o que eu penso sobre o MTB. Exatamente por ele ser quem é, merece o título de HSV de junho e para sempre. Pela sua cultura e inteligência jamais poderia fazer o que tem feito, nem tampouco falar o que tem dito. Mas, como é petralha, a lógica para ele não funciona.
delmo oliveira
-01/07/2012 às 19:02
Caro Augusto;
Parabéns ao J.R.Guzzo pela brilhante e oportuna mensagem sobre o atual comportamento do simpatizante Petista e advº Márcio Tomaz Bastos. Tem um ditado que diz: “Ao meu Rei tudo, menos minha HONRA”. Nem sempre é assim, o vil metal, a vaidade,às vezes fazem estragos em personalidades que até então estavam acima de qualquer suspeita. É lamentável a situação e comportamento atual do MTB !!!
José Figueredo
-01/07/2012 às 19:02
Não são os doutores advogados,padres e pastores e nem os policiais que estão contribuindo com sua parte para o melhoramento das condições de justiça,honradez,préstimos,agilidade e discernimento ético para as fatalidades que se multiplicam país afora.Vejamos os casos de Honduras e o Paraguai dando-nos lições de como se deve seguir um tratado entre os cidadãos e o Estado.O ente que não cumpre as normas acordadas na “Magna Carta”.simplesmente deve ser afastado para que a nação não seja prejudicada.Grande Jornalista Guzzo que não desperdiça uma crônica na sua árdua missão de desvelo com a verdade dos fatos.Tem político(senador)e outros interessados que acham que a imprensa deveria só propagar receitas de bolo.Não fosse a Veja os eleitores engoliriam o bolo na seca
Siará Grande
-01/07/2012 às 18:48
J. R. Guzzo brilhante como sempre.
saulo
-01/07/2012 às 18:08
Fantástico texto!!!
Antonio Simões
-01/07/2012 às 17:30
Sempre arguto,incisivo e brilhante o jornalista J.R.Guzzo é homem que honra a sua categoria profissional.. Já o Sr. descrito no texto acima, virou há muito tempo um mero advogado porta de cadeia de luxo para quadrilheiros endinheirados.!O Sr. Bastos jogou a sua biografia admirável na lata de lixo!Adios.
Eduardo
-01/07/2012 às 17:17
Fico com Heráclito Fontoura Sobral Pinto. Tanto como advogado que sou (com OAB/RN) quanto como pessoa e cidadão em perfeitas condições de minhas faculdades mentais e físicas e no exercício de minhas atividades, sem qualquer ficha criminal que me desabone. O que garante que entendi o artigo, concordo com o autor e entendo que se há na justiça, no sentido mais simples, óbvio e histórico do termo, o Dr. Sobral Pinto expressou de maneira clara e precisa o papel de um advogado criminalista. Ponto.
CLAUDIUS
-01/07/2012 às 16:14
E tem mais. Ele usa, como ex-Ministro da Justiça, todo o aparato do Serviço Público.
Spitfire
-01/07/2012 às 15:31
Caro Guzzo, M.T.Bastos pode ser culto, capaz, inteligente e muito rico mas, como você afirma no seu artigo, M.T.Bastos faz afirmações perturbadoras e a mais extraordinária delas é quando diz que a imprensa “tomou partido” contra os réus do mensalão. M.T. Bastos pode ter todos os atributos acima mencionados, porém faltam-lhe escrupulos, postura ética e moral, caráter e honestidade e portanto, para mim e os brasileiros de bem, que não precisam de advogado criminalista, ele é um advogado extra-ordinário. É por isso que ele combina tão bem com o lulla e o resto dos petralhas.
Carlos Gomes
-01/07/2012 às 15:14
Esse é um texto definitivo sobre esse senhor e o mensalão,que se arrasta há sete anos absolutamente impune. Me repito uma vez mais:nós cidadãos de bem desse país e leitores de Veja, estaríamos perdidos para sempre se não fossem Guzzo e os demais e brilhantes jornalistas que aqui escrevem nos orientando e iluminando sobre toda essa sujeira e horror a que somos expostos. À VEJA e ao Roberto Civitta,
também, claro,obrigado!
rcabral
-01/07/2012 às 14:08
Uma brilhante análise da estratégia por detrás das declarações do ex-ministro, visando a absolvição dos mensaleiros. Quanto aos elogios ao grande criminalista, me parecem exagerados. Este cidadão é apenas um sofisticado advogado de porta de cadeia, sem escrúpulos, para quem quanto maior a culpa do réu, maior é o seu ganho. Como ministro da Justiça, maculou os princípios republicanos que deveriam pautar a ação da Polícia Federal ao usá-la como polícia política a serviço de um partido. Sua presença entre os defensores dos mensaleiros vale como uma confissão.
