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09/02/2012

às 17:58 \ Direto ao Ponto

Vamos desenhar

O verbo riscado do dicionário da novilíngua companheira continua a existir, com o significado de sempre, em todos os outros. Transcrevo o que diz o Aulete:

PRIVATIZAR. Pôr (empresa ou serviço público) sob controle ou posse do setor privado . [Antônimo:  estatizar]

Em 17 de outubro de 2010, aliás, o jornalista Ethevaldo Siqueira, em sua coluna no Estadão, escreveu o seguinte:

Sim, leitor, o PT também privatiza. Por que não dizer toda a verdade, sem nenhuma hipocrisia? No entanto, o PT e sua candidata estão demonizando as privatizações, por puro interesse eleitoral, como sempre fazem. A verdade é que o PT e, em especial, Dilma Rousseff, também privatizaram. Além das estradas federais privatizadas, com pedágio, vou citar dois exemplos irrespondíveis de privatizações petistas na área de telecomunicações.

Primeiro: o ex-ministro Antonio Palocci, quando era prefeito de Ribeirão Preto, iniciou a privatização da empresa telefônica municipal, as Centrais Telefônicas de Ribeirão Preto (Ceterp), vendida à Telefônica por R$ 800 milhões.

Segundo: a candidata Dilma Rousseff, por sua vez, quando ainda pertencia ao PDT, aplaudiu e trabalhou para privatização da antiga Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT), no final da década de 1990.

É isso. O resto é palavrório de picadeiro.

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47 Comentários

  1. lina

    -

    19/02/2012 às 2:37

    A melhor língua para falar palavrão é o francês. Um pouco de pixar e dolby 5.1. As passadas dos elefantes e a formiguinha, todos conhecem a piada do medo. A formiguinha corre para debaixo de alguma folha e espera a manada passar. Um grão de areia no deserto e Jurassic Park conta a mesma piada e nessa mitologia moderna com animações digitais t’rex mostra os dentes , o novo tubarão que nada no óleo bruto.
    E os pequenos perante a política… Em algum salão entre conversas amigáveis. “Mas nem tanto assim” com diria Clausewitz olhando para a camiseta de alguma top : metralhadoras , já meio drogue com o scoth.
    Homens e Deuses comove, muito. Xavier Beauvois consegue colocar bem a mensagem: o islamismo de alguns grupos não é Islã , não passa de banditismo que tenta justificar a violência. Sete monges foram mortos em 1996. E o filme é maior do que uma narrativa sobre religião. Pessoas reais e corajosas .Na parte final , a narrativa passa a ser descrita pelas cartas de prior e o que as palavras realmente significam.
    Christian rabiscou o sol que a chuva apagou. O ator Lambert Wilson é o mesmo que trabalhou em Matrix Reloaded, aquele que falou em francês.

  2. Vinog

    -

    16/02/2012 às 11:58

    Graças a vcs da imprensa indepedente e não governamental, nós tomamos conhecimento das mazelas e erros de nossos governantes. Eu vi e assiti pela Tv Senado o Sen. Requião/Pr, dizendo que a VEJA é a revista mais canalha do Brasil. Parabéns a REVISTA VEJA que noticia esses (…) para nós. OBRIGADO.

  3. Mônica

    -

    12/02/2012 às 0:39

    O PT nesses anos de governo destruiu ECT. Imagine um armário comido pelos cupins só na casca, hj é essa a realidade da empresa. Agora a briga esta pela licitação da franquias, instituída pelo TCU, é a chance que o aparelhamento político institucional viu para destruir de vez um esquema que já funciona a mais de 20 anos gerando lucro para a empresa. Sim lucro. Pois somente as franquias é que fazem a empresa ainda continuar. Os tecnocratas agora querem para si o pedaço lucrativo do mamute, enquanto pipocam de todos os lados escândalos sobre propinas na direção da empresa. Eles agora vão destruir realmente o que funciona e quem sabe, vender para alguma outra, dessa vez sem o ágio dos aeroportos.

  4. Wagner Pires

    -

    11/02/2012 às 9:38

    Bem, nós cearenses, pelo menos os que ainda tem vergonha na cara, lembramos que o BEC, Banco do Estado do Ceará, adquirido pelo Bradesco, que o modernizou e melhorou seus serviços, ao integrá-lo a sua rede de agências, foi vendido pelo sr. Lula. Algum tempo depois, durante o período eleitoral ele se diz contra as privatizações e demoniza as privatizações realizadas pelo PSDB… Sinceramente o que se pode esperar da gangue?

  5. Elah

    -

    11/02/2012 às 3:50

    Até porque, CONCEDER no dicionário, é DAR.

    Privatizar, pelo menos, é VENDER.

    E aí? Privatizaram ou concederam?

    Esses PTralhas são muito burros.

  6. Alvaro cesar willy guimarães

    -

    10/02/2012 às 21:35

    Augusto Nunes,
    Meu Deus, que desonestidade intelectual, buscar em dicionário da língua portuguesa definição de privatização…

    Desonestidade é buscar amparo no Dicionário da Novilíngua Companheira.

  7. Marco

    -

    10/02/2012 às 15:52

    Amigo Nunes: Vou dar minha definição, já li o excelente texto do Sandeberg, o q a turma do PT implantou no Brasil, junto com a Cut e o Zé Dirceu, Marco Maia e Lula e etc. Foi a concessão patrimonialista dos meios de produção para esses grupos, o q vem a ser isso, busquei na Wikipédia.
    O patrimonialismo é a característica de um Estado que não possui distinções entre os limites do público e os limites do privado. Foi comum em praticamente todos os absolutismos.

