Blogs e Colunistas

31/03/2012

às 22:16 \ Direto ao Ponto

O Roda Viva com Millôr: 90 minutos em companhia de uma mente brilhante

Com a generosa cumplicidade da minha amiga Cora Rónai ─ excelente jornalista, mulher admirável e anjo-da-guarda de Millôr Fernandes ─, consegui em 1989 que o maior pensador brasileiro concedesse uma entrevista ao Roda Viva,  na época apresentado por mim. O único depoimento de Millôr a uma emissora de TV foi reprisado pela Cultura neste sábado. Confira os dois blocos do programa. Vale a pena passar uma hora e meia em companhia de uma mente brilhante. Confira:

Deixe o seu comentário

Aprovamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões. Comentários que contenham termos vulgares e palavrões, ofensas, dados pessoais (e-mail, telefone, RG etc.) e links externos, ou que sejam ininteligíveis, serão excluídos. Erros de português não impedirão a publicação de um comentário.

» Conheça as regras para a aprovação de comentários no site de VEJA

93 Comentários

  1. Carlos Alberto Medeiros

    -

    13/04/2012 às 16:27

    Prezado Auggusto,
    Bons tempos aqueles. Éramos livres e não sabíamos. Podíamos dizer crioulo, tição, tiziu, macaco, urubu, e ninguém parecia se ofender. E nada de “deficente”, era aleijado mesmo. E retardado, mongolóide… Agora veio essa turma do “politicamente correto” para cercear a liberdade de expressão. Viva Millor, que sabia muito bem pôr os pingos nos is.

  2. antonio

    -

    05/04/2012 às 0:07

    Meu caro augusto!

    emocionado, te eu digo: OBRIGADO. assisti a esta entrevista 23 anos atràs (eu tinha 27 anos, hoje 50), na minha porto alegre (moro aqui em paris desde 91) e, o que é incrivel, algumas (vàrias!) coisas ouvidas nesta entrevista de 89 ficaram comigo, entraram em mim, e eu as trouxe pra cà, eu as levei aonde fui, não saberia te dizer com que “grau” de consciência, logo eu, que nunca aprendi NADA diante de um aparelho de televisão. (por isso mesmo eu quase nunca paro pra olhar…) pois ESTA entrevista é, foi, serà para sempre a exceção DE UMA VIDA inteira. meu amigo, é tão dificil a gente concordar com o outro! eu sou um homem do “não”, assim como existem homens do “sim”. mas aqui… meu deus! milagre! milagre, augusto: eu assinaria embaixo CADA UMA das respostas do millôr. tudo, tudo, tudo… Te agradeço muito. foi uma viagem: no tempo (que passou: como uma estàtua!) e no reino agora encantado da verdade. um abraço
    do antonio.

    Abração, caro Antonio.

  3. Jaime Junior

    -

    04/04/2012 às 16:56

    Caro Augusto,

    Li a entrevista no site do Roda Viva,excepcional!

  4. Claudinha

    -

    04/04/2012 às 11:06

    Grande programa.

  5. Cora Rónai

    -

    04/04/2012 às 4:55

    Querido Augusto, muito obrigada pelas palavras tão carinhosas a meu respeito. Muito obrigada também — e sobretudo — pela homenagem ao nosso Millôrzinho. Que eu me lembre, das (poucas) entrevistas que deu na televisão, esta foi a mais divertida, e aquela em que ficou mais à vontade. Um grande abraço para você.

    Quem agradece sou eu, minha querida amiga. Estou te mandando um email. Muitos beijos. Augusto

  6. ZULEIKA AMARAL

    -

    03/04/2012 às 16:15

    Brilhante a entrevista de MILLÔR,brilhante o seu comando e brilhantes os outros jornalistas presentes.MILLÔR e seu relógio deixavam bem claro que ele estava nervoso,ansioso mas feliz ao poder
    se abrir,mesmo,naquela matéria.Foi lá que eu caí em mim que MILLÔR não era ZIRALDO:estou chateada comigo mesma por não ter percebido antes.Acho que a minha confusão foi porque os dois eram cartunistas e,à partir daí passei `VER OS DOIS NUM
    SÓ.NÃO TENDO SEGUIDO A CARREIRA DE MILLÔR como de-
    veria,hoje me sinto culpada deste vacilo tão grande!Principalmente porque percebí várias afinidades entre nós,foi uma pena!!!Além do relógio
    ele,também,gesticulava muito demonstrando certa insegurança.Por falta de prática,talvez,como foi dito!!!Porém,tratava-se,alí,de um cidadão brasilei-
    ro da maior qualidade e de amor à Pátria.Ele disse,
    também,que o RIO DE JANEIRO morreu há dez anos,fato
    mais do que visível para quem quiser ver!!!Desejo que ele esteja na mais santa paz,e feliz sabendo o
    quanto está sendo chorado no Brasil!!!O meu dia de
    de ontem foi do MILLÔR e do FACEBOOK,e mais nada:;hoje,porém,vejo o meu FACE DOMINADO,OUTRA VEZ
    pelas CARMINHAS,o casal CIELITA E LUCIANO e alheios
    Não sei por quê,mas sumiram de novo os textos que me fizeram feliz ontem!!!Carinhosamente,

    Zuleika

  7. Jane

    -

    03/04/2012 às 13:26

    Genial!
    Vendo a entrevista e a liberdade de expressão de 20 anos atrás, sinto validar um sentimento que me persegue: estamos emburrecendo, cada dia mais robóticos estamos perdendo a capacidade de pensar diante da hegemonia totalitária do politicamente correto. Tristes tempos, sinto pena dessa nova geração que nem chegou a vivenciar outra maneira de ver as coisas. Este vídeo deveria ser recomendado aos filhos, sobrinhos, netos, alunos, etc. Porque quando a última geração pensante se for, o que será do mundo?

