Blogs e Colunistas

15/04/2014

às 19:54 \ Feira Livre

Jornalista dinamarquês desiste de cobrir a Copa depois do que viu em Fortaleza

10154502_10152327659570280_7047534159843427369_n

MIKKEL KELDORF JENSEN

Quase dois anos e meio atrás eu estava sonhando em cobrir a Copa do Mundo no Brasil. O melhor esporte do mundo em um país maravilhoso. Eu fiz um plano e vim estudar no Brasil. Aprendi português e estava preparado para voltar.

Voltei em setembro de 2013. O sonho seria cumprido. Mas hoje, dois meses antes da festa da Copa, decidi que não vou continuar aqui. O sonho se transformou em pesadelo.

Durante cinco meses fiquei documentando as consequências da Copa. Existem várias: remoções, Forças Armadas e PMs nas comunidades, corrupção, projetos sociais fechando. Descobri que todos os projetos e mudanças têm como objetivo pessoas como eu – um gringo e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar.

Em março, estive em Fortaleza para conhecer a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje. Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças da rua e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em áreas com muitos turistas. Por quê? Para deixar a cidade limpa para os gringos e a imprensa internacional? Por causa de mim?

Em Fortaleza eu encontrei Allison, 13 anos, que vive nas ruas. Um cara com uma vida muito difícil. Ele não tinha nada – só um pacote de amendoins. Quando nos encontramos ele me ofereceu tudo o que tinha, ou seja, os amendoins. Esse cara, que não tem nada, ofereceu a única coisa de valor que tinha para um gringo que carregava equipamentos de filmagem no valor de R$ 10.000 e tinha um MasterCard no bolso. Inacreditável.

Mas a vida dele está em perigo por causa de pessoas como eu. Ele corre o risco de se tornar a próxima vítima da limpeza que acontece em Fortaleza.

Eu não posso cobrir esse evento depois de saber que o preço da Copa não só é o mais alto da história em reais e centavos – também é um preço que, estou convencido disso, inclui vidas de crianças.

Hoje, vou para a Dinamarca e não voltarei para o Brasil. Minha presença só está contribuindo para um desagradável show. Um show de que eu, dois anos e meio atrás, sonhava participar. Mas hoje eu vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para criticar e focar no preço real da Copa do Mundo do Brasil.

Alguém quer dois ingressos para o jogo entre França e Equador no dia 25 de Junho?

*O dinamarquês Mikkel Jensen é jornalista independente

Deixe o seu comentário

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA

Envie um comentário

O seu endereço de email não será publicado

208 Comentários

  • Emerson

    -

    10/12/2014 às 11:38

    Na verdade a grande maioria das pessoas brasileiras sabe muito bem o que ocorre. Deixem de hipocrisia! É preciso vir um gringo e comentar uma situação que vemos todos os dias para ficarmos chocados, fala sério! O sistema é muito complexos, envolve interesses da Fifa, dos grandes veículos de comunicação, de políticos, de empresários etc… Pra coisa mudar a coisa de verdade minha gente é preciso investir pesado em educação, com escolas de período integral e reforma na legislação penal penal. As leis tem que ser mais claras e objetivas. pra vcs terem uma ideia, a mais alta cúpula da justiça brasileira entende de varias formas um mesmo crime. uns acha que ladrão é inocente outros acha que é culpado. outros não acham nada, por motivos de interesse próprio ou de determinados grupos, e quem se ferra é o povão. Então deixem de hipocrisia. Educação de período integral já!

  • Karen Victoria

    -

    26/5/2014 às 17:09

    Olhar eu estou chocada com isso eu moro em fortaleza,eu já vir faria coisa mais matar crianças isso é o limite eu tenho 12 anos de idade posso não se adulta mais eu sei o que é certo o que é errador isso foi até além do limite que país é esse que tem tanto interesse que não faz nada pela própria nação na boa eu no seu ligar eu faria o mesmo por dia até se no meu país na minha cidade,eu faria porque é a nossa nação que esta em jogo, ou daqui uns tempo não vai ter né população que nova geração é essa MEU DEUS ,DEUS É MAIS
    Na boa,essa é a primeira copa que eu estou participando mais se eu soube-se que era desse jeito eu iria preferi que né ouve-se copa no Brasil na boa o Brasil é uma POCARIA com todas as letras,só peço uma coisa todos os dias PAZ E UM PAÍS MELHOR , o Brasil só piora …