Valentina de Botas
-01/07/2012 às 13:56
Simplesmente perfeito, Guzzo isola cada nota da lira do delírio que o grão-duque do lulopetismo tem entoado. Como um zeloso luthier, MTB não se ocupa apenas de fazer soar a composição obscura, mas também afina as cordas de seu instrumento para cada situação – os primeiros acordes ressoaram com a perpetração da tese de verba não contabilizada para travestir o mensalão de um crime menos grave. Guzzo as desmantelou todas. De quebra, o brilhante artigo, ainda contribui para o dicionário da novilíngua: ‘clamor popular’ pode ser ‘opinião pública’, se favorável à cambada; ou ‘linchamento moral’, quando a desagrada. Magnífico artigo, Augusto, melhorou o já bonito domingo. Um beijo
Petista arrependido
-01/07/2012 às 12:53
Guzzo,
Judas se vendeu por 30 dinheiros para trair Jesus.
No Brasil se vendem por 15 milhões para trair o povo.
Sinal dos tempos…
Lis Biriti
-01/07/2012 às 12:40
Ler os artigos “musculosos” de J.R.Guzzo na internet faz bem para o olho, a razão, o corpo e a alma, sempre repleta de artículos fracotes e chinfrins.
RONALDE
-01/07/2012 às 12:21
Segundo os dicionários, a palavra boçal tem os seguintes significados: inculto, rude,simples,primário. Realmente o Márcio não pertence a essa categoria de pessoas. Para
(des)classificá-lo, há necessidade de irmos mais a a fundo para desobrir qual a motivação,além da monetária, de uma personalidade como a dele se achegar ao que há de mais pernicioso no país que são o PT e os bandidos a esse partido associados.
dpiresmont
-01/07/2012 às 11:35
Antes do governo petista, não sabia quem era o Sr. MTB. Agora, sabemos porque foi escolhido como Ministro da Justiça de um governo que vive precisando dos seus serviços de criminalista.
Sabemos também, que o ‘ilustre’ não tem o menor pudor em defender bandidos e receber dinheiro sujo.
Fato, a imprensa séria, ética, isenta, é a voz do povo, reflete o clamor popular e não o contrário.
Os farsantes que defendem os mensaleiros, esquecem que, o delator fazia parte da quadrilha e também é réu;
Apurações foram feitas por uma CPI cujo presidente é petista e tinha vários outros petistas como membros analisando documentos, recolhendo provas.
Quando negam o mensalão, estão jogando no lixo a honestidade, a honra dos integrantes da CPI, principalmente, petistas, dentre os quais o atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, do PT.
FM
-01/07/2012 às 11:16
A prosopopeia de Marcio Marcio Tomaz Bastos é um lixo pois nela ele com cinismo ele ataca a liberdade de imprensa e por conseguinte a democracia que ele devia defender antes de qualquer coisa. Assumido num único adjetivo se define o seu caráter. Ele é petista.
Prequeté
-01/07/2012 às 11:12
Concordo com quase todo o artigo de Guzzo, mas no final ele também comete uma grande confusão, uma imprecisão e uma injustiça ao chamar de coautor o advogado do acusado de um crime. Esquece-se que o direito de defesa não pode nem deve ser negado a ninguém numa democracia.
E, para mim e não só para mim, lullalau está muito longe de ser “a maior liderança política do Brasil”. Foi só um demagogo inescrupuloso que teve a sorte de contar com um Zeitgeist pró-esquerdista e uma oposição vergonhosamente leniente.
LUG
-01/07/2012 às 10:44
Parabens, primoroso o artigo. Saudações ao autor.
Faltou so o nome do criminalista falecido, fecho de ouro do artigo, que tinha honra, dignidade e lucidez, qualidades essas que não se encontram comumente entre os advogados que defendem quem bem -beníssimo- lhes pague as defesas.