    O monarca gastava as rendas pessoais e as rendas obtidas pelo governo de forma indistinta, ora para assuntos que interessassem apenas a seu uso pessoal (compra de roupas, por exemplo), ora para assuntos de governo (como a construção de uma estrada). Como o termo sugere, o Estado acaba se tornando um patrimônio de seu governante.
    No Brasil, o patrimonialismo fora implantado pelo Estado colonial português, quando o processo de concessão de títulos, de terras e poderes quase absolutos aos senhores de terra legou à posteridade uma prática político-administrativa em que o público e o privado não se distingue perante as autoridades. Assim, torna-se “natural” desde o período colonial (1500 – 1822), perpassando pelo período Imperial (1822 – 1889) e chegando mesmo à República Velha (1889 – 1930) a confusão entre o público e o privado.
    O patrimonialismo é uma ideia essencial para a definição do “Homem Cordial”, conceito idealizado por Sérgio Buarque de Holanda em Raízes do Brasil. Victor Nunes Leal, em seu clássico “Coronelismo: enxada e voto” trabalha de modo magistral o patrimonialismo no Brasil. Para este autor, a medida que o poder público ia se afirmando sobre o poder privado, e o Estado imperial ganhava força e podia prescindir da “muleta” dada pelos latifundiários e senhores de terras, este mesmo Estado teria extralegalmente tolerado que o fazendeiro (o chamado “coronel”) embarcasse dentro da “canoa” do Estado moderno; em troca da “força moral” (dos votos) dos coroneís-fazendeiros, o Estado brasileiro continuou, embora ilegalmente, homologando os poderes formais e informais destas figuras. Já os fazendeiros, “perdendo os anéis para conservar os dedos”, souberam adaptar-se aos novos tempos, e embarcaram quase incólumes na “canoa sem remo” da república. O legado do poder privado, mesmo hoje, ainda sobrevive dentro da máquina governamental com o uso e presença do “jeitinho brasileiro”,quando a maioria dos políticos veem o cargo público que ocupam como uma “propriedade privada” sua, ou de sua família, em detrimento dos interesses da coletividade. Só q agora o coronealismo é sindical.
    Abs.

  8. RADICALMENTE CONTRA PT

    -

    10/02/2012 às 14:31

    E terceiro:
    No (des)governo do canalhão Apedeuta Mulão 51, o animal super irracional (me perdoem os animais)
    privatizou o BEC (Ceará) sendo este arrematado pelo Bradesco.

    Obs.: Nada contra a privatização do BEC e sim apenas para mostrar a 3ª privatização.

  9. Joca Maia Lima

    -

    10/02/2012 às 14:14

    Na verdade o PT vem acabanbdo com o Brasil. Todos nós sabemos que José Guimarães Foi extremamente contra em seu relatório ao projeto de dep Ivan Valente-PSOL, o qual revertia o processo de privatização da VALE, o “jose” supracitado, aquele mesmo dos dolares da cueca alegou entre outras marivlhosas razões que tal processo foi grandioso para o Brasil.Só que nós temos uma oposição gagá, e sinceramente não assisto se quer televisão para não ver a moleza do PSDB. Leio NOBLAT e o SR.Augusto Nunes por que retratam a política verdadeira desmascarando essa farsa do PT safado e sanguinário.

  10. Roland Brooks Cooke

    -

    10/02/2012 às 14:05

    Um recado para o Oliver, aí de baixo.
    Embora eu não tenha sofrido na vida profissional esse tipo de patrulhamento, tenho travado o bom combate em todas as instâncias onde posso ser ouvido, e ouvido e lido muito desaforo por parte dos boçais que, infelizmente, parece que são maioria nesse país. Paciência. Se essa gente quiser me chamar de leitor da “PIG”, o tal neologismo com que batizaram a imprensa que não se ocupa de lhes enaltecer as virtudes e varrer os podres para debaixo do tapete, que fiquem à vontade.
    O que me chateia, e já escrevi isso por aí, é a inépcia daquilo que deveria ser Oposição. Não foi nesse PSDB frouxo que eu votei! O Arthur Virgílio foi embora, sobrou o Álvaro Dias e… quem mais? O Aécio? Mineiramente, está “na muda”. O Serra? Parece envergonhado de si mesmo. Sumiu. Então, caro Oliver, somos poucos. Não temo fazer parte de uma minoria – isso é do jogo. Falar quase sozinho, é para os fortes de espírito ou loucos. Eu não desisto, então devo ser um dos dois. Com muito orgulho.

  11. Euclides Rodrigues de Moraes

    -

    10/02/2012 às 13:39

    Acredito que você não publique, mas é uma decisão sua, respeitar ou não o seu leitor. Como sempre torcendo e distorcendo para atender a interesses escusos . As definições, obtidas no mesmo dicionário, de privatização e concessão…

    Repito: ver os milicianos explicando que alvorada e aurora são coisas diferentes não tem preço.

  12. Edson Ferreira

    -

    10/02/2012 às 12:28

    Tirei de um blog petralha o que vai abaixo:

    “Ao mesmo tempo, o próprio zé dirceu, que agora diz:

    “Toda essa orquestração não passa de desespero do tucanato frente ao sucesso das concessões feitas pelos governos do PT. Aliás, há que se diferenciar concessão de privatização, como bem pontua, hoje, o nosso colaborador José Augusto Valente, em seu artigo “Governo faz gol de placa em licitação de aeroportos”,

    chamava anteriormente a concessão das rodovias de SP feita pelo PSDB de… privatizações:

    “Só essa constatação serviria para atestar o fracasso da privatização de estradas feita pelo PSDB na década de 1990. Em dez anos, as concessionárias passaram a registrar altos ganhos: os contratos dos anos 1990 têm taxa de retorno até 20%, e os mais recentes, 8%. O interesse público ficou em segundo lugar.”