  • Marcia Fernandes

    -

    30/4/2014 às 10:31

    Isso é o mesmo que se sente quem vai a Cuba ou a outro qualquer país em ditadura comunista…Na Venezuela nas Ilhas Margaridas com a falta já crônica de papel higiênico estão distribuindo guardanapos(nos hotéis mais finos!).O que ele viu foi só um tira gosto pq se fosse mais ainda para o interior do Maranhão,Piaui iria ver meninas de 10 anos sendo engravidadas pelos proprios pais,irmãos e até mesmo avós,fome cronica,doenças que teoricamente estão extintas.Vem com mais calma sr.que ainda falta muita coisa para se horrorizar aqui no reino de Dom Barba,começando pelos nossos políticos e juízes se a viagem for com pouco dinheiro!

  • juliana

    -

    29/4/2014 às 13:39

    Deus quer te dar um grande livramento, pois es escolhido do senhor!

  • Luiz Schuwinski

    -

    28/4/2014 às 20:01

    Felizmente, o jornalista dinamarquês escapou de ser cooptado pela Caixa e pelo Banco do Brasil para fazer apologia da ‘Copa-da-Bola-Furada’!
    O estrangeiro que vier a conhecer o Brasil em profundidade, jamais voltará. Este País é uma verdadeira Ilha do Tesouro – só tem pirata!
    Para o bem da Nação, o Brasil precisa perder a Copa.

  • Cláudio

    -

    28/4/2014 às 16:56

    O custo real dessa copa “aborto” do lula, será, dentre outras, a miséria moral e financeira de uma nação. Sou e sempre fui a favor da educação como real libertadora de um povo e serei totalmente contra atos populistas como copa e olimpíada como sede em países do terceiro mundo.

  • Cristina

    -

    28/4/2014 às 16:41

    Esse Mikkel é uma anta!O governo do PT só quer roubar,não quer impressionar gringo nenhum!!!!E os dimenores assassinos estão por cima da carne seca aqui,são seres intocáveis!GRINGO MENTIROSO!!!!!

  • Luiz Claudio

    -

    28/4/2014 às 12:14

    Fato 1: O nórdico “jornalista independente” falou com algumas pessoas que o colocaram “em contato com crianças da rua” e ficou “sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em áreas com muitos turistas” (…). Fato 2: Ele falou com “Allison, 13 anos, que vive nas ruas. Um cara com uma vida muito difícil. Ele não tinha nada – só um pacote de amendoins. Quando nos encontramos ele me ofereceu tudo o que tinha, ou seja, os amendoins. Esse cara, que não tem nada, ofereceu a única coisa de valor que tinha para um gringo que carregava equipamentos de filmagem no valor de R$ 10.000 e tinha um MasterCard no bolso”… Só tem isso de fato, nada mais!… Penso que seja pouca investigação para muita conclusão, adjetivos e, principalmente para falar mal do país que o acolheu. Devia vir e com a liberdade que vigora aqui fazer uma reportagem de verdade, se é que ele foi sincero ao elogiar a generosidade do jovem Allison e considera mesmo o Brasil “um país maravilhoso”. Não desista de vir não, venha, doe os ingressos ou venda e investigue mesmo os supostos desaparecimentos de Fortaleza. Cinco meses foi muito tempo para tão pouco. Ah! Elee falou também de “projetos sociais fechados” e “corrupção”, mas isso não foi a sua causa principal, mas bem que podia investigar isso também e dar nome aos “bois”.

  • Junior - vila velha es

    -

    28/4/2014 às 9:31

    Parabéns ao Jornalista dinamarquês Mikkel Jensen pela atitude. infelizmente tudo o que ele disse eu tbm presenciei quando fiquei trinta dias em fortaleza. sinceramente eu gostaria q o altíssimo criador colocasse no coração de todos os jornalistas do país a necessidade de se revelar toda a verdade por trás desses eventos para poder mostrar claramente quem são de fato os sangue sugas do país

  • Eduardo

    -

    28/4/2014 às 8:25

    Seus ingressos nem se você me pagar eu queria, pois em momento nenhum concordei com esta estupides, pois vivemos em um país cheio de necessidades, mas agradeço as suas palavras e faço o mesmo que você, quem vier vai sofrer e muito, pois aqui não existe verdade.