  8. Babalú

    -

    03/04/2012 às 9:31

    Você sabe por que não assumo a homossexualidade??

    Não. Deve ser por medo do papai.

  9. Paulo Bomfim

    -

    02/04/2012 às 21:58

    Ô, Augusto, voltei.
    Agradeço a oferta. Adoraria conhecer melhor o trabalho do homem que se apresentou no vídeo.
    Abração.

  10. LABOR

    -

    02/04/2012 às 21:47

    Sábia a opção do Millôr por não aparecer na telinha. Evitou desgastes. O sapato era pequeno pro seu pé. Falível, como qualquer humano, no entanto, Brizola e Waldir não atestam um erro . Pode também ser a vontade de acertar. Aquela mesma
    que, em busca de um país melhor, nos levou a acreditar nos ideais e promessas do PT e a eleger o luisinácio. A posteriori, a decepção.

  11. Caetano

    -

    02/04/2012 às 20:24

    Definitivamente nosso mundo ficou mais pobre em inteligência. Uma grande perda.

  12. Adele

    -

    02/04/2012 às 18:54

    Grande programa.

  13. Denise

    -

    02/04/2012 às 18:43

    Caro Augusto Nunes!
    Ainda não tinha visto esta entrevista do Millôr ao Roda Viva em 1989. Que pessoa interessante era o Millôr! Não tinha papas na língua, não é mesmo? Poderia aqui transcrever vários trechos, mas o que mais me impressionou foi o começo de sua fala, pois parecia que ela estava se referindo ao Lula!
    “Como uma pessoa abúlica, sem nenhum valor, sem nenhum sentido ético sem nenhum critério intelectual, sem sequer nenhuma educação …chegou a este posto!” ….

    “Ele se agarra a um fisiologismo muito peculiar ao nordeste, embora seja natural em todo o Brasil … Quem ganha tem todo o direito, quem ganha conquistou a chácara, quem ganha pode nomear quem quiser!”

    Não é à toa que os dois (Lula e Sarney) são hoje companheiros inseparáveis!

    Muito boa a entrevista!

    E para terminar … mais algumas frases do Millôr que, infelizmente, têm tudo a ver com estes dias bicudos que vivemos!

    1) O dinheiro fala. E também manda calar a boca.
    2) Sob esse exterior meio idiota ele esconde um débil mental completo.
    3) No mundo da corrupção você só pode ser considerado triunfante quando deixa de ser subornado e passa a subornar.
    4) O honesto é um amador que atrapalha fundamentalmente o trabalho dos canalhas, todos profissionais.
    5) As ideologias são insaciáveis: Cada vez exigem mais sacrifícios humanos.

    Um abraço

    Denise

  14. bereta

    -

    02/04/2012 às 15:55

    Caro Augusto. Louvável sua homenagem a esse grande homem que foi Millôr Fernandes. Já tive a oportunidade de dizer que acompanhei parte de seu trabalho através da revista 0 Cruzeiro mesmo antes de saber ler. Via as figuras e ficava intrigado com a “feiura” delas. Criança, não sabia ainda o que era humor ou arte. Comecei por ouvir ontem a primeira parte, mas o som estava muito ruim em razão da lentidão no carregamento. Hoje pude ouvir todo o conteúdo, pois o processo esteve rápido. Millôr,como sempre, genial. Mas…. preciso dizer o que está entalado na garganta. Fiquei triste quando ele se referiu ao Barão de Itararé, ou Aparício Torelli. Não ouso comparar a obra oriunda daquelas inteligências, tanto Millorianas como Aparicianas. Mas havemos de reservar um lugar de honra ao Barão, sim! E por quê? Ele, ainda que tenha escrito ou falado bem menos que Millôr, também disse coisas engraçadíssimas, foi vítima de perseguição política, sofreu na carne as vicissitudes de um sistema que esteve em mãos erradas. Não discuto ideologia. Do que li escrito pelo Barão, ri muito. Se os trocadilhos eram pobres, que fazer? Cada um apresenta o humor que lhe corresponde. Mas não se pode desmerecer quem já está morto. Falo isso, tanto quanto não gostaria que aparecesse alguém a desmerecer o Millôr, agora que ele está morto. Seria um desrespeito ao seu trabalho, que foi profícuo. Só isso a declarar. Um abraço.

  15. José de Anchieta Erthal Monnerat

    -

    02/04/2012 às 14:58

    Augusto,
    Primeiramente, fiquei muito feliz com a representação do Roda Viva. Com certeza,o Millôr nunca imaginaria que, em 1989, ao definir o Sarney, estaria definindo Dilma 23 anos à frente.

  16. Abreu

    -

    02/04/2012 às 11:41

    .
    Errata: “… desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal” — referindo-se a Chico Buarde de Havana, o “comunista de beira de piscina” (19min13seg)
    .