    Fontes: http://www.zedirceu.com.br//index.php?option=com_content&task=view&id=13015&Itemid=7

    http://www.viomundo.com.br/politica/ze-dirceu-a-gritaria-contra-as-concessoes-dos-aeroportos.html

    É muito cinismo junto.

    ENFERMEIROS!!!

  13. Steve Ling

    -

    10/02/2012 às 10:32

    Eu não vejo isso como uma privatização, afinal os fundos de pensão estão cm 90% da parte privatizada.Isso é só uma forma de contornar a Lei das Licitações. Agora a porteira está mais aberta.

  14. luis

    -

    10/02/2012 às 9:41

    Prezada Mega Gerentona, nós ficamos felizes com a privatização dos aeroportos, mesmo porque desde o desgoverno passado quando a soberana era responsavel, mostrou que não tinha a mínima capacidade para resolver o problema de infra estrutura no Brasil, sem falar nos casos de corrupção que se multiplicaram. Logo, não se preocupe em querer mostrar que privatização não é privatização. É como quando os “companhero” cometem algum crime, e tentam provar que crime é qualquer outra coisa, um descuido talvez, mas não é crime quando se trata de um “camarada”. O Brasil real se descola cada vez mais, e para pior, do Brasil que essa gente inventou e vende como se fosse verdade.

  15. VICTOR SOAREZ

    -

    10/02/2012 às 1:54

    FALHAS NA POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA

    Greve de PMs expõe falhas em política nacional de segurança, dizem analistas
    João Fellet

    Greve da PM na Bahia chegou ao décimo dia sem acordo

    A possibilidade de que a greve de policiais militares da Bahia, que já dura dez dias, se alastre por outros Estados revela falhas graves na política nacional de segurança pública, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil.
    Nesta quinta-feira, policiais militares e bombeiros do Rio de Janeiro se reúnem para decidir se suspendem as atividades, ação que também será discutida nos próximos dias por policiais do Distrito Federal e do Espírito Santo. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o governo federal também teme greves de agentes de segurança nos Estados do Pará, Paraná, Alagoas e Rio Grande do Sul.
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    Brasil
    Embora considerem os movimentos grevistas ilegais, especialistas consultados pela BBC Brasil afirmam que, em um nível mais aprofundado, eles evidenciam falhas estruturais na política nacional de segurança pública e cobram maior participação do governo federal na solução dos conflitos.
    A greve na Bahia começou no último dia 31, quando cerca de 300 policiais invadiram a Assembleia Legislativa, em Salvador. Eles reivindicam aumento salarial e a incorporação de gratificações aos salários, além da anulação de mandados de prisão contra 12 grevistas.
    Entre o início da greve e a tarde da última quarta-feira, foram registrados 135 homicídios na região metropolitana de Salvador.
    ‘Ilegalidade’
    Para o jurista Wálter Maierovitch, os policiais militares violaram a lei ao entrar em greve. “A Constituição é clara e proíbe greves para policiais militares e membros das Forças Armadas. Mas esses PMs não são educados para a legalidade democrática”, diz.
    Maierovitch afirma que os movimentos, deflagrados às vésperas do Carnaval, exercem uma “pressão oportunista”. Segundo ele, caso de fato haja uma articulação para espalhar a greve por outros Estados, os policiais usarão método semelhante ao posto em prática em 2006 pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no país. À época, o grupo baseado em São Paulo promoveu uma onda de ataques contra forças de segurança e rebeliões em presídios em vários Estados brasileiros.

    Há nove dias em greve, policiais deixaram as ruas e estão na Assembleia Legislativa da Bahia
    Maierovitch também considera ilegal o papel desempenhado nos movimentos grevistas pelas associações de policiais militares. Segundo ele, ainda que policiais sejam proibidos de se sindicalizar, esses grupos têm atuado como sindicatos.
    “Ninguém toma providências (quanto à atuação dessas associações) porque evidentemente todos sabem que o salário dos policiais é ridículo, e no mundo inteiro a segurança pública é uma das maiores preocupações dos eleitores”, diz.
    Para Maierovitch, “falta vontade política” para solucionar os problemas de segurança pública no Brasil. Ele cita como exemplo da postura a longa tramitação da emenda constitucional que estabeleceria um piso salarial nacional para bombeiros e PMs, conhecida PEC 300. Apresentada ao Congresso em 2008, a proposta passou por uma primeira votação na Câmara, mas não tem prazo para ser votada em segundo turno na mesma Casa nem para ser enviada ao Senado.
    A aprovação da medida, diz Maierovitch, poria fim a uma das principais queixas da classe, que ele considera justa – a disparidade entre os salários recebidos por policiais militares de diferentes Estados. Enquanto em Brasília a categoria tem como piso R$ 4.000, o valor mais alto do país, na Bahia, por exemplo, o piso é de R$ 2.173,87.
    Para superar o impasse, o jurista defende que o Congresso dê prioridade à discussão da PEC 300, marcando uma data para a próxima votação da proposta.
    No entanto, ele afirma que a medida não eliminaria a necessidade de ações emergenciais para estabilizar a situação da segurança no Estado, como a intervenção do governo federal nas forças baianas.
    ‘Intervenção’
    Para José Vicente da Silva, coronel da reserva da PM de São Paulo e consultor da área de segurança, a alta nos índices de criminalidade na Bahia nos últimos anos mostra que há necessidade de uma “intervenção em profundidade” nas forças baianas.
    Ele afirma que, se a greve não for encerrada nos próximos dias, haverá um impacto institucional muito grande para o Estado, com prolongada paralisação do Legislativo estadual e disseminação da insegurança. O cenário, diz ele, justificaria que as Forças Armadas assumissem temporariamente a Secretaria de Segurança Pública baiana, reestruturando-a.
    “Uma administração mais competente (da secretaria) teria detectado sinais do tsunami que estava se formando e teria dado uma resposta.”

    Coronel da PM de São Paulo diz que greve pode trazer prejuízos institucionais
    Vicente não vê no movimento grevista, porém, uma grande capacidade de articulação.
    Para ele, a insatisfação de policiais é maior em alguns Estados, como Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Nesses locais, afirma, três fatores tornam a situação especialmente crítica: os baixos salários comparados à média nacional, o tratamento diferenciado dado a oficiais de alto e baixo escalões e a aplicação de disciplina considerada excessiva pelos soldados.
    “Houve uma ruptura entre oficiais e soldados, daí que surgem as lideranças espúrias desses movimentos”, afirma.
    O coronel afirma, porém, que o governo federal também é responsável pela crise, na medida em que no ano passado cortou grande parte dos investimentos em segurança pública para cumprir metas fiscais. Ele também critica a a presidente Dilma Rousseff por ter anistiado, em 2011, bombeiros e policiais punidos por participarem de greves por melhores salários no Rio.
    “A anistia ficou como uma espécie de salvo-conduto para próximos movimentos. Criaram um ovo de serpente”.
    Ele defende que o governo endureça a negociação e mostre que, a partir de certo momento, sanções terão de ser aplicadas. “Se tiver de demitir 2 mil policiais, que sejam demitidos.”

  16. Hagner

    -

    10/02/2012 às 1:20

    Os petistas sabem que a privatização é a salvação da administração pública. O problema é assumirem que há 30 anos injustiçam a conduta correta do PSDB.

  17. Oliver

    -

    10/02/2012 às 1:18

    AUGUSTO
    Tenho até medo quando seu negrito ultrapassa três linhas, he he he. Neste caso, só posso lhe agradecer pela aula de civismo. Não é a primeira vez que ameaço a mim mesmo de parar de escrever, não porque não admire este seu espaço e a contundência com que você o administra e até a deferência que você sempre dá aos meus folclóricos impropérios. É porque a falta de sentido da coisa algumas vezes extrapola todos os limites do nosso bom senso. Acho que a serenidade com que você enfrenta sua própria consciência é fruto de algo que eu nunca experimentei efetivamente; a imprensa escrita. Sou da televisão. Como tal, exposto ao machado constante da concessão. Eles vetam o que eles não gostam. Não há consciência livre que resista a isto, meu caro. Reuniões de “padronização” do discurso estão em andamento por toda parte. É a patrulha em ação, mandando a mortadela pronta para o consumo. Não consigo ver a diferença entre os censores do tempo da ditadura e os militantes de hoje, no quesito bom senso e falta de noção. Apenas a coisa está mais subreptícia, mas é ainda mais vigarista, porque deveríamos estar numa democracia que ajudamos a colocar de pé. Eu votei nela. Votei em pessoas para que deveriam me representar. Vê-los num jogo de punhos de renda e críticas travestidas de elogios, enquanto o país produz mais mortes que na Síria, é de se perguntar se este país realmente existe. Eu não o estou vendo. Vejo obras paradas. Pontes caindo sem manutenção. Vigaristas exorcisando as “privatarias” dos outros, enquanto planejam as suas próprias. E o exterminador de sacolinhas. Deve achar que governa a Suiça, grande picareta. Nunca vi tamanho descompasso com a realidade que nos cerca. Eles querem nos convencer mesmo que o país vai de vento em popa, com essa gentinha vindo aqui que ainda não sabe escrever uma frase completa, sem tropeçar na própria língua ? Acho que vou abrir uma escolinha para deficientes químicos. Estes que vem aqui, prestigiar sua coluna com seu palavreado de templo. O Didi que se cuide. Nos tempos de vigarice sem limites vem aí a “Igreja Universal do Reino do Petralha”. Essa pega ar, como diria o Mução.

    Você é muito bom de briga para sair de alguma, grande Oliver. Todo cara com boa cabeça pensa com frequência em deixar a maioria idiotizada continuar a declarar-se feliz com a vida miserável, mas não temos saída: a alternativa para a briga é a rendição, e isso não é alternativa. Vamos continuar estragando o dia da cambada. Isso não tem preço. Não tenha dúvida: eles sentem a pancada no fígado, sempre. abração

  18. corintiano envergonhado

    -

    10/02/2012 às 0:36

    Boa noite, Augusto! Isso pode virar até um refrão pro carnaval:”o PT privatizou…eô…eô”. Mas por falar em carnaval, o que você acha do samba enredo da Gaviões? Em 2010, por muito menos, a petralhada esperneou por causa de uma vinheta que a TV Globo fez em comemoração aos seus 45 anos. Falaram que era uma mensagem tendenciosa, subliminar, em favor de Serra. Pois é! Estamos novamente em ano eleitoral e agora a mensagem não é tendenciosa. É explícita mesmo. Esse é o preço pelo Itaquerão …

  19. jcavenaghi11@yahoo.com.br

    -

    10/02/2012 às 0:02

    Ok! Vamos desenhar…

  20. Oliver

    -

    10/02/2012 às 0:01

    AUGUSTO
    As coisas vão se sucedendo e certas ponderações acabam sem resposta. Eu entendo o seu recado, mas gostaria que você também entendesse o meu. Nas terras chiques do uísque é possível que certas coisas se resolvam na fleugma e no florete. Na vida diária onde se chacoalha no ônibus a coisa é bem diferente. É martelo e porrete. Tenho percebido, guardadas as devidas proporções de nossas trajetórias nas letras, que vamos colecionando admiradores na mesma proporção que colecionamos desafetos. Ser um franco-atirador avulso, numa terra sem lei, lenço ou documento, pode ser muito perigoso para um pai de família pagante de impostos, cujo único esporte é bater em teclados com a força de uma severa indignação. Além de repetitivo, o texto vai ficando um registro para os sabujos de plantão plantarem suas mesquinhas vinganças. Tive que aguentar esta semana, uma reunião onde minha conduta, minha escrita e minhas opiniões claras e controversas trombaram de frente com o meu próprio sustento. Não admito isso de forma alguma e vou morrer atirando. Acontece que, em determinado momento desta guerrilha você se pergunta: – Mas, porque eu luto ? Pragmaticamente; por quem ? Por aquele que esqueceu metade do que tinha que ser feito para impedir que ladrões tomássem o poder de assalto sem resistência ? Ou talvez por aquele que prefere a briga com sacolas plásticas, que não sabem usar megafone para se sindicalizar ? Eu estou farto dessa gente, meu caro. Não valem essa nossa briga. Não valem eu perder meu emprego novamente porque o que eu falo fica sem resposta pelo caminho. Eu defendo o mérito. Ainda hoje lembrei aos meus pares que a primeira reunião de meu novo “chefe petralha”, na empresa onde trabalhava há dez anos atrás, foi para saber “se eu estava dentro do esquema que seria montado para desviar uma grana”. Achei aquilo tão acintoso que afirmei ao vigarista que não sabia se ele testava o caráter dele ou o meu. Deixei o filho da luta falando sozinho, preparando minha demissão. Mais de cem morreram na Bahia, meu caro. Meu cunhado morreu lá, com um tiro desferido por um vagabundo que vende drogas no final da rua onde ele morava. Um vagabundo que a polícia sabe quem é e onde está. Um vagabundo que recebe essa maldita bolsa-mortadela, vitrine desse governo de pilantras e vigaristas, que recebe elogios enviezados da corte fleugmática que ajudou este país a chegar no barranco onde chegou. Essa gente não vale a pena, meu caro. Não vale a pena, a escrita e o teclado. Não se espante se me ver um dia trabalhando para o programa “Oi, internautas”. O farei de raiva. Raiva de um oposição que insiste em não existir. Que não nos convence. Não nos aglutina. Não tem um projeto comum para defendermos. Vão pro inferno, bando.

    Entendo perfeitamente o que você diz, grande Oliver. Mas esse problema está resolvido na minha cabeça faz tempo: luto para poder enfrentar sem medo minha consciência nos dez minutos que precedem o sono. Pouco me importa se a maioria concorda ou discorda do que escrevo. É secundário saber se vou estar vivo quando os pilantras forem derrotados. Repetitivo pode ser um sinônimo para tenez. Em resumo, brigo por mim. Fazendo isso, acabo travando uma boa briga ao lado de milhões. abração

  21. Paulo

    -

    09/02/2012 às 23:53

    As mentiras do PT não se limitam as privatizações , pois circulam rumores no Acre , que após os caciques petistas reconhecerem o fracasso da missão brasileira no Haiti , eles decidiram optar pela redução da pressão humana e social naquele país , estimulando clandestinamente o direcionamento de grandes contingentes populacionais marginalizados para o Brasil , utilizando ilegalmente como ponte , os governos comunistas aliados do Equador , da Bolívia e do recém eleito Peru.
    Note que só pelo Acre já estima-se que passaram extra oficialmente dezenas de milhares de Haitianos miseráveis , que em seus países não tinham dinheiro nem para comer , quanto mais para pagar coiotes bolivianos até a fronteira acreana.
    Seria interessante VEJA checar o possível financiamento desta invasão ao Brasil por parte de algum caudilho latino com fortunas em paraísos fiscais.
    O pior é que os haitianos que chegam só tem um pensamento na cabeça : ir para São Paulo ganhar muito dinheiro , porém na realidade vão é saturar ainda mais a periferia paulista de miséria , até que o bolsa malandro do PT seja estendido aos estrangeiros , mesmo os ilegais.

  22. Marcelo Ferreira Soares

    -

    09/02/2012 às 23:48

    O pior é que os defensores do Lulo-Petismo mal sabem escrever…kkk…Isso não é mera coincidência…

  23. Oliver

    -

    09/02/2012 às 23:27

    O REBANHO
    Não é de hoje que um bando de cretinos percebeu que se dariam melhor em bando mesmo.
    Acompanho há pelo menos vinte anos o fenômeno das “seitas” que, na esteira da absoluta falta de marcos regulatórios (atenção antas petralhas; isto não é nome de sujeito ) e na ausência paulatina dos poderes constituídos, foram substituindo a fé por uma espécie de burrice acoplada com uma imensa dose de servilidão ao bando, em troca de dividendos os mais diversos, e uma inveja avassaladora de quem possue por mérito. São os guias do atalho. Os coiotes de uma gente que sabe que vai pro abismo, mas o faz porque não tem nada a perder em suas vidinhas estúpidas. Que raio de país deu voz e vez a essa gente ? Um país sem lei. Sem justiça. Sem plano de governo. Um país que valsa conforme o tango. Um governo disposto a roubar deslavadamente seu povo, para distribuir a mortadela de acordo com seus interesses políticos e mesquinhos. Ideologia aqui é uma mala de muamba. Uma cueca suja de grana. Um sombra abrindo a porta. Não me canso de imputar a culpa por esta devassidão não aos ladrões de agora, mas aos de sempre. De pequenos nacos da coisa pública ou o certo deixado de ser feito até a roubalheira institucionalizada e na cara do povinho ignorante e apaspalhado, a distância foi pequena. “Aprendeu rápido, manganão”, dizia o velho mote criado para infernizar direitas, que cabe como uma luva hoje para descrever esquerdas. Li vários ensaios hoje, incluindo “A era do oportunismo” e “Mandem a conta para o grande vigarista” que descrevem de uma maneira cristalina o modus operandi dessa quadrilha. A biruta ao sabor do vento. O oportunismo elevado à categoria de doutorado, suspenso num gogó que não se sustenta nem com quimioterapia. Em qualquer país decente deste planeta, tais aberrações já teriam sido alvo de investigações, julgamentos e punições. Aqui não. Aqui, quem não é de alguma seita faz força para funda uma. A ausência de mecanismos para defender o cidadão comum leva a um constante estado de tensões deste com as quadrilhas organizadas, devidamente concebidas para “furar a fila” social e se instalar como um chaga no coração de nossa democracia. Passou da hora de dar nome aos bois, às vacas e aos porcos. O julgamento que não se faz nas cortes, se faz nas pedras. O povo de índole pacífica e cordata desta nação tupi-guaraná produziu mortos às centenas numa simples greve manipulada por meliantes. Pois vão brincando com a ignorância que pariram. Um dia, as pedras da calçada acabam na testa. E vou viver pra ver o vigarismo levando pedrada. É o que resta aos enganados, estúpidos e militantes sem causa certa, quando acabar a mortadela. Uma dia ela acaba.