  • igor

    -

    27/4/2014 às 20:39

    Engraçado como um gringo falando verdades sobre o Brasil açula o ufanismo de alguns, como se vê em alguns comentários abaixo. Isso me lembra o reporter gringo que disse que o Lula tomava umas e outras e chegou a ser expulso do país pelo governo petista. No Brasil, até quem não se diz de esquerda tem um terrível cacoete de esquerda, que é essa reação furiosa a
    qualquer crítica que venha de um estrangeiro. Como jornalista, o dever dele é documentar o que viu.

  • Francisco Cioffi

    -

    26/4/2014 às 20:02

    Gringo idiota, vem pra Sampa ou Rio e vou te dizer como é a limpeza étnica feita pelos de menor apaniguados do PT, como eles fazem o latrocínio e não dá nada. Ah se fosse aí na Dinamarca, aliás a Dinamarca recentemente, andou se metendo nos assuntos internos do Brasil advogando na ONU que a Polícia Militar brasileira deveria ser extinta como pretende o PT com a PEC 51 ! Curioso né !

  • Charles A.

    -

    26/4/2014 às 14:05

    Quando o jornalista esteve no Brasil aprendendo português, quanto tempo ficou e onde? Não viu nada acontecendo? Só em Fortaleza acontecem coisas assim? E os menores que assassinam pessoas todos os dias,em todas as regiões do Brasil ,ele não viu? Acha que a violência por aqui só é praticada para impressionar gringos? A Copa no Brasil,assim como o PT, como todos sabem, é uma aberração financeira,humana,política,comercial,etc. Mas o jornalista aí também é uma aberração mal informada. Já li ,ouvi e vi muitas denúncias de prostituição infantil,venda de crianças,turismo sexual e outras barbaridades que acontecem no Brasil,principalmente em Fortaleza.Nunca tinha ouvido falar em limpeza higienista.O jornalista dinamarquês precisaria ver a realidade antes de tirar conclusões.A realidade pode ser pior do que a crítica.

  • Santos

    -

    25/4/2014 às 23:43

    Um governo que dizia que os investimentos nas obras da copa seriam privados, está gastando mais de 95% de verbas públicas na construção de estádios , na maioria particulares. Enquanto isso faltam leitos e remédios no hospitais públicos, faltam escolas e os professores são mau remunerados, faltam leis contra o crime, e suporte aos policiais. Fora PT.

  • maurizio

    -

    25/4/2014 às 13:57

    Não duvido de nada mais, o Brasil e um berço de aberrações, cada dia aparece algo que e mais inacreditavel do que algo do dia anterior,o Brasil da copa um verdadeiro gol contra aos brasileiros.

  • tere

    -

    25/4/2014 às 13:23

    Eu não duvido de mais nada! “Aqui tudo é possível”, como diz o velho ditado!

  • joaoo dalton barbosa

    -

    25/4/2014 às 10:08

    Va de Retro Satanas ….

  • sousa

    -

    25/4/2014 às 9:33

    Infelizmente esta e a realidade do nosso Brasil.

  • dionysio

    -

    25/4/2014 às 1:11

    Nao ha verdade alguma nestes textos dessa pessoa, pesquisando um pouco mais se nota a verdade. Nunca ouvi falar em matanca de monores em Fortaleza como citado por este gringo. Estes dados dessa ong mexicanas nao refletem a realidade, pois a maior parte da criminalidade aqui se faz de bandido contra bandido por controle de areas de trafico de entorpecentes

  • joão nogueira

    -

    24/4/2014 às 22:52

    O que acontece aqui, como em todo o Brasil, são os menores matando os cidadãos. Desconheço esse tipo de “limpeza” em Fortaleza.