  17. Abreu

    -

    02/04/2012 às 11:41

    .
    Augusto,
    .
    Coisa de ex-fumante: na época desta entrevista, eu consumia quatro maços de cigarro (100mm) ao dia — e parei (de um dia para outro) com o nascimento do meu primeiro filho. Afinal, como eu poderia pegá-lo no colo “cheirando” a um cinzeiro imundo?
    .
    Por isso (coisa de ex-fumante), não me passou despercebido o seu hábito (aos 13min41seg do segundo bloco), levando um cigarro aos lábios… Espero que (como eu — e por bons motivos) Você já tenha abandonado o (mau) hábito!
    .
    Highlights:
    .
    … desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal” — referindo-se a Chico Buarde de Havana, o “comunista de beira de piscina” (19min13seg) e
    .
    … o Jaguar é uma pessoa boníssima. Agora, Você não pode confiar nele para nada…” (24min19seg) — o que, talvez em outro contexto, responda à dúvida do leitor paulinho – 01/04/2012 às 13:02.
    .
    Naquela época eu ficava aborrecido quando perdia alguma edição do Roda Viva. Hoje em dia (que pena!) só me interesso por uma ou outra entrevista quando alguém me alerta, sobre uma ou outra!

    Salve, amigo. Devo mais essa a você. Quanto ao cigarro, deixei de fumar há muitos anos. abração
    .
    .

  18. Eduardo

    -

    02/04/2012 às 11:34

    Até agora não consegui entender o que Millôr disse depois de “…sou cristão…”. Poderias jogar uma luz?

  19. francisco

    -

    02/04/2012 às 11:02

    Comentar sobre o Millôr seria uma redundância, haja vista que foi por aqui fartamente comentado e será mais ainda. Entretanto, alguém tem que dizer isso: AN foi, sem dúvida, o melhor apresentador deste programa. Ponto!

  20. Fernando

    -

    02/04/2012 às 10:52

    Foi ai que o Millôr…

    … disse que o que existe de idiota na cambada é unma grandeza.

  21. Oliver

    -

    01/04/2012 às 20:25

    AUGUSTO
    Nobre amigo. No comando do lendário programa, você nos pareceu um Pedro Bial que pensa, kkkkkkkk. Perguntei até pra minha mulher, pra saber se esta era apenas uma impressão machista minha. Sabe como é; homem não pode achar outro homem elegante que logo vem a conta, kkkkkk. Envelhecemos dignamente, é bom que se saiba. Millôr era impagável e o programa bem o atesta. Um anarquista depurado. Esta talvez seja minha maior linha de confluência com seu livre pensar é só pensar. Era antenado como poucos, embora sua crítica a televisão me soe algo que, tanto o Pasquim quanto o Madame Satã ( da minha época de ativismo ), professaram com excessivo misticismo; ficar longe dela. Por sorte não segui nenhum desses conselhos, he he he. Mergulhei de cabeça na máquina de fazer malucos desde que me conheço por gente. E não me arrependo de tudo o que já vivi dentro de seus corredores ebuliços. Pois bem. É razoável termos medo do que não conhecemos. Com o tempo e a sensação de “senhoridade”, vamos nos tornando cristalinos, na dureza do termo. Resistentes ao novo. Nem por isso menos reverentes ao velho, no que de bom o velho nos oferece. Taí um grande exemplo. Um programa primoroso, clássico, definitivo. E não definitivo em suas ideias ou afirmações, mas na sua liberdade de tribuna, exercitando o certo e o errado de uma época. Eu trocaria dois Brizolas por um Roberto Marinho, pois tive o privilégio histórico de conhecer ambos. Um era um gentleman, uma pessoa educada, de voz pausada e pensamentos sublimes, sempre preocupado com cada detalhe de uma boa ideia. O outro era um picareta. Façam suas apostas de quem era quem. Nem um Millôr pode ser onipensante, não é mesmo ? Era um gênio assim mesmo. E vou contar uma coisa aos nobres do nosso grande time; iniciei meu comentário com uma ironia sobre a elegância dos homens. Um dos meus primeiros trabalhos na platinada acabou sendo um comercial da Fundação, de uma exposição de arte importante por eles patrocinada. Dei o melhor de mim para fazê-lo e foi uma pedreira. Ao chegar em casa, tive em minha mesa a grata surpresa de uma gigantesca cesta de frutas frescas, com um bilhete do próprio Dr. Roberto, agradecendo o empenho. Eu não era ninguém, entre centenas de profissionais que ali davam e ganhavam a vida. Mesmo assim se preocupou comigo. Como desconsiderar tamanha gentileza ? Pra quem pensa que televisão comercial é um antro de “porcos capitalistas”, só posso dizer que nós todos tomamos banho. Do lado direito do banheiro, inclusive. Sorte, mestre !!!

    Grandes observações, como sempre, meu amigo Oliver. Estou quase pronto. abração

  22. Carlo Germani

    -

    01/04/2012 às 20:17

    Caro Augusto,sem qualquer bajulação,é oportuno destacar que você é um padrão irreversível de caráter.O mesmo estilo,a mesma simpatia,a mesma competência como jornalista.De 1988 até hoje,nada mudou.Isso é para poucos.PS-O único questioanmento que faço de Millôr,é a inexplicável incoerência de
    um homem altamente inteligente e de uma rara intelectualidade,fazer apologia ao socialismo e destacar o esquerdista Waldir Pires como candidato ideal (à época) para a presidência da República.

    Grato pel comentário, caro Carlo. abração

  23. sidney

    -

    01/04/2012 às 20:16

    Augusto
    E X C E L E N T E !!!!!!
    Foi um presente que irei ( alem de guardar com carinho ) ; repassar para muitos!!!
    Saudades do – CARA – ( nao o barbudo taaaa ) !!
    Baita abraco

  24. Liége

    -

    01/04/2012 às 20:12

    O Brasil que presta agradece, Augusto.

  25. Sínter.

    -

    01/04/2012 às 19:35

    “Imensamente Feliz”.
    eu tambem, mas triste.
    é que 1989 está tão longe de hoje.
    e olha Millôr, meu pai estava tambem por aqui.
    Augusto prezado, Cora tambem, muito obrigado.

  26. LABOR

    -

    01/04/2012 às 19:31

    Córner cobrado, a bola faz uma curva saindo da linha demarcatória do campo e a ele retorna tocando a grama, o juiz anula o lance: bola fora. Regras são regras e devem ser seguidas, no entanto, algumas não são bem feitas. No caso, pertinente o estranhamento do Millôr. Afinal, o futebol é para humanos ou pássaros (urubus)?.

  27. Ronaldo T

    -

    01/04/2012 às 18:47

    Olá Augusto

    Fui dar o meu voto na enquete e me ocorreu que talvez valesse a pena estabelecer a competição em divisões paralelas, tal como o Campeonato Brasileiro. Claro que o campeão de cada uma seria então promovido para a inferior. Sendo assim, um Paulo Henrique Amorim estaria disputando com boçais semelhantes a terceira divisão. Não acho que vale a pena dispensar a ele um voto quando há na competição um Mercadante, um Amorim(Celso) e um Genro, que demonstram a todo momento serem capazes de coisas mais estúpidas dado os cargos que ocupam.
    Abraço

  28. nando-esposito

    -

    01/04/2012 às 18:41

    Todos jovens..sensacional..a idade é realmente um mal necessário. Bom seria se empacassemos nos 40, em definitivo.

    Em 89, não era nascido, mas me impressiona o fumo liberado. Sensacional. Nosso processo de joserrização é irreversível.(em todos os sentidos).

    PS: O Brasil não merece o grande Millor. Realmente entender Millor não é tarefa para principiantes.

  29. P. Salgado

    -

    01/04/2012 às 18:40

    Gustinho, …

    plinio@globo.com é outra zédircete querendo abandonar o chefe.

  30. ricardo

    -

    01/04/2012 às 18:29

    mas a Marta Goes estava linda ai, hein? que mulher bonita!

  31. leandro

    -

    01/04/2012 às 17:56

    O mais impressionante é que a descrição que ele faz do Sarney é totalmente cabível na Dilma Roussef!

  32. Pedro Erik

    -

    01/04/2012 às 17:21

    Eh verdade, Augusto. Demostenes merece ateh mais do que suas criticas. Os caras tinham uma sociedade. Parece ateh que tem mais gente nessa.

    Abraço,
    Pedro Erik

    Abração, meu grande parceiro.

  33. Ronaldo

    -

    01/04/2012 às 16:31

    “Eu desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal.” Lúcido e profético!

  34. J.R.Monteiro

    -

    01/04/2012 às 15:58

    Ninguem é perfeito, mesmo um gênio como o Millôr,
    em 82, apoiou o Brizola, o destruidor do Rio.
    Se redimiu totalmente, porem, ao colocar o Sarney no devido lugar na história, no lixo.

  35. Alcides

    -

    01/04/2012 às 15:51

    Augusto, depois que você saiu,que pena, Roda Viva nunca mais foi o mesmo.Só os imbecis sem cura e os “cretinos fundamentais” podem ser indiferentes ao genial, único, admirável Millôr Fernandes. Ouvindo-o, é de babar na gravata.Obrigado.

  36. Marco

    -

    01/04/2012 às 15:26

    Amigo A. Nunes: Esse ano não está sendo bom para Gênios, acabo de receber a informação, q o zagueiro Airton Pavilhão q formou junto com Calvet a maior zaga tricolor, sem dar um pontapé, está necessitando de oração na UTI do hospital Ernesto Dornelles.
    Abs.

  37. ricardo

    -

    01/04/2012 às 14:12

    e reparem na perfeita descrição que Millor confere a Sarney…se excluirmos da gravação o nome do dito cujo, tudo poderia perfeitamente ser transportado para os dias de hoje! eh de arrepiar! não avançamos nada em 20 anos! essepaiz eh aterrorizante!!

  38. ricardo

    -

    01/04/2012 às 14:05

    meu Deus, a primeira pergunta, acompanhada da respectiva resposta, mostra exatamente tudo o que eh essepaiz, a mesmíssima esculhambação de sempre! e isso eh de 1989!!!! não ha nenhum sinal de avanço desde la, pelo contrario, ha um claríssimo processo de retrocesso em acelerado andamento! como eh que conseguimos seguir sobrevivendo nessepaiz com toda essa esbornia politica e cultural? de que material estranho somos feitos? como toleramos – e deixemos que piore – tudo isso que se vê acontecer ha anos?

  39. Elah

    -

    01/04/2012 às 13:55

    Muito bom! Millôr é genial! Genial!

  40. LuizRobertoTV

    -

    01/04/2012 às 13:41

    Mais uma vez longe da civilização desde ontem à tarde, acabei de chegar e fui agradavelmente surpreendido com anexação do link.
    Comecei a assistir imediatamente. Pausa aos 04:07 após incontrolável impulso. Precisava comunicar minha emoção. O tempo passou mas tudo está ali, eternizado. Tudo tão atual como o ‘timaço de comentaristas’. Atual como seu estilo. Atual como Millôr Fernandes.
    Outra pausa: volto correndo para saborear cada minuto, não sem antes segurar o nó na garganta que senti desde o início da entrevista e que me fez dar um brake quando notei aqueles saudosos frisinhos ocasionais do velho video-tape.
    É por essas e por outras que insisto na sigla em caixa alta junto ao meu nome. Insisto em lembrar que está na hora do VejaTV.
    A bola é sua, grande armador, pivô, ala…
    Bola de três pontos! Chuá!

  41. FRANCISCO

    -

    01/04/2012 às 13:36

    Faltam programas como esse.

  42. FRANCISCO

    -

    01/04/2012 às 13:33

    Ficaria o dia inteiro ouvindo a conversa.

  43. FRANCISCO

    -

    01/04/2012 às 13:28

    Brilhante!

  44. simone

    -

    01/04/2012 às 13:11

    Nunes, o povo não vai reeleger a Dilma em 2014 de jeito nenhum !
    -

  45. paulinho

    -

    01/04/2012 às 13:02

    Uma dúvida!!! Ele não era da turminha do “bolsa ditadura”???

    Nunca entrou nessa. É dele a frase sobre os bolsitas: “Pensei que fosse ideologia. Era investimento”.

  46. nena

    -

    01/04/2012 às 12:32

    Uma hora e meia “em companhia de uma mente brilhante” e extremamente prazerosa. Quanta diferença assistir uma pessoa autêntica e inteligente que sabe o diz e por que diz. Foi um ótimo presente para o nosso domingo. Obrigada.

  47. Le Prevost

    -

    01/04/2012 às 11:53

    Ainda não consegui captar os indícios necessários para firmar plena e total convicção positiva, mas começo a não ter muito mais dúvidas de que as milícias vermelhas a serviço do aparelho petralha já estariam investindo com inusitada fúria, se não contra o próprio Millôr Fernanades e sua fantástica obra, mas com certeza contra estes que como o Augusto escriba deste espaço, assumiram o inteligente compromisso de sempre avivar a memória da patuléia com a inteligência de gente da estirpe intelectual e moral do próprio Millôr, do Chico Anysio e de outros brasileiros que, mesmo no pó-morte, contribuem para deixar o Brasil da estupidez petralha um pouco menos burro. O petismo insiste em emburrecer, embrutecer e estupidificar a Nação brasileira. E a obra de gente como Millôr Fernandes e Chico Anysio, por exemplo, opera em sentido contrário. Um milhão de vivas a eles! E a lata de lixo da história para o petismo, sua ignorância estúpida e seu extremismo velhaco!

  48. Aldo Matias Pereira

    -

    01/04/2012 às 11:50

    Augusto,
    Tive o privilégio de assistir à reprise e conclui que não se fazem mais Rodas Vivas como antigamente. À parte o brilhantismo e a genialidade do entrevistado gostei de ver a juventude de todos e perceber a inexorabilidade do tempo, embora as ideias permaneçam predominando sobre as aparências, com as mesmas e velhas exceções de sempre, para confirmar a regra. Quanta saudade e como é duro verificar em que esta se transformando esse país que já teve perspectiva de futuro há algum tempo atrás.

  49. Márcia Maria

    -

    01/04/2012 às 11:39

    Só Sr. para reunir e debater com intelectuais! Parabéns!

  50. WTF

    -

    01/04/2012 às 11:35

    Ahh, Augusto, ja ia me esquecendo:
    Sera que o Millor mudou de opiniao quanto ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso? Ele se referiu a ele como “socialistazinho” de forma pejorativa. Caso a resposta seja evidente, mais uma vez, perdoe a minha ignorancia.

  51. WTF

    -

    01/04/2012 às 11:33

    Augusto, obrigada pela deliciosa entrevista. Adocou o meu domingo, encheu de alegria o meu coracao (eh tao gosto dar “risadas intelectuais”, nao eh mesmo?). Saborosa a ironia do Millor.
    Me perdoe a ignorancia, mas nao sabia q vc apresentava o Roda Viva. Te conheci aqui nessa coluna em Veja. Foi, por influencia do meu pai, seu leitor assiduo e participante do seu time de comentaristas, que passei a ser sua leitora e fa!
    Obrigada!!

    Quem agradece sou eu. A você e ao seu pai. Apresentei o Roda Viva durante dois anos. Um abraço.

  52. Ademir

    -

    01/04/2012 às 11:07

    Na veia.

  53. Leonardo Azevedo Vianna

    -

    01/04/2012 às 10:49

    Bom dia,Senhor Augusto Nunes!
    Eu que já o tinha em grande conta, passei a te ter em maior consideração após assistir ao roda viva do meu Mestre Millôr. Senti-me enciumado(!)com as mesuras, sem rasuras, direcionadas a ti.(O Léo está sendo irônico, mas há uma ponta de verdade: tu mereces as loas) Espero que continuemos com a divulgação das artes e do engenho do Mestre para todo o sempre, já que Ele é o verdadeiro imortal.

    Atenciosamente,
    o Léo

  54. Paulo Bomfim

    -

    01/04/2012 às 10:48

    Augusto, você nem aprovou o comentário anterior e já estou eu aqui de novo. Não sei se você já viu, mas o STJ resolveu relativizar a proteção às crianças: um homem acusado foi absolvido do crime de estupro de vulnerável por, veja só que coisa linda!, as meninas de doze anos já se prostituírem havia algum tempo, nas palavras da relatora. Veja o mimo no próprio site do STJ.
    Abração, Augusto.
    *
    Presunção de violência contra menor de 14 anos em estupro é relativa
    Para a Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a presunção de violência no crime de estupro tem caráter relativo e pode ser afastada diante da realidade concreta. A decisão diz respeito ao artigo 224 do Código Penal (CP), revogado em 2009.

    Segundo a relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, não se pode considerar crime o ato que não viola o bem jurídico tutelado – no caso, a liberdade sexual. Isso porque as menores a que se referia o processo julgado se prostituíam havia tempos quando do suposto crime.

    Dizia o dispositivo vigente à época dos fatos que “presume-se a violência se a vítima não é maior de catorze anos”. No caso analisado, o réu era acusado de ter praticado estupro contra três menores, todas de 12 anos. Mas tanto o magistrado quanto o tribunal local o inocentaram, porque as garotas “já se dedicavam à prática de atividades sexuais desde longa data”.

    Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), a própria mãe de uma das supostas vítimas afirmara em juízo que a filha “enforcava” aulas e ficava na praça com as demais para fazer programas com homens em troca de dinheiro.

    “A prova trazida aos autos demonstra, fartamente, que as vítimas, à época dos fatos, lamentavelmente, já estavam longe de serem inocentes, ingênuas, inconscientes e desinformadas a respeito do sexo. Embora imoral e reprovável a conduta praticada pelo réu, não restaram configurados os tipos penais pelos quais foi denunciado”, afirmou o acórdão do TJSP, que manteve a sentença absolutória.

    Divergência

    A Quinta Turma do STJ, porém, reverteu o entendimento local, decidindo pelo caráter absoluto da presunção de violência no estupro praticado contra menor de 14 anos. A decisão levou a defesa a apresentar embargos de divergência à Terceira Seção, que alterou a jurisprudência anterior do Tribunal para reconhecer a relatividade da presunção de violência na hipótese dos autos.

    Segundo a ministra Maria Thereza, a Quinta Turma entendia que a presunção era absoluta, ao passo que a Sexta considerava ser relativa. Diante da alteração significativa de composição da Seção, era necessário rever a jurisprudência.

    Por maioria, vencidos os ministros Gilson Dipp, Laurita Vaz e Sebastião Reis Júnior, a Seção entendeu por fixar a relatividade da presunção de violência prevista na redação anterior do CP.

    Relatividade

    Para a relatora, apesar de buscar a proteção do ente mais desfavorecido, o magistrado não pode ignorar situações nas quais o caso concreto não se insere no tipo penal. “Não me parece juridicamente defensável continuar preconizando a ideia da presunção absoluta em fatos como os tais se a própria natureza das coisas afasta o injusto da conduta do acusado”, afirmou.

    “O direito não é estático, devendo, portanto, se amoldar às mudanças sociais, ponderando-as, inclusive e principalmente, no caso em debate, pois a educação sexual dos jovens certamente não é igual, haja vista as diferenças sociais e culturais encontradas em um país de dimensões continentais”, completou.

    “Com efeito, não se pode considerar crime fato que não tenha violado, verdadeiramente, o bem jurídico tutelado – a liberdade sexual –, haja vista constar dos autos que as menores já se prostituíam havia algum tempo”, concluiu a relatora.

    O número deste processo não é divulgado em razão de sigilo judicial.
    *
    http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=105175

  55. Luciano

    -

    01/04/2012 às 10:39

    Primeiro Chico, agora Millôr. Além de medíocre, o Brasil está ficando um país sem graça…

  56. Pedro Erik

    -

    01/04/2012 às 10:18

    Caro Augusto,

    Exercitando a grande mensagem de Millôr Fernandes (liberdade de pensamento), permita-me dizer que eu nunca fui muito fã de Millôr. Cheguei a tentar ver no modo de pensar dele algo que me estimulasse, mas não consegui, eu nunca tive muita paciência com ele (Millior também era direto nas suas críticas).
    -
    Em poucas palavras, eu diria que Millôr era Bernard Shaw (socialista fabiano) e eu sou G.K Chesterton (escritor inglês defensor da ortodoxia cristã). Shaw e Chesterton fizeram vários debates públicos. Estou do outro lado, vejo muito mais sabedoria e humor em Chesterton.
    -
    Nesta entrevista, ele também mostra o quanto era liver ao ponto de ser contraditório. Exemplo, diz que Sarney não sabe escrever um parágrafo, mas depois dizer que Maribondos de Fogo é legível. Diz que cobra 10 il dólares para entrevista, por que é profissional e depois diz que aceitou vir ao programa pela amizade. Diz que nunca foi Brizolista, a verdade dos fatos o desmente.
    -
    Além disso, as opções de voto dele são para o socialismo (como seria Shaw), eu realmente sempre tive dificuldade com o socialismo (desde que passei a entende minimamente o assunto, por volta de 18 anos)
    -
    Bom, não considero Millôr um grande pensador, mas um genial humorista.

    Que Deus o tenha (apesar de ele ter sido sempre ateu)
    -
    Grande abraço,
    Pedro Erik

    Discordamos democraticamente, grande Pedro Erik. abração. Augusto. (PS: Como você viu, não me precipitei — infelizmente — sobre o caso Demóstenes. abrs)

  57. nei Brasil

    -

    01/04/2012 às 10:12

    Pena que era brizolista.
    Pena …não morreu bem!
    Era um niilista, que tb fez mal ao país!
    Um intelecto invejável.

  58. Elvio

    -

    01/04/2012 às 10:04

    Augusto,
    Uma boa memória do tempo em que a Roda Viva era mais viva. Parabens. Foi um privilégio rever.
    Elvio

  59. Jorge G

    -

    01/04/2012 às 9:42

    Obrigado pela oportunidade. Já divulguei com amigos de geração e recomendei a meus filhos.
    Pode-se não concordar com tudo o que ele pensa – afinal, toda unanimidade é burra, não? – mas é um claro exemplo de que estamos diante de um gênio da raça… E o humor, o humor que nos diferencia deles…
    PS: não pude deixar de notar o cigarro, Augusto. Sinal dos tempos, não?

