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26/05/2012

às 8:00 \ Política

Há 20 anos, o Brasil renunciava a Collor

Passeata de estudantes pedindo a saída de Collor, na avenida Paulista

Passeata de estudantes pedindo a saída de Collor, na avenida Paulista

Em sua edição de 27 de maio de 1992, VEJA publicou uma reportagem de capa com as denúncias de Pedro Collor contra seu próprio irmão, o então presidente Fernando Collor de Mello. Em companhia da mulher, Maria Tereza, e de uma irmã, Ana Luiza, Pedro Collor deu uma entrevista de duas horas à revista. A mulher e a irmã de Pedro Collor foram testemunhas de suas declarações, e chegaram a colaborar em algumas respostas. “PC é o testa de ferro do Fernando”, afirmou Pedro a VEJA. ” O Paulo César é a pessoa que faz os negócios de comum acordo com o Fernando. Não sei exatamente a finalidade dos negócios, mas deve ser para sustentar campanhas ou manter o status quo“, prosseguiu. Nos quatro meses seguintes, a revista lançou mais catorze capas sobre o esquema de corrupção organizado pelo tesoureiro de campanha do presidente, Paulo César Farias, o PC. VEJA acompanha a trajetória de Collor desde 1989, quando o político apareceu pela primeira vez na capa da revista – e hoje é um dos principais alvos da artilharia do político contra a imprensa. Confira a seguir a ascensão e queda de Collor retratadas nas páginas de VEJA.

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13/03/2012

às 8:02 \ esporte, Futebol

Ricardo Teixeira: 23 anos de poder e polêmicas no futebol

Depois de 23 anos, a bola mudou de dono no futebol brasileiro. A controversa e turbulenta gestão de Ricardo Teixeira na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) terminou na segunda-feira, quando seu sucessor no comando da entidade, José Maria Marin, divulgou a renúncia do cartola que estava no poder desde 1989. Durante mais de duas décadas, Teixeira acumulou vitórias e vexames com a seleção (ganhou duas Copas do Mundo, mas perdeu quatro, três delas com campanhas muito fracas) e foi alvo de numerosas acusações de corrupção. Também foi apontado como grande responsável pelas falhas na administração do esporte mais popular do país – Teixeira estimulou a manutenção de um sistema quase amador na gestão dos clubes, onde a troca de favores e o jogo político ainda têm peso maior que a gestão profissional da modalidade. Ao longo de mais de duas décadas, VEJA registrou os percalços da trajetória do cartola mais poderoso do país, desde a chegada ao poder pelas mãos do ex-sogro João Havelange até as mais recentes denúncias de fraude.

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14/07/2011

às 19:05 \ Brasil

Em Dia: O que houve com envolvidos no escândalo do TRT

A Justiça do Distrito Federal determinou, em 14 de julho de 2011, a devolução de 55 milhões de reais desviados dos cofres públicos no escândalo do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, em 1999. É o maior valor desviado por corrupção já recuperado pelos cofres públicos no Brasil. Entenda a segui, como se deu o desvio de verbas para a construção da nova sede do TRT – esquema desvendado por VEJA em reportagem de 2000 – e o que ocorreu aos envolvidos no escândalo:

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15/06/2011

às 7:17 \ Brasil

Mensalão: o escândalo que sujou para sempre o nome do PT

A revelação do esquema de corrupção que ficaria eternizado como mensalão completou seis anos em 2011. No ano de 2005, descobriu-se que o PT havia montado um gigantesco esquema de compra de votos de deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo. Cada deputado custava cerca de 30 000 reais ao mês. A fatura era paga com dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e por Marcos Valério, o lobista carequinha. Segundo o Ministério Público, o chefe dessa quadrilha, da qual faziam parte quarenta ladrões, era José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil. Agora, Dirceu e o resto da quadrilha estão sendo processados no Supremo Tribunal Federal. O julgamento do processo no STF poderá ocorrer ainda neste ano. A seguir, relembre detalhes do escândalo – e o que alguns de seus principais personagens têm feito para se livrar da punição.

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25/05/2011

às 7:02 \ Política

Antonio Palocci: de homem forte a homem dos escândalos

Ministro da Fazenda por três anos, com uma gestão marcada pela responsabilidade fiscal e por bons resultados na economia, Antonio Palocci tornou-se um dos homens fortes do governo do ex-presidente Lula, mas escândalos de corrupção acabaram por cortar os motores da carreira ascendente do político na gestão passada. Alçado novamente a um cargo de destaque, desta vez como ministro chefe da Casa Civil no governo Dilma, Palocci volta a ter seu nome envolvido em uma crise política – e, como na primeira vez, os escândalos custaram-lhe o cargo. Acompanhe a seguir, os rolos em que o ministro se envolveu nos últimos anos:

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24/12/2010

às 13:37 \ Política

Orestes Quércia: o poder no PMDB e a marca da corrupção

Desde o início da atuação política, ainda como líder de movimento estudantil, Orestes Quércia não conseguia esconder o gosto pelo poder, prestígio e influência que os cargos de comando são capazes de oferecer. O caminho que decidiu seguir, então, foi o que o levasse aos mais altos círculos da política nacional. Foi vereador, prefeito, deputado estadual, senador e governador, mas conseguiu ter papel destacado nos bastidores políticos principalmente graças à atuação partidária, no PMDB paulista. A força da máquina peemedebista no estado mais rico do país, porém, não foi suficiente para impulsionar a ambição de chegar à Presidência. No período em que esteve mais próximo desse objetivo, acusações de corrupção minaram qualquer chance de sucesso numa disputa nacional.

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02/12/2010

às 7:12 \ Futebol

Futebol: relembre os maiores escândalos do mundo da bola

A transformação do futebol em negócio global multimilionário atraiu para o esporte uma legião de pessoas cujo interesse no esporte em si jamais existiu. E escândalos de corrupção envolvendo cartolas, jogadores e juízes tornaram-se cada vez mais comuns.

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06/10/2010

às 7:47 \ Brasil

PMDB: da oposição ao Regime Militar ao fisiologismo

Com a extinção do multipartidarismo pelos militares, em 1965, situação e oposição se viram confinadas, cada uma, a um único partido. De um lado, a Aliança Renovadora Nacional (Arena) representava o governo. De outro, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) congregava, sob uma mesma sigla, os diversos espectros contrários ao regime. A convivência dessas diferentes facções dentro do partido, como se pode imaginar, não era sinfônica. Somada a isso, a difícil missão de fazer frente a um governo de linha dura deixava o MDB numa espécie de crise existencial, em que buscava se definir como sigla e mesmo como oposição – procurando determinar até onde poderia chegar em suas contestações.

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22/09/2010

às 7:30 \ Brasil

Os maiores rolos de petistas no comando da Casa Civil

De tempos em tempos, o governo Lula se vê obrigado a explicar negócios obscuros, lobbies bilionários, maletas de dinheiro voadoras e beneficiamento a grupos privados. Muitas vezes, esses escândalos surgem justamente no coração do Palácio do Planalto: o Ministério da Casa Civil. Em 2010, foi a vez da ex-ministra Erenice Guerra, que sucedeu Dilma Rousseff no comando da pasta, protagonizar um escândalo de lobby e tráfico de influência. Na mais recente crise na pasta, o ex-ministro Antonio Palocci caiu em meio a suspeitas de enriquecimento ilícito.

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10/09/2010

às 10:35 \ Brasil

As operações da Polícia Federal de maior impacto ao país

Nos últimos anos, a PF vem obtendo resultados de impacto em operações de âmbito nacional – algumas investigações jogaram luz sobre alguns dos mais repugnantes espetáculos de corrupção já vistos na história do país, como na Operação Caixa de Pandora. Em 2009, os agentes federais revelaram ao país as vergonhosas cenas do mensalão brasiliense, comandado pelo então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, que teve o mandato cassado e passou uma temporada na prisão. Sem nenhum pudor, políticos foram filmados recebendo dinheiro de propina em meias, cuecas, bolsas e até via Correios. A mais recente operação da PF a abalar o governo chama-se Voucher, e foi deflagrada no Ministério do Turismo. Apenas no primeiro dia de ação, 35 pessoas foram presas.

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