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16/03/2011

às 7:08 \ Ambiente

Energia nuclear: riscos – e vantagens – das usinas atômicas

A energia nuclear é responsável por 16% da eletricidade consumida no mundo — e também por alguns dos piores pesadelos da humanidade. A concretização de um deles, o acidente na usina de Chernobyl, na Ucrânia, colocou o mundo em choque em 1986. Agora, o planeta novamente assiste com apreensão aos vazamentos nucleares no Japão, que tiveram início após o devastador terremoto que atingiu o país na última sexta-feira. As usinas nucleares são consideradas uma fonte de energia limpa porque emitem pouco carbono e, por isso, não contribuem para o aquecimento global – mas é impossível ignorar os riscos que elas representam aos países que as abrigam.

O acidente de Chernobyl, que se tornaria o maior desastre nuclear da história, ocorreu na madrugada do dia 26 de abril de 1986, durante um teste de rotina do reator número 4 da usina. Por um erro dos técnicos, o processo de reação nuclear em cadeia se descontrolou, aquecendo a água que deveria resfriar o reator. Seguiram-se uma explosão e um incêndio que durou dez dias, espalhando toneladas de material radioativo por uma área de 150.000 quilômetros quadrados.

O debate sobre a energia atômica é tão antigo quanto sua utilização. Em 1971, reportagem de VEJA relatava o debate sobre o tema nos Estados Unidos, país que recebeu sua primeira usina nuclear em 1957. O uso da tecnologia atômica em território americano ficava a cargo da Comissão de Energia Atômica (AEC), abolida em 1974. “Para os mais acesos de seus críticos, a AEC, que hoje planta instalações para gerar a energia, amanhã colherá crianças geneticamente doentes, cânceres e terra envenenada”, dizia o texto de VEJA. “Mas os defensores da energia nuclear veem os átomos por um lado diferente. ‘A chave para uma civilização avançada é um avançado padrão de vida’, diz Glenn F. Seaborg, presidente da AEC. ‘E a chave para isso é a energia’.”

As usinas nucleares chegaram ao Brasil na década de 70. A usina de Angra 1 fora comprada praticamente pronta, em 1969, da americana Westinghouse. O objetivo era que iniciasse o fornecimento comercial de energia elétrica em 1977, com um custo total de construção de 300 milhões de dólares. Porém, Angra 1 só entrou em funcionamento seis anos mais tarde, após ter consumido 1,8 bilhão de dólares. Em 2000, foi inaugurada a Angra 2, que levou mais de 20 anos para ser construída. Já a construção da usina nuclear Angra 3 sofre, há mais de trinta anos, de paralisia crônica. O Brasil perdeu muito dinheiro em Angra dos Reis. Com o capital gasto no projeto nuclear até aqui, seria possível construir cinco usinas nucleares, não apenas três.

A história recente do país evidencia o grau de amadorismo e fragilidade com que o Brasil trata um assunto tão delicado. Em 2004, uma fábrica de urânio em Resende, interior do Rio, vazou, atingiu quatro operadores – e tudo ficou na surdina. Mas o pior acidente nuclear em território brasileiro ocorreu em 1987, em Goiânia. Uma unidade de radioterapia abandonada nas ruínas do Instituto de Radioterapia, contendo uma cápsula de Césio, um poderoso elemento radioativo, foi destruída por catadores de papel. Quatro pessoas morreram vítimas da contaminação. E as autoridades brasileiras tentaram encobrir por todos os meios suas responsabilidades pela tragédia.

Como se nota na reação da comunidade internacional em relação à crise nuclear japonesa, acidentes em usinas fazem os países repensar o uso de energia atômica. Nos anos que se seguiram à tragédia de Chernobyl, a maior parte dos países desistiu ou abandonou seus projetos nucleares, principalmente em razão dos custos cada vez mais altos de construção ou da pressão dos ecologistas. Os Estados Unidos já haviam interrompido a construção de novos reatores desde 1979, quando ocorreu um superaquecimento do reator de Three Mile Island.