  • Branco

    -

    24/4/2014 às 14:39

    Absolutamente idiota o texto desse jornalista. Ele veio estudar no Brasil, portanto, ficou algum tempo aqui, e só agora está alarmado com a situação do país. Sou morador de Fortaleza e felizmente nunca ouvi falar dessa “limpeza”, que, particularmente, eu acredito não existir. E, fala sério, esse tipo de “limpeza” para agradar gringo, é uma piada.
    O trecho abaixo é ridículo:

    “Mas a vida dele está em perigo por causa de pessoas como eu. Ele corre o risco de se tornar a próxima vítima da limpeza que acontece em Fortaleza”

    Os moradores de Fortaleza estão constantemente em risco. E não é por conta de gringo nenhum. É por falta de autoridade dos nossos governantes, que são corruptos, incompetentes e não colocam ordem em nosso país

  • Mirian

    -

    24/4/2014 às 14:29

    Esquisito. Acho que Mikkel Jensen não tem vocação para o jornalismo. Desistiu facilmente e perdeu a chance de documentar o contraditório, expondo as entranhas hediondas de um país explorado e saqueado desde que foi “descoberto”. Um país rico, tão pobre.

  • Waldomiro Luiz

    -

    24/4/2014 às 12:02

    Este é o retrato de nosso Brasil, pobre de nosso povo, ter que convicer com uma situação como essa.

  • Regina

    -

    23/4/2014 às 20:48

    ESTE GRINGO NÃO CONHECE O RESTO DO BRASIL, POIS ESTÃO FAZENDO ## LIMPEZA ## EM TODAS AS CIDADES-SEDE E ATÉ A COPA DO FIM DO MUNDO, NÃO HAVERÁ MAIS MENDIGOS EM SEMÁFAROS, EM BAIXO DE PONTES, NAS RUAS OU SEJA, UMA VERDADEIRA LIMPEZA PARA QUEM NÃO O Nº(TÍTULO DE ELEITOR) PARA AS ELEIÇÕES DE OUTUBRO. CAMBADA DE SEM VERGONHAS.

  • Sonia A. S.

    -

    22/4/2014 às 13:13

    No programa Manhattan Connection, desmentiram isto. É fato ou factoide?

  • Paulo Roberto

    -

    22/4/2014 às 2:18

    É infalível, dê tempo, nem precisa ser muito, aos auto denominados “progressistas” (mais certo seria denominá-los de vanguarda do atraso) e eles promovem um “exterminiozinho” em massa. Comunistas, socialistas, nazistas, fascistas, castristas, chavistas, petistas, todos muito higiênicos, adoram uma faxina social!

  • Ricardo Nobrega

    -

    21/4/2014 às 19:59

    O caro nórdico não está acostumado a esta realidade e com certeza nutre em sua essência, a cultura da justiça e da indignação. Essa realidade já foi escancarada para o mundo a bastante tempo, mas o preocupação da ONU no momento parece ser a de cassar ex integrantes dos regimes militares latinos e PONTO. O que o deixou tão sentido é o que vemos ocorrer por todo país. Quem tem pouco, entende a miséria e sabe o que é dividir o pouco que se tem, e este exemplo é tudo que não existe nas classes que dominam a política em “Banânia”. É como deveriam ver e RECEBER os sorridentes senhores que aparecem em seu país com uma comitiva em arrastão e como tudo pago pela classe otária. Ele está de parabéns.

  • Bruno Sampaio

    -

    21/4/2014 às 14:17

    Recomendo a leitura do artigo de Artue Xexéo, na revista do Jornal O GLobo de domingo, com algumas indagações bem interessantes:
    1. Nas copas que cobri, eu sempre fui na linha de frente. (…) Quer dizer, eu chegava com 30 dias de antecedência (…) O dinamarquês resolveu chegar aqui seis meses antes?
    2. Resolveu tirar férias antes de começar a trabalhar?
    3. Agora, me explica, o sujeito está diante da maior reportagem de sua vida, uma denúncia que, bem apurada, poderia lhe dar todos os prêmio de jornalismo de seu país, e ele volt para casa porque não quer ser o motivo da “limpeza” de Fortaleza?
    Estranho, muito estranho…

  • Ferreira Pena

    -

    21/4/2014 às 8:34

    Parece que o gringo acima, como jornalista não é dos bons, pois não foi capaz de perceber a quem a copa beneficia: ao Lula e seus sequazes.