  24. MALDONADO

    -

    09/02/2012 às 23:24

    ETA PRIVATÁRIA DAS DE “PESO” E DAS “BOA”, ESSA DA SEMPRE IRREGULAR/INSTÁVEL/DESAJUSTADA/ERRÁTICA FAMÍGLIA/PETRÁGLIA, “PRÁ” SAIR DE FININHO DAS “REPONSABILIDADE” AEROPORTO, TUDO MUITO RAPIDO/FACIL/BOM E BARATO, ÀS CUSTAS DO FABULOSO COFRE “BNDS”, CABENDO PERGUTAR NESTA ALTURA, SE ALGUEM TÁ LEVANDO ALGUM NESSA, OU TUDO VAI SER “FREE”, COMO COSTUMA ACONTECER NESSAS BANDAS DO ATLANTICO, NO MAIS QUE LASQUE A PRIMEIRA PEDRA NO TELHADO DE VIDRO ALHEIO, AQUELE QUE NÃO PRIVATIZOU.

  25. Roland Brooks Cooke

    -

    09/02/2012 às 22:33

    O Brasil é um país admirável, mesmo. Aqui no patropi, nada é impossível. Tivemos candidata à Presidência que afirmou que era atéia e favorável ao aborto, no tempos em que era mais idealista e sincera, e agora é contra o aborto desde criancinha, e vai a Aparecida se empanturrar de hóstia. Temos governador que apoia e incentiva as greves da PM, e condena as punições a policiais baderneiros, enquanto não está no governo, para depois classificar a greve da PM de criminosa e nem cogitar de anistiar baderneiros, quando se torna responsável pela segurança pública dos cidadãos. Temos senador que arma um circo mentiroso da tribuna do Senado, para “denunciar” supostos estupros múltiplos ocorridas numa ação de reintegração de posse ordenada pela Justiça e que ao mesmo tempo ignora por completo ações de despejo levados a cabo sem ordem judicial, por governantes do seu partido, onde, comprovadamente, houve feridos que foram mutilados… e temos, agora, o militante-mensaleiro-neointelectual, Zé Dirceu, que diz que a entrega de um serviço público monopolista a uma empresa privada não é mais PRIVATIZAR, mas apenas CONCEDER. Segundo esse gênio do petismo, o Houaiss erra na sua definição do termo:

    “realizar a aquisição ou incorporação de empresa do setor público por empresa privada; colocar sob o controle de empresa particular a gestão de bem público”.

    E assim por diante. Segundo o novo léxico petista, esse e outros intelectuais das letras não sabem nada, e mais, estão a serviço da PIG, da Veja, da Globo, do Zé Serra, do Bush, dos Incas Venusianos e do coyote do Papa-Léguas. Segundo o Novo Dicionário Petista da Língua Portuguesa, PRIVATIZAR é “entregar patrimônio público à exploração econômica por entidades privadas, desde que tal entrega seja feita por governantes não-petistas”. Já CONCEDER é semelhante, mas só será aplicado se for feito pelo PT.
    E o pior é que tem quem acredite nessa lorota.

  26. Ryan Riddell

    -

    09/02/2012 às 22:25

    O PT também privatiza,mas faz de um modo péssimo e fajuto.Onde estão os grandes administradores de aeroportos mundiais? O leilão só teve concessionárias vitoriosas de quinta categoria.
    A da África do Sul é boa,mas nem tanto assim quando pressionada.Turistas ainda se lembram do aeroporto de Johannesburgo com o pátio lotado de aviões executivos e aviões comerciais fazendo retorno por causa da superlotação.O PT imita,mas faz uma imitação de muito mau gosto!

  27. Drakko

    -

    09/02/2012 às 22:03

    E essa corja sabe ler, Augusto ?!

  28. alberto santo andre

    -

    09/02/2012 às 21:54

    AFINAL DE CONTAS E TIPICO DO INCAPAZ CRITICAR ,E SATANIZAR UMA ACAO BEM SUCEDIDA DE UM OPONENTE ,E DEPOIS DE ALGUM TEMPO, ACHANDO QUE TODOS OS BRASILEIROS SOFREM DE AMNESIA, DAR UM NOVO NOME A ACAO, E TOMAREM A PATERNIDADE PARA SI;;;;PORTANTO TAMBEM E TIPICO DE UM PARTIDO DE GESTORES INCAPAZES COMO O PT, QUE SO ANDA SURFANDO NA ONDA, PORQUE JA PEGOU A PRANCHA DESLIZANDO.

  29. alberto santo andre

    -

    09/02/2012 às 21:45

    realmente, em toca de rato, quando se e revirada, sai tudo o que um ser humano nao deveria ver ,sem que ficasse enojado ;;; ,com a toca petista e assim, porem a acefalia predominante no brasil, de grande parte da populacao, nao lhe permite ficar enojada.

  30. Sérgio

    -

    09/02/2012 às 21:44

    Por que diabos o Serra não bateu nessa hipocrisa grotesca do pt-de-M? Vai ver queria mesmo perder a eleição. E foi bem sucedido.

    VIVA DOM PREDO!

  31. BSB

    -

    09/02/2012 às 21:40

    P S D B, CHEGOU A SUA VEZ CHICALHAR OS PETRALHAS
    O VÃO DEIXAR PASSAR EM BRANCO.
    ACHAM QUE TODOS SÃO ANALFABETOS?
    COM ESTA HISTORIA,QUE CONCESSÃO, NÃO É MESMA COISA
    DE PRIVATIZAÇÃO? PETRALHAS PETRALHAS PETRALHAS?

  32. BSB

    -

    09/02/2012 às 21:26

    Não duvido pois foram eles os petistas que Descobriram Brasil em 2003
    São muito cara de Pau mesmo?
    Gostaria de saber para onde vai o Brasil com Estes
    Petralhas?

  33. Tuco

    -

    09/02/2012 às 20:39

    .

    Palavrório de picadeiro, e
    de picaretas filhos de juta!


    .

  34. felipe

    -

    09/02/2012 às 20:24

    o fhc não privatizou ele diapidou.

    “Diapidou”, miliciano? Cabeça confusa?

  35. Dexter

    -

    09/02/2012 às 20:17

    Demorou para ser lançado o livro Privataria Petralha.
    Que além dos seus dois exemplos deve esclarecer que a primeira privatização feita pelo PT foi a do nosso bolso.
    Tratam nosso suado dinheiro como se fosse dízimo compulsório.
    E a massa anestesiada continua aplaudindo…

  36. VERA

    -

    09/02/2012 às 19:51

    O tempo é o melhor remédio. Os “fazedores” de tramas e mentiras usaram e abusaram nas eleições de Lula, das privatizações feitas por FHC. BEM FEITO! BEM FEITO! BEM FEITO! Enrolaram a lingua e fizeram a mesma coisa, porque viram que era o correto e necessário. E AGORA JOSÉ? COMO É QUE É?
    Vão continuar xingando FHC ou vão fazer cara de paisagem, que é o melhor que sabem fazer.

  37. FM

    -

    09/02/2012 às 19:23

    Claro que os governantes petralhas que nos governam fazem tudo que os outros fazem. Apenas que quando é os outros eles descaracterizam para tirar proveito eleitoral e quando é eles que assim agem, eles glorificam o ato de maneira que possa parecer que o que fazem não é aquelas coisas que eles apresentam deformadas. O que fazem, só eles é que conseguiram fazer, ninguém pensou na coisa antes, como fizeram com o bolsa-escola que mudaram de nome para apresentarem como seus invetores. São uns eternos farsantes pela própria natureza. Agora me digam, dá para pensar em gostar de gente que procede de maneira tão vil? Já sabemos que o negócio deles é continuar tirando proveito do poder a eternum e isso acontecerá se conseguirem manter o povão na santa ignorância. Como exemplo de proveito, um ministro ser nomeado hoje e no dia seguinte apresenta um plano mirabolante de distribuição de 300 mil aparelhos eletronicos para professores e alunos. Isso cheira demais a maracutaia entre os fabricantes e o partido. No dia que se contar as histórias das maracutaias saberemos porque certos empresários apóiam esse governo.

  38. adriano

    -

    09/02/2012 às 19:10

    Agora deveria ser entrevistado aquele idiota que lançou o livro “a privataria tucana”.

  39. Vivi

    -

    09/02/2012 às 18:59

    O grande erro do Sr. Fernando H. Cardoso, foi não privatizar todas as estatais do Brasil, e essa falha culminou com a roubalheira implentada pelo lulllllo-petismo e seus celerados, aos cofres dessas mesmas empresas públicas, que além de mal administradas, só servem para abrigar petistas ladrões, incompetentes e escroques, que se locupletam das mesmas, em beneficio do próprio bolso.

  40. Incisiva

    -

    09/02/2012 às 18:58

    Só que a cambada da canalha demoniza porque não aprendeu a ter brio, a ter vergonha na cara.
    O resto é o que você disse: “palavrório de picadeiro”.
    É uma gente(?) fétida e imoral!

  41. Douglas Corrêa

    -

    09/02/2012 às 18:54

    Estão todos na defensiva, tentando explicar que “concessão” não é o mesmo que “privatização”, uma discussão semântica ridícula.

    Concessão tem a ver com o tipo de serviço que o Estado vende. Serviços públicos como rodovias, distribuição de energia elétrica — um monopólio natural — só podem ser vendidos via concessão.

    No governo Fernando Henrique ou neste, as privatizações desses setores tiveram de ser feitas por concessão por prazo determinado, não poderiam ter sido feitas de outra maneira.

    É o artigo 175 da Constituição que define: “serviços públicos são concedidos ou explorados diretamente pela União”.
    Estão todos na defensiva, tentando explicar que “concessão” não é o mesmo que “privatização”, uma discussão semântica ridícula.

    Concessão tem a ver com o tipo de serviço que o Estado vende. Serviços públicos como rodovias, distribuição de energia elétrica — um monopólio natural — só podem ser vendidos via concessão.

    No governo Fernando Henrique ou neste, as privatizações desses setores tiveram de ser feitas por concessão por prazo determinado, não poderiam ter sido feitas de outra maneira.

    É o artigo 175 da Constituição que define: “serviços públicos são concedidos ou explorados diretamente pela União”.
    Estão todos na defensiva, tentando explicar que “concessão” não é o mesmo que “privatização”, uma discussão semântica ridícula.

    Concessão tem a ver com o tipo de serviço que o Estado vende. Serviços públicos como rodovias, distribuição de energia elétrica — um monopólio natural — só podem ser vendidos via concessão.

    No governo Fernando Henrique ou neste, as privatizações desses setores tiveram de ser feitas por concessão por prazo determinado, não poderiam ter sido feitas de outra maneira.

    É o artigo 175 da Constituição que define: “serviços públicos são concedidos ou explorados diretamente pela União”.
    Estão todos na defensiva, tentando explicar que “concessão” não é o mesmo que “privatização”, uma discussão semântica ridícula.

    Concessão tem a ver com o tipo de serviço que o Estado vende. Serviços públicos como rodovias, distribuição de energia elétrica — um monopólio natural — só podem ser vendidos via concessão.

    No governo Fernando Henrique ou neste, as privatizações desses setores tiveram de ser feitas por concessão por prazo determinado, não poderiam ter sido feitas de outra maneira.

    É o artigo 175 da Constituição que define: “serviços públicos são concedidos ou explorados diretamente pela União”.
    Por isso, na telefonia, o que era serviço público foi concedido, o que não era foi vendido. O que define se é privatização ou não é o controle, e os consórcios que venceram o leilão dos aeroportos terão o controle das operações.

    A Infraero será minoritária e, mesmo assim, entrou nessas privatizações como um arranjo político, para os petistas poderem dizer que o governo ainda tem uma ingerência no setor.
    O que o governo está fazendo, no momento, é vender os ativos sem ter uma lógica para o país, com o objetivo de garantir as obras para que tenhamos um mínimo necessário para sediar a Copa do Mundo.

    Com o risco de manter uma gestão ruim se a Infraero tiver influência política nos consórcios.

    Quando as telecomunicações foram privatizadas, no governo Fernando Henrique, houve uma reorganização do sistema.
    Outra alteração importante, a se registrar nessa mudança de paradigma, foi a de usar o preço de outorga mais alto para definir o vencedor.

    Quando fizeram as primeiras concessões de rodovias, com Dilma ainda à frente da Casa Civil, os petistas festejaram a “mudança de critérios”.

    Exigiram tarifas mais baixas, para supostamente beneficiar o usuário, e deu no que deu: as obras nessas rodovias não saem do lugar, pois o pedágio não cobre os custos e mais os investimentos, mas a agência reguladora não retoma as concessões apesar de ninguém cumprir os editais.

    Em 2007, o deputado Ivan Valente (PSOL) fez projeto nesse sentido, analisado na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara.

    O relator foi José Guimarães (PT), aquele mesmo cujo assessor foi apanhado com dólares na cueca num aeroporto na época do mensalão. Pois seu voto foi pela rejeição ao projeto, alegando em primeiro lugar que “não há como negar que a mudança das características societárias da Companhia Vale do Rio Doce foi passo fundamental para estabelecer uma estrutura de governança afinada com as exigências do mercado internacional, que possibilitou extraordinária expansão dos negócios e o acesso a meios gerenciais e mecanismos de financiamento que em muito contribuíram para este desempenho e o alcance dessa condição concorrencial privilegiada de hoje”.

    Segundo o petista, “a privatização levou a Vale a efetuar investimentos numa escala nunca antes atingida pela empresa, (…) o que, naturalmente, se refletiu em elevação da competitividade da empresa no cenário internacional”.

    Guimarães assinalou que, com a privatização, a Vale fez seu lucro anual subir de cerca de US$ 500 milhões em 1996 para aproximadamente US$ 12 bilhões em 2006. Em 2010, o lucro da empresa foi de US$ 30 bilhões.

    Também a arrecadação tributária da empresa cresceu substancialmente: em 2005, a empresa pagou R$ 2 bilhões de impostos no Brasil, cerca de US$ 800 milhões ao câmbio da época, valor superior em dólares ao próprio lucro da empresa antes da privatização. Em 2011, só de uma disputa judicial que perdeu, a Vale pagou cerca de R$ 6 bilhões em impostos atrasados.

  42. nilson torres

    -

    09/02/2012 às 18:54

    daqui vinte anos as concessoes voltara para…

    Você está precisando voltar para a escola imediatamente, imbecil.

  43. Le Prevost

    -

    09/02/2012 às 18:44

    Fantástico, Augusto Nunes! Fantástico…! “O resto é palavrório de picadeiro…” E eu lhes digo, amigos, com todas as palavras, os pontos, as vírgulas e os acentos: o petismo é o próprio picadeiro. Mas o diabo da coisa é que o circo vermelho dos agentes das cavernas é um circo de horrores onde a moral vagabunda se cruza com a imoralidade absoluta e dali saem a mentira, a trapaça, o engodo, a dissimulação e o que mais de safado e PicareTa o Tinhoso conseguiu espalhar pelas esquinas “decipaiz”…

  44. f tavares

    -

    09/02/2012 às 18:24

    - se o canalha zédirceu está opinando, é palavrório de picadeiro e de portal de penitenciária também…

  45. Joao Caetano

    -

    09/02/2012 às 18:19

    Achava eu que privatizar seria dar uma empresa ou qq porcaria de dinheiro e colocar rapidinho este dinheiro mais do que depressa no bolso de petista.

  46. Fe/Brasil

    -

    09/02/2012 às 18:16

    OS PTRALHAS UIVAM DESESPERADOS! – Ao assumir as privatizações atuais e deixar claro que privatizarão as próprias mães, os PTralhas estão simplesmente assumindo sua incapacidade administrativa. O resto, além de palavrório de picadeiro (Augusto) é o desesperado uivar da incompetente cachorrada PTralhenta em suas longas noites de desespero e pavor.

 

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