A tragédia no Japão ocorre justamente num momento de retomada dos investimentos em energia nuclear. Reportagem de VEJA de 2008 já mostrava como uma tecnologia vista até bem pouco tempo como sinistra passou a ser encarado, em muitos países, como uma esperança de energia limpa e barata. O renascimento da energia nuclear é explicado por uma conjunção de fatores. O primeiro é econômico. A disparada do preço do petróleo e do gás natural, que juntos respondem por 25% da eletricidade produzida no planeta, torna cada vez mais cara a energia obtida desses combustíveis fósseis. O segundo fator que impulsiona o renascimento da energia nuclear é o combate ao aquecimento global, uma causa que mobiliza governos e opinião pública.

A rigor, o único problema das usinas nucleares é o que fazer com o lixo atômico que produzem. Até agora não se tem uma solução prática para os rejeitos radioativos que não seja o armazenamento, o que ainda deixa boa parte da opinião pública desconfiada com a nova escalada na construção de reatores. Há esperança de que, no futuro, se descubra uma forma mais eficiente de descartar esse material ou reutilizá-lo. Novamente, porém, o futuro dos investimentos em energia nuclear volta a ficar incerto em boa parte do planeta.

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48 Comentários

  1. aline

    -

    30/05/2013 às 12:12

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    16/03/2011 às 7:08 \ Ambiente
    Energia nuclear: riscos – e vantagens – das usinas atômicas

    A energia nuclear é responsável por 16% da eletricidade consumida no mundo — e também por alguns dos piores pesadelos da humanidade. A concretização de um deles, o acidente na usina de Chernobyl, na Ucrânia, colocou o mundo em choque em 1986. Agora, o planeta novamente assiste com apreensão aos vazamentos nucleares no Japão, que tiveram início após o devastador terremoto que atingiu o país na última sexta-feira. As usinas nucleares são consideradas uma fonte de energia limpa porque emitem pouco carbono e, por isso, não contribuem para o aquecimento global – mas é impossível ignorar os riscos que elas representam aos países que as abrigam.

    O acidente de Chernobyl, que se tornaria o maior desastre nuclear da história, ocorreu na madrugada do dia 26 de abril de 1986, durante um teste de rotina do reator número 4 da usina. Por um erro dos técnicos, o processo de reação nuclear em cadeia se descontrolou, aquecendo a água que deveria resfriar o reator. Seguiram-se uma explosão e um incêndio que durou dez dias, espalhando toneladas de material radioativo por uma área de 150.000 quilômetros quadrados.

    O debate sobre a energia atômica é tão antigo quanto sua utilização. Em 1971, reportagem de VEJA relatava o debate sobre o tema nos Estados Unidos, país que recebeu sua primeira usina nuclear em 1957. O uso da tecnologia atômica em território americano ficava a cargo da Comissão de Energia Atômica (AEC), abolida em 1974. “Para os mais acesos de seus críticos, a AEC, que hoje planta instalações para gerar a energia, amanhã colherá crianças geneticamente doentes, cânceres e terra envenenada”, dizia o texto de VEJA. “Mas os defensores da energia nuclear veem os átomos por um lado diferente. ‘A chave para uma civilização avançada é um avançado padrão de vida’, diz Glenn F. Seaborg, presidente da AEC. ‘E a chave para isso é a energia’.”

    As usinas nucleares chegaram ao Brasil na década de 70. A usina de Angra 1 fora comprada praticamente pronta, em 1969, da americana Westinghouse. O objetivo era que iniciasse o fornecimento comercial de energia elétrica em 1977, com um custo total de construção de 300 milhões de dólares. Porém, Angra 1 só entrou em funcionamento seis anos mais tarde, após ter consumido 1,8 bilhão de dólares. Em 2000, foi inaugurada a Angra 2, que levou mais de 20 anos para ser construída. Já a construção da usina nuclear Angra 3 sofre, há mais de trinta anos, de paralisia crônica. O Brasil perdeu muito dinheiro em Angra dos Reis. Com o capital gasto no projeto nuclear até aqui, seria possível construir cinco usinas nucleares, não apenas três.

    A história recente do país evidencia o grau de amadorismo e fragilidade com que o Brasil trata um assunto tão delicado. Em 2004, uma fábrica de urânio em Resende, interior do Rio, vazou, atingiu quatro operadores – e tudo ficou na surdina. Mas o pior acidente nuclear em território brasileiro ocorreu em 1987, em Goiânia. Uma unidade de radioterapia abandonada nas ruínas do Instituto de Radioterapia, contendo uma cápsula de Césio, um poderoso elemento radioativo, foi destruída por catadores de papel. Quatro pessoas morreram vítimas da contaminação. E as autoridades brasileiras tentaram encobrir por todos os meios suas responsabilidades pela tragédia.

    Como se nota na reação da comunidade internacional em relação à crise nuclear japonesa, acidentes em usinas fazem os países repensar o uso de energia atômica. Nos anos que se seguiram à tragédia de Chernobyl, a maior parte dos países desistiu ou abandonou seus projetos nucleares, principalmente em razão dos custos cada vez mais altos de construção ou da pressão dos ecologistas. Os Estados Unidos já haviam interrompido a construção de novos reatores desde 1979, quando ocorreu um superaquecimento do reator de Three Mile Island.

    A tragédia no Japão ocorre justamente num momento de retomada dos investimentos em energia nuclear. Reportagem de VEJA de 2008 já mostrava como uma tecnologia vista até bem pouco tempo como sinistra passou a ser encarado, em muitos países, como uma esperança de energia limpa e barata. O renascimento da energia nuclear é explicado por uma conjunção de fatores. O primeiro é econômico. A disparada do preço do petróleo e do gás natural, que juntos respondem por 25% da eletricidade produzida no planeta, torna cada vez mais cara a energia obtida desses combustíveis fósseis. O segundo fator que impulsiona o renascimento da energia nuclear é o combate ao aquecimento global, uma causa que mobiliza governos e opinião pública.

    A rigor, o único problema das usinas nucleares é o que fazer com o lixo atômico que produzem. Até agora não se tem uma solução prática para os rejeitos radioativos que não seja o armazenamento, o que ainda deixa boa parte da opinião pública desconfiada com a nova escalada na construção de reatores. Há esperança de que, no futuro, se descubra uma forma mais eficiente de descartar esse material ou reutilizá-lo. Novamente, porém, o futuro dos investimentos em energia nuclear volta a ficar incerto em boa parte do planeta.

  2. aline

    -

    30/05/2013 às 12:11

    eu achei ela muito util e boa mais oq eu estava procurando era so o resumo do lixo atÔmico e nao usinas nucleares e eoutros mais mesmo assim me ajudou muito

  3. robertha

    -

    21/05/2013 às 11:10

    é verdade joão victor não explica nada so fala de japão

  4. francielle lima

    -

    21/05/2013 às 9:31

    haaa até q é bom só qe nois queria mais explicação, porque é mto dificilll…então ve c vcs expliquemmais direito tahh….

  5. Bruno

    -

    17/05/2013 às 13:27

    Quem e o autor?

  6. tethy

    -

    04/04/2013 às 18:23

    ORRIVEL ñ tem nada q eu quero

  7. Anderson Dias

    -

    06/02/2013 às 16:35

    o site me possibilitou fazer minha atividade de casa eu recomendo.

  8. joao vitor scalon dos santos

    -

    31/10/2012 às 15:47

    Nao gostei nao esplicou o que precisava

  9. Anthony leite

    -

    26/10/2012 às 13:36

    Obrigado pelas informações, assim também como agradeço a Gabi que traz em seu comentário uma grande informação que acaba de me ajudar a fazer uma boa redação. valeu!

  10. Adrinei

    -

    05/10/2012 às 7:44

    sem duvia esse assunto ira me ajudar na construcao de uma boa redacao.

  11. Alguém

    -

    06/06/2012 às 11:44

    Olá todos a vdd e que isso já eé um plano para acabar com 80% da população e ficar mais fácil p tomarem conta do mundo e acabar com os beneficios que muitos tem, por ouvimos falar que o efeito estufa e aquecimento global e a culpa do homem. pois bem não é nossa culpa mas sim do donos do mundo que querem que acreditemos nessa versão.

  12. Caroline

    -

    06/06/2012 às 11:38

    Muito claro o assunto sobre energia nuclear, irá me ajudar muito a fazer uma redação para treinar.

  13. maizi

    -

    05/06/2012 às 23:31

    É muito bom curto bastante quando se tem dúvidas é só visitar.parabéns vcs merecem

  14. gabi

    -

    04/06/2012 às 23:38

    Alguns países como o Japão que sofrem com a falta de espaço, até tem