  • andregomes

    -

    19/4/2014 às 23:41

    desde o anuncio da copa no brasil,parece que um ilusionista foi contratado para entrar em cena.oque esse jornalista percebeu é oque nos brasileiros ja sabiamos.oque ele falou que nos nao vivenciamos.o ilusionista parece que conseguiu transformar a copa numa coisa formidavel para um pais emergente e entre aspas :civilizado.conseguimos esquecer todas as nossas feridas e a copa vai num passe de magica transformar o brasil no melhor e mais justo lugar para se viver.viveremos corruptos para sempre.

  • laércio s.

    -

    19/4/2014 às 20:45

    Boa.Mas reforço o que li num post abaixo:A copa no brasil não foi (tanto)pra impressionar gringo,foi pra encher os cofres da quadrilha do lula.

  • sabine sofie

    -

    19/4/2014 às 18:34

    Paulo Henrique Dias das 10:58, acho que você está com algum problema de interpretação de texto, ele é um jornalista INDEPENDENTE! Sacou a diferená mané?

  • jorge

    -

    19/4/2014 às 10:37

    Pessoal infeliz esses dinamarqueses.
    Deus escreve certo por linhas tortas. Às vezes, as pessoas mais felizes chegam fedidas em casa.
    Eu, também, se fosse dinamarquês nem por antropologia viria ao Brazil.

  • ROBERTO MARIANO

    -

    19/4/2014 às 8:58

    Nada mais é preciso dizer quando tudo já foi dito.

  • Violência

    -

    19/4/2014 às 0:41

    O jornalista dinamarquês viu a guerra e violência sem fim. Copa para quem?Parece que parte importante de cidadãos do país são coisas.
    http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/fortaleza/jornalista-dinamarques-relata-cenas-de-terror-brasil-na-imprensa-de-seu-pais/

  • Guilherme

    -

    18/4/2014 às 21:38

    Ok ok, me mande os ingressos =D

  • rosi casagrande

    -

    18/4/2014 às 17:30

    Incrível a visão desse “gringo” sobre a Copa no Brasil. O brasileiro não tem essa visão. Ou não quer ter.

  • marcelo

    -

    18/4/2014 às 11:41

    Este sujeito é corajoso e extremamente ético fazendo um protesto contra a palhaçada que virou essa copa no Brasil.
    Verdadeiros frouxos são as pessoas que apesar da roubalheira e da incompetência dos petralhas totalitários, ainda tem a cara de pau de defender essa copa.

  • Paulo Henrique Dias

    -

    18/4/2014 às 10:58

    Este sujeito não valoriza a ética profissional. É verdadeiro frouxo. Admiro-me se a empresa de serviços jornalísticos enviasse-o para cobrir uma reportagem na Iraque, e se caso recusasse o manteria empregado.

  • kaldas

    -

    18/4/2014 às 8:47

    Augusto, triste brasil…

  • Newton

    -

    17/4/2014 às 22:45

    Caro Newton, a denúncia não é da coluna, mas do jornalista dinamarquês. A coluna apenas republicou o texto. Um abraço, Júlia Rodrigues.

  • Inês

    -

    17/4/2014 às 19:26

    O Brasil do PT está puro terror – ninguém nega isso. Mas, esse estranho dinamarquês, fazendo essas estranhas acusações e escondendo suas estranhas fontes, sei não… muito suspeito. Principalmente por que o que não falta nessa terra é um bando de defensores dos “dimenores”, mesmo quando estupram, assassinam e traficam.
    .
    Por que ele não escreveu sobre o pedófilo do Paraná que estuprou mais de 25 meninas menores de 14 anos, usando seu poder e cargo – e mesmo preso ainda intimida testemunhas e seus familiares.

  • Silvia Ferreira

    -

    17/4/2014 às 17:54

    Cara, de acordo com as normas de publicação de comentários, não são aprovados textos escritos apenas em maiúsculas. Mais informações, acesse: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/vejam-a-atualizacao-das-regras-da-coluna-para-a-liberacao-de-comentarios/. Um abraço, Júlia Rodrigues.

  • Oliver

    -

    17/4/2014 às 15:55

    PUTZ
    Uma resposta de mais de três linhas !!! É claro que meu grande mestre sabe que eu não atacaria meu irmão, especialmente de pai e mãe diferentes, em seu próprio espaço de trabalho. Minha crítica não é endereçada ao nobre amigo, muito pelo contrário. É interessante ver aqui o desfile de trapizombas que muitas vezes aparecem por estas bandas e encontrar os sete erros contidos em seus textos elegantes. É que de uns tempos pra cá a coisa tem ficado um pouco mais explícita por partes dos articulistas mesmo. Acho que eles é que estão precisando de uma reciclagem e não nós. O gordo falando de obesos na terra do fininho chega a ser engraçado. O poeta vendo lobos-guaraná em tudo que é canto também. E por aí vai. Acho que o jornalismo brasileiro está chegando numa perigosa encruzilhada. Se de um lado tem comentaristas que não tias na confraria, de outro ficam cada vez mais patéticos os articulistas na defesa de certos mantras da cristalização de suas crenças. O mestre não é mestre por acaso, nem por ironia minha. Basta ler os próximos posts e veremos que não há papas na língua para dar nome aos bois e às vacas deste país bovino. O curral está pronto. A gente que se recusa a se enfiar nele. Um abraço.

  • Felipe

    -

    17/4/2014 às 14:44

    Caro Felipe, assim como diversos sites e portais, a coluna apenas republicou o texto do jornalista dinamarquês Mikkel Jensen. A nota da ONG cearense que questiona as afirmações de Jensen deve ser endereçada ao jornalista, não à coluna. Um abraço, Júlia Rodrigues.

  • Cristina

    -

    17/4/2014 às 11:39

    Parabéns Oliver!

  • Angèlìka

    -

    17/4/2014 às 11:17

    Que diferença faz esse aí “ser ou não ser” jornalista?
    Como dizia minha avó, nossas “vergonhas estão de fora”. TODOS estão vendo.
    Que o diga: o Maranhão; Bahia; Ceará; São Paulo; Rio de Janeiro e todos os demais Estados.
    Pode ser que ele não seja quem ou o que diz ser, mas uma coisa é verdade: a realidade do desgoverno ptista está estabelecida no país e é noticiada nas páginas policiais do mundo.
    O falso noticiou a verdade. Ironia?
    Não.

  • JT

    -

    17/4/2014 às 11:09

    Muitos jornalistas usam pseudônimos para publicar reportagens. O pseudônimo é legalmente admitido até para registrar o ISBN para publicação de livros. Grandes escritores já usaram pseudônimos para escrever colunas em jornais.

    No entanto, um turista dinamarquês que tinha a intenção de acompanhar a Copa FIFA no Brasil, escreveu um relato sobre sua experiência no nordeste brasileiro, e optou por publicá-lo nas redes sociais usando um pseudônimo, se denominando como jornalista.

    Atenção: para ser jornalista, não é necessário cursar jornalismo na faculdade. Muitos jornalistas cursaram direito, comunicação social, publicidade – ou nem se formaram na universidade – mas são bons profissionais. Ao menos no Brasil não existe um conselho para regulamentar a profissão.

    E o dinamarquês está sendo massacrado justamente por isso. Acusam ele de ser um farsante. Reviraram sua vida no avesso. Pesquisaram no Google como se isso fosse uma grande sacada. Se o cara não está no Google, então ele não existe: é isso mesmo?

    Nenhum elemento que desandou a desqualificar o turista dinamarquês questionou o que ele escreveu. Ninguém negou as mazelas que o dito jornalista de meia tigela apontou. É como se um marido chegasse em casa, encontrasse a esposa nua na cama e o amante no armário, e tivesse colocado fogo no armário.

    Na imprensa brasileira existem muitos “jornalistas” que vivem pondo fogo no armário. Os problemas do Brasil são muitos, menos o relato de um gringo.

  • Jose Magalhaes

    -

    17/4/2014 às 10:15

    São os horrores do holocastro que está contaminando toda a America do Sul.

  • aldo soares

    -

    17/4/2014 às 10:02

    O escandinavo percebe rapidinho qual a regra do jogo; e que muitos brasileiros suplicam que sejam mudadas mas não são ouvidos. Governo populista,socialista gosta de plateia; não a de nativos aborígines,pois esta já está no papo. Mas sim! mostrar ao mundo que aqui, o que o governo torra o dinheiro onde quiser sem cobrança alguma{pasadena,mariel,ongs etc.] o congresso apoia e tá tudo certo. País rico é aquele sem analfa: o seu dinamarquês!.

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados