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07/11/2009

às 23:40 \ Direto ao Ponto

A expulsão do vestido curto risca a fronteira que separa o país moderno do Brasil das cavernas

O monumento ao primitivismo que começou a ser erguido na noite de 22 de outubro, quando centenas de alunos do campus de São Bernardo protagonizaram a tentativa de linchamento da moça do vestido curto, foi inaugurado com a expulsão de Geisy Arruda e a aprovação, com louvor, dos agressores. A nota divulgada pela direção da Uniban, com o título A educação se faz com atitude e não com complacência, faz sentido nestes tempos estranhos. Num Brasil pelo avesso, o certo virou errado e o errado virou certo.

Como o culpado é inocente, Antonio Palocci pode estuprar a conta do caseiro, o MST pode invadir o que vier pela frente, José Sarney pode continuar engordando o prontuário de matar de inveja um general do PCC. Como o inocente é culpado, Francenildo Costa não pode queixar-se da condenação ao desemprego, os fazendeiros não podem invocar o direito de propriedade nem alegar que as terras são produtivas. Por divulgarem verdades sobre um homem incomum, o Estadão merece censura e merecem pancadas jornalistas que escrevem livros contando um pouco do muitíssimo que fez o dono do Maranhão.

Como o que era já não é, diplomas de universidades estrangeiras agora equivalem a atestados de elitismo. Devem ser transferidos da parede para o porão, antes que os diplomados sejam considerados inimigos do Grande Ignorante e, portanto, da pátria. Falar e escrever direito é coisa de preconceituoso, miudezas desprezíveis para um enviado da Divina Providência. Acumular conhecimentos é feio. Bonito é ser analfabeto. O presidente que subiu na vida sem ter estudado é a prova de que o brasileiro precisa aprender a desaprender, e revogar de vez o refinamento. É da vulgaridade que o povo gosta, é grosseria o que o povo quer.

A minissaia foi inventada em 1960, os trajes das universitárias hoje sessentonas eram bem mais ousados. Mas um microvestido ficou moderno demais, porque o país está avançando para trás. A sindicância interna concluiu que Geisy teve “uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados”.

A sorte é que jovens de boa família estavam lá para defender “os princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade” desrespeitados pela moça desvestida de vermelho. “A atitude provocativa da aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar”, descobriu a Uniban.

Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim, a Uniban transformou o campus de São Bernardo no muro da boçalidade. A expulsão do vestido curto riscou a fronteira que separa o país moderno do Brasil primitivo. A turma das cavernas está do lado de lá.

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225 Comentários

  1. Valentina de Botas

    -

    11/01/2012 às 0:56

    Boa noite, Augusto!
    Seu texto é apenas irretocável, meu caro; dois longos comentários de Celso Arnaldo, primorosos; aqueles enviados pelos estudantes da Uniban, tristes em tudo. Alguns comentaristas, inclusive mulheres, acusam Geisy de ‘ter gostado de ter sido chamada de gostosa’, de ser deliberadamente ‘provocadora’ (não seria ‘provocante’?) não só por causa do vestido, como também pelas suas atitudes e de pretender sair em alguma revista masculina. Nada disso é crime. Tudo me parece normal e saudável. Geisy é saudável. Doentes são estas bestas, estas próteses estudantis inventadas pela era da mediocridade. Aberrante, a truculência destes alunos os tornou machos vingadores de uma libido criminosa que, usada como álibi para responder à ‘provocação’ de Geisy, revela que os machos em bando não conseguem ser homens se sozinhos. Quem deles abordaria a simplória Geisy, ‘chegaria junto’, sozinho? Alguns dizem que ela é bonita e outros, baranga; aludem à defesa do ‘ambiente acadêmico’, de resto inexistente nas Unibans Brasil afora; mas nada disso importa. Porque nada, rigorosamente nada justifica a selvageria, conquanto ela seja autoexplicável: ignorância ativa, truculência também moral e orgulhosa mediocridade; a manifestação, em suma, do espírito do nosso tempo. Seu post, Augusto, desmascarando o artifício canalha de acusar a vítima, é perfeito. E que moçada repressora, reprimida e burra! Um beijo, Valentina.

    Irretocável é o teu texto, Valentina. Um beijo.

  2. Giovane

    -

    09/12/2009 às 19:45

    Fui Professor Universitario no Brasil por mais de 23 anos.Hoje, moro no Canada.Vi coisas em reunioes de coordenadores e diretores e tambem em sala de aula que eram um primor de imbecilidade e preconceito.O Brasil infelizmente caminhja nessa direcao.No Rio de Janeiro existe uma “faculdade” na Zona da Leopoldina em o Movimento Evangelico mais radical que ja tinha visto cresce mensalmente.
    Recebi como resposta de uma questao para uma prova de antropologia que:”isso tudo esta aconticendo porque nai ixiste Jesus nos coracao das pessoa”.Isso, com todos os erros e ainda tive que aturar a dignissima tentando defender essa imbecilidade.Detalhe:nao so os evangelicos radicais estao dominando algumas salas de aula, outros movimentos(alguns nao-religiosos) tem mostrado a cara.Pobre ensino privado e pobre dos Professores e alunos.

  3. Layla Fiusa

    -

    28/11/2009 às 13:18

    É interessante ler os comentários… em geral os “acima de cinquenta anos” (geração sessenta) acharam um absurdo o que aconteceu na Uniban; em contrapartida, os jovens “defendem” a “moral e os bons costumes” ops!
    Concordo com o Nunes “o país avança para tras” e muito atras… para a cultura dos anos 30 e 40!!! para quem não entendeu, retrocesso é isto, ir adiante com o olhar voltado para um passado obscuro, obtuso de uma sociedade pobre em cultura e ávida por enriquecimento material. Naqueles tempos os operários empobrecidos se felicitavam por migalhas de leis governamentais… a classe média era medíocre, insignificante e manipulada, defendia seu segmento com “moral e bons costumes”!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Mais de sessenta anos depois, avançamos em uma esteira fixa, aí nos colocada pela visão estreita de uma mentalidade tacanha que continua na classe média, neste episódio específico, representado pelos alunos da Uniban ABC Paulista.

  4. Beto

    -

    26/11/2009 às 2:49

    Olá

    Nessa questão discordo de você Augusto e do Reinaldo Azevedo também.

    A moça agiu mal, errado.
    Os trajes que ela vestia não eram apropriados pra ocasião. Hipocrisia é não reconhecer isso. Tão simples, por que essa grita toda?

    Os trajes combinados com a atitude dela talvez sirvam pra uma boate, um cabaré, uma casa de prostituição.
    Se acham que estou sendo exagerado não tem problema, estou sendo realista.

    No máximo serviria pra ela estar em casa, entre quatro paredes. Não são trajes pra ambiente público. São regras básicas de moral e civilidade.

    Em casa, na privacidade, ela pode andar até nua, ninguém tem nada a ver com isso. Mas no convivio social ela tem que seguir normas comuns a todas as pessoas.

    A expulsão dela pela Uniban foi um exagero, o ataque dos “talibans” também. Mas não dá pra perder o foco que a causa dos problemas foi a vestimenta e o comportamento da moça.

    Regras fazem parte da sadia convivência e as pessoas não poderia se espantar com isso.

    Um abraço a todos!!

  5. Leo LNVAS-R

    -

    24/11/2009 às 10:07

    Eu estou aqui até agora tentando imaginar o que seria um “avanço para traz…”

  6. Ixmael

    -

    19/11/2009 às 1:25

    Sr. Nunes, desde que, na semana passada
    vc me proibiu de ficar em silêncio, uma velha
    mania me assolou : comentar posts tidos
    como obsoletos. Digamos que sou um
    conservador de priscas eras. Pode ser que sim.

  7. Rachel

    -

    16/11/2009 às 22:09

    Oi Nelson se o seu nome for mesmo esse por favor … não generalize…o bando de gente preconceituosa… Morram com seus preconceitos…

  8. Nelson

    -

    16/11/2009 às 18:09

    Rachel, você estuda na UNIBAN?

    Se sua resposta for MESMO sim, então por favor, fechem-na!!!!

  9. Adriana Coutinho

    -

    15/11/2009 às 17:37

    Ridículo! Simplesmente ridículo!!!
    Que alunos! Que faculdade!
    Ainda não estudaram sobre pluralidade cultural e respeito às diferenças?
    Claro que não estudaram! Os alunos vão a essa faculdade para se preocupar com o que os outros vestem. E a universidade? Com que será que ela ocupa seu tempo? Com o currículo, é claro! Mas que currículo!!!!
    Dentre os assuntos que ele contempla, pode-se citar: falsa moral; agressão verbal e física; regras para exterminar os diferentes…
    Parabéns!!!! Mas, por favor, construam uma instituição bem distante dos seres humanos e levem junto esses alunos e demais simpatizantes do currículo dessa “”"”"Universidade”"”"”"”"”"”"”"”"”.

  10. Maria Luisa

    -

    15/11/2009 às 16:18

    Olha o comentário da Mariana!!! eu quero ficar quieta mas não deixam! O que foi que eu disse sobre serem despeitadas e desunidas? e com relação ao veneno escondidinho embaixo da língua? Conselho às invejosas: coloquem um vestido rosa e vão à luta! Só que se forem ofendidas tem que sair como ela saiu; sem choro, sem xilique, andando de cabeça erguida! Sabe Augusto, estou opinando em sua coluna sobre esse assunto porque não suporto hipócrisia e tambem porque tenho filhos, inclusive uma filha, a mais nova, quase da idade da Geyse, que se forma logo na Faculdade Caspér Líbero. Não faço apologia à nenhum tipo de crime, muito menos ao comportamento e vestimenta dos outros, mas as pessoas tem que ter caráter para assumir que se não tem coragem ou não desejam ser como outras pessoas são, não deveriam achar que aquilo é errado. Certo e errado é uma coisa pessoal, cada um cria esse conceito para sí; mas não dá direito de humilhar e ofender quem não pensa assim. Uma boa parte das mulheres deveria trabalhar mais esse lado emocional; tentarem ser mais racionais e equilibradas, estão discordando até delas mesmas; elas vêem, gostariam de fazer só que falta coragem. Porisso talvez esse despeito todo pelo resultado da crueldade, que tambem pelo que estou vendo, frustante para algumas.As mães dessas moças estavam hibernando enquanto elas cresciam? Que atraso! Grata pelo espaço.

  11. mariana

    -

    15/11/2009 às 13:38

    acabei de ler no estadão a moça já pintou e alongou o cabelo,nun dos mais famosos de sp e vai ser garota propaganda da dulorem,e estuda proposta de revista masculina,nosso pais é uma poiada,ah não invejo a moça não,o que me incomoda é que nesse pais vençe e ganha as custas dos trouxas quem não merece,(fotoshop nela ,e lingerie tamanho gg) a dulorem deve tá pobre por não poder pagar par uma mulher bonita ,em forma e famosa de verdade)

    E daí que vai ser garota-propaganda? Merece outra tentativa de linchamento?

  12. Maria Luisa

    -

    14/11/2009 às 23:15

    Rachel querida, desculpe pela minha ironia, sinceramente; só mais um minuto da sua atenção! A vida me ensinou; passei para meus filhos e eles entenderam ! Gostaria com sua permissão, claro, de passar para voce, que me parece ser bem jovem: “Quando na aldeia se faz a dança da chuva e voce não gosta ou não quer se molhar; é só mudar de tribo”. simplesmente! Perdoe pela brincadeira novamente!

  13. Rachel

    -

    14/11/2009 às 22:49

    tá bom querida, com pessoas do seu tipo não perco mais o meu tempo…

  14. Maria Luisa

    -

    14/11/2009 às 22:22

    Rachel ! Deixei palavras sem acentuação, voce notou?

  15. Maria Luisa

    -

    14/11/2009 às 22:02

    Rachel Aparecida! Conselho que daria para minha filha juro! Leia melhor seu texto ou pede para alguem da Faculdade ajudar; depois vai estudar Portugues. Acentuação, pontuação, concordância essas coisas; depois a gente conversa!

  16. Rachel Aparecida Silva

    -

    12/11/2009 às 18:50

    Resposta para Maria Luiza, o que é certo o que é errado? Realmente quem somos nós para julgarmos? No texto quem realmente o entende, informei ambos os lados, não disse quem está certo ou errado, expressei a opinião de ambos os lados, realmente o que aconteceu com ela foi errado, mas não foram todos que a nomearam daquela forma, e assim como muitos, vc está julgando todos que estudam nessa instituição, como se todos tivessem a agredido verbalmente e isso não foi verdade, sendo que exitem outros campus da Uniban, que nem vivenciaram os fatos, mas também se fazem vítima apenas devido o nome da faculdade, então mais uma que fala de preconceito e está sendo preconceituosa.

  17. Maria Luisa

    -

    12/11/2009 às 14:16

    Olha! Vou falar uma coisa. Cada comentário que leio aqui aumenta mais a minha certeza de que está UNIBAN tem que ser fechada. Gente, leiam o comentário da estudante Raquel Aparecida Silva é inacreditável. Eu sou mulher, mas que faz tempo que sei que mulher é uma racinha desunida e despeitada faz e para comprovar é só ler o que essa moça escreveu. Primeiro ela falou dela que é a certinha, esforçada e tal; depois dos grandes Mestres e Doutores que existem lá; depois falou que o que fizeram realmente foi exagerado e por fim destilou o veneno que a maioria possui escondido na língua porisso não pode morde-la, senão morre envenenada. Quem voce julga ser para ter o direito de determinar que tipo de roupa é adequada para alguem usar em alguma ocasião. Quem te deu o direito de julgar o que é certo e errado na vestimenta de alguém criatura! Voce não é juíza, nem direito cursou e até juízes são mais ponderados no julgamento de alguem antes de julgar seus atos, se foram certos e errados. Voce está jogando na fogueira uma pessoa que nem conhece, voce só viu a roupa dela esquecendo-se que dentro daquela roupa existe um ser humano que tem sentimentos como os seus. Todas e todos que criticaram a roupa e postura da moça provavelmente esqueceram-se de olhar suas próprias familias, ou será que só tem padre e freiras o que seria ainda pior pelo que sabemos. Será que chegamos ao fim dos tempos, onde um homem não consegue ver as pernas de uma mulher sem molhar a calça? então é mesmo o fim! fecha tudo, apaga a luz e acabou! Todos e todas que aprovam em parte ou totalmente a atitude daquele bando de degenerados e que apesar do tempo que tiveram para refletir sobre isso ainda continuam achando que a culpa foi da moça, acho bom omeçarem a tomar cuidado com a própria vida. Qualquer dia chegam em casa e encontram a mãe ou a irmã ou alguma visita espancada, apedrejada ou até estuprada por algum homem da casa por ter visto alguma delas com um short, mini saia ou vestido curto numa tarde de calor! Realmente cheguei a conclusão que Faculdade não dá mentalidade isso é coisa de berço, ou voce tem ou não tem!

  18. Fatima e osmar

    -

    12/11/2009 às 8:22

    o texto de rachel serve para fechar os comentarios,somos pais ,professores aposentados,e transformar esse episodio alem do nescessario é pão e circo ,causa indignação causa ,mas não exatamentepelos motivos que isso se transformou,lendo e ouvindo os comentarios conclui o porque do comportamento da moça e a reação dos alunos,tudo nesse pais gira em torno de sexo,é gostosa,é feia,eu sou home gosto,vçs sã bambis,há me poupem bendito apagão apagou agora vamos ao que interessa,se os 15 minutos de fama vingar tem playboy senão ralação para se sustentar e apagou geral

  19. Rachel Aparecida Silva

    -

    12/11/2009 às 1:30

    Em nome de todos os alunos e professores da Universidade Bandeirante de São Paulo, eu, Rachel Aparecida Silva formada em rádio e tv e atual estudante de marketing, me preocupo com a imagem da Universidade e com a repercussão mundial que esse fato da aluna Geisy Arruda teve e está tendo.
    Todos os alunos e professores estão sendo julgados pela impreensa de medíocres. Vídeos realizados e expostos pela internet ridicularizam a situação e generalizam todos como sendo presidiários.
    Como segue o vídeo abaixo:
    http://www.youtube.com/watch?v=fSUmhXu9A4o&NR=1
    As próprias pessoas estão sendo preconceituosas em generalizar a todos os estudantes que chamaram a estudante Geisy Arruda de palavras que nem valem a pena comentar. Será que
    realmente todos a chamaram assim? Ou melhor, existem pessoas nessa Universidade que estão lá para se tornarem um grande profissional, para ingressarem no mercado de trabalho com méritos de seus esforços.
    A Universidade não é uma instituição qualquer, no entanto que
    faz anos que a Uniban se tornou de grande reconhecimento como instituição de ensino. Grandes mestres e doutores
    se fazem presente e desempenham o seus trabalhos da melhor maneira possível.
    Geisy Arruda realmente errou em ir vestida daquela maneira, não iria á uma festa e sim ia para assistir á aula, porém nehum ser humano é capaz de julgar o outro, foi nisso que alguns importante ressaltar que alguns estudantes tiveram também uma atitude desnecessária para tal situação, agravando o caso.
    Infelizmente essa caso levou uma proporção mundial e a minha preocupação é com aqueles que investem o seu dinheiro para estudar e estão sendo prejudicados pelo nome da Universidade, e essa não é a realidade, espero que esse caso seja resolvido da melhor maneira possível, porém que os que realmente querem estudar não se prejudique mais do que estão sendo.
    Atenciosamente
    Rachel Silva

  20. Rachel Aparecida Silva

    -

    12/11/2009 às 1:26

    Em nome de todos os alunos e professores da Universidade Bandeirante de São Paulo,
    eu, Rachel Aparecida Silva formada em rádio e tv e atual estudante de marketing,
    me preocupo com a imagem da Universidade e com a repercussão mundial
    que esse fato da aluna Geisy Arruda teve e está tendo.
    Todos os alunos e professores estão sendo julgados pela impreensa de medíocres. Vídeos
    realizados e expostos pela internet ridicularizam a situação e generalizam todos como sendo
    presidiários.
    Como segue o vídeo abaixo:
    http://www.youtube.com/watch?v=fSUmhXu9A4o&NR=1
    As próprias pessoas estão sendo preconceituosas em generalizar a todos os estudantes
    que chamaram a estudante Geisy Arruda de palavras que nem valem a pena comentar. Será que
    realmente todos a chamaram assim? Ou melhor, existem pessoas nessa Universidade que estão
    lá para se tornarem um grande profissional, para ingressarem no mercado de trabalho com
    méritos de seus esforços.
    A Universidade não é uma instituição qualquer, no entanto que
    faz anos que a Uniban se tornou de grande reconhecimento como instituição de ensino. Grandes mestres e doutores
    se fazem presente e desempenham o seus trabalhos da melhor maneira possível.
    Geisy Arruda realmente errou em ir vestida daquela maneira, não iria á uma festa e sim
    ia para assistir á aula, porém nehum ser humano é capaz de julgar o outro, foi nisso que alguns
    importante ressaltar que alguns estudantes tiveram também uma atitude desnecessária para tal
    situação, agravando o caso.
    Infelizmente essa caso levou uma proporção mundial e a minha preocupação é com aqueles
    que investem o seu dinheiro para estudar e estão sendo prejudicados pelo nome da Universidade,
    e essa não é a realidade, espero que esse caso seja resolvido da melhor maneira possível, porém
    que os que realmente querem estudar não se prejudique mais do que estão sendo.
    Atenciosamente
    Rachel Silva

  21. Nadja

    -

    11/11/2009 às 22:39

    Pacífico,

    sobre a sua pergunta a respeito da “parcela de culpa” da vítima do estuprador por tê-lo provocado ou incitado a tal, respondo com uma analogia extraída do próprio Código Penal.

    O artigo 122 do Estatuto Penal Brasileiro apena com um a seis anos apenas aquele que presta auxílio a quem comete o suicídio, e não o suicida. Em outras palavras, o suicida provoca, pede e suplica pela ajuda de alguém para se matar e recebe a “ajuda”. Agora imagine o caso em que uma mulher se vista de uma forma cuja linguagem seja interpretada como alguns:”estupre-me”. No mesmo raciocínio do art.122 do CP, se não se atribui qualquer parcela de responsabilidade ao suicida que pediu o auxílio, também não há que se falar em parcela de culpa pela estuprada que, na interpretação do criminoso, “pede” para ser estuprada pelo uso de indumentária insinuante.
    Digressão contrária isentaria da responsabilidade penal aquele que forçasse uma prostituta a ter relações sexuais contra a sua vontade. Ora, qualquer pessoa, santa ou pecadora, tem o direito de escolher se quer, como e quando terá relações sexuais. O uso de uma roupa sexy pode significar simplesmente que a pessoa quer se sentir atraente, e não que queira fazer sexo. Ou o queira só com determinada pessoa diferente do estuprador. Ponto final.

  22. Nadja

    -

    11/11/2009 às 20:34

    Aos que ainda insistem em culpar a Geisy pela deteriorada imagem que a Uniban doravante ostenta, proponho o seguinte raciocínio no intuito de identificar as verdadeiras causas da opinião pública sobre a má qualidade da universidade como um todo (corpo discente, docente e gestão):
    1)se a estudante andasse com o seu vestido rosa e curto e as pessoas guardassem suas críticas pessoais para si ou no máximo expressassem civilizada e discretamente sua opinião a um colega mais próximo, a situação ganharia a repercussão internacional que atingiu? Resposta óbvia:NÃO;
    2)caso a situação realmente incomodasse os estudantes, havia uma alternativa racional, respeitosa polida e CIVILIZADA de resolver o “incômodo”? Resposta evidente: SIM. Se se comportassem como cidadãos, e não como seres rústicos e desprovidos de um mínimo resquício de educação, aqueles incomodados com a conduta da aluna poderiam se reunir e lavrar um abaixo-assinado dirigido à autoridade competente da Universidade para que assumisse uma postura de coibir/reprimir aquele tipo de comportamento. Esperariam a decisão da Universidade, que, por sua vez, poderia notificar a aluna para adequar os seus trajes ao regimento da Uniban ou publicar que os alunos têm direito à liberdade de expressão da personalidade, inclusive no vestir. Caso a universidade entendesse de uma forma ou da outra, qualquer uma das partes (os alunos incomodados ou a Geisy) poderia acatar a decisão ou, no caso de discordância, poderia contratar um advogado para discutir a questão perante o Poder Judiciário.

    Como vêem, a forma de resolver o “problema” foi bruta e bárbara, e só demonstra que os alunos não têm noção do que seja cidadania, democracia e regras éticas para conviver em sociedade. A Uniban já deveria ter passado tais conceitos em aulas e seminários a seus alunos, mas não o fez. Do contrário, o lamentável episódio não teria ocorrido. Pior:decide solucionar a questão por meio da expulsão da aluna desrespeitada, atacada ,quase violentada, sem conceder-lhe o direito fundamental à ampla defesa gravado em cláusula pétrea da Constituição Federal em vigor.
    Do exposto, tem-se, como conclusão inevitável sobre a má imagem e desprestígio dos cursos da Uniban, que a responsabilidade só pode ser imputada aos próprios causadores das atitudes incivilizadas:aqueles despreparados para resolver os seus incômodos dentro da filosofia de um Estado Democrático de Direito.
    Recado aos alunos e staff da Uniban:não usem a Geisy como bode expiatório para o problema de imagem da Uniban e arquem com a consequência de seus atos.

  23. Judson Vieira

    -

    11/11/2009 às 16:48

    reco-reco, você gostaria de ser limitado em seus comentários? Desde quando o número de caracteres indica objetividade ou não? Pode-se falar merda numa pequena frase.

    Engraçado é que estamos discutindo direitos de expressão e você nos vem com uma dessas…

    “Pai, perdoa-o. Ele não sabe o que escreve!!!”

  24. reco-reco

    -

    11/11/2009 às 16:31

    Uma sugestão , Augusto : por que você não limita um número de letras no seu blog? Há comentários imensos, creio que só para o próprio que envia ler e satisfazer sua vaidade. Costumo ler muitos blogs de jornalistas e passo por cima dessas bíblias argumentativas, contra-argumentativas, conclusivas ou que não concluem absolutamente nada. Tem gente capaz de escrever páginas e páginas vazias, é um talento que deve ser explorado em outras situações apropriadas. Um grande abraço

  25. pacifico

    -

    11/11/2009 às 15:33

    Tem ou não tem uma parcela de culpa?

  26. pacifico

    -

    11/11/2009 às 15:31

    Augusto obrigado pela atenção. É óbvio que continua sendo crime.Não foi isto que perguntei… Eu perguntei sobre a responssabilidade da mulher,que deliberadamentte provoca o sexo oposto e acontece o estrupro.Continuo esperando sua atenciosa resposta. Abraços.

    Acho isso muito subjetivo. Não é possível saber se a provocação é deliberada. abraços, Augusto

  27. Judson Vieira

    -

    11/11/2009 às 9:10

    Prezado Augusto,

    Recebi indicação de leitura para seu texto através de um e-mail enviado por uma amiga. Confesso que o título me pareceu tão instigante que parei o que estava fazendo para lê-lo. E não me arrependi. Há tempos não lia uma crítica bem escrita e realmente CRÍTICA.

    Quanto ao assunto tratado, fiquei espantado com ambas as atitudes.

    Da moça, pois se espera que uma pessoa que tem o privilégio de pertencer ao corpo discente de uma IES, num país onde infelizmente o analfabetismo impera, tenha a felicidade de exercer seu bom senso no momento de selecionar seus trajes, adequando-os às exigências da ocasião. Daí, podemos perceber o quanto nosso país a cada dia evolui na produção de conhecimento, mas “involui” na “primeira educação”, naquela que vem do berço. Longe de ser um defensor dos “bons costumes”, prezo somente pelo mínimo de bom senso. Imagine, em seu efetivo exercício, Presidente Lula comparece ao Palácio do Planalto trajando bermuda, regata e chinelo. O que significa isso? Pensaremos que é, no mínimo, estranho. Não?

    Da Instituição de Ensino e alunos, pois, até me prove ao contrário, vivemos num país democrático, onde a Constituição Federal nos garante o direito de ir e vir e de nos expressarmos. Expressão essa, entendo eu, de diversas formas: fala, trajes, costumes, etc. Destacamo-nos pela diferença, e essa deveria ser respeitada. Em tempos de inclusão, atitudes como essa traduz o preconceito presente nos diversos segmentos da sociedade, provando o quanto ainda temos que avançar para que possamos um dia pensar em educação para a diversidade.

    O que deveria ter sido feito então?

    Prezo pelo bom senso e pela educação. Então nada é mais transparente e educado que uma boa conversa. Penso que quem mais pecou nesse caso foi a Instituição, que não deu a devida atenção. Se os diretores da Uniban advertissem os alunos quanto aos usos e costumes próprios da Instituição, não se chegaria a esse episódio tão desagradável.

    Pode até ser uma atitude que não caberia num espaço acadêmico, onde, ressalto, o bom senso deveria vir de berço. Mas infelizmente não sabemos a realidade de nossos alunos, de onde eles vêm. E, para discutir isso, precisaríamos da ajuda de Marx, Lyotard e outros para entender qual o pensamento a crise do homem pós-moderno e sua estreita relação com a sociedade capitalista. Fica para a próxima.

    Um abraço e obrigado!

  28. Celsok

    -

    11/11/2009 às 8:04

    Ixmael às 20:50h em 10/11/2009:

    Caro Ixmael – “Dessa feita, vou ater-me a um
    pequeno detalhe : postar ser revisar
    é mau (com u) indício”… Juro por Deus, sem maldade, que não encontrei o termo supostamente escrito por mim no referido texto (mal indício). Por favor me ajuda aí. De qualquer maneira, se ocorreu em qualquer lugar, você está c-o-r-r-e-t-í-s-s-i-m-o! Até porque é algo que insiste em me perseguir. Na correria para escrever, me policio bastante mas também erro. Mesmo assim, espero não estar sendo confundido com quem, com uma certa insistência, escreve para defender idéias mas ao mesmo tempo ‘assassina’ (como diria o próprio Augusto) o Português e acreditando piamente que está certo. Certamente a pessoa se comunica dessa forma em casa, no trabalho e na escola e para piorar, ninguém nestes lugares impede que o erro progrida. Mas fique tranquilo, meu problema maior é com a ‘hipocrisia’ ou no campo político, com os ladrões de casaca, estejam grafando corretamente ou não. Grato pela observação.

  29. Wagner

    -

    11/11/2009 às 0:54

    CARO AUGUSTO,
    A CADA LEITURA QUE FAÇO EM SUA COLUNA VEJO O QUANTO TENS SE SUPERADO. O QUE COLOCAS AQUI SOBRE ESSE CASO DA UNIBAN É A MAIS PURA REALIDADE BRASILEIRA. INDEPENDENTE DA MENINA TER EXTRAPOLADO OU NÃO EM SUAS VESTES, NADA JUSTIFICA O ATO TOMADO PELA REITORIA.
    CARA SENHORITA, RETIRE-SE DESSA INSTITUIÇÃO, MUDE-SE JÁ, E NÃO ESQUEÇA DE ACIONA-LA JUDICIALMENTE POR CONSTRANGIMENTO E DANOS MORAIS.

  30. Ixmael

    -

    10/11/2009 às 20:50

    CelsoK, às 18:10
    Acompanho, com atenção, todos
    os seus textos, há tempos. Vc é
    um cidadão perspicaz e coerente.
    Dessa feita, vou ater-me a um
    pequeno detalhe : postar ser revisar
    é mau (com u) indício. Quanto aos
    conteúdos, depois a gente se fala.
    Tem hora pra tudo. 1 abraço.

  31. CelsoK

    -

    10/11/2009 às 18:10

    Caro Augusto, felizmente sua coluna é transparente o suficiente para publicar todas as opiniões, como a do Sr. Iran abaixo. Parabéns! As manifestações se processam de diversas formas – os que interpretam, julgam, raciocinam e se expressam de forma errada. Gramaticalmente, inclusive. Os que expõem sua opinião, sem transgressão ou parcialidade, ainda que possam errar no Português. Os que analisam os fatos sob a luz no mínimo dos direitos civis e o fazem na forma correta. E há quem utilize um português amplamente revisado antes de postar (para evitar as críticas merecidas) e colocam sua opinião dentro de um formalismo que inspira sapiência, mas nem tanto no fundo assim, serve para disfarçar um sarcasmo, uma arrogância e uma hipocrisia sem fundamento em nada. Ou, fundamentado em uma questão de foro íntimo, particular e portanto parcial que em nada e nunca irá afetar um terceiro em seu direito individual, previsto em constituição. Os fatos estão aí e dizem tudo por si só. Parece que mais pessoas estão com medo de terem o nome da universidade inscrito no currículo. Bem, se isso importasse antes, jamais deveriam ter promovido as cenas de discriminação selvagem que o Brasil inteiro viu. Quem defende o ato pretensamente puritano (todo puritano é hipócrita e é o pior deles) é igual a qualquer dos alunos que estavam se manifestando como trogloditas na ocasião. Nem mais nem menos. Colocar no regulamento da escola, ditames como “…qualquer coisa que atente contra a moral…” é VAGO! Se a moral está nas roupas, cite: “é proibido a utlização de vestimentas com as seguintes características…”. Pode? Sim! É legal? Não! Pois se alguém se sentir cerceado em seu direito cidadão básico, pode processar a institução, seja ela privada, pública ou religiosa. Ela estaria errada se estivesse infringindo uma lei ordinária como a penal – ‘Atentado ao pudor’. Isso ocorreu? Pode ser provado? Não? Então NÃO RECLAMEM e assumam a responsabilidade pelo que fizeram. Aliás, ‘Atentado ao Pudor’, eventualmente explícito, é algo que deve com alguma frequencia ocorrer em salas de aula vazias, vãos de escada, cantos de pátio e por aí afora. Os falsos moralistas estão sempre prontos a apontar o dedo acusador para quem está do lado mais fraco da corda. Agora… o mesmo não vale para si próprios, não é? Outro aviso aos paladinos: Se a universidade tivesse a mesma veemência na defesa da moral e dos bons costumes que a tropa de choque está tendo, não teria voltado atrás na decisão de expulsar a estudante Geisy. “Quem não deve não teme”… ou não é bem assim? A estudante não voltou atrás na intenção de processar a instituição, o que deveria ter feito logo no primeiro dia.

  32. f tavares

    -

    10/11/2009 às 18:03

    para iran de jesus rodrigues dos passos,

    antes de mais nada cumprimento-o pelo maior nariz-de-cera já publicado na coluna… provavelmente por trazer jesus assim tão próximo, no próprio nome, vossa senhoria cobra respostas para dúvidas essenciais, no último parágrafo de seu texto bem escrito, que, ao fim e ao cabo, contém tudo o que pretendia dizer e saber… identifiquei um certo pudicismo nas irônicas entrelinhas e, sem ter sido chamado, vou apresentar meu modesto comentário: com que autoridade se encontra nas vestes, expressão tão fundamental da decência, da moral e dos bons costumes ? seriam as roupas longas para mulheres, cabelos intocados – uns acreditam que pertencem a seu homônimo…-, a negação dos cosméticos, a solução para qualquer crise de moralidade, em qualquer lugar do mundo ? em sua opinião, em que nível a sedução feminina atenua a culpa do estuprador ? a conotação pejorativa com que vossa senhoria se refere à modernidade e aos modernistas (?) é indicativa de um conservadorismo enraivecido, que não tem nada a ver num mundo que anda pra frente e quer tornar essenciais as coisas efetivamente importantes…
    p.s.
    nesse último parágrafo, a palavra”hora” não deve estar entre vírgulas; a palavra é vilipêndio, com três “i” e um “e”.

  33. Iran de Jesus Rodrigues dos Passos

    -

    10/11/2009 às 16:49

    O monumento ao primitivismo que começou a ser erguido na noite de 22 de outubro, quando centenas de alunos do campus de São Bernardo protagonizaram a tentativa de linchamento da moça do vestido curto, foi inaugurado com a expulsão de Geisy Arruda e a aprovação, com louvor, dos agressores. A nota divulgada pela direção da Uniban, com o título A educação se faz com atitude e não com complacência, faz sentido nestes tempos estranhos. Num Brasil pelo avesso, o certo virou errado e o errado virou certo.
    Como o culpado é inocente, Antonio Palocci pode estuprar a conta do caseiro, o MST pode invadir o que vier pela frente, José Sarney pode continuar engordando o prontuário de matar de inveja um general do PCC. Como o inocente é culpado, Francenildo Costa não pode queixar-se da condenação ao desemprego, os fazendeiros não podem invocar o direito de propriedade nem alegar que as terras são produtivas. Por divulgarem verdades sobre um homem incomum, o Estadão merece censura e merecem pancadas jornalistas que escrevem livros contando um pouco do muitíssimo que fez o dono do Maranhão.
    Como o que era já não é, diplomas de universidades estrangeiras agora equivalem a atestados de elitismo. Devem ser transferidos da parede para o porão, antes que os diplomados sejam considerados inimigos do Grande Ignorante e, portanto, da pátria. Falar e escrever direito é coisa de preconceituoso, miudezas desprezíveis para um enviado da Divina Providência. Acumular conhecimentos é feio. Bonito é ser analfabeto. O presidente que subiu na vida sem ter estudado é a prova de que o brasileiro precisa aprender a desaprender, e revogar de vez o refinamento. É da vulgaridade que o povo gosta, é grosseria o que o povo quer.
    A minissaia foi inventada em 1960, os trajes das universitárias hoje sessentonas eram bem mais ousados. Mas um microvestido ficou moderno demais, porque o país está avançando para trás. A sindicância interna concluiu que Geisy teve “uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados”.
    A sorte é que jovens de boa família estavam lá para defender “os princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade” desrespeitados pela moça desvestida de vermelho. “A atitude provocativa da aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar”, descobriu a Uniban.
    Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim, a Uniban transformou o campus de São Bernardo no muro da boçalidade. A expulsão do vestido curto riscou a fronteira que separa o país moderno do Brasil primitivo. A turma das cavernas está do lado de lá.

    Caro Augusto Nunes:

    Lamenta-se, profundamente, que fatos merecedores de uma reflexão profunda sejam encarados sob o viés do histerismo coletivo seja dos alunos que reagiram ao traje da aluna Geisy, seja dos integrantes dos movimentos sociais, como Une, Feministas, agindo sempre oportunisticamente, pois eles são oportunistas, seja da imprensa, unanimemente burros, como diz Nélson Rodrigues, na solidariedade a ela.

    Nessa perspectiva, condenando-se a reação dos alunos da Uniban, poder-se-ia também analisar a adequação das roupas usadas pelas pessoas aos ambientes freqüentados. A universidade não é o espaço do laissez faire. Ela é, fundamentalmente, espaço do conhecimento, da ética, do respeito aos bons costumes, digo, entenda, bons costumes.

    Pergunta-se, então, ao moderno Augusto Nunes se o traje usado pela Geisy seria permitido, por exemplo, em um Tribunal, em uma Igreja, na casa dele, na escola dos filhos dele. Em não sendo, por que deveria ser permitido em uma universidade? Sabe-se que os modernistas adoram parecer modernos, muitas vezes não sendo. Esquecem que é a permissividade deles que gera a impunidade, a violência, a criminalidade, vilependia os valores, havendo a banalização de tudo. É, hora, de criar vergonha e pugnar por uma sociedade ética, respeitosa.

    Iran dos Passos

    Eu permitiria o uso do traje em qualquer lugar. Agora você responde: o que acha do que vê nas praias?

  34. Mi

    -

    10/11/2009 às 16:30

    Geisy foi assunto quando: foi agredida moralmente por seus colegas universitários; disseram que ela tinha comportamento inadequado, além de usar roupas extravagantes; se disse que tudo o que aconteceu foi culpa dela; foi expulsa pela UNIBAN; a UNIBAN revogou a expulsão; ela diz que teme por sua segurança quando voltar a UNIBAN. E AGORA, chega de Geisy, chega, cansou!!! UNIBAN e alunos deixem Geisy e sua irreverência em paz, para ela estudar. Geisy vê se estuda menina!!!

  35. pacifico

    -

    10/11/2009 às 15:40

    Augusto gosto muito dos seus artigos. Não achei correto o tratamento dado a moça na unibam, mas gostaria de te fazer uma pergunta: Uma mulher que expõe o corpo com o objetivo de atrair a atenção dos homens, pode ou não pode ter auma parcela de culpa se acontecer um estupro com ela?

    Continua sendo crime, sem atenuantes. abraço, Augusto. (PS: se uma mulher estiver sem a parte de cima do biquíni na praia, ela está provocando ou tomando sol?)

  36. CelsoK

    -

    10/11/2009 às 14:07

    É o seguinte: quanto mais essa turma da Uniban abre a boca na tv ou posta algo escrito, mais se expõe à própria ignorância. Justiça seja feita, isso não é um problema apenas da Uniban e não é algo que se inpute apenas a essa ou aquela categoria (professores, estudantes, reitores, etc). Há pessoas e profissionais idôneos e despreconceituosos em todos os segmentos da sociedade, assim como há figuras torpes e desqualificadas. Fique claro que os exames de avaliação públicos promovidos pelo governo (Enad, etc) não resultam em ações saneadoras ou retificadoras do sistema de ensino. Então, o Estado está devendo, e muito, e assiste passivamente à formação de profissionais com perfis que os qualificam a candidatar-se futuramente a presidente da república, seguindo o exemplo que já temos. Se exames públicos, setoriais ou internos, avaliassem sempre nas questões dissertativas, a Forma e o Conteúdo, ou seja, uma simples questão dissertativa ou redação teria sua nota dividida em duas: Conteúdo (raciocínio lógico, clareza de comunicação, composição de idéias, fundamento, etc) e Forma (Ortografia, domínio da linguagem nativa, etc), com certeza impediríamos que estudantes como a Srta Keitty Brito e tantas outras figuras infelizes que ‘tentaram’ desastrosamente defender seu mercado de trabalho que parecia estar garantido com um diploma da Uniban, sequer passasse para o segundo ano e muito menos se formasse, sem, além do conhecimento necessário, soubesse no mínimo escrever.
    Pior que isso, defendem seus próprios pontos de vista através de declarações falsas, distorcidas.. de má fé mesmo!
    Morrem de medo de serem agora discriminados no mercado pelo suposto ‘crime’ praticado pela estudante Geisy. Ora! Façam-me um favor! Gostem ou não da maneira dela se vestir, ela o faz habitualmente como já testemunhou na mídia, toda sua vizinhança. E de maneira nenhuma associaram a maneira dela se vestir com sua índole.
    Quem processou, julgou e executou a sentença à revelia dos direitos individuais previstos na Constituição e dos costumes normalmente atribuídos à pessoas civilizadas, foram vocês ALUNOS da UNIBAN! Com raras excessões. Ninguém mais! Se algo der errado no futuro de vocês, deve-se única e exclusivamente à atitude animalesca documentada em detalhes por alguns de vocês. Em alguns casos, com áudio. Some-se a isso o fato de que simplesmente não conseguem ler, escrever, se comunicar de maneira tão somente suficiente, como já ficou amplamente demonstrado também.
    Querem o que mais? Honestamente, se esse fosse um país sério, alguns de vocês pelo menos já deveriam estar presos. Incluindo representantes da reitoria e um tal assessor jurídico da universidade, que acredito, deva ter se formado pela mesma, dando declarações onde descrevia na televisão supostas atitudes insinuantes da estudante ao subir a escada e nos corredores, com tamanha propriedade como fosse ele próprio o bedel de plantão naquele dia a observar e anotar tudo. Vejam, o sujeito é pretensamente um advogado. Isso é o que o futuro reserva a um país, como esse!

  37. Érika Flauzino

    -

    10/11/2009 às 13:56

    É… fica difícil até de comentar.
    Uma pessoa foi a faculdade com vestido curto. Grande coisa, quem não usa vestido curto nesse calor absurdo que tem feito?? Quem daqueles que não são obrigados a andar cobertos em decorrência da sua religião está de calças Jeans, Scarpin e blazer?
    Claro, temos que saber como nos vestir adequadamente e em sintonia com o ambiente que pretendemos frequentar.
    Oque eu me pergunto é: se a roupa da aluna era inadequada e diria até desrespeitosa a ponto de provocar um quase linchamento, devemos considerar respeitosa a atitude da Uniban e dos alunos envolvidos?
    Afinal, não é porque uma pessoa se joga do alto do edifício Itália que outros tantos marido chifrudos irão fazer o mesmo não é?

    Sou jovem, estudante, pobre, trabalho, leio jornal. Não me considero nem melhor nem pior que ninguém, mas tanta ignorância dói.

    O comentário abaixo vem colocar que acha injusto o posicionamento do colunista… Oras…mas não é injusto tudo oque aconteceu? Não é injusto um linchamento? Não é injusta uma expulsão? Devo acreditar na intolerância e na lei citada de ação e reação?

    Quer dizer então que se os alunos da Uniban achassem a moça do comentário abaixo ultrajante de feia eles poderiam fazer um motim maluco e descer a porrada nela??
    Parece isso….Devo entender assim?
    Se a culpa é da moça que o povo tem tempo disponível na vida para não só reparar na sua bela bunda que estava parcialmente a mostra mas também para parar aulas, parar de estudar, parar seus telefonemas, parar seus lanches, também é culpa da pessoa que é feia, da pessoa que é gorda, da pessoa que é pobre.

    ?????????????????????????

    Acho que todo mundo deveria estar um pouco mais ocupado lendo, estudando, planejando aulas, pensando nos filhos do que parando uma universidade por causa de uma bunda.
    Afinal, estamos no Brasil e como já disse Arnaldo Jabor em um livro, aqui existe a banalização da bunda.
    Deve ser por que uns e outros dão mais atenção a ela do que as aulas que acontecem na universidade.

    Acho difícil a Uniban tentar falar sobre oque é inadequado ou adequado quando tem esse tipo de atitude, completa falta de civilidade.

  38. Keitty Brito

    -

    10/11/2009 às 11:33

    Sr. Augusto

    O senhor talvez escreva assim,e aja assim e não consegue ver que a realidade porque não quer , o senhor errou e errou mais uma vez falando sobre as pessoas que estudam na universidade e não tem nada haver, mas talvez seja assim , pois recentemente lembro -me de uma matéria que para ser jornalista não precisa ter curso superior, não é mesmo pois para ter profissionais sensaciolionistas que não sabem redigir sem ofender pessoas que não tem nada haver com o artigo mencionado devem se fechar todas as faculdades inclusive que o senhor cursou.

    Ainda deve desculpa aos professores e alunos.

    Deixe de se expor ao ridículo. Quem escreve “não tem nada haver” em vez de “não ter nada a ver” não deve fazer comentário em coluna nenhuma. Deve estudar português. Releia seu texto e peça ajuda a algum professor. Ou volte ao curso primário e comece tudo de novo.

  39. Sonia Neri

    -

    10/11/2009 às 11:04

    Augusto,
    parabéns pelo artigo! A atitude da Uniban foi um flagrante desrespeito aos princípios democrátivos previstos pela Constituição brasileira.

  40. Fred

    -

    10/11/2009 às 10:08

    A UNIBAN fez o mesmo que o estuprador que culpou a mulher sedutora pelo estupro.

  41. Keitty Brito

    -

    10/11/2009 às 9:33

    Bom dia
    Sr. Augusto Nunes

    Venho através desse email repudiar o comentário medíocre, ridículo e baixo que o senhor lançou na sua coluna da revista Veja. Professores medíocres talvez tenha tido o senhor que não ensinou a ver os dois lados da moeda. Não venho julgar a conduta da aluna Geisy,pois vivemos em um país que entre aspas diz que temos o direito de ir e vir, mas se ela é tão santa assim porque ela ficou desfilando nos corredores e parando para os alunos tirarem fotos dela ???? Porque ela não aceitou a ajuda das alunas que queriam emprestar roupas para ela ???? Porque depois de uma boa aula com os advogados ela mudou o discurso ???? Se ela é tão inteligente e tão brilhante porque não leu o contrato que assinou ao se matricular ??? Se vestir como cada um queira é direito de todos , mas lá é uma instituição de ensino, não é preciso se vestir como se estivesse indo para uma balada, ela exagerou na produção dela,como toda ação tem reação ela teve a dela, se ela estava se sentindo, ela viu a imagem que ela passou, como estudante de Turismo, ela quer passar que imagem do Brasil ?????
    E outra fabrica de desempregados, acha justo qualificar todos os alunos que lá estudam por uma pessoa que não se dá ao devido valor ???
    Digo isso pois se ela não tivesse gostado dos caras, mexendo com ela , ela não pararia na rampa e nem nos corredores da Uniban para posar para fotos como ela fez ??? Concorda ???
    Lá na Uniban existem pessoas sérias, pais e mães de família e futuros profissionais que lutam por uma qualificação melhor no mercado de trabalho, acha justo vir assim a público em uma revista que eu mesmo acreditava não ser sensacionalista, e detornar com pessoas que não tem nada haver com o epísódio ocorrido ???
    Ah, Sr. Augusto Nunes acho que antes de defender alguém se estar no local dos fatos ocorridos, apure primeiro os fatos.
    O Sr. foi imensamente injusto ao expor sua opinião sobre os fatos, os professores, e principalmente desqualificando todos os alunos de lá, pois ninguém paga as mensalidades para ser taxado de fracassados como o senhor nos qualificou.
    Acredito que o senhor deve desculpas e nota retratação para pelo menos quase 60.000 pessoas e mestres que já são tão desvalorizados por políticas absurdas de um país onde tudo está errado, a começar por pessoas que como o senhor deteêm o poder de vir a mídia e deturpar um fato tão ridículo como aconteceu com esta moça.
    Ah!!! antes que eu me esqueça tanta pessoas que gostariam de estudar não recebem propostas e nem bolsas de estudo para poderem cursar uma universidade, porque ela com esse escandâlo todo e mentiras que ela inventa, desmente e posa agora de santa , tem direito ???
    Está vendo uma das desigualdades sociais e educacionais que estão aí ???
    Então quem estiver com mensalidade atrasada, estiver com outros problemas que impessam de frequentar as aulas devem partir para o mesmo exemplo que elá esta nos dando ???

    Bom, vou terminando por aqui , pois seria enumerar razoáveis questões para o senhor ver que errou, e muito feio com os outros que nada tem haver com a situação. Da próxima vez exagere menos não houve pauladas, incitações a linchamento ou estupro, uma outra situação é você usar a mini saia, micro vestido ou seja o que for ,e ter postura ,a outra é se deixar ser usada como ela deixou, pois a própria disse que gosta de receber elogios, ser chamada de gostosa, e outras qualidades, ela só não esperava que os alunos a enxergassem na essência que ela estava inspirando-os naquele fatídico dia 22/10/09.
    Sem mais , aguardo desculpas.

    Keitty

    ATENÇÃO, AMIGOS. Não deixem de ler o comentário. Publico como chegou. Depois, releiam o texto. Se é isto que a Uniban está formando, melhor fechar. abraços, Augusto

  42. f tavares

    -

    10/11/2009 às 3:05

    ô bruno,

    sou dos que chamam a tal universidade de unibambi… mas vem cá: é ou não é atitude de quem não gosta de mulher ? ou você quer me convencer, como aquele fabio weber de hamburgo, que homossexual gosta..? homossexual que gosta de mulher é da mãe, é lésbica ou tá de olho nas roupas da mulher que gosta… mas foram também mulheres, jovens e adultos, professores e professoras, os bedéis, o pessoal de limpeza, a cambada toda que vaiou a lourinha-de-vermelho, aos gritos de “puta”, “fora” … considerando que a maioria absoluta dos invejosos trajava roupas do sexo masculino, isso pode não ser coisa de viado (e), mas parece…

  43. Bruno

    -

    09/11/2009 às 23:45

    Acabei de deixar um post no blog do Reinaldo parabenizando-o pelo artigo dele e pelo tratamento digno que deu ao que aconteceu na UNIBAN.

    Venho aqui e me deparo com um post e com comentarios que ao invés de identificar na agressão a esta moça um preconceito absurdo decorrente do medo e do odio do que é diferente, acaba contribuindo pra ele.

    Alguns leitores chamam a instituição de UNIBAMBI, em uma alusão a uma instituiçao composta por homossexuais, que supostamente destratariam uma mulher por não se sentir sexualmente atraidos por ela. E estes leitores se acham melhores que os alunos que trataram a estudante de prostituta porque ela se vestiu de forma exuberante?

    E na maior parte dos comentarios so identifico o odio que se instalou no Brasil entre os seguidores dos 2 grandes partidos politicos. Sera que nao existem boas ideias e pessoas decentes nos 2 lados?

    Acredito na diferença de opiniões e como pessoa curiosa procuro escutar as mais diversas, mas respeitando-as, sem me sentir superior mesmo que nao concorde com elas.

    Sugiro a muitos que aqui escreveram a fazer o mesmo.
    Ou não, como queiram…

    Caro Bruno: qual foi o post que deixou de defender enfaticamente a Gleisy e esculhambar os linchadores? abraços, Augusto

  44. Silvio

    -

    09/11/2009 às 22:31

    Não sou oráculo como também não tenho bola de cristal. E considero sempre mais fácil adivinhar o resultado do jogo após seu término.Porém, para os mais astutos não seria difícil prever o que iria ocorrer nesse país há uns 20/30( ou mais ) anos atrás. A educação em todos os níveis, e há décadas, vem sendo destruída de forma impecável. Passamos a valorizar, como heróis, quem tem dinheiro mesmo que se saiba que foi produto de roubo,contravenção,estelionato,assassinatos, tráfico de droga e armas, e outras fontes de enriquecimento ilícito. ( os barões do bicho no RJ tinham todo e qualquer acesso à sociedade local, sendo louvados pela midia e outros afins, como homens de grande visão social .(é só um entre tantos exemplos em todo o país).
    Os programas de auditório nas TVs , não raro , eram de (continuam sendo ) um baixo nível total. Mas seus apresentadores que jogavam bacalhau para a platéia, eram considerados gênios da comunicação, e obviamente conseguiam consentimento social e geravam exemplos de sucesso a serem perseguidos.Os morros cariocas sempre foram temas de nossa MPB , valorizando o malandro, aquele que leva a vida sem trabalhar e o carnaval sempre mostrado como o fator mais relevante de nossa identidade cultural.Existem muitos outros exemplos similares de nossa trajetória nessas últimas décadas. Ficamos apreciando tudo isso, como o sapo que é colocado dentro de uma panela cheia de água no fogo. Ela vai aquecendo de mansinho e o sapo vai lentamente se adaptando ao calor crescente e lento da água, até que morre queimado, sem perceber. Nós somos o sapo! E criamos um outro, que já foi chamado de “sapo barbudo ” . Esse muito mais requintado, que não lentamente está destruindo tudo o nos resta dos “valores” que um dia já tivemos. Época em que valorizávamos a educação, os bons costumes, a ética a honestidade, etc. Precisamos urgentemente recupar tais valores, caso contrário seremos uma grande Cuba, em futuro bem próximo.

  45. carlos alberto

    -

    09/11/2009 às 20:27

    É inacreditável como algumas pessoas não entenderam direito o ocorrido na uniban.É irrelevante se o vestido da moça era curto ou não,,se a moça é puta,advogada,enfermeira,economista,delegada astronauta etc.
    O que é estarrecedor è que em pleno século 21, uma minisaia pare uma “universidade” , onde supostamente convivem pessoas pertencentes a um segmento mais esclarecido da nossa sociedade.O que o vídeo mostra, são imagens assustadoras de um bando de reacionários, fascistas ,moralistas,,medievais, … na verdade um bando de boçais famintos atrás de sua vítima. UM HORROR.

  46. FERNANDO

    -

    09/11/2009 às 20:15

    Diante da pressão popular e da mídia contra os travecos da UNIBAN, como o Aloizio Mecadante, eles tornaram o irrevogável em revogável a decisão de expulsar a gostosona. Fica ” Geisy ” e põe pra quebrar!.

  47. reinaldo

    -

    09/11/2009 às 19:53

    Acrescentaria que jornalista como você tem um papel fundamental como agente de mudanças.O ocorrido na UNIBAN é apenas uma ponta do ICEBERG.
    O ensino superior privado no Brasil (com várias e honrosas exceções que você conhece) está se tornando uma banca de feira.Quer um diploma? Cursos a partir de R$ 199,00 MÊS(Fonte: Site da UNIBAN -http://www.uniban.br/). Antes de ser uma exceção este comportamento PROMOCIONAL é quase regra entre as faculdades privadas. Sei de caso de professor que foi trocado por ser “feio”. Há também pressão para aprovação automática dos alunos (qualquer reprovação precisa ser meticulosamente explicada, o contrário nunca precisa).
    A ética é jogada no lixo: entre seguir os princípios que estão no próprio site,a UNIBAN preferiu ficar ao lado daqueles que trazem as receitas imediatas (600 x uma).Resumo da ópera: como os alunos não precisam se preocupar com estudo (apenas com a mensalidade) sobra tempo para atacar uma aluna. Se houvesse ESTUDO sendo cobrado o aluno diria “deixa isso pra lá, preciso estudar”. Como não precisa estudar só pagar sobra tempo para atacar uma aluna.

  48. f tavares

    -

    09/11/2009 às 19:24

    BOMBA ! BAMBI ! a unibambi está guardando o lugar de reitor pro senador mercadante, depois das eleições … acaba de comunicar que cancelou a expulsão da lourinha-de-vermelho. é um pra frente e um pra trás, como dança de índio… mas não muda nada, o que precisava fazer pra demonstrar sua filosofia de trabalho já foi feito, o país já conhece o pensamento (hehehe) da universidade, seus diretores e especialmente o desce o machado, aquele bonzinho que assinou a nota de expulsão…

  49. Sandro Martins

    -

    09/11/2009 às 19:02

    Estranho que algumas comentaristas enxerguem nesse caso apenas “uma loura espevitada querendo aparecer na mídia ou tirar a roupa para a Playboy”. O ponto central desse caso passa longe das coxas roliças da garota e acerta em cheio a “virilha” da sociedade como um todo. Encarar a hipocrisia dessa malta como legítima reação ao suposto comportamento exibicionista da moça equivale a apoiar também o linchamento público de todos aqueles que não se encaixem em nossos padrões de conduta. Não aprovamos a saia? Linchamos! Decote profundo? Estupramos! Não aceitamos os modos? Fogueira! Quer aparecer? Guilhotina!
    O lado mais sombrio desse pensamento tosco e intolerante é que a próxima vítima dos “defensores da moral” pode ser algum ente querido. Ou nós mesmos.
    E a manada dirá: “Bem feito!”

  50. MC

    -

    09/11/2009 às 17:43

    Troque-se a aluna em questão por uma aluna negra no sul dos EUA nos anos sessenta. Troque-se a turba de primiivos da Uniban pela turba que assediavam esta aluna ao tentar entrar em uma escola de “brancos” e teremos a noção do tipo de crime que se cometeu neste caso.

    A diferença é que lá a aluna negra entrou na escola com mandado judicial e protegida pela policia protegendo seus direitos. Já aqui ela teve que sair escoltada pela policia, foi expulsa da faculdade e a justiça, até agora, nada.

    É triste

  51. Paulo

    -

    09/11/2009 às 17:43

    Depois desta Fumaçada toda e a moça ficar famosa de graça a custa da midia de informação gratuita Ela Querer vender sua imtimidade a uma revista aproveitando a sua popularidade na midia.a troco de uns rais!!!

    como Ficaria Sua reputação…….. Será que não é isso que ela quer????

    sei que a universidade é uma instituição seria….. Espero que ela nao se condene e possa reaver seus conceitos… !!!!

  52. Tereza

    -

    09/11/2009 às 17:37

    Olhem a manifestação dos alunos da UFRGS sobre “O Caso Geisy Arruda”.
    http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=85068&channel=49

  53. Augusto

    -

    09/11/2009 às 17:32

    É assustador o ocorrido, aprendemos de acordo com os princípios da civilidade que devemos respeitar e aceitar a diversidade. É importante ressaltar que há instituições que tem suas regras internas quanto ao uso de vestimentas compatíveis com o ambiente. É tambem responsabilidade dessas instituições orientar os seus frequentadores quanto ao uso dos trajes adequados.
    O nosso país sofreu vinte anos de ditadura militar, sensura da liberdade de expressão e sobretudo éra utilizado pelo estado o uso da violência para reprimir. O fato nos força a refletir o porquê do incidente ter tomado tamanha magnitude, de fato ocorreu uma grande falha ao deixar a aluna Geisy Arruda adentrar ao campus, uma vez que não estava usando vestimenta adequada se ela entrou é porque éra habitual e havia aceitação.
    É inexplicável o assédio moral que foi submetida, não só o ambiente estudantil, social e profissional é para se dar exemplo de aceitção as diferenças.

  54. f tavares

    -

    09/11/2009 às 17:24

    se essa porradaria não servir pra mudar a cabeça deses mocorongos e mocorongas da tal unibambi, pelo menos já sabemos que essa universidade é a última classificada pelos critérios de avaliação do mec. o evento também permitiu que o país conhecesse uns quatro ou cinco ministros de estado de que jamais ouvira (êpa!!!) falar, felizmente todos soltando a borduna na unibem – universidade benito mussolini…

  55. Carlos Renato Fortes Vendramini

    -

    09/11/2009 às 17:12

    A imprensa do lado do bem caiu em um armadilha nessa história da aluna da uniban. Estão a confudir liberdade de expressão com outra coisa.

    Gostaria que os assassinatos diários cometidos “neste país” tivessem o mesmo espaço na mídia.

  56. Alessandro Ferreira

    -

    09/11/2009 às 16:59

    Caro Augusto,

    Não seria o caso de classificar automaticamente toda a diretoria da Uniban à disputa do caneco de Homem Sem Visão de novembro? Acredito que seja necessária a candidatura coletiva (a brava AAL, que elegeu Collor imortal, os credencia a tanto), visto que a expulsão de Geisy deve ter sido tomada por um, er, colegiado. Certo?

    Abraços.

    O candidato pode ser o reitor Heitor Pinto Filho (bom nome), representando a diretoria jurídica, a turma da sindicância e os linchadores. abraços, Augusto

  57. Paulo Henrique

    -

    09/11/2009 às 16:44

    Grato, Jaime. (Jaime, 09/11/2009 às 15:57)

    Pertenço a manada respeitadora das leis e dos direitos individuais. Por isso, sei – e sabemos – quem está certo no caso da UNIBAN. O que seu relativismo não lhe permite saber. Espero não queimar seu filme.

  58. Sandra

    -

    09/11/2009 às 16:27

    Acho que deveriamos aproveitar a deixa do povão sobre o vestido rosa e colocar todo mundo no seu devido lugar começando por Brasília. É hora de exigir escolas boas, hospitais descentes, clínicas para tratamento de usuários de drogas e diminuir a quantidade de MINISTROS nesse país eles estão trombando um nos outros e não resolvem nada.

  59. MARCOS MATIAS

    -

    09/11/2009 às 16:27

    Aqui volto revoltado depois do PAN!
    É “saia curta” no Congresso, na Justiça e na Imprensa…
    Mas, puniram a da Uniban!

    O “alemão” do STF viu culpa do mineiro,
    O do PT pediu tempo, caçula que é…
    A meta é salvar os “cumpanhêros”!

    Quem a Toga de Joaquim representa?
    Lula que o nomeou ou o Brasil que o aguenta amargurado?
    Viva os talibãs da uniban, voltamos aos anos 60!

    A ditadura foi um bem que expulsou comunistas!
    Essa de Lula dá “bolsa” até para traficante…
    A estrela vermelha errante é “mãe” de punguistas!

    A do pac falsifica diploma,
    O que a inventou tem inveja de FHC…
    Caetano o alien baiano tem razão: Lula é cafona!

    Verdade é que Berlim tem muito o que ensinar,
    Vimos o que o “muro” produziu…
    Temos que mandar essa “rataíada” socialista, se LASCAR!

    Não tem nada de bom no mundo comunista não!
    Acorda Serra, Aécio o senado te espera…
    Unamos-nos para livrar o País do PT, demoremos não!

    Com esse PT “beiramar” chegará a ‘”preso político”,
    Vai ganhar fortuna sem traficar,
    Vai virar “éroi” como Lula, o ridículo!

    É o vil contra o nobre,
    Lula e Dilma a dupla do terror…
    Cagam na justiça, peitam a honra do pobre!

    Chamam estupradores de “doutos”,
    Unibalizam o STF já que o Congresso “se foi”…
    Prendem os homens de bem, soltam os “OUTROS”!

    Cadê o Capitão Nascimento do Bope?
    Vamos mostrar a Lula a dor de um parto “fósp”!
    É um tiro só: Na urna, o PT perderá o “ibope”…

    Não dá para como está, continuar…
    “Nuncaantesnestepaiz” um bicho com a lingua presa,
    Mandou tanto doutor se lascar!

    Então para que “diprôma” se ser analfabeto se chega a presidencia?
    Responda a imprensa, MP, OAB, Congresso…
    Quem for “HOMEM” neste País: RECOBRE A CONSCIÊNCIA!

  60. Anita

    -

    09/11/2009 às 16:24

    Augusto, o Brasil é notícia na imprensa italiana. Deu na página inicial do http://www.corriere.it, com direito a vídeo, a expulsão da estudante usando um vestido muito “sexy”.

  61. dr

    -

    09/11/2009 às 16:24

    Quero dizer o seguinte, não tenho nada contra essa moça e muito menos com a Universidade, agora, que essa “moça” está querendo ganhar alguma coisa em cima disso, tá na cara né. Concordo plenamente com o colega Antonio, ela está querendo se promover e pelo jeito está conseguindo. Acho que a Universidade realmente não deveria tê-la expulsado e sim deveria ter aproveitado a oportunidade para discutir o assunto de uma forma que conscientizasse a todos que determinadas vestimentas não deveria ser usada no local, insistindo, aí sim, ela deveria ser EXPULSA. Infelizmente a Universidade optou por esse caminho, infeliz, colocando assim mais lenha na fogueira de Geisa que tirará grande proveito disso, claro, querendo indenização né. Eu fico horrorizada como as pessoas gostam de tirar proveito em cima dos outros. E se ela não está querendo indenização, certamente está se promovendo, claro está APARECENDO em todos os canais. Esse meu Brasil está regredindo meu Deus, tanta coisa séria acontecendo……

  62. PILINCHO-VIGILANTE

    -

    09/11/2009 às 16:17

    Augusto,salve!
    E o presidente do Congresso Nacional não vai EXPULSAR o indecoroso “universitário – Senador” da CUECA VERMELHA ?
    Querem ato mais abjeto e desonroso ? E tendo sido praticado DENTRO do Congresso !
    Será que a Globo vai entrevistar o Suplício, como fez com a aluna da saia vermelha da Uniban?
    Petralha pode andar de cueca vermelha sobre a calça, ser fotografado e divulgado nacionalmente, sorrir achando divertido e não lhe mostram um CARTÃO VERMELHO !?
    Abraços.

  63. Jaime

    -

    09/11/2009 às 15:57

    Manada por manada
    Não sei quem está certo no caso da UNIBAN. Mas, manada por manada, não sei quem fica pior na foto, se os alunos da UNIBAN, se os comentaristas do tropeiro Sergio ou os do tropeiro Reinaldo.

  64. Ângelo

    -

    09/11/2009 às 15:51

    Moralidade?

    Mas que moralidade é esta que uma universidadezinha do interior da capital de São Paulo ou qualquer outro arroga o direito de proferir com tanta veemência?
    Hipocrisia anda a solta na República das Bananas.
    Os mesmos alunos, professores e diretores que apedrejaram a “moça de saia curta” são os mesmos que adoram assistir filmes pornográficos, ler Play Boy, ver as atrizes da Globo nuas na praia e todo este lixo que é despejado diariamente nos lares, onde a cada dia que passa perde-se um pouco ou muito daquilo que se diz decência e moralidade.

    É minha gente, pelo andar da carruagem acho que a República das Bananas não terá muito tempo de vida mais.
    Ou talvez tenha uma longevidade mergulhada na incensatez hipócrita de arroubos inconsequentes de moralidade perversa.
    É isso ai.

  65. joaopaulomendesdasilva

    -

    09/11/2009 às 15:49

    como se o mundo fosse acabar.essas pessoas poderião estar preoculpadas com o planeta que eles mesmo estão dastruindo,acada vez que vegetão sobre esse solo,que só fazem burradas.será que alguem dale é mais que Deus?pois Deus a 2 mil anos atrás,não jugou nem maria madalena.muito obrigado,temos coisas mais importante pra se preoculpar.o que deveriao fazer essas pessoas de atitudes mediucre.

  66. jose luiz pereira passos

    -

    09/11/2009 às 15:46

    Universidade…. O homem buscou escolas, mestres, procurou fazer de um pais uma nação e no que deu, uma saia curta, o que não importa de quem é, pois no universo somos livres e é isto que lá aprendemos, que mexeu com o universo. É nosso Brasil, sou aposentado, esquecido no fundo do baú, fiz o maior discurso do mundo (72hs), lutei por minha aposentadoria, mau mau para comer e não alimentar, ter que suportar os horrores de nossos políticos, nem todos, mas são tão poucos, que chegam a ser uma gota no oceano, que somados os roubos em dinheiros de todos os que estão presos no Brasil, condenados por roubos, não chega a 10% do que os políticos roubaram, e estão onde, tomando seus wisks maquinando mais uma votação para derrubar o aumento de nós aposentados, somos muitos aposentados, se puderem publicar que publiquem, pois derrubamos qualquer governo ou canditado, perdoe-me o desabafo. Enfrente aposentados.

  67. Augusto

    -

    09/11/2009 às 15:44

    Resumo da Ópera dos Hipócritas.

    Os anelídeos que quase lincharam a moça dividem-se em dois grupos: os que não gostam de mulheres e as despeitadas e “descochudas” que gostariam de ser gostosas para exibir suas gostosuras.

  68. Augusto

    -

    09/11/2009 às 15:36

    Manoel Francisco Gomes, bem pertinente seu comentário.

    Uma MERDA dessa que se diz universidade chega ao cúmulo do absurdo de permitir que o aluno curse ao mesmo tempo a graduação e a pós; pessoas que são em larga escala analfabetas funcionais servem-se dessa outra aberração inventada no governo de Lulalau, o ProUni. Em resumo: futuros “mestres” e “doutores” estúpidos como Lula da Silva.

    Eis o Brasil!

  69. CLOVIS HENRIQUE

    -

    09/11/2009 às 15:31

    se checar a vida de alguns dos pais desses inibanbis, com certeza seriam expulso desse país, caso fosse um país sério. minhas vaias para essa fabrica de falsos profissionais.

  70. ZE

    -

    09/11/2009 às 15:26

    UNIBANQUALIRAS

  71. Antonio Carlos

    -

    09/11/2009 às 15:20

    Acho que o Brasil está mostrando cada vez mais “AS PARTES INTIMAS”. Ou seja: estamos valorizando em demasia coisas banais e esquecendo o que de fato é importante. No caso dessa moça, suspeito que alguma coisa a dona fez para ser expulsa. Todas as instituições tem regras . NO TRABALHO, NA ESCOLA, NOS TRIBUNAIS etc. Se voce tentar entrar de calção no FORUM não vai entrar , se for só de CUECA num banco não vai entrar etc… vai ser barrado e assim sucessivamente. Ha locais em que se vai de biquini (praia) mas não pode usar esse traje em determinados ambientes mesmo que a dona tenha o “corpo perfeito”. Além do traje , tem a questão do comportamento: numa festa é um comportamento no TRIBUNAL , NA EMPRESA ETC. exige-se outro. Portanto acho que a DONA posa de inocente , mas está tentanto mesmo é conseguir projeção para GANHAR DINHEIRO SEM ESFORÇO. Logo, logo, deve estar posando para alguma revista masculina com um cache milionário.No Brasil “mostrar as calcinhas ou falta delas (caso da “DONA DO ITAMAR) ” e aparecer em rede nacional , dá ibope (e dinheiro) ENQUANTO isso , o pobre do aposentado está morrendo a mingua, os hospitais publicos são verdadeiro açougues, a saude vai de mal a pior, o crack (e outras drogas) destroi inumeras vidas , o transporte publico e a segurança pública são um caos. Obviamente pessoas oportunistas usam a questão para se promoverem (por ex. o tal do IVAN VALENTE, fazendo discurso enfurecido e sem sentido para capitalizar votos ) No passado nos tivemos GENTE MAIS INTELIGENTE que tinha atitude e não caia na vala comum como a saudosa LEILA DINIZ.

    obs. Auguto, tenta entrar só de ROUPÃO DE BANHO ai na VEJA, para ver se vce passa da portaria. abraços

    A moça não tentou entrar de roupão de banho na Uniban. Era um vestido.

  72. Paulo Souto

    -

    09/11/2009 às 15:12

    Mas é essa a mentalidade da grande maioria, cheia de preconceitos e moralismos baratos. Essa coisa medieval. Só falta queimar em praça pública. Que atraso!!!!

  73. Ana Karla

    -

    09/11/2009 às 15:06

    Tanta coisa para os aulos ser preocuparem, vão ser preocupa com vida aleia, aff..sabendo eles que essa atitude de homem primitivo só suja a imagem da faculdade…

  74. Manoel Francisco Gomes

    -

    09/11/2009 às 14:56

    Se eu fosse diplomado por essa fábrica de idiotas que se diz universidade, rasgaria e jogaria o diploma no lixo. Que vergonha !

  75. Manoel Francisco Gomes

    -

    09/11/2009 às 14:45

    Se eu fosse diplomado por essa “fábrica de idiotas” que se diz universidade, jogaria o diploma no lixo, depois de rasgá-lo em mil pedaços. É uma deprimente que uma instituição dessas exista. E ela é “tão eficiente” que o aluno é graduado e pós-graduado ao mesmo tempo. Em seu vocabulário, o prefixo “pós” não quer dizer “depois” e sim “ao mesmo tempo”. E o cretino que não quer estudar, apenas adquirir um diploma — ou dois, com a tal “pós” — , fica todo orgulhoso! Que vergonha !

  76. ricardo

    -

    09/11/2009 às 14:35

    Augusto,

    pra encerrar de vez minha participação nesse assunto, quero te parabenizar por ter postado comentários que não foram de encontro com a opinião do blog ou da maioria dos colegas…

    estou nesse pequeno percentual de pessoas que condena os agressores, exige punição, mas discorda da reação exagerada da absoluta totalidade da imprensa nesse caso…

    alguns blogueiros foram tristemente intransigentes nesse assunto, barrando comentários que, mesmo não sendo ofensivos, primavam por uma outra lógica, uma outra forma de ver os fatos apresentados…

    como não pertenço a nenhuma manada, espero ansioso pela entrevista de FHC, que admiro muito, mas discordo radicalmente da sua posição em relação a legalização das drogas…

  77. wanderley sobreiro

    -

    09/11/2009 às 14:32

    Fabula das Gazelas:
    Era uma vez uma garota muito gostosa que foi estudar numa faculdade cheia de nomes pompa e cursos dos mais variados, e ela, uma garota da periferia, que trabalhava num pequeno mercado, sonhava em ser alguem ficou deslumbrada com os garotos do pedaço. Pensou bem e resolveu andar bem arrumada para ver se os garotos a enxergavam, em vão pois eles só queriam ficar na rodinha falando sabe-se la o que e não deram a minima para ela. Pensando estar agindo de forma errada, resolveu colocar um vestido rosa bem curto para ver se ao menos um dela se interessaria,qual foi sua surpresa, recebeu um monte de agressões verbais da turba de garotos, quase apanhou, e só deois descobriu que esses garotos pertenciam a um grupo enorme dentro desta faculdade denominada fabula das gazelas, nome que esconde esses garotos num bloco carnavalesco chamado ” gazelas fabulosas”, e só então ela entendeu que eles queriam o mesmo que ela. Como não aceitam concorrentes, acabou expulsa. Pobre garota, acabou descobrindo um velho ditado, “em terra de gazela, quem usa rosa, ta fora”

  78. Alba

    -

    09/11/2009 às 14:24

    Augusto Nunes,

    Muito me encanta suas palavras e claro o dominio sobre elas, nao falo em estar gramaticamente correta (nao tenho uma boa gramatica), mas sim em expressar e levar ao debate que conseguimos ler nos comentários aqui postados.

    Sucesso sempre!!!

  79. Losovoi

    -

    09/11/2009 às 14:23

    Agusto, por favor exclua meu comentário anterior, cometi um erro digno de um aluno da Uniban(baixareis).

    Augusto, essas Unis só querem saber do dinheiro, vendem diplomas como se fossem as Casas Bahia. O resultado: um exercito de operadores de telemarketing e bacharéis em direito que nunca conseguirão ingressar na OAB.

    Pode até parecer inofensivo, mas essas Unis formam médicos também.

  80. Losovoi

    -

    09/11/2009 às 14:20

    Augusto, essas Unis só querem saber do dinheiro, vendem diplomas como se fossem as Casas Bahia.

    O resultado: um exercito de operadores de telemarketing e baixareis em direito que nunca conseguirão ingressar na OAB.

    Pode até parecer inofensivo, mas essas Unis formam médicos também.

  81. Washington Silva

    -

    09/11/2009 às 14:15

    Alguem sabe dizer quando é que ela será fotografada pela Playboy ou Sexy ? E em que partido político ela se filiará para sair candidata em 2010 ?

  82. elis

    -

    09/11/2009 às 13:53

    é a unibomba detonando a pedagogia molambo!!! tiraço certeiro: as co-irmãs de fábrica (de diplomas), também estão com os pezinhos chamuscados!!! nunca antes nestipaís houve, em educação, um investimento tão explosivamente revolucionário!!! parabéns para a rapaziada xiita da ex-uniban: donos, funcionários, professores, alunos e um destaque, com louvor, para as alunas!!!

  83. Paulo Henrique

    -

    09/11/2009 às 13:35

    Ops! O destaque em letras maiúsculas (no comentário anterior) é meu.

  84. Paulo Henrique

    -

    09/11/2009 às 13:33

    Trote é prática proibida na UNIBAN

    A UNIBAN Brasil alerta seus alunos veteranos e futuros calouros que a prática do “trote estudantil” sempre foi proibida dentro de suas dependências e arredores. Em seu Regimento, artigo 220, a Instituição prevê advertência por escrito, suspensão ou desligamento como punições disciplinares para os alunos que não tiverem condutas condizentes com a rotina acadêmica. Essas penalidades são aplicadas de acordo com a gravidade da infração.

    A UNIBAN Brasil esclarece ainda que os alunos que praticarem atos violentos, agressivos, vexatórios e constrangedores a outros alunos ou integrantes da comunidade acadêmica, dentro e fora de suas dependências, podem ser responsabilizados civil e criminalmente.

    PARA COIBIR TAIS ATITUDES, A UNIBAN BRASIL CONTA AINDA COM UMA EQUIPE DE FISCAIS DE DISCIPLINA INSTRUÍDA E PREPARADA.

    Conscientes de sua cidadania, alunos de alguns cursos de UNIBAN Brasil praticam o “trote solidário”. Esta atividade consiste em arrecadação de alimentos e distribuição à entidades carentes da região onde se localizam as unidades da Instituição.

    http://www.uniban.br/temp/pratica_trote.asp

  85. Fred

    -

    09/11/2009 às 13:33

    A UNIBAN usou o mesmo argumento do estuprador que culpou a mulher sedutora pelo estupro.

  86. ricardo

    -

    09/11/2009 às 13:23

    completando o ultimo parágrafo: com uma roupa apropriada ao ambiente, claro.

  87. ricardo

    -

    09/11/2009 às 13:21

    acho tudo exagerado nesse caso…

    da atitude troglodita dos tais “estudantes”, da roupa exageradamente inapropriada para a ocasião, ate a reação de muitos jornalistas e de vários representantes do publico “espectador”…

    eh um caso de policia puro e simples…

    uma mulher foi ofendida moralmente, merece reparos por danos morais e foi ameaçada de estupro, segundo relatos na imprensa, pois nos vídeos que vi, não consegui identificar, no áudio, a tal ameaça…

    os supostos meliantes merecem cadeia…

    to achando tudo muito exagerado com comparações ao Oriente Médio, Talibans, etc, etc, etc…

    quanto ao caráter fascista da manifestação e o efeito manada, as analises estão corretas, foi isso mesmo que aconteceu…

    inclusive ja vi entrevista com a própria reconhecendo que exagerou na “dose do vestido”…

    provavelmente, em uma universidade de um pais verdadeiramente civilizado ela nao teria nem entrado no recinto com aquele pedaço de pano…

    e, conforme relatos também, se entrou com uma meia por baixo e la dentro a tirou, para ficar mais sensual, um professor de um pais VERDADEIRAMENTE civilizado teria resolvido a questão em minutos, solicitando que a dita cuja voltasse no próximo dia com algo que se parecesse com uma roupa…

  88. Fred

    -

    09/11/2009 às 13:18

    A UNIBAN, usou o mesmo argumento do estuprador que culpou a mulher sedutora pelo estupro.

  89. Luis Henrique

    -

    09/11/2009 às 13:16

    Mas péraí, se a Unibandalheira reclama que “…Geisy teve uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados”, por que deixou que ela entrasse? Não há um segurança ou supervisor na entrada?

    “Postura incompatível com o ambiente da universidade” é usar vestido curto, mas está absolutamente dentro dos parâmetros de boa conduta Unibandidense escorraçar uma aluna?

    Não acreditaria, se já não fosse fato, que há alguém tão estúpido – em termos de marketing – a ponto de tomar a decisão de expulsar a garota.

  90. Fred

    -

    09/11/2009 às 13:16

    A UNIBAN usou o mesmo discurso do estruprador que culpou a mulher sedutora pelo estupro.

    O que é fato, e que em todas as faculdades alguns alunos fumam maconha, ou no banheiro ou no estacionamento, e isto a UNIBAN finge que não sabe.

  91. Adonias Mangueira Fernandes

    -

    09/11/2009 às 13:05

    Não sei porque tanta polêmica, afinal a moça estava desfilando num shopping. Explicando melhor: Num shopping de cursos onde se algum descuidado perder a RG na porta está matriculado. Shopping Universidade.

  92. Isa

    -

    09/11/2009 às 12:28

    Pra uma coisa tudo isto vai servir.
    Geyse! você tá na mídia.

  93. azul honduras

    -

    09/11/2009 às 12:27

    Pois é, Clóvis Melo,o problema é que você defende valores conservadores e nada contra valores(ainda que mera fachada),mas por que só a Penélope Rosa foi hostilizada?E as outras??Longe de mim achar que os demais alunos/alunas,que faltam com o ‘decoro’,devam ser tratados daquele jeito[ até porque não se faria mais nada nem na tal Unibank,nem das outras escolas todas,incluindo jardins de infância, e nas ruas...],porém só fizeram tal monstruosidade com ela,acha isso certo?justo?cristão?Humm….Como já disse num comentário bem no início da querela toda,e se fosse uma Paris Hilton?Ou a parceira de camarote do Itamar Franco( ela se deu muito bem…)?Ou outra famosa qualquer?Tenho certeza de que eles fariam corredor pra ver de perto,quem sabe ‘passar amão’,para tirar fotos com ela,mostrar para a turma,um dia pros filhos e até netos “olhem lá,papai/vovô com a fulana”.
    Se estendermos a tantas e tantos que se vestem de forma ‘provocativa’ — e vejo mais como mau gosto,falta de gosto — o mesmo ritual macabro,não faremos nada,não escapam nem igrejas e hospitais.Não sei se você estava lá,ou algum discípulo seu,mas se costuma fazer o mesmo quando se depara com pessoas com roupas ‘provocativas’,por favor,use alguma coisa para que possamos identificá-lo e assim mudar de calçada.Pode ser um chapéu quaker…
    Ademais,um vestido curto e cor de rosa,não me parece mais indecoroso do que uma cueca vermelha por cima das calças,num senador, em pleno local de trabalho.Mas não vimos turbas organizando protestos,o velho político sem-noção não foi expulso( e deveria ter sido,já que havia um caso anterior com cassação); também não se viu nada parecido quando,recetemente,no Programa do Jô,a linda,simpática e competente Maria Paula foi entrevistada usando uma microssaia!,deixando ver,cada vez que se mexia,sua langerie.Se alguém da platéia dissesse algo deselegante,ainda que sussurando,seria convidado a sair.
    Então,nada contra seus valores ultraconservadores;deve ser daqueles que são contra o aborto até de meninas estupradas,deve achar que se foram é porque quiseram,aceitaram provocaram( até o esquerdopata Hélio Bicudo pensa e diz isso!) e mulherzinha tem mais é que se cobrir e não ser dona nem das pernas,menos ainda da barrida interna;só que no caso em pauta usaram simmmm, uma pobre coitada como palmatória do mundo,isentando as mãos que balançaram os celulares,uma arma hoje em dia,sem falar do refinado palavrório.

    Enfim, ainda bem que não foi num colégio militar ou escola religiosa,ou as matracas progressistas apontariam:”só podia ser coisa de milico,culpa de 64, ou coisa de colégio de freiras,as pragas burguesas seculares”.A faculdade já teria sido apedrejada,julgada e viraria uma escola Base ,só que de Ensino Superior.O que justamente grita por justiça,nesse caso,é que tudo se passou num lugar que se tem por arejado das ideias,democrático,moderno,promotor de cidadania,de oportunidades de crescimento…Ali,pelo menos,tal barbaridade nunca poderia ter ocorrido, ainda mais por um motivo tão fútil,tão pequeno,mas tão pequeno, ínfimo,que torna qualquer defesa bem-intecionada de valores como a sua uma coisa deslocada,na contramão dos acontecimentos ainda em fervura…Não é fácil ser contra o consenso,como bem o sabe o RA,mas pôr em relevo apenas a falta de “valores”,como pudor e recato,apenas pregando a placa na testa da garota,é sim um ato de apedrejamento virtual da vítima que,a depender de arautos da moralidade sem jaça(?) como você,vai ser morta muitas vezes…Mais importante do que pernas e vestidos,a discussão tem de ser sobre que tipo de pessoas e profissionais as escolas superiores estão jogando na sociedade; e não só a Uniban,que se diga a bem da verdade e como alerta para demais…

  94. Delmiro Gouveia

    -

    09/11/2009 às 12:16

    A Loirinha e os cafetões do Ensino

    08/11/2009 23:40
    vão pular fino
    com a loirinha

    Os donos da Uniban, a tal universidade que expulsou através de anúncio em jornais a aluna do vestidinho curto que foi molestada por uma orda, vão pular fino já nesta semana. Começa pelo ministério da Educação, que vai notificá-la em processo de supervisão especial, que pode ser aberto a qualquer momento após denúncia. Tipo da coisa que tira o sono de donos de certas escolas. Vão se haver também com a ministra de Políticas para as Mulheres, que já determinou pedido de explicações. E com as ongs.

    Além do farto noticiário nacional, que aumentará bastante nas edições de amanhã, jornais e sites internacionais já estão cobrindo o bucólico acontecimento. Entre eles, ninguém menos que o The New York Times já deu o caso. O britânico The Guardian também já destacou o imbróglio em sua edição eletrônica. A agência noticiosa britânica Reuters ironizou em matéria distribuída hoje para o mundo a expulsão da universitária acontecer no país dos minúsculos biquinis…

    Irão além as agruras dos donos da Uniban, porque vão surgir ainda cabíveis processos civis e até criminais. A secretária de Ensino superior do MEC, por exemplo, afirmou que “esse caso me parece ter um forte caráter de gênero. O MEC tem o dever de pedir explicações. Seria a mesma coisa em um caso de racismo.” E por aí vai.

    Vai sobrar também para os alunos normais da tal Uniban, estigmatizados pela cruzada talebânica de um considerável bando de colegas.

    Quem deve estar adorando, e agora mais ainda, é a aluna expulsa Geisy Arruda, de 20 anos. Vai passar a semana dando entrevistas a emissoras, jornais e sites. Alcançou o estrelato, galgando posição similar a de participante dum BBB da vida. Mal vai dar tempo de lavar o vestidinho que usou, e com o qual já vem comparecendo a entrevistas. Vai ganhar umas roupas novas, vai ser convidada a posar para revistas. Agenda lotada na semana. Nessa estória, eu torço por ela.

  95. Celso Arnaldo

    -

    09/11/2009 às 12:08

    Augusto

    Perdoe o repique, mas Geisy é apaixonante. Uma Leila Diniz sem Ipanema, mas com nosso pasquim.

    Menos de 24 horas depois da fatídica nota intitulada “Responsabilidade Educacional”, a direção da Uniban já caiu em si – um tombo no vazio absoluto: a expulsão de Geisy foi um tiro no pé. O MEC pediu “explicações” sobre o inexplicável. A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, lembrou ao país que existe, protestando publicamente contra a expulsão. Até a UNE deu um tempo na máquina de fabricar carteirinhas de meia-entrada para defender Geisy – que agora vai pagar inteira.

    De todo o país chegam protestos veementes, inclusive de pais que dizem preferir matricular os filhos na escola da Febem a deixá-los sequer passar pela porta da Uniban para ver uma aluna de vestido curto saindo escoltada pela polícia. Muros pichados em São Bernardo. E isso é só começo. Esperem o início das matrículas para contar os mortos. Para a Uniban, a expulsão de Geisy equivalerá, em termos de crise de imagem, a 10 Airbus da TAM espatifados em seu próprio pátio.

    A nota que anunciou a defenestração da moça se encerra com um cínico convite para um hipotético seminário sobre cidadania. Eu diria que a Uniban não limparia sua imagem mesmo que o palestrante principal fosse Albert Einstein, em pessoa.

    Uniban é a palavra-ícone do Brasil, neste momento. A sigla se sobrepôs ao nome completo. Uniban é Universidade Bandeirante. Remete figurativamente à Oban, a Operação Bandeirante dos anos de chumbo, centro clandestino de torturas do Exército, patrocinado por diversos empresários. Oban, Uniban – nomes irrecuperáveis. Mas isso é apenas um colchete da história.

    O caso Geisy tem menos a ver com conservadorismo, taliban, preconceito, e mais com ignorância, em estado puro e formal. Com as evidentes exceções, um aluno do último ano de qualquer curso da Uniban não está preparado nem para a lista de espera no vestibular da Fuvest. E a razão disso constitui o próprio DNA do caso Geisy.

    O caso Geisy é fruto de um cruel paradoxo: num país cujo presidente se gaba de só ter o curso primário e transforma em luta de classes o hipotético conflito entre incultura e cultura, um diploma de “nível superior” se torna requisito básico de qualquer currículo. Qualquer diploma, qualquer faculdade, qualquer currículo. Sob a tirania dos “RHs”, vivemos o império da meritocracia do papel, não da competência. Proponho cota de empregos para os sem-diploma – e com-competência. E não uso Lula como exemplo. É um caso extremo e irrepetível.

    O diploma sine qua non gera a proliferação vexatória de faculdades e “centros universitários” Brasil afora – verdadeiras centrais de expedição de certificados de falsas competências. Oferecem-se cursos de MBA até em reciclagem de lixo. Empresas com o prefixo UNI no nome têm garantia de mercado e demanda, não importa o produto que ofereçam.

    Ontem, Augusto, você teve uma pequena amostra, pelo post do unibanense Sergio Lacerda, do nível de ensino da Uniban – aliás, você pegou leve demais no comentário. Recebo todas as semanas jornalistas formados nessa e em outras universidades do mesmo quilate que não sabem escrever corretamente um bilhete de duas linhas para a mãe avisando que chegarão tarde. E imagino que a deformação não seja diferente entre egressos do curso de direito e engenharia, por exemplo.

    Não precisamos ir longe: o senador Wellington Salgado, o Cabeleira, é dono da Universo – Universidade Salgado de Oliveira, com 12 mil alunos. Em seu currículo consta o título de Doutor em Educação a Distância.

    A que distância estão Wellington Salgado e o proprietário da Uniban da verdadeira educação?

    Abraço
    Celso Arnaldo

    Grande Celso Arnaldo: observações perfeitas, como sempre. Ligo à tarde.
    Abração. Augusto

  96. Antonio Neto

    -

    09/11/2009 às 12:06

    Gostaria de parabenizar ao Jornalista Augusto Nunes e aos demais participantes da coluna pela as idéias aqui exposta. É muito bom ver pessoas inteligentes contribuir com este salutar debate. Confesso que estou aprendendo muito com todos vocês. Só gostaria, também, que mais pessoas com pensamento iguais as minorias aqui, não tivessem receio e participassem, pois ajuadaria não só a alargar a nossa compreensão sobre o assunto, bem como reforçaria o espaço democrático de opiniões. Parabéns a todos pelo comportamento de cidadão.

  97. LIMA

    -

    09/11/2009 às 12:01

    ASSIM COMO O MST. NÃO TEM RAZÃO ALGUMA, PARA PRATAICAR OS CRIMES QUE PRATICA, OS UNIVERSITÁRIOS DA UNIBANDIDOS TAMBÉM AGEM. NÃO HÁ NADA QUE AUTORIZE O COMPORTAMENTO ADOTADO PELOS VANDALOS DE SANTO ANDRE.

  98. Marco Silva

    -

    09/11/2009 às 11:49

    Sergio Lacerda disse:
    08/11/2009 às 17:30

    Sérgio, se você está contente com sua faculdade, por favor, entre no site do MEC e veja qual a classificação de sua instituição de ensino.

    Vou dar uma dica: está um um dos dois lados da lista…

    (eu ia deixar o texto acima exatamente como está, mas como acho que os alunos da UnitaliBan não irão entender, complemento com a informação de que ela está em ÚLTIMO lugar entre TODAS as faculdade do Brasil – são mais de 700).

  99. ricardo

    -

    09/11/2009 às 11:43

    ai meus neurônios!!!!

    tem uma artigo rolando ai num portal de noticias de cor laranja, aonde algum gênio escreveu que tudo isso eh muito estranho estar acontecendo em uma faculdade que mantem uma academia de ginástica dentro das suas dependências e que, segundo o autor, eh uma ambiente de incentivo ao culto ao corpo!!!

    ai meus neurônios!!!!!!!!!!!

  100. elisa

    -

    09/11/2009 às 11:39

    Aqui é assim, um país de tolos: o certo é errado, e o errado é o certo. Viva a cambada!

  101. Cândida Silva

    -

    09/11/2009 às 11:37

    Ao invès de se preocuparem com as roupas dos alunos, ficaria feliz de saber que os estudantes universitários estão preocupados com a qualidade do ensino que recebem diariamente. Com um ensino de qualidade, talvez assim os estudantes-vândalos aprendessem a respeitar o direito de cada um.

  102. Carlos Magno Oliveira

    -

    09/11/2009 às 11:30

    Tudo isso nos faz pensar como é sedutor o discurso da moda, da sociedade, da “revolução sexual”, para que tenhamos chegado ao ponto de considerar normal, natural, e desejável esse tipo de “uso” do corpo.

    O Papa João Paulo II disse que há uma oposição entre o amor e a atitude de “usar” uma pessoa para o próprio deleite. Ele chama essa atitude de “utilitarista”, e lhe faz muitas críticas. Segundo ele, “o utilitarismo introduz uma relação paradoxal: cada uma das duas pessoas toma fundamentalmente a atitude de assegurar o próprio egoísmo, e ao mesmo tempo concordar em servir ao egoísmo do outro, desde que isso lhe ofereça a ocasião de satisfazer o próprio egoísmo. (…) [Essa atitude] prova essencialmente que a pessoa (…) se rebaixa ao nível de meio, de instrumento, (…) [o utilitarismo] é uma espécie de antítese do amor” (Amor e Responsabilidade, p. 33).

    Para João Paulo II, só o amor dignifica a pessoa. Em suas palavras, “a pessoa é um bem tal que só o amor se relaciona com ela própria e plenamente”.

    E então? Que tal agora se perguntar sobre a maneira como me visto e me comporto? Será que ela está induzindo o outro a me ver como um “instrumento” para seu prazer, em uma atitude “utilitarista”? Ou será que ela está suscitando no outro o desejo de me amar pela minha pessoa inteira, corpo e alma, e não só o corpo?

  103. Maria Dias

    -

    09/11/2009 às 11:25

    A moral e os bons costumes no nosso país passa por manter Collor na política, uma vergonha, Sarney à frente do Senado, a educação fora do alcance da maioria, o ensino público uma desgraça, os trambiqueiros enriquecendo rapidamente, impunimente, a saúde pública jogando as pessoas nos corredores dos hospitais, como vemos todos os dias, e o nosso presidente ainda aconselha o presidente Obama a criar um SUS como o nosso, é muita cara de pau, que modelo somos?

    A nossa educação vai tão mal que a universidade forma profissionais como so que vimos nas cenas da Unibam, mais pareciam moleques de rua, pessoas primitivas, sem boas qualidades morais, sem a mínima noção de respeito às pessoas. Imagino aqueles quadrúpedes nas salas de aula, até tenho pena do nosso mercado de trabalho, o que vai ter a oferecer com tanta mediocridade e falta de qualidade.

    Isso tudo reflete a qualidade da Unibam , que ao que parece, não tem pessoas qualificadas para solucionar problemas internos, deve ter um corpo docente ao mesmo nível dos alunos desqualificados que o vídeo mostrou.

    É triste, mas é a realidade nossa de cada dia.

    Apesar de tanta tecnologia, de tanto cerscimento econômico, estamos voltando à idade da pedra.

    Falta votarem o regime do chicote e do apedrejamento às mulheres.

  104. Delmiro Gouveia

    -

    09/11/2009 às 11:18

    Olhe a questão que saiu no Enade, que vi em uma matéria da UOL:

    Quando o presidente Luiz Inácio da Silva afirmou que a crise financeira mundial era um tsunami no exterior, mas, no Brasil, seria uma marolinha, vários veiculos da midia criticaram a fala presidencial.Agora é a imprensa intrnacional que lembra e confirma a previsão de Lula.
    Considerando a realidade atual da economia,no extrior e no Brasil, é correto afirmar que houve por parte dos críticos:
    a. atitude preconceituosa
    b. irresponsabilidade
    c. livre exercício da critica
    d. manipulação politica da midia
    e. prejulgamento

    ISTO É AVALIAÇÃO DE ENSINO!?

    Além de ser estúpida e imbecil, a questão é mentirosa. A imprensa internacional jamais confirmou a “previsão” de Lula, afirmando que a crise foi uma marolinha. A questão proposta deveria encerrar perguntando aos alunos:

    “Colocar esta questão em uma prova, significa que houve, por parte dos organizadores, uma tentativa de:

    ( ) promover a imagem de Lula
    ( ) atacar a liberdade de imprensa
    ( ) ironizar o papel da imprensa na análise da crise financeira
    ( ) transformar uma mentira em verdade, já que a crise foi enorme no Brasil, que vai crescer 0% em 2009
    ( ) todas as alternativas estão corretas

  105. Fabio

    -

    09/11/2009 às 11:07

    O mais engraçado nisso tudo é que ão vejo as mulheres se pronnciarem a respeito. Qualquer mulher doravante que tiver suas roupas ou atitudes consideradas insinuante, podem, no entender da UNIBAN serem agredidas e pronto! é bom os pais que tem filhas na UNIBAN vistoriarem suas filhas antes delas sairem para a aula para ver se as suas roupas estão adequadas e livres de linchamento.

  106. toninho

    -

    09/11/2009 às 11:04

    Sou advogado, e fico feliz em saber que à aluna que foi escurraçada, humilhada, e seu futuro marcado, por esta instituição, irá buscar seus direitos nos Tribunais, pois bem representada ela esta, pelo colega que à assiste, para ensinar aqueles “doutores”, pois foi lá que se formou o Vicentinho, companheiro do “cara”, que, quando comete-se crime, seja ele responsabilizado, e indenizará pelos danos causados. Pode aguardar, ainda bem que, a fabrica de Diploma da Uniban, tem muitos pagantes e não fará rombo nas finanças da Universidade.

    Alguém precisa por este Estado nos trilhos.

  107. Adan

    -

    09/11/2009 às 11:03

    Todos os pais que tem filhas nesta escola, precisam tirá-las de lá enquanto é tempo. Na UNIBAN, atitudes femininas básicas podem ser consideradas insinuantes e abrir as portas para o que aconteceu. Se o “departamento jurídico” da escola pensa desse jeito, que dirá o tio que cuida do banheiro feminino!

  108. Robinson Damasceno dos Reis

    -

    09/11/2009 às 10:58

    O BRASIL JECA SE MANIFESTA

    Robinson Damasceno dos Reis

    Primeiro, tivemos o lamentável episódio da estudante de Turismo Geyse que, por usar um vestido cor de rosa e curto quase foi linchada por seus colegas, rapazes e moças em uma faculdade paulista. Dizem que é garota de programa, como muitas que conheço. Mas seu pai paga a escola- R$310,00 por mês- e ela vai às aulas de ônibus. Como GP, vê-se logo, um fracasso de público e audiência.

    Ruy Castro, nostalgicamente, lembrou-se das míni-saias de 67, curtíssimas, que vestiam meninas lindas e corajosas. Nós as desejávamos, claro, mas com respeito. Ninguém chamava uma dessas moças de nomes e epítetos. Em vez disto, tentávamos, desajeitadamente, mostrar a elas que já éramos homens, ora. Duros da cabeça aos pés, mas homens.

    Agora, nos albores da campanha eleitoral pseudo-jornalistas vingativos querem desmontar a imagem de um dos pré-candidatos com fofocas escabrosas, que passam por agressões físicas, verbais e alterações de humor atribuídas aos excessos. Politicamente, tudo o que poderia ser feito contra tal candidato já foi ventilado, com as brisas soprando invariavelmente de São Paulo. Como o camarada é duro na queda, inteligente e bem articulado, arcabouçado por um colchão de intenção de votos e popularidade de causar inveja, resta aquilo que os peritos chamam de o pior sentimento humano: o ciúme de homem por homem.

    Se em muitos aspectos o País evoluiu nos últimos anos, em outros o Brasil passou a revelar aquela murrinha de velha ranzinza que, não contente com sua própria desgraça, deseja a dos outros, com seus imensos olhos gordos e dentes tortos a atirar maldições ao deus-dará.

    O leitor é bem informado e inteligente. Sabe bem do que o missivista está falando. Sabe que alguns jornalistas, ligados a um candidato paulista, famoso por suas maquiavelices e dossiês destruidores, andam tentando colar na imagem de outro candidato a pecha de violento, covarde e agressivo.

    E olhem que desta vez a diabólica manobra não veio dos arraiais do PT ou das catacumbas de José Dirceu, mas de bem mais perto. Amigos e colaboradores do agredido em blogs e tweeters anônimos já sabem quem são os cabeças da trapaça, mas, ao estilo bem mineiro, não pretendem atacá-los com suas próprias armas, pois isto é tudo o que Lula e sua candidata ( que, diga-se a bem da verdade nada têm a ver com a trapalhada) podem pedir aos deuses. A confusão semeada no terreno ardiloso da oposição, um ex-presidente que deveria se calar e o tempo vai passando, sem que o Brasil progrida e encontre rumos.
    São vinte anos de redemocratização e eleições diretas, mas os métodos continuam os mesmos. A candinha agora se veste na Daslu, mas nada aprendeu.

  109. terere

    -

    09/11/2009 às 10:46

    Sera que podemos chamar os alunos da Uniban de CURSO SUPERIOR ???? Nao é possivel isso acontecer numa UNIVERSIDADE ..pessoas letradas…cultas…educadas …formadoras de opiniao..futuro do Brasil ????
    Isso aconteceu numa favela do suburbio carioca …nuam escola muculmana…em Bagda…nao numa faculdade do Brasil !!!!
    Neste ponto concordo com o LULA…pra que fazer faculdade pra ter esse nivel de preconceito….
    Alunos do 1 grau nunca fariam isso …curso supletivo ainda menos…
    Pessoal da UNIBAN …com esse nivel de conceito…serao pessimos profissionais ..vao pro Afeganistao fazer sua pos !!!!

  110. Paulo Carneiro Ribeiro

    -

    09/11/2009 às 10:41

    Esta pseudo-universidade foi pródiga em conceito 2 e 3 na avaliação do MEC.

  111. Cláudio

    -

    09/11/2009 às 10:01

    Não tecerei delongados comentarios sobre o caso da aluna de mini saia da infamante faculdade e de seus aloprados alunos, visto que toda forma de repudio a tal absurdo já foram ditos seja pelos leitores ou pelas mídia em todas as suas versões noticiosas, mas não quero furtar-me a fazê-los sobre o de alguns leitores, estes eivados de preconceitos, injustiça e até mesmo ignorância pura e simples ou até mesmo intencional. Pessoas que mesmo sem conhecer a moça, tacham-na de prostituta, piranha, garota de programa, dentre outros adjetivos com intenção maculífera à honra da aluna – é bom informar que aos cidadãos só não se pode fazer o que a lei não permite – portanto para que uma prostituta, uma piranha ou uma garota de programa não pudesse estudar em uma faculdade, ou qualquer curso ou escola que seja, tal proibição teria que estar acentada em um diploma legal, o que obviamente não é o caso, uma vez que conforme é inclusive paradigma constitucional, vivemos em um País cujos principios é o de Estado Democratico de Direito.
    No entanto o comportamento dos cidadãos, principalmente daqueles que se auto intitulam “cidadãos de bem”, “pessoas probas” – por mais que sejam estes, conceitos um tanto quanto vazios, uma vez que podem variar, de pessoa a pessoa, ou mesmo entre “grupos” de pessoas, por exemplo: moradores do interior e moradores de grande cidades, etc. – mas é assim mesmo que agimos, prostitutas, piranhas e garotas de programa são as filhas dos outros, bandidos são os filhos dos outros, os meus filhos são sempre probos, cumpridores dos seus deveres, cidadãos acima de qualquer suspeita – outra vez conceitos vagos – e olha que nos nossos dias, a maioria de nósque somos pais, conhecemos nossos filhos da porta de nossa casa para fora, tanto quanto conhecemos a moça da mini saia.
    Triste não é a educação do nosso País, triste é esse pais que diuturnamente faz linchamentos, sejam eles fisicos, morais ou psicologicos e quase sempre contra cidadãos indefesos e anonimos, uma vez que a maioria abosoluta dos casos de injustiça de desrespeito aos direitos dos cidadãos não ultrapassam o própio injustiçado, quando no maximo sua familia e uns poucos conhecidos, pouquissimos são os casos que esse chegam à grande mídia. E daí até nós os leitores,ouvintes ou telespectadores da grande midia, e aí aqueles sofre calados, sem o apoio daqueles que querem e lutam por um pais decente, mas que decência aqui tenha o significado de respeito às diferenças, respeito ao direito dos outros, e não a imposição “do meu padrão de moralidade”, porque se se escarafunchar, haverá de ser encontrada uma nódoa, uma mácula em nossa “moral”, que atire a primeira pedra aquele que não a tiver.

    /

  112. Le Cafard

    -

    09/11/2009 às 9:55

    Onde estão as tais associações dos “direitusumanus”?

  113. Giovanni

    -

    09/11/2009 às 9:53

    Prezados: contra argumentos não há fatos. Impressionante a quantidade de pessoas “convencidas” da inocência da moça. Isso demonstrar como é fácil fazer a cabeça das pessoas. Em nome de uma democracia libertária chegamos ao absurdo de considerar a Anarquia o melhor modo de se conviver entre os outros “civilizados”. Vejo, com um temor exagerado, que pessoas que considero inteligentes e formadoras de opinião, feito Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, gastam os dedos digitando para defender uma causa que está pra lá de errada, por ter sido mal formulada e informada ( deformada é o termo certo ) desde o começo. Cadê aquela linha sólida que separava os direitos ? “O seu termina onde começa o meu ” !!!. Cadê, Augusto e demais defensores de saias justas ? Outra coisa : pq só publicam posts à favor de vossa argumentação ? Isso é bom para a civilização ???

  114. valter

    -

    09/11/2009 às 9:29

    AUGUSTO,isto acontece nestas faculdades que em uma roda de amigos chamamos de FUNDO DE QUINTAL. E o retrato do nosso pais. Voce ja escreveu anteriormente, nao e contra os trajes e a ousadia da moca que os estudantes devem protestar, mas contra a pessima
    qualidade do ensino e as mesalidades de faculdades de primeira linha.

  115. Geraldo Lobo

    -

    09/11/2009 às 8:51

    Não sei porque toda essa celeuma com a atitude dos alunos e dos diretores da UNIBAN. Eles apenas cumpriram uma das mais ancestrais tradições de nosso povo.

    No Brasil, todos nós sabemos que é comum dezenas, centenas de pessoas se agruparem para atacar alguém, muitas vezes até a morte. É assim que o brasileiro manifesta sua bravura, sua valentia.

    Nunca ouvi falar em DUELO, nem no noticiário cotidiano, nem nos livros de história. Só tomo conhecimento de chacinas, tocaias, linchamentos etc.

    Isto acontece com torcedores nos campos de futebol, nas batidas policiais, incursões de galerosos, ações de traficantes, movimentos grevistas, manifestações populares etc.

    Nas escolas não podia ser diferente. Quem atira a primeira pedra?

  116. Bruno de montreal

    -

    09/11/2009 às 7:57

    Augusto,

    primeiramente parabens pelos seus textos. Quem sou eu para julgar? Ninguem, apenas um leitor que gosta de boas ideias.

    Veja so’, Augusto, o que Decio Machado disse:

    “O foco nao e’ o vestido (…) ela tinha atitudes insinuantes.”

    So’ essa frase rende um bom artigo, caro articulista. De isso a uma feminista militante e ela vai fazer um belo panfleto disso. E eu estaria de acordo. O foco nao e’ a roupa, mas a atitude. Entao, se a mulher e’ altiva, consciente de sua beleza, deve ser condenada. PORQUE MULHER QUE PRESTA, VENDO POR ESSE PRISMA, E’ AQUELA QUE ABAIXA A CABECA E ANDA SUBMISSA.

    So’ essa frase ja’ prova que o machismo faz parte da cultura brasileira. Isso aconteceu dentro de uma universidade, correto? Imagine o que nao acontece nas favelas ou no sertao…

    Augusto, nao tenha piedade nos seus textos a respeito do assunto. A democracia, o bom senso, a civilidade, a modernidade, a educacao e o respeito precisam de voz.

    Um grande abraco, mais uma vez felicitacoes por seu blog e uma boa semana!

    Bruno

  117. Siará Grande

    -

    09/11/2009 às 7:48

    Sei não, Augusto, acho que a razão para a explusão da Geisy Arruda nada tem a ver com educação nem atitude e nem complacência, tem a ver com aritmética

    Veja só, a Uniban expulsa Geisy Arruda, perde x reais. A Uniban expulsa 100 linchadores, perde 100x. Melhor perder 1 do que perder 100.

    Depois, a publicidade grátis, quanto não vale?

  118. Aninha

    -

    09/11/2009 às 7:29

  119. Fiioravante Furlaneto

    -

    09/11/2009 às 5:50

    Dêem uma olhada nos posts do Clóvis de Melo. o Talibã. Que coisa, ainda existe gente assim ! Nem minha avó, que Deus a tenha, e olhe que tenho 67, católica apostólica romana e sei lá mais o que, pensava assim. Burca nelas !!

  120. Antônio Machado

    -

    09/11/2009 às 4:36

    Prezado Augusto, leio com enorme prazer os seus textos e os comentários dos leitores. Você é um excepcional provocador, no bom sentido da expressão. Relembro aqui o episódio em que Fernando Gabeira exigiu a saída de Severino Cavalcanti da presidência da Câmara dos Deputados. O Brasil inteiro sentiu uma ponta de orgulho pelo corajoso parlamentar verde. Ele expressava naquele momento o grito entalado na garganta de todos. Uma revolta contra um reles achacador, mordedor de propinas de dono de bar, que exercia de maneira espúria um dos mais relevantes cargos públicos da nação. Quando se soube que um Reitor – isto mesmo, um Reitor – da gloriosa Universidade de Brasília andou compactuando com safadezas de seus subordinados, viu-se que no país de Luiz Inácio todas as indignidades são possíveis. As estripulias da base política e administrativa do regime lulista fazem muita gente sentir saudades das vicissitudes dos tempos negros da ditadura militar. Naquela época deputados eram cassados e reitores afastados de seus cargos. Mas as razões para isto se prendiam a acusações de subversão, no jargão peculiar dos militares. Assim, os melhores deputados e os melhores professores foram expurgados da vida pública e profissional pelos donos do poder: apenas por divergência política e ideológica. Foram punidos políticos como Juscelino e Brizola, e professores como Gerson Boson e Fernando Henrique Cardoso. Hoje, ao contrário daqueles tempos, os mandarins caboclos – gente como este tristemente célebre reitor da UNB, e os seus colegas da UNIBAN – bem como parlamentares e políticos de alto coturno, são questionados por razões vis. Não são poucas, por outro lado, as denúncias sobre usos ilegítimos e ilegais de estruturas acadêmicas – como as fundações de apoio à pesquisa nas instituições públicas – transformadas em instrumentos de burlas e de favorecimentos indefensáveis. O vírus do mensalão petista se alastrou para outras instituições, outrora respeitáveis. Reitores e dirigentes universitários só querem, doravante, fazer afagos e cafunés nos bárbaros que ocupam os pináculos da República. As malandragens da quadrilha que governa o Brasil não recebem qualquer questionamento das universidades (algumas são até cúmplices das maracutaias como se vê). Darcy Ribeiro teve um certo tipo de sorte em ter morrido há uma década. Foi poupado de ver o que agora, e infelizmente, testemunhamos todos. No rol da herança maldita do período Lula da Silva a mais trágica para os homens de pensamento será, certamente, a Universidade Severina. Quanto às espeluncas privadas vale lembrar uma referência de Marx (isto mesmo, veja que incrível), que dizia ser a escola particular coisa de traficante do conhecimento.

    Mais um excelente texto, caro Antônio Machado. Ótimas observações. abração, Augusto

  121. Rose Perito

    -

    08/11/2009 às 23:44

    O Brasil agora é LISARB: está de ponta cabeça.

    O ‘da hora’ é não ser instruído – afinal o 4º ano primário é o suficiente para se tornar presidente do país.

    Ter diploma e ser culto agora é defeito – transforma-nos em ‘eles’, os raivosos que têm inveja dos que estão no poder.

    Ser adepto da agressão e da barbárie é ser defensor dos bons costumes.

    Não sei não, mas acho que estamos caminhando para o abismo. Não há mais regras a serem observadas, a ética e a moral não têm mais valor.

    O que vai ser dessa juventude que aí está e que serão os adultos de amanhã?

  122. Nádia

    -

    08/11/2009 às 23:38

    Estranho,os alunos da UNIBANDO se sentem ofendidos pelo comportamento da dama de vermelho.Por que não se ofendem com a péssima qualidade de ensino que têm?Por que não se rebelam em ter salas com 120 alunos,onde mais da metade atrapalha a minoria que está querendo aprender?Com tanta coisa pra reivindicar eles se incomodam com uma infeliz,que no meu entender é tão imbecil quanto os alunos que a hostilizaram.Todos se merecem!!!

  123. Anita

    -

    08/11/2009 às 23:22

    Há muito os valores estão invertidos, antes mesmo de 1964, ou melhor desde a chegada dos europeus ao Brasil. A diferença é que só foi piorando e piorando. Basta ler Padre Vieira. Quanto à vítima, é bom lembrar que nos anos de 1980 estava em voga a ciência da vitimologia para justificar os atos delituosos do culpado, provável argumento utilizado pela instituição que se denomina educadora, porque a vítima se insinuou, provocando uma reação inconsciente de selvageria. Nessa linha de raciocínio, a vítima é responsável pelos desatinos dos guardiões da moral e dos bons costumes. O que assombra é o ressurgimento dessa tal ciência para justificar os atos de vandalismo, a descriminalização do pequeno traficante de drogas e de armas, a possibilidade de candidatos ficha-suja a qualquer cargo se elegerem, a proibição da liberdade de expressão e, por quê não?, a criação de guetos e campos de concentração para os dissidentes, previamente delimitados. Haja muro.

  124. Ixmael

    -

    08/11/2009 às 23:20

    A convivência dos contrários só é
    possível em um espaço democrático.
    Vejam o sr. clovis melo, às 21:39
    “acho que a expulsão da moça foi correta”
    Veio, falou a besteira e, não estando na
    malfadada uniban, não teve e nem terá a
    sua integridade ameaçada. É mole ?

    Aproveito o ensejo para alertar à Dora, às 15:15,
    que as pesquisas oficiais decidiram que somos
    apenas 6%, e não essa avalanche de 16% citados
    pela amiga, certamente por ledo engano. Valeu.

  125. f tavares

    -

    08/11/2009 às 22:51

    alguma coisa muito estranha está acontecendo em são bernardo, depois da crise de histeria coletiva dos fascistóides da unibambi: a une finalmente emitiu um comunicado, manifestando-se contra a expulsão da lourinha-de–vermelho e fazendo ameaças ao professor desce o machado, quer dizer, passei a ficar constrangido por estar do mesmo lado que esses parasitas estudantes-profissionais: é como entrar no maracanã pra torcer pela argentina num jogo contra a venezuela … se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

  126. Antonio Neto

    -

    08/11/2009 às 22:47

    Senhor clovis melo,

    “Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o (seu) direito de dizê-las.”(Voltaire)

    Essa coisa de conservadorismo nunca existiu na história da humanidade. A diferença de outrora é que lá o leão era rei de dia e onça a noite; aqui, tempos modernos, ele já nem sabe quem é mais. Era só o que faltava evocar o conservadorismo para justificar tamanha barbárie com um ser humano.
    Falta é cadeia, tanto para a direção,quanto para alguns alunos, digamos,”puritaninhos”.

  127. cristiane

    -

    08/11/2009 às 22:34

    isso porque é uma instituição dedicada à educação. foi uma atitude fundamentalista, falso moralista e é sempre assim: nenhuma pessoa que cometeu tamanha atrocidade será punida. segundo depoimentos, até professores estão envolvidos no linchamento moral. minha filha está prestando vários vestibulares e ainda bem que ela não se inscreveu para a uniban… o Brasil não pode e não deve ficar calado. temos que reagir. as piores atrocidades cometidas nesse mundo começaram assim: holocausto, ditadura… precisamos tomar muito cuidado!!!

  128. Maria Luisa

    -

    08/11/2009 às 22:15

    Olha, se me contassem eu diria: mentira! Mas eu vi! Estou estupefata; e olha que tenho 55 anos de idade e filha e filho de 23 e 27 anos. É inacreditável .Parece coisa da idade média. Só não mataram e queimaram a moça por milagre e pela presença da policia.Essa espelunca sem comando, onde selvagens, hipócritas,marginais e sem berço se acotovelam, deveria ser fechada e seus (dirigentes) presos e processados.O Ministério Público e todos os orgãos competentes para isso, tem a obrigação de se posicionar; é para isso que pagamos seus altos salários e mordomias. Estou indignada e amedrontada porque sabedora do que costuma acontecer por aqui com relação à punição, temos nós mulheres dois caminhos: ou tentamos mudar para um país civilizado ou abaixamos a barra do vestido. Ah! esqueci: só que não pode ser de cor rosa; quem sabe preto, longo e que apareça somente a sombra dos olhos, afinal temos que nos dar ao respeito; é um País onde não existe homem cínico,sem caráter, cretino, primitivo, desonesto e em cujas familias só existem mulheres (honradas) tenha dó! Seres desprezíveis e cruéis!!!

  129. clovis melo

    -

    08/11/2009 às 22:01

    Precisamos preservar os valores morais. Não vejo alternativa à preservação dos valores básicos da moral e dos bons costumes. Falem o que quiserem, mas acho que homossexuais se exibindo em via pública, pessoas seminuas desfilando à vontade, aborto, uso de drogas e outras “modernidades” são nocivas à sociedade e devem ser punidas exemplarmente.

  130. Paulo Candido

    -

    08/11/2009 às 21:46

    Para que Maiakovski não seja novamente repetido e nada se faça, o melhor seria que todos aqueles que contratam pessoas, não importando para que cargos ou em que níveis, riscassem os formados pela UNIBAN, digamos nos próximos dez (10) anos. Assim todos saberiam que essas coisas não ficariam mais impunes. Os agitadores seriam punidos e a direção da “universidade” idem.

  131. clovis melo

    -

    08/11/2009 às 21:39

    Acho que a moral e os bons costumes têm que se preservados. Acho que um casal de homossexuais beijando-se em via pública é abominável. Acho que pessoas andando seminuas em locais públicos é condenável e deve ser proibido.
    Acho que a expulsão da moça foi correta. Sou daqueles 60% de brasileiros conservadores, que prezam por valores que vemos esvairem-se a cada dia, com o avanço da “modernidade” esquerdista.

  132. Ferrabráz

    -

    08/11/2009 às 21:29

    Já notaram que o episódio da Uniban é no berço dos petralhas.

  133. Paulo Henrique

    -

    08/11/2009 às 21:16

    Esqueci do link abaixo:

    http://www.youtube.com/watch?v=HEXF7U5TYV8

    Grato, Paulo Henrique. abração, Augusto

  134. Paulo Henrique

    -

    08/11/2009 às 21:15

    Augusto, uma música pra você relaxar de tanta doideira brasileira. O filme fica como indicação (acredito que tenha visto). Tenha uma semana produtiva. Um abraço.

  135. Salvador V.Conceicao

    -

    08/11/2009 às 20:59

    Augusto Nunes,
    Os hunos e os Átilas se soltaram.A boçalidade, a ignorânia, no mais elevado grau. Inadmissivel e iaceitável a attude do boçais da UNIBAN no ato de expulsão da estudate de vetido curto, como se este fosse um motivo ou razão para excluir a moça de vemelho. É o retorno ao tempoda cavernas. Ressuscita-se a Idade Média em pleno século XXI, como se a roupa fose critério demoral e ética que a UNIBAN desconhe. O apedeuta se vagloria e ser analfabeto e assim o Brasil cainha para o buraco da ignorância e estupidez.

  136. Caça-petralha!

    -

    08/11/2009 às 20:36

    Em tempo:
    Décio Machado é o diretor jurídico da Uniban.
    Sugestivo nome. Não é que ele desceu o machado na moça mesmo ?
    O vice-diretor jurídico deve ser o sr. Jacinto Leite Aquino Rêgo.

    Não precisa publicar, Augusto Nunes. Entenderei perfeitamente.

  137. Jorge

    -

    08/11/2009 às 20:21

    Para evitar confusões futuras, a UniBamBam, deverá adotar o uso do uniforme.
    No modelo feminino, será obrigatório o uso de burca (desde que não seja muito colorida.).

  138. Lu Martins

    -

    08/11/2009 às 20:20

    Sergio Lacerda (08/11/2009 às 17:30)

    “Você estuda na Uniban há três anos, escreve o há sem h, está feliz com os professores que não ensinam nem colocação de vírgulas e acha que paga até pouco para ficar ao lado da turma da “barbária”. Merece a escola que tem.”

    Assino embaixo desta resposta do Augusto Nunes!

    É, Sérgio, primeiro estude mais, cobre dos seus professores e da “universidade” um ensino melhor, amplie seus horizontes, enxergue longe. Depois, com alguma bagagem, venha tentar argumentar a seu favor.

  139. Caça-petralha!

    -

    08/11/2009 às 20:02

    Sete anos atrás essa malta da UNIBAMBI estava com onze, doze anos de idade. Cresceu bombardeada por mensalões, cuecas milionárias, apologia ao analfabetismo, invenção de cotas racistas, acobertamento oficial às falcatruas no Congresso (Severino, Sarney, Calheiros…), MST vandalizando, assassinando, invadindo e muitas outras pérolas da era lulista.
    Pergunto: Seria exagero afirmar que a imbecilidade dessa turba surgiu por geração espontânea ou é reflexo das inacreditáveis (im)posturas do morubixaba petralha?
    Aguardem. Se a terrorista plastificada chegar ao poder esse fato ignominioso será café pequeno em comparação ao que virá.

  140. ieda dias

    -

    08/11/2009 às 20:02

    Augusto, me permita usar o mesmo texto que ja usei, mas quero demonstrar minha indignação.
    Sou mesmo uma bobona. A Geisy ser expulsa da faculdade nem passou pela minha cabeça. Pensei em várias soluções pros dois lados, mas expulsa. Não.
    Lembrei do filme da Jodie Foster, que aliás ganhou um Oscar de melhor atriz, Acusada. A chamada do filme serve pra Geisy. No estupro, a vítima precisa provar sua inocência. No filme ela provou. E como vc disse, se tivesse alguem do lado da Geisy, que tivesse realmente voz nesse deserto de país que me deixa feliz e louca ao mesmo tempo, ela teria uma chance como a estuprada do filme.
    Comemoramos de 20 anos da caida do muro e como não aprendemos nunca, mais dois estão sendo construidos.Provavelmente não vou mais estar aqui pra comemorar estas duas outras quedas.
    ieda-bh
    http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com

  141. PP

    -

    08/11/2009 às 19:46

    Lucidus Augustus,
    os Torquemadas do ABC, leia-se os “educadores” da Uniban, simplesmente completaram a obra (palavra que se aplica ao caso também no seu sentido mais vulgar, em desuso atualmente). Depois de os hunos quase lincharem a moça, são anistiados porque a vítima foi quem os provocou. Algo como a alegação de “privação dos sentidos” para não se penalizar um criminoso que tenha agido “sob forte emoção”. Assim, voltamos a ser medievais logo de uma vez. A única esperança que nos resta para que o bem prevaleça neste episódio, e que a vítima seja reparada, está na manifestação firme dos verdadeiros educadores, e na ação rápida da Justiça. Temos que acreditar em alguma coisa, afinal. Hoje uma Ministra de Lula (certamente sem ter ouvido o chefe) repudiou a expulsão de Geisy. Por ora, fico com uma sensação de estar cercado por barbudos (ops!) brandindo porretes e começando a derrubar minha porta. Que pesadelo!

  142. maria-maria

    -

    08/11/2009 às 19:26

    Reinaldo Azevedo transcreve uma entrevista com um representante legal da fábrica-de-fazer-idiotas, que justifica a expulsão da moça, usando estre outras razões a pérola seguinte :

    MACHADO – Ela extrapolava, rebolando na rampa, usando roupas que os colegas pudessem verificar suas partes íntimas.

    Taí: qualquer rábula de porta de cadeia monta um processo para cima do “representante ” e da “universidade”que pode levar até (tomara!) o fechamento da sinecura.

  143. ACÁCIO

    -

    08/11/2009 às 19:06

    Caro Augusto,
    Você já disse aqui ” um país acaba ficando com a cara do seu governante”, é isso. O próprio Lula em campanha na cidade de Pelotas, RS, soltou uma frase (daquelas de boteco de beira de estrada),colocando em dúvida a masculinidade dos varões de Pelotas: algo assim como,” aqui é a terra dos veados”, sem saber que estava sendo filmado. Se o PT ganhar a próxima eleição, eu vou para a Europa, sinceramente.

  144. Danilo Thomaz

    -

    08/11/2009 às 18:30

    O link para a questão, via Twitter:

    http://twitpic.com/oriw1

    Estão dizendo, agora, que a correta é a alternativa C (livre exercício da crítica), mas, como não vi nenhum gabarito oficial ainda, não sei.

  145. tereza

    -

    08/11/2009 às 18:24

    MUDANDO A COR DO VESTIDO ASSISTAM ESTE VIDEO:

    http://www.youtube.com/watch?v=BJSSUVioUNc

  146. Horacio.

    -

    08/11/2009 às 18:18

    Augusto Nunes.

    Sou leitor da sua coluna e grande admirador, aliás. Mas me manifesto pouco. Apenas numa ocasião muito específica semanas atrás… (alô Celso Arnaldo, seus textos são excelentes!!). Como sempre, a sua coluna é impecável e sulca na linha mestra de uma questão com uma precisão cartesiana.

    O nosso País está ficando muito estranho mesmo. Ultimamente vem subvertendo muito desses valores básicos por coincidência, acentuadamente, nestes tempos de pt. Não sei o “por quê”. Mas como você bem disse: o inocente é o culpado e o culpado, inocente; o certo é o errado e o errado, certo; e… o mundo kafkiano é o brasileiro e o mundo brasileiro, kafkiano… e assim vai mundo afora, mundo adentro, “nesta terra de samba e de futebol”…

    Na semana passada eu tive uma experiência muito curiosa, digo até desconcertante. Ao não conseguir tirar um extrato bancário de um caixa-eletrônico recorri, com é obvio, a um funcionário. Após a espera, de praxe, ao explicar-lhe da dificuldade de não obter o extrato, ouvi a impensável “resposta” do funcionário: “POR QUE” não saiu o extrato?? (na verdade uma pergunta!)

    Ora!…diante do surreal tive de explicar ao qualificado funcionário que quem era o cliente era “eu” e, eu, é que desejava saber o “POR QUÊ’ e, não “ele”, o funcionário. E ele, como funcionário, teria que resolver o meu problema…

    Este é um exemplo, digo: de um sofisma de acidente convertido, sem dúvida, portanto não generalizo e tampouco faço um julgamento de um todo, mas é muito comum um cliente não ser reconhecido como tal, assim como é comum o inocente ser o culpado, o certo ser o errado… e nesse concerto recorrente um dia acho que o samba acaba virando futebol e o futebol virando samba…

    Este caso da Geisy Arruda é mais um entre as centenas e centenas de casos. Embora o dela, seja exponencialmente muito mais grave e, aquela universidade, deve merecer total repúdio por todo e qualquer cidadão de miolo firme e normal Uma expulsão vergonhosa para própria Uniban. E por que não dizer inclusive para toda Educação Brasileira.

    Lá naquela universidade se há alguma matéria que verse sobre “cultura” deve ensinar aos seus dedicados alunos, a intelligentsia brasileira, que aquela máxima da venatória de: “um dia da caça, outro do caçador”, não é bem assim, compassadamente, que funciona e que, como numa síncope, dependendo do comprimento da saia, mesmo um caçador pode ser uma caça e assim deve ser abatida desmesuradamente com todo “aplomb”…

    Grato pelo comentário, caro Horacio. O caso que você contou é exemplar. Não é só na Uniban que as coisas parecem invertidas. abraços, Augusto

  147. jcafonso

    -

    08/11/2009 às 18:14

    Augusto,

    Voce pra Presidente. Reinaldo de vice. Ou vice-versa.
    Presta atencao:

    A encrenca nasceu no ABC.
    A cor eh vermelha.
    O problema subiu a Rampa.
    O cerne eh a educacao.
    E o tema eh Universidade.

    Nao eh muita coincidencia??

    Conheces a teoria dos fractais? E acreditas em Inferno Astral?

  148. Danilo Thomaz

    -

    08/11/2009 às 18:03

    Augusto,

    Já que o assunto é a universidade brasileira, não poderia deixar de contar sobre uma questão absurda da prova de conhecimentos específicos para estudantes de jornalismo no Enade de hoje.

    A pergunta remetia ao início da crise econômica no ano passado, quando o Lula disse que lá fora ela era um tsunami e aqui ela chegaria como uma “marolinha” e boa parte da imprensa – e da sociedade brasileira – discordou dele, dadas as circunstancias da época. Assim sendo, o Enade te oferecia cinco alternativas sobre as críticas da imprensa ao comentário do presidente, dentre elas:

    A – Preconceito
    B – Manipulação da informação
    C – Livre expressão crítica

    Para mim, a resposta correta é a letra C. Para o Enade, provavelmente a letra A.

  149. ze mané do recife

    -

    08/11/2009 às 17:49

    esse monte de fanáticos da uniban está mais pra talibans do que pra gente democrática e decente… que vergonha, meu deus ! acho que até as pedras do caminho já estão fartas de saber que estamos no século 21, que a idade das trevas se foi há dezenas de séculos e que a mulher não é mais um objeto sem cérebro e um saco de pancadas, sejam estas físicas ou morais..esse caso todo me envergonha demais como brasileiro… depois dizem que nós do nordeste somos incivilizados… bando de universitários babacas e fascistas..a pior decisão que essa nefasta uniban poderia ter tomado.. vão todos pro inferno, bando de salafrários !

  150. Sergio Lacerda

    -

    08/11/2009 às 17:30

    Caro Sr. Augusto Nunes, inicialmente para se dissertar sobre algum assunto tem que haver no mínimo conhecimento sobre tal. Lendo seu artigo publicado na edição 2138 – Ano 42 – Numero 45 percebi como é facil escrever sem conhecer, entao vamos la…
    “Os estudantes da Uniban de São Bernardo engolem em silêncio mensalidades abusivas, professores medíocres e o sistema de ensino que fabrica fortes candidatos ao desemprego.”.
    Pelo jeito o Sr. não esta muito informado, ou nao quer estar, pois realizando uma pesquisa de no máximo 5 minutos, descobri que a Uniban tem uma das menores mensalidades, principalmente no curso da tão famosa Geise (Uniban R$316,00, Metodista R$554.44, UniA e Anchieta não publicam valores).
    “Professores Mediocres”, nao conheço todos, porém, estudo na Uniban a 3 anos e não tive aulas com professores que não sejam no mínimo MESTRES e o melhor ainda, atuantes no mercado de trabalho e conhecedores da materia que ministram.
    “Sistema de ensino que fabrica fortes candidatos ao desemprego”, em minha sala de aula (são mais de 100 alunos) menos de 10% estão desempregados, teu comentário seria no mínimo generalista, pois, existem pessoas interessadas e COMPETENTES estudando lá que conseguem manter, trocar ou iniciar em um emprego sem qualquer dificuldade.
    Vocês jornalistas estão somente analisando o lado da Srta. Geise, não foram atras do que realmente aconteceu. Existem pelo menos umas 15 versões para o caso.NA MINHA OPINIÃO, minha e somente minha, isso tudo aconteceu devido a comportamento da Srta em questão, concordo que houve uma barbária e os alunos se comportaram de maneira medieval, mais o que causou tal comportamento????? Já cansei de ver meninas vestidas igual ou com vestidos, bermudas e outras coisas muito mais curtas e nao houve isso!!!!!!
    Parem um pouco pra pensar e analisem o caso, pensem um pouco antes de escrever e pensem que há mais 10000 pessoas estudando lá alem da Srta Geise, pq ao que me parece ela conseguiu o que queria.. Fama, dinheiro e reconhecimento……

    Você estuda na Uniban há três anos, escreve o há sem h, está feliz com os professores que não ensinam nem colocação de vírgulas e acha que paga até pouco para ficar ao lado da turma da “barbária”. Merece a escola que tem.

  151. Raimundo Cazé

    -

    08/11/2009 às 17:08

    Pior que a imoralidade é a falsa moral. A moça do vestido curto merecia uma chance, a de continuar na universidade. Ela mesma passaria a se vestir ao agrado da platéia.

    Pessoalmente, acho que uma só mente doentia reprovou os trajes da moça. O resto seguiu as suas pegadas. Essa mente que saiu na frente pode ter sido de uma aluna invejosa ou de um aluno mal sucedido com mulheres.

  152. azul honduras

    -

    08/11/2009 às 17:06

    Décio Lencioni Machado é do Conselho Estadual de Educação de SP !!!!

    Vamos ver quem vai ter coragem de fazer uma petição online para tirar esse crápula do governo.
    Apoiar a moça que levou um kickban da faculdade é fácil e necessário,ao menos ela se sentirá amparada, confortada.
    Não tenho certeza que será amparada pela Justiça.
    Mas esse porco chauvinista do Censelho tem de ser tirado,ele sim,na marra.

  153. romeu

    -

    08/11/2009 às 16:25

    acabei de ler no estadão que a moçinha é de esclusividade da recorrd,eta povo besta,mais uma mulher fruta,a faculdade ta de parabens,nessa idade ela ja deveria saber se vestir,pra mim foi tudo armaçao dela e de algum amigo para os l5 minutos de fama e não é que colou

  154. JOSÉ CARLOS WERNECK

    -

    08/11/2009 às 16:10

    É a UNIBAMBI empunhando a bandeira da hipocrisia que é a mãe de todas as imoralidades.Voltamos à Idade Média em pleno século 21.Os torquemadas de plantão estão tendo orgasmos múltiplos!

  155. Naná

    -

    08/11/2009 às 15:47

    Augusto

    Com certeza, Ahmadinejad será recebido na UNITALIBAN com honras de chefe de facção.-

    farão um apedrejamento ao vivo,mostrando como é que se faz aqui, e no Iran.

  156. Augusto

    -

    08/11/2009 às 15:40

    Corrigindo: Sua atitude vale por mil palavras.

    Onde se lê “fermidade”, leia-se “enfermidade”.
    Grato.

  157. tereza

    -

    08/11/2009 às 15:38

    Mudando o assunto do vestido tão sabendo disto????
    O Brasil está comprando 20 BILHÕES em armamento, não temos escolas, hospitais, saneamento básico, segurança e sequer dinheiro para dar aumento aos aposentados, mas temos dinheiro para comprar armas de guerra! Triste é ver que as pessoas não estão se dando conta disto, e fazem questão de não acordar para o triste futuro que nos espera, isto tudo não aconteceria se acabassem de vez com a hipocrisia que rege os safados dos políticos, que sustentam o narcotráfico e se fazem de santos quando a questão é a legalização das mesmas. Acabem com o tráfico, legalizem as drogas e tratem das pessoas usuárias como doentes, façam com que as drogas gerem impostos como o álcool e o cigarro geram, daí não teremos problemas como os que estamos tendo hoje, tem um vídeo no youtube que mostra como os usuários de drogas pesadas ficam na antiga URSS, tem videos
    http://www.tourolouco.com.br

  158. Augusto

    -

    08/11/2009 às 15:37

    Continuo a achar que por trás das atitudes fascistas desse numeroso e asqueroso bando, homens e mulheres, esconde-se uma perversão da pulsão sexual; não preciso ser Reich ou Freud para diagnosticar nessa “gente”, homens e mulheres, uma efermidade de qualquer sorte: trauma, pânico, psicose, esquizoidia, medo, muito medo, medo de si e dos outros.

    Apostaria minhas fichas que a libido maltratada dessa “gente”, deles e delas, produziu ejaculadores precoces, impotentes, frígidas, lésbicas e gays enrustidos que não aceitam sua condição e transferem para os outros suas “culpas”.

    Quanto à diretoria dessa merda de “universidade” de quinta categoria, o que dizer? Sua atitude vale mil palavras.

  159. Murilo Menon

    -

    08/11/2009 às 15:16

    UNIBAMBI. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Grande sacada AJS!!!
    Vai pegar, pode acreditar.
    E como disse o Celso Arnaldo, essa fabriqueta de “diproma” , “se acabou-se”.

  160. Dora

    -

    08/11/2009 às 15:15

    Augusto,

    Brilhante sua análise!

    Estou chocada com a inversão de valores neste país. Independentemente do fato de o traje da moça ser inadequado para a escola, jamais se poderia aceitar tamanha violência e intolerância contra a jovem, que culminou com a lamentável, chocante, inacreditável nota da Uniban/Tuliban (como diria um leitor de Veja), publicada em vários jornais neste domingo.

    Caso alguma medida tivesse que ser tomada, que a faculdade a chamasse para advertí-la sobre os trajes pretensamente inadequados e tomasse providências adminstrativas, se cabíveis, mas nunca sua expulsão, dando apoio às atitudes bárbaras que foram praticadas pelos alunos dessa instituição.
    De fato, como escreveu você há alguns dias, esses alunos aceitam passivamente o mau ensino, as mensalidades absurdas cobradas por ensino medíocre que não os prepara para empregos bons, já que as empresas de porte e nome não costumama aceitar alunos advindos desse tipo de instituição, por saberem que não têm formação adequada, sequer bom português falam e escrevem.

    É chocante! O pior é que os agressores da moça serão apenas suspensos por alguns dias!.

    Esses alunos devem ser realmente modelos de comportamento, não devem praticar o terrível hábito de “ficar” com vários de seus pares, não devem acessar sites de pornografia, não devem, com certeza, proferir palavras de baixo calão, devem ser filhos amorosos, respeitosos, educados, enfim, devem, com certeza, ser seres de inatacável moral!!!.

    O que me intriga, dentre outras questões, é porque nenhum deles, até hoje, demonstrou indignação parecida à que tiveram para com a pobre jovem, em relação à corrupção que assola o país, aos discursos-blasfema de Lula, às alianças que esse presidente tem feito para garantir o poder, ao verdadeiro”estupro”, como diz você, cometido contra o caseiro Francenildo por ministro de Lula etc, etc, etc…

    Li, também brilhante artigo de Reinaldo Azevedo sobre esse assunto e digo, mais uma vez, como é bom saber que há jornalistas que possam trasmitir com tanta propriedade a indignação de que somos tomados todos os dias, nós, a minoria dos 16%, mas, graças a Deus, viva e ainda com voz.

    Abraço.

    Dora

  161. Marcelo

    -

    08/11/2009 às 14:51

    TUDO É DINHEIRO

    Até eles sabem que a expulsão é absurda. Mas o que é melhor? tirar uma ou 700. O caminho mais fácil e rentável foi escolhido.

    A pressão interna do bando jogando a culpa na vítima deve ter sido grande.

    Mas isso é um tiro no pé principalmente para os alunos. Vais ser negativo ter o nome associado aquela universidade.

  162. Paulo Henrique Andrade

    -

    08/11/2009 às 14:37

    A repulsa causada por uma simples minissaia é típica de teocracias como o Irã ou das sociedades autoritárias de cunho nazista ou facista. A democracia é feita justamente com a aceitação da diferença. É muito fácil “jogar pedra na Geni”. Eu estudei na PUC-Rio (católica) e com o calor que fazia shortinhos e minissaias eram muito comuns e ninguém reclamava. Esses alunos estão é com medo de sua sexualidade ou com inveja da moça.

    A Uniban pisou feio na bola, preocupada com o dinheiro dos alunos, e merece ser severamente punida pelo MEC, inclusive descredenciada ou multada em milhões. O Min. da Educação deve tomar providência já. Todos devem ser identificados e PROCESSADOS criminalmente.

    Isso é bullying, e configura diversos CRIMES – constrangimento ilegal, difamação e ameaça. Todos os que incitam ao ódio e à intolerância merecem ser presos, mesmo se for preciso FECHAR a faculdade e PRENDER seus diretores por CONIVÊNCIA com os crimes praticados.

    Ou a lei vale para todos, inclusive para tais diretores, ou não vale para ninguém, e aí entraremos de volta à Idade Média, na barbárie da ditadura.

    É preciso uma resposta JÁ de toda a sociedade contra esta BARBÁRIE CRIMINOSA de ter um bullying chancelado pela diretoria da escola – Governo Federal, Governo de SP, Ministério Público, Polícia Federal, Polícia Civil de SP, e especialmente a DECRADI Delegacia de Crimes Contra a Intolerância de SP.

  163. Luís Roberto

    -

    08/11/2009 às 14:30

    Lamentável o que fizeram na unitaliban/unibibas/unibambis. Mas temos q.ter esperança, li uma FRASE(Esporte “Estadão” de hoje) muito FELIZ de um ex-jogador e agora Presidente do Vasco q.está voltando p/Séria A no Nacional.
    Roberto Dinamite disse, “AINDA É POSSÍVEL SER HONESTO E VISTORIOSO”, é a FRASE mais bonita e significativa que li neste ano em jornais. Serve para todos os ambientes possíveis neste Brasil. Principalmente para esses meninos e meninas que estão vindos agora e tem um futuro promissor com tolerância com os amigos e principalmente com inimigos.

  164. Leonardo

    -

    08/11/2009 às 14:29

    A dinastia dos Apedeutas ainda levará o Brasil a ser uma Bedrock em forma de país

  165. samuel

    -

    08/11/2009 às 14:25

    O dono da UNItaliBAN é provavelmente candidato pelo PP de Paulo Maluf de quem ele foi Vice, no esquema de eleiçoes estaduais que se aproximam, onde o PP estará junto com o PT
    É do Maluf? então o lema deveria ser: EXTRUPA MAS NÃO EXPULSE!

  166. Paulo Henrique

    -

    08/11/2009 às 14:11

    Com a nota da universidade no jornal, a Geisy tem como provar a cumplicidade da direção da instituição com o assédio sexual e o linchamento moral que sofreu no campus.

    Processe a universidade, você (Geisy) tem os vídeos e a nota no jornal.

    Mostre na Justiça que você foi a vítima.

    E invista o dinheiro recebido com a sentença – que é da própria universidade – em você. Alcance o sucesso profissional e seja uma mulher bonita e sensual.

  167. Ixmael

    -

    08/11/2009 às 13:51

    Alice, não exatamente no país
    das maravilhas, às 3:25
    Para estar a essa hora aí citando
    Millôr, seu sangue deve ser do bom.
    RelaX, não sou vampiro. Saúde e paz.

  168. Marcus Oliveira

    -

    08/11/2009 às 13:49

    À vista de atitude como esta´partindo de uma dita “universidade”, se isto pode assim ser considerada, por quê não institucionalizar-se, no âmbito desta Uniban, onde formaram-se o Vicentinho de CUT e o Paulinho da Força, o uso da burka para as mulheres e aquela bata para os homens, além do uso da barba crescida. basta seguir o modelito talibã, que, a propósito, significa, estudante.

  169. Rômulo

    -

    08/11/2009 às 13:48

    Tenho a impressão de que estamos perdidos, não? Não só a Idade das Trevas se instaurou, mas a mentalidade absolutamente retrógrada impera ‘nestepaiz’! Como pode a Uniban punir a vítima??

  170. samuel

    -

    08/11/2009 às 13:45

    “Décio Machado, assessor jurídico da UNITALIBAN, que falou essas pérolas, é presidente da COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E NORMAS do Conselho Estadual da Educação de São Paulo” Porta Voz e julgador dos acontecimentos…
    Exemplo de JUSTICISMO, uma nova ditadura, a da Justiça, onde a Justiça serve para cometer iniquidades baseada em …BOATOS. Nada contra os Juízes, pessoas honestas e bem intencionadas: É a Burocracia da Justiça que distorce tudo ao tentar se impor sobre os Juizes…
    WE ARE ALONE BROTHERS

  171. Paulo Henrique

    -

    08/11/2009 às 13:33

    “uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados”

    Eu acho que a direção da universidade teve uma postura compatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes adequados no estilo: atraso e intolerância.

  172. Gulah

    -

    08/11/2009 às 13:31

    Com lula & seu tosco ministério, sarney, collor, azeredo, renan e tudo o mais que trava o país, esperar o quê?
    O obscurantismo domina o Brasil, invade todas as esferas e, dependendo de 2010, ainda será drasticamente aprofundado. Pelo que nos é dado ver e ouvir nas últimas semanas, dilma, apesar (ou por causa) dos títulos falsos, parece ser ainda mais obtusa e ignorante que o próprio lula – se isso for possível.
    Seria ingênuo, panglossiano mesmo, imaginar uma nação dirigida durante quase uma década por um analfabeto amoralista e seus medíocres desígnios, cercado de ignorantes e aproveitadores de idêntico talante, pudesse viver algum tipo de renascimento tropical.
    É claro que o Brasil tem talentos, muitos e múltiplos, em diversas áreas – inclusive na política, mas por alguma infelicidade ontológica e teleológica não consegue concertá-los sincronicamente em um mesmo esforço de avanço real, espiritual e material, de toda a nação.
    Uma lástima, uma tristeza, um destino. Mas é isso!

  173. Antonio Neto

    -

    08/11/2009 às 13:29

    Quando formos contratar profissionais em certas áreas será imprescindível uma olhadinha no diploma do dito cujo. Aviso aos pretendentes a diploma universitário para ingressar no mercado de trabalho: Seu sua atual universidade é essa tal de UNIBAN, o que pode se uma dor de cabeça em termos financeiro( mensalidades caras) hoje, amanhã pode ser uma puta decepção curricular em sua vida.

  174. Celso

    -

    08/11/2009 às 13:23

    Para quem não conheceu, Kafunga foi um goleiro do Atlético Mineiro. Ele tinha o bordão: “aqui o errado que é o certo, e, o certo é o errado”. Saldoso Kafunga, conhecia bem o que estava falando em relação ao futebol. Sua frase vem a calhar para explicar o nosso país. Tudo pode, desde que seja contra o bom senso e a normalidade. Atitudes como a praticada pelos estudantes da Uniban, reforçam o declínio da educação. Isto leva a um perigoso precedente. As liberdades são destruídas com extrema facilidade. Basta um viés de moralismo e uma turba adepta e o caos estará instalado. Nem que fosse em uma roça sem a mínima informação. Certamente, nem em Sucupira ocorreria o que estamos vendo hoje. Pior que parece que o povo está anestesiado. Deve ser o efeito das esmolas dadas em troca de popularidade.

  175. azul honduras

    -

    08/11/2009 às 13:10

    Se eu morasse por perto saberia o que fazer…
    Nada que uma caneta filmadora não provasse.Basta filmar as roupas dos alunos de lá,agora mais ainda,sobretudo dos rapazes que exibem cuecas saindo pelos bernudões e calças jeans,sem falar das camisetas regatas usadas para impor a todo mundo seus ‘suvacos ‘cabeludos,mamilos peludos e por aí vai.
    Já pensou?Um campanha de patrulhamento em cima de todos eles???Não dura uma semana,mizifio,vão pedir para Geyze voltar,de joelhos…
    Outro protesto interessante seria uma desfile de burcas na frente da tal faculdade…

  176. Robert

    -

    08/11/2009 às 13:10

    Num Brasil pelo avesso, o certo virou errado e o errado virou certo.

    A universidade é a malvada, a vigarista é a boazinha.

  177. Ana Mendes

    -

    08/11/2009 às 13:10

    Parabéns, Augusto, perfeito!

    E depois de 20 anos da queda do Muro de Berlin (tenho um pedacinho, original, pra não esquecer “mesmo” aquele horror), eis o Brasil erguendo os seus, e já existem muitos, você bem sabe.
    Abraço

  178. Márcio J. Neto

    -

    08/11/2009 às 13:05

    Acho descabido as criticas à expulsão da “moça”, sem querer ser puritano, mas também não sendo liberal ao ponto de ser cego, ela assumiu o risco ao entrar na faculdade com a intenção, talvez de ser popular, ou ser a mais gostosa, não posso julgar suas intenções, mas foi provado que ao fazer um caminho diferente do seu costumeiro, passar pelas rampas para ser vista, num vestido curtissimo, ela queria provocar alguma reação de seus colegas, e conseguiu, talvez não o que havia sido planejado, mas conseguiu. Com certeza ela não é uma criança que não tem consciência de seus atos, quis provocar e teve resposta a altura, um pouco exagerada convenhamos, mas teve esta resposta. Agora assuma a responsabilidade e pare de se fazer de vitima, porquê o convite para posar nua já está a caminho. Ou seja, o plano dela deu certo. E a faculdade fez certo ao expulsá-la, ou abriria um precedente perigoso, pois bem sabemos que o ambiente nos corredores e festinhas de uma faculdade é impróprio para menores, pois sem ser hipócrita a idéia que lá é corrente é de que não existem limites para o sexo irresponsável, o consumo livre de drogas e estimulantes, etc. Se discordam de mim, busquem aqui na Veja mesmo as noticias que se lêem do que tem ocorrido nestes lugares: trotes violentos, mortes por overdose, estupros, …

  179. alvaro

    -

    08/11/2009 às 12:58

    Perdão, mas essa “universidade” de quinta categoria deveria se chamar TULIBAN. Os capangas de Sarney depredaram as intalações do local em que ocorreu o lançamento do livro “Honoráveis Bandidos” e fica tudo por isso mesmo. É o peronismo nazi-facista fazendo escola no Brasil. Aliás, nunca na história deste país um livro teve nome tão apropriado.

  180. carlos nascimento

    -

    08/11/2009 às 12:18

    Augusto,

    Em vários momentos da Coluna cobrávamos a “voz” de nossos artistas e intelectuais sobre o atual status-quo imoral dos políticos brasileiros, vejo que começou a aparecer uma “luzinha” no túnel das trevas, CAETANO VELOSO, durante a semana saiu do mutismo e com forte indignação, proferiu com justiça a qualificação intelectual do “molusco”, trata-se de um ANALFABETO(ponto).
    Creio que a porteira foi aberta, acredito que a classe artistica e intelectual do País, iniciará o movimento que está faltando, sem medo de represálias, colocando “luz” no debate que temos obrigação de travar contra as forças do atraso. CHICO BUARQUE, ROBERTO CARLOS (muro total), bem como, outros expoentes, devem à Sociedade Brasileira manifestações de avaliação de julgamento, caso contrário assumam a capa de covardes e omissos pra sempre e não queiram no futuro adicionar às suas biografias conceitos de lutadores da democracia.
    Os absurdos estão ocorrendo diariamente, sua coluna vem apontando bravamente as imoralidades, os gatunos estão aparelhando a tudo e a todos, agora começam a aparelhar as mentes dos universitários, outrora, arautos da democracia e da liberdade e hoje temos esse péssimo exemplo dado pelos alunos e dirigentes da Uniban, cerceando direitos de escolha e de livre arbitrio.
    Pergunto aos alunos da UNIBAN, qual foi o resultado da última avaliação do ENAD da UNIBAN? O que vocês tem feito contra a corrupção e a atual situação do Senado Brasileiro ? O que vocês fizeram contra a absolvição do Palloci no caso do estrupo da conta do caseiro?

    Criem juizo, não deixem os fariseus tomarem conta de suas mentes, procurem ser independentes e criativos, ajudem o PAÍS naquilo que mais estamos necessitando, JUSTIÇA e CONSCIÊNCIA CIVICA, chega de falso moralismo.

  181. Genaro

    -

    08/11/2009 às 12:10

    Caro Augusto,

    Não é difícil adivinhar os próximos passos do Brasil que vai pra trás: uso obrigatório de burca para as universitárias e queima de livros na fogueira. Logo, é melhor que aproveitemos bem a ocasião. Não veremos mais um país como este.

    Abração, Genaro

  182. Jegue de Garunhuns.

    -

    08/11/2009 às 12:07

    A maioria dos alunos e esse conselho que expulsou essa garota sâo de flibusteiros, maconheiros, cachaceiros, crakeiros e vários eiros da vida…….

  183. Cláudio José

    -

    08/11/2009 às 12:01

    O dono da UNIBAN só pode ser o Osama!!!!KKKKKK

  184. NELSON LUIZ PEDRA

    -

    08/11/2009 às 11:47

    Voltaire está pedindo para voltar,quer lutar contra as trevas que nos assolam!A beleza feminina é agora motivo de agressões e constrangimento.Não é por nada que o presidente do Irã será recebido com honras em nosso país.Deve ser o mentor da reitoria da UNIBAN!

  185. Memyself

    -

    08/11/2009 às 11:41

    Só deve ter gay e baranga estudando na Unitaliban, incluindo aí a diretoria, para que uma moça bonita e provocante tenha sido quase massacrada fisicamente e, não tendo conseguido isso, a turba a esteja massacrando moralmente.

  186. celso arnaldo

    -

    08/11/2009 às 11:36

    Augusto

    Seu texto, para variar, é irretocável – daqueles que quem vive de escrever lamenta não ter escrito.

    E aposto que será um dos campeões de comentários da temporada: por trás de um minivestido vermelho, o caso Geisy costura uma rica e vasta amostra do tecido social brasileiro e gera as mais extremadas reações, ora com base na inaceitável teoria da “vitimologia”, ora sob o raciocínio de que todas as pessoas devam ser aceitas sem restrições em todos os ambientes sociais e profissionais, independentemente de suas crenças, posturas ou fragilidades pessoais.

    Também é hora de assumirmos nossos preconceitos – e todos os têm, geralmente numa acepção mais amena e menos fascista do termo. É provável – repito, é provável – que nós não aceitássemos uma moça chamada Geisy, estudante de Jornalismo, com aquele lay-out e aquela cabecinha oca, como estagiária em nossas redações. O lay-out, bem entendido, não se resume ao célebre vestido – que corre o sério risco de ser o hit do verão – mas ao “conjunto da obra”. Mas é claro que, em caso de recusa, ela seria devidamente escoltada por nós até a recepção com toda a civilidade possível – sob os olhares concupiscentes e silenciosos da rapaziada.

    Não ouso dar pitaco sobre as implicações sociológicas e políticas do episódio. Limito-me a algumas observações no campo da imagem. Nesse aspecto, não é difícil concluir, ainda no calor da calamitosa expulsão, que a moça sai como grande vitoriosa. Com uma notória propensão à exposição, terá pelo menos uma semana inteira na TV, exclusiva que é do cast da Record, e do programa do Geraldo, que inclusive paga sua assessoria jurídica. Esperam por ela um ensaio da Sexy (Playboy, duvido), uma bolsa em outra faculdade de Turismo e o mesmo pacote de “amenities”, figurações pagas e benesses diversas reservado aos ex-BBB. Bem, mas isso será café pequeno diante do potencial indenizatório que o caso enseja, nas mãos de um advogado estilo Mariz de Oliveira.

    E se para a “expulsanda” o episódio pode ser uma blue chip, não há dúvida de que o desfecho se constitui num autêntico suicídio para uma empresa do ramo da Educação. A Uniban está liquidada. Se ela tivesse capital aberto, eu já teria acordado meu corretor esta madrugada para assinar uma ordem de venda de minhas ações na primeira hora de segunda-feira.

    A reunião na calada da noite que decidiu pela exclusão de Geisy só teve diretor e advogado – talvez de porta de cadeia, ou porta de Uniban, dá no mesmo. Nenhum marqueteiro, nenhum assessor de crise – possivelmente nenhum “professor titular”. Professor titular da Uniban não chega a ser currículo 5 estrelas, mas a “cátedra”, em tese, dá a esses educadores uma certa noção de nobreza pedagógica.

    Reitor da Uniban, a esta altura eu não expulsaria Geisy nem se minha sindicância tivesse descoberto que ela é a versão oxigenada de Belle de Jour. É uma questão de imagem, de inteligência emocional e mercadológica. O nome Uniban já estava estigmatizado pela galhofeira associação com o Taliban. Tudo o que a universidade deveria evitar era, tão rapidamente, selar esse estigma com a punição radical da vítima. A decisão é tão estapafúrdia, tão autodestrutiva que, no fundo, chego a ter certo respeito por essa coragem suicida.

    Mas afirmar, em “nota oficial”, que a reação da turba foi em defesa do “ambiente escolar” é pilhéria – no caso da Uniban, sem a menor graça.

    Como cinéfilo, só vi o “ambiente escolar” da Uniban, no episódio Geisy, naqueles filmes americanos de prisão em que o preso novo, quase sempre um jovenzinho louro e possivelmente inocente, adentra a galeria com ar assustado, carregando uma toalha e uma caneca. E os detentos mais safos, à porta de suas celas, distribuídos em vários andares, já começam a insinuar, entre os mais vis impropérios, a iminência de um ataque predatório e devastador contra a presa.

    Essa imagem ficará registrada no quadro negro da Uniban, mesmo que a Uniban atinja o status e a longevidade de Coimbra, que vai fazer 720 anos em março próximo. Uma aluna como Geisy possivelmente não seria aceita em Coimbra – mas aí já é outra história.

    Abraço
    Celso Arnaldo

    Maravilha, Celso Arnaldo. Grande texto. abração, Augusto

  187. AEduardo

    -

    08/11/2009 às 11:33

    Augusto
    Esta foi golpe na jugular! Você sempre se superando.
    Mas veja só. Estamos na era do Grande Ignorante, que em tudo opina e de tudo tem conhecimento. Para não perder a piada, gostaria de ver nosso Árido Nordestino intrometendo-se neste caso incorporado no Barthô, aquele que foi entrevistado por angolanos e moçambicanos alguns dias atrás e é sucesso no You tube, ao falar das Olimpíadas e a violência no Rio de Janeiro!
    Seria uma coisa muitíssimo interessante, neste período de trevas em que vivemos.
    Abraço

  188. Arnaldo Duarte Nogueira

    -

    08/11/2009 às 11:05

    Depois dessa demonstração de boçalidade e truculência,quem tem medo dos talibãs.
    Nem ná época da ditadura militar vimos tamanha demostração de selvageria,aprovada pela direção da Universidade.
    Acabou nosso futuro,e bom comecarmos a apreender a andar de quatro..

  189. Pedro Erik

    -

    08/11/2009 às 10:56

    Você disse tudo como título do artigo, Augusto. Parabéns.

    E o pior é que aqueles jovens e os donos da Uniban votam e se candidatam, para perpetuar a nossa estada nas cavernas.

    Abraço,
    Pedro Erik

  190. Mario

    -

    08/11/2009 às 10:53

    PROFESSORES CULPADOS: TODOS, TODOS!

    O que ninguém está levando em conta neste absurdo que foi o linchamento moral e, agora, a expulsão da cidadã brasileira, com seus direitos civis vilipendiados, é a posição de omissão dos professores daquela universidade.
    Eu considero lixo existencial todo professor que não toma uma atitude de defesa desta moça: é a negação da função de educador, um suicídio profissional, é a capitulação absoluta da subjetividade.
    A campanha dos direitos humanos não deve focalizar apenas a atitude pérfida dos diretores e advogados da Uniban, mas principalmente o corpo docente covarde, grudado nos seus salários de m…., com medo de serem despedidos e traindo os seus princípios mais elementares de justiça, que um dia, talvez, acalentaram.

  191. Eliza

    -

    08/11/2009 às 10:42

    O que mais me entristece é essa juventude sem valores. Onde vamos parar? Dão importância exagerada a um comprimento de saia, enquanto o cumprimento das leis de políticos, juízes, cidadãos ficam ao Deus dará. É mais fácil querer resolver situações que não irão acrescentar coisa alguma em essência à vida do homem. Esta situação era muito mais fácil de solucionar, se houvesse autoridade na instituição em questão. Por falta de, foi necessário o autoritarismo: ninguém sabe o que fazer, o caos.

  192. Marco Silva

    -

    08/11/2009 às 10:37

    “…. Num Brasil pelo avesso, o certo virou errado e o errado virou certo.”

    Sem mais palavras…

  193. Jorge Silveira

    -

    08/11/2009 às 10:28

    O ex-presidente Fernado Henrique Cardoso escreveu um belo artigo na última semana, publicado pelo Estadão e O Globo, mostrando exatamente a atual situação do país. “Para onde vamos”, pergunta FHC. Foi duramente criticado por grande parte da imprensa, como se tivesse dito alguma inverdade.O problema é que hoje não se pode criticar este idiota que governa o país, pois ele é inimputável. Toda bobabem que ele diz (e ele só fala bobagens) tem o maior destaque na imprensa. Mas quando aparece alguém para criticá-lo, este é crucificado pelos órgãos de imprensa comprados pelo governo ( e são a grande maioria). O Brasil vive hoje a era das trevas, infelizmente. O que houve na Uniban é simplesmente o reflexo deste nevoeiro moral que desceu sobre o país. Lulla está conseguindo, a cada dia, com sua boçalidade, apequenar tudo de bom que existia neste nosso Brasil. É o império da mediocridade.

  194. Markito

    -

    08/11/2009 às 10:25

    O porta-voz???? da “instituição” nos infirma que assaltam 60 mil pobres coitados que se matriculam nesta joça. O caso de S.Bernardo apenas saiu na imprensa. Quem quiser ver o horror, dê uma olhada no pátio deo campus da av. Rudge. Por 199 paus, estes coitados podem fazer graduação e pós ao mesmo tempo???? A Geisy teve sorte. Está livre de jogar grana no lixo(leia-se uniban). Aguarda-se um processo por danos morais. O Brasil que pensa torce pela Geisy…

  195. Paulo Borchio

    -

    08/11/2009 às 10:24

    Ou os que gostam dos que não gostam .Nariz que nasceu para cheirar pó aliado às “vocações intrínsicas” normalmente tem gosto estranho.É receptivo ao extremo. E bota receptivo nisso.

  196. Stanley Pontatlantica

    -

    08/11/2009 às 10:04

    Pois é, só queria acrescentar que são vítimas também os alunos dessa malfadada instituição que não estavam presentes ou são de outras unidades, afinal as declarações e atitudes de seus dirigentes mostram quem realmente provoca esse tipo de reação nos jovens de 4 patas que formam aquela turba ignara.
    Inclusive porque o responsável jurídico do taliban do abc deu entrevista dizendo que a menina fez a divulgação das imagens difamando a faculdade e seus trogloditas, quando fica claro pelas próprias imagens quem filmou com celulares e provavelmente colocou na internet as cenas de horror insano foram os mesmos agressores.
    Ainda estou esperando uma reação que seja das principais representantes das mulheres na política: Senadora Marina, Ministra Dilma, Marta Suplicy, Heloisa Helena… E também das autoridades, especialmente da educação. Ou será suficiente a faculdade usar o dinheiro arrecadado para comprar consciencias em ano eleitoral (bom, até o calendário já foi deturpado mesmo.8=)

  197. Naiá Gago

    -

    08/11/2009 às 9:49

    O Augusto É o melhor bloguista/jornalista/articulista da imprensa brasileira!!!!!!
    Genial que é, verbaliza os sentimentos difusos que nos assolam; ou melhor, na atual conjuntura nos devassam…
    Perfeito!

  198. Pensando

    -

    08/11/2009 às 9:46

    Caro Augusto,

    o pensamento é do Reinaldo Azevedo, a moça Geisy e o caseiro Francenildo são dois “sem-ONG”, explicando portanto o porque dos acontecimentos.

  199. AJS RJ

    -

    08/11/2009 às 9:04

    Augusto, excelente texto.parabéns

    É o Brasil da era do analfabeto Lula.A UNIBAMBI, é a cloaca máxima.

  200. santana

    -

    08/11/2009 às 8:30

    Prezado Augusto

    Vamos lançar para paraninfo dessa turma da Unitelebam de 2009, os seguintes nomes, quem será que ganharia o trofeu que poderia se chamar
    troféu unizé mané de 2009

    zé Gesuino. zé sarney, zé Dirceu, zé lulla, zé dilma , zé mercadante,
    zé Tloffolli, zé to-top garcia, zé chaves, zé zelaya, zé delubio

    abço

  201. francisco

    -

    08/11/2009 às 7:57

    prezados

    EU ADORO FÊMEA. ah! ah!ah! acho que está faltando homen na parada.

  202. Walter

    -

    08/11/2009 às 7:37

    Parabéns Augusto.
    Tristemente verdadeiro.

    Para a UNIBAN vale a expressão latina ” Asinus in cathedra”.

  203. ricardo

    -

    08/11/2009 às 7:24

    o problema todo foi o caráter fascista da “manifestação”…absolutamente inaceitável.

    de resto, me desculpem, mas aquilo não era roupa para se ir a uma aula em uma universidade…

    se isso acontece desde Cabral, se eh cultural, se em outros lugares se faz pior, nao vem ao caso, eh tudo relativismo puro.

    também nao seria roupa para ir ao trabalho, ao medico, ao dentista, procurar emprego e por ai vai…

    todos sabem que existe um padrão de comportamento a ser seguido em ambientes diferenciados, por isso ha roupas para cada ocasião social…

    não eh questão de se ter caráter duplo, alias, nem questão de formação de caráter eh, mas apenas um cerimonial diferente a ser cumprido em cada ocasião…

    e esse clichê de taxar de “bicha” qualquer homem que peça um pouco mais de “pudor” ao se vestir e desfilar em publico, e isso serve para homens também, em nada contribui…

    eh apenas uma troca de um taliban pelo outro…

    bom, de resto, não sei se você ira vetar meu comentário nesse caso, como faz o Reinaldao, mas eh essa a minha opinião…

  204. marcos moraes

    -

    08/11/2009 às 6:52

    Parabéns! Arrepiou!

    MAM

  205. Maria

    -

    08/11/2009 às 4:57

    Mais uma vez concordo contigo, Augusto, em gênero, número e grau. O que estamos assistindo é um festival da hipocrisia.

  206. Tunico

    -

    08/11/2009 às 4:22

    Augusto, será que essa moça tem posses para processar a Universidade? É caso de processo por danos morais. Será que caso ela não tenha posses para tal algum advogado não se oferecerá para abraçar a causa dela? É inadimissível que uma instituição que se diz Universidade tome tal providência claramente ilegal sob o ponto de vista do Direito Civil.Afinal, a moça ganhou o direito de estudar ali quando passou no vestibular e pagava em dia sua mensalidade, cumprindo desta forma seu contrato. Pelo que vi ela não estava nua nem com roupas transparentes e não estava agindo de forma provocativa que pudesse gerar a acusação de atentado à moral e aos bons costumes. Concordo com comentaristas anteriores. A Uniban virou Taliban. Um passo atrás. Devia mudar o nome para Uniretro.

  207. pedro simon bolivar

    -

    08/11/2009 às 4:09

    linda Alice

  208. Alice

    -

    08/11/2009 às 3:25

    Como diz o Millôr:

    Nosso futuro já era
    Nosso passado já foi
    Dou uma boiada para ir embora
    Para ficar não dou um boi

    Tristes trópicos…! Só nos resta tocar um tango argentino???

  209. otaviotc

    -

    08/11/2009 às 2:43

    Excelente texto Augusto!

    Com poucas palavras, e uma extrema objetividade, demonstrou o que estamos presenciando neste país, há cerca de duas décadas.

    Desde que a Democracia foi estabelecida como algo próximo do ideal, ou seja, um sistema livre, justo e fraterno, parecia que o Brasil, ao sair da ditadura militar, se tornaria um país decente.

    Mas, o que vemos desde que Collor foi eleito?

    Uma enxurrada e políticos corruptos que se elegem graças à ignorância da maioria do povo, que nem conhece direito as circunstâncias que levam o Brasil a ser um país corrupto, atrasado, subdesenvolvido em várias áreas, como a Educação, Saúde, Previdência Social, Infraestrutura e Segurança Pública. Além disso, em alguns lugares, em todo mundo, o Brasil é conhecido como paraíso dos ladrões graças a esta corja política que se denomina “governo”.

    Um país que só começou a funcionar como país em meados 1808 a 1821, por causa da ameaça de Napoleão Bonaparte.

    Ou seja, o Brasil foi “descoberto” em 22 de abril de 1500, e durante, aproximadamente, 300 anos foi saqueado, explorado sem dó pelos portugueses e cia ltda.

    Agora, mais de 500 anos depois, continuamos a ver o Brasil nas mãos de um grupo de vagabundos políticos que nos roubam descaradamente com a cobertura dada por este Supremo Tribunal Federal, que, na verdade, não passa de um tribunalzinho bem indecente, onde temos aqueles vampiros de capa preta falando bonito como se fossem Deus (Lula pensa que é Deus), e inocentando criminosos dos Mensalões da vida, como o Lula.

    Finalizando, quem diria? A moda já pegou. Como bem diz o Augusto:

    “O culpado é inocente, e o inocente é culpado.”

    Assim, como acertou em cheio ao citar o Grande Ignorante, sem precisar escrever o nome desta besta.

    Parabéns pelo texto.

    Saudações ao Brasil que presta e é moderno.

  210. FERNANDO

    -

    08/11/2009 às 2:28

    Venceram os travecos da Uniban, Bando de bichas!.

  211. Jorge C.Moreira

    -

    08/11/2009 às 1:36

    Peça de propaganda das inscrições para a UBITALIBAN:

    http://twitpic.com/op46f

  212. Jorge C.Moreira

    -

    08/11/2009 às 1:34

    A turma não perde tempo (ver no Twitter-JorgeCMoreira):

    Unitaliban abre inscrições após sucesso publico na GLOBO.com http://is.gd/4PTL6

  213. Salomão Cohen

    -

    08/11/2009 às 1:24

    O Lulismo está nos transformando na vanguarda do atraso moral. Isto deveria ser motivo de abertura de processo pelo Ministério Público contea a Uniban, mas é muito mais provável que nada aconteça!

  214. CelsoK

    -

    08/11/2009 às 1:21

    A estudante foi de uma ingenuidade atroz, ao afirmar que voltaria a estudar no mesmo lugar, ‘porque havia pago’ coisa e tal. Sempre acho que se a pessoa foi constrangida, assediada moralmente e sua integridade física ameaçada, caso não houvesse proibição explícita ao traje no regulamento da instituição, deveria se preocupar primeiro em processar a instituição, seus responsáveis e eventuais participantes identificados no evento. Depois pensar em onde e como estudar. Essa passividade fere seu próprio direito à cidadania e abre precedentes perigosos com relação à corja que impôs sua hipocrisia de forma histérica ao sistema de ensino. Desses estudantes sairão nossos futuros advogados, engenheiros, administradores públicos e dependendo da instituição, médicos. E nós somos testemunhas confiáveis dos casos que nos são reportados sobre erros médicos, fraudes, e outros crimes praticados por pessoas que até conseguiram seus diplomas, mas não tiverem seus caráteres moldados por essas instituições de ensino frágeis e fiscalizadas pela ética.

  215. Silvio

    -

    08/11/2009 às 1:13

    Que sociedade hipócrita em que vivemos!

    Um bando de alunos manifestando-se raivosamente contra uma aluna com vestido curto, dentre os quais haviam jovens rapazes, bem provavelmente com crise de identidade sexual -isso porque certamente os “gays”, avessos à discriminação, jamais apoiariam tal manifestação – juntamente com umas barangas, certamente com inveja dos pares de pernas da pobre aluna.

    Nos anos sessenta os rapazes aplaudiam as meninas que exibiam orgulhosamente suas pernas mal escondidas nas mini-saias. Que mudança de tempos, e chamamos isso de evolução?

    A aluna deveria lutar por seus direitos, pleitear indenização por danos morais contra a escola, pelo constrangimento sofrido. Acredito até que caberia uma queixa por injúria, por ofensa à dignidade.

  216. mfera

    -

    08/11/2009 às 1:06

    Imagino que empresa contratará profissionais formados pela UNIBAN (UNI – universidade dos B – baderneiros, A – acéfalos, N – nacionais),
    não têm qualquer noção de civilidade, ou de colocarem-se na posição do próximo, antes de criticá-lo.

  217. pedro simon bolivar

    -

    08/11/2009 às 1:02

    puts…fiquei triste com a forma da ultima frase…parece que fiz uniban…

  218. f tavares

    -

    08/11/2009 às 0:53

    essa atitude sem complacência da unibambi tem a ver, muito proximamente, com aqueles malucos que entram nas universidades – e agora também nas bases militares… – americanas dando tiro pra todo lado, um misto de frustração com impotência, psicopatas surtados e fanáticos… mas lá, na maioria das vezes é um doidão sozinho, raramente dois, enquanto em são bernardo foi histeria coletiva, a universidade toda se envolveu no linchamento, presentes inclusive professores e bedéis, omitindo-se ou xingando aos gritos a sensual dama-de-vermelho …
    os homens jovens ou não, revelaram sua enorme incompetência pra chamar a atenção da grande pecadora, uma babaquice que entrou pra história; as mulheres iradas, puseram pra fora sua mágoa por não terem coragem de usar a roupa ousada e provocante da gostosa, ou por não terem condições de fazê-lo com as próprias pernas (finas, provavelmente).
    e finalmente vem a direção da unibambi expulsar a aluna, como quem atira pela janela o sofá da sala que serviu de alcôva onde aquela filha gostosa, de saia curta, talvez vermelha, dava pros namorados todos…
    o país vive o resultado da hipocrisia dos incomuns somada à impunidade, a população que incorpora funções distorcidas de polícia e de justiça, a punição do que significa castidade pra essa gente sem valor que se acha melhor sem ser, é a sociedade influenciada por uma moralidade da idade da pedra, gente mediocre, que nega o que não conhece, não aceita o que não compreende, não respeita leis… é o brasil do presidente-menor e seu partido de gente que passa os dias a olhar por cima do muro do vizinho.

  219. H. Boreggio Junior

    -

    08/11/2009 às 0:47

    Caro amigo Augusto:

    Estamos vivendo tempos bicudos onde menos vale mais.

    Por favor se cuide,essa gente é taliBAN.

    Abraço

  220. pedro simon bolivar

    -

    08/11/2009 às 0:40

    uniban tah certissima…a putaria tem que ficar restrita aos precos das mensalidades e no esmero?!?! da formacao tecnica!!!! dos alunos….

  221. Leo SKHM

    -

    08/11/2009 às 0:40

    Como bem disse o jornalista do SPTV 1ª Edição:

    “História de trogloditas pré-históricos.”

    http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1150736-7823-ALUNA+E+HUMILHADA+POR+USAR+ROUPA+CURTA+EM+UNIVERSIDADE+DE+SP,00.html

  222. Chris

    -

    08/11/2009 às 0:39

    É i-na-cre-di-tá-vel!
    Não consigo acreditar que isso está ocorrendo em pleno século XXI!
    Eu, se fosse ela, não voltaria pra Uniban nem amarrada.
    Mas eu iria até o fim nessa briga. Entraria com todos os processos possíveis contra essa coisa, que se diz faculdade.
    Quer dizer que não pode ir de vestido curto? Onde está dizendo isso? Ela foi a única aluna a aparecer de vestido curto na faculdade inteira?
    E quanto aos homens? Podem ir de bermuda? E chinelo, pode? E camiseta regata?
    Acho que deveria haver uma grande mobilização da sociedade, da imprensa e dos chamados intelectuais contra esse absurdo. Seria um momento bem oportuno para a sociedade discutir o papel desses caça-níqueis que chamam de universidade.
    Aliás, onde estão os professores dessa coisa? Onde estão os “intelectuais” dos abaixo-assinados de sempre?

  223. Ronald

    -

    08/11/2009 às 0:17

    Parabéns aos alunos da Uniban pela moralidade e bons costumes.
    qual será o próximo ato deles? combater os universitários que se embriagam? pertubam a ordem pública? contra os que bebem e dirigem? combater os que colam nas provas? contra os que compram/plageiam trabalhos escolares? combater os viciados? os que não casam virgens?
    Certamente todos chegam em casa cedo, respeitam os pais, são educados no trânsito, sabem votar( apelei) Êta país………….

    Parabéns ao colunista. Foi na veia.

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