  60. Gamal

    -

    01/04/2012 às 8:58

    Pois deveria ser o mote de um documentário.
    Não é pouca coisa fazer o que você conseguiu.
    Sei, Augusto, que você nada tem a ver com produção cultural, mas que poderia motivar gente boa que você conhece para abraçar esse projeto.
    O título do documentário?
    Simplesmente, Millôr.
    Millôr

    É uma grande ideia, caro Gamal. abração

  61. GlorInha de Nantes

    -

    01/04/2012 às 4:01

    Você nos proporcionou uma grata surpresa, Augusto! Inexcedível Millôr num dos melhores tempos do RodaViva!
    .
    Muito especial ver você coordenando com elegância profissional um dos mais autênticos e mais interessantes momentos do programa! Viva essa histórica Roda!
    .
    E que bela e oportuna homenagem! Gratidão maior! Lindo tudo! Tudo lindo!

  62. Claudius

    -

    01/04/2012 às 2:05

    Augusto, coloque a entrevista do Millôr no Youtube. A meninada precisa assitir. Creio que no Paraíso a primeira coisa que ele fará será pedir a Deus que tire a cobra de lá.

  63. Rosangela Bolze

    -

    31/03/2012 às 23:50

    Divino, Augusto, obrigada pela dica!! Saudades do maravilhoso ‘Roda Viva’, com convidados e entrevistados da maior qualidade!! Millôr foi precioso!! Adorei o comentário sobre Chico Buarque: ‘eu desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal’. Fato! Você estava lindo, MAS HOJE VOCÊ ESBANJA CHARME!!! Obrigada por este momento raro de sabedoria num Brasil tão imbecilizado!

  64. Paulo Bomfim

    -

    31/03/2012 às 23:31

    Olá, Augusto.
    Acabei de assistir à entrevista nos links que o Abreu deixou aqui. Tentei entrar no site do Roda Viva para assistir, mas estava fora do ar. Saí correndo ao youtube. O primeiro bloco, quando eu acessei, tinha sido visto 666 vezes. O segundo, 226.
    Infelizmente, tive poucas oportunidades de conhecer o trabalho do Millôr: o conhecia principalmente por sua última passagem pela Veja, e por Hamlet que li, traduzido por ele.
    Vi a entrevista pensando: o Brasil já teve isso?
    Hoje, será que alguém falando como ele conseguiria sair do estúdio sem que um monte de babacas aparecesse na porta para jogar-lhe pedras na cara?
    Coisas como “não quero o crioulo do Flamengo vindo me abraçar, mas quero ser conhecido pelo Augusto Nunes” seriam dadas hoje como o mais forte racismo – quando ele só queria dizer que ele não quer ser conhecido simplesmente por estar na TV, que é o que acontece com a maioria das pessoas que aparecem no veículo (o maior exemplo de nulidade famosa é o vencedor do primeiro turno do Homem Sem Visão de março…).
    Para mim, crescido e criado numa época já tomada pelo politicamente correto (no dia 21 de agosto completo 21 anos, Augusto, e quero os parabéns!, hehe), é especialmente interessante ver os programas mais antigos da TV: imagine alguém aparecer, como você aparece ali, os cabelos pretos, a voz calma e o cigarro na mão? Seria chamado de louco, de incitador ao vício – sem contar que a Lei Antifumo de São Paulo daria certo trabalho à direção, hehe? Não é que eu considere uma coisa boa em si AQUELA liberdade; eu considero uma coisa que ninguém ali olhava como demônio ninguém por estar fazendo ou falando algo. Ele simplesmente falava o que pensava e os outros, concordando ou não, ouviam.
    Contrasta muito esse programa do Millôr com outra edição do Roda Viva, em que um pesquisador afirmava uma coisa assustadora: quem estuda mais é mais tolerante, na média. QUE COISA HORRÍVEL, HEIN?! O que não fariam os nossos intelectuais idiotas, de hoje, vendo um Millôr Fernandes falando o que acha que tem de falar?
    Os vídeos acima são um registro de que já houve discussão inteligente no Brasil.
    Hoje, só o que nos sobra é um amontoado de idiotas, todos repetindo as mesmas ladainhas que seus patronos ideológicos repetiam no começo do século passado – com a diferença de que os de hoje ganham uma grana efetivamente maior.
    Abração, Augusto!

    Vou te dar de presente o livro “Millôr Definitivo”, amigo. Coisa de gênio. abração

  65. Valentina de Botas

    -

    31/03/2012 às 23:25

    Boa noite, Augusto!
    Millôr é antídoto para a hipocrisia, a cretinice, a preguiça moral e a indigência intelectual que têm se aprofundado e se espalhado de tal maneira pelo país que apontá-las é quase um anátema. Assisti à parte da entrevista e achei especialmente genial quando ele, a respeito de Chico Buarque, disse sempre desconfiar do idealista que lucra com o próprio ideal. A entrevista exclusiva e excelente inspira só coisas boas e desnuda um pouco do homem, pois da obra já sabíamos bastante. Assim como sabíamos que Millôr é insubstituível. Mas deixa em você, Augusto, um digno sucessor. Brilhante também; arguto e perspicaz leitor da nossa realidade; usa, com arte, o humor fino e a inteligência desassombrada; cunha frases magistrais e é capaz de algo que nem mesmo o Millôr de múltiplos talentos alcançou: enverga um terno azul-claro com a elegância de poucos. Um beijo, Valentina.

    Um beijo, Valentina.

  66. Glória

    -

    31/03/2012 às 22:58

    Magnífico.

  67. Cristaldo-SP

    -

    31/03/2012 às 22:42

    Augusto,

    Apesar de não ser jovem nunca tinha visto este Roda Viva. Realmente um documento histórico. Parabéns!
    O Brasil mudou muito nestes últimos anos, perdemos muito em civilidade, respeiro e cultura.
    Saudades daqueles tempos.

  68. Marisa

    -

    31/03/2012 às 22:03

    Gravei e vou distribuir.

  69. Clarimar

    -

    31/03/2012 às 22:02

    Isso é que conduzir um programa de entrevista.

  70. Laura

    -

    31/03/2012 às 22:01

    Gravei e vou guardar para sempre.

  71. Dina

    -

    31/03/2012 às 21:59

    Espetacular!

  72. Dantas

    -

    31/03/2012 às 21:58

    Programa histórico.

  73. Kamila

    -

    31/03/2012 às 21:57

    Amei!

  74. Denize

    -

    31/03/2012 às 21:56

    Millôr e Augusto: dois craques.

  75. Abreu

    -

    31/03/2012 às 21:52

    .
    Augusto,
    .
    Achei os dois blocos da entrevista no Youtube:
    .
    1º:- http://www.youtube.com/watch?v=ylPkFIwS29k
    2º:- http://www.youtube.com/watch?v=6m0heyPiLoA
    .
    “Acho” que vale a pena rever!

    Gratíssimo, amigo Abreu. Anexei os links ao post. abração

  76. manuel

    -

    31/03/2012 às 21:31

    Sou teu admirador, Augusto

  77. Celso Dival

    -

    31/03/2012 às 20:30

    Saudades do Roda Viva com aquele formato. Há coisas na vida que não se deve se mudar nunca. Quanto a Millor, é impressionante, além da sua aguda inteligência, a clarevidência quanto ao uso da informática há 23 anos atrás.
    Que privilégio você teve em Augusto?

  78. Roberto

    -

    31/03/2012 às 20:18

    Augusto,
    acabei de assistir ao programa que, infelizmente ainda não tinha tido oportunidade de ver.
    Não tenho dúvidas que é um documento histórico que deve ser gravado, guardado e revisto sempre que nos depararmos com a essa avalanche inacreditável de vulgaridades e falta de inteligência que a TV nos proporciona, ou seja, deveríamos rever quase todo dia.
    O programa também serviu para atiçar a saudade dos tempos que, no Roda Viva, apresentador e entrevistadores cumpriam sua função sem interesses escusos ou preocupações político-partidárias.

  79. FM

    -

    31/03/2012 às 20:13

    Assisti. Magistral. Millôr 1989 ou 2012 sempre autêntico falando sem rodeios. Grato a Cora Róinai e a você Augusto pela reaprtesentação.

  80. Sonia Regina

    -

    31/03/2012 às 20:08

    Boa noite Augusto

    Só consegui ver por 10 min. pois fiquei sabendo ao acessar sua pagina e agradeço a Veridiana que deu a dica pelo Yutube
    Muita Paz

  81. Tuco

    -

    31/03/2012 às 20:06

    .

    Agora nos responda, Grande ANunes:
    em 1989 você termina o Roda Viva
    afirmando que pode existir vida
    inteligente na tv – e então, existe?


    .

  82. Abreu

    -

    31/03/2012 às 20:04

    Ops!
    Comecei a ver, por coincidência, no exato momento em que Millor falava sobre sua saída da Abril e, que interessante, percebi que o tempo passou…
    Tentarei encontrar a íntegra nos arquivos do Roda Viva.

  83. Francisco Cunha

    -

    31/03/2012 às 20:03

    Maravilhosa a entrevista, Augusto. Ganhei meu sábado! Mesmo tendo sido gravada em 1989, é mais atual do que nunca e serve para reoxigenar o cérebro. Valeu!

    Abração, amigo.

  84. Carlos

    -

    31/03/2012 às 20:00

    Parabéns, Augusto

  85. Jorge Chequer

    -

    31/03/2012 às 20:00

    Muito bom.
    Parabéns pela performance,Augusto.

  86. Laura

    -

    31/03/2012 às 19:50

    Grande entrevista, Augusto!

  87. Adriana Rolando

    -

    31/03/2012 às 19:47

    Querido Augusto,
    Li no jornal que o reprise seria domingo, amanhã. Snif…snif…cheguei agora, perdi, como não sabia, não gravei.
    Estou macambúzia, sem jogo, sem Millôr.
    Por favor, me salva! Pode ser?

    Um beijo, querido Augusto.

    Socorro!

    Um beijo, querida Adriana.

  88. Marco

    -

    31/03/2012 às 18:57

    Amigo Nunes:Estou assistindo.
    Abs.

    Abração, amigo.

  89. Veridiana

    -

    31/03/2012 às 18:55

    Quem não puder assistir ao Roda Viva na TV Cultura faça como eu, vá ao http://www.youtube.com.br e digite Millor Fernandes Roda Viva. A entrevista está dividida em dois blocos.
    Fenomenal.

    Obrigado, Veridiana. Um abraço

  90. ORF

    -

    31/03/2012 às 18:41

    Augusto, seria possivel voce colocar links da entrevista no seu blog? Assim, nos que moramos no exterior poderiamos ver e ouvir Millor. Agradeco!! ORF

    Vou providenciar, com prazer. abração

  91. mael

    -

    31/03/2012 às 18:16

    Foi a revista que denunciou o caso. E traz mais revelações nesta edição.

  92. RONALDE

    -

    31/03/2012 às 17:45

    Não vou perder!
    Conheço o Millôr somente de revistas. Lia “O Cruzeiro” quando tinha 10 anos de idade, hoje estou com 68.
    È interessante que eu não entendia suas tiradas naquela época, principalmente o Hai Kai, mas não deixava de lê-lo.

  93. dpiresmont

    -

    31/03/2012 às 17:27

    Obrigada por informar, vou ver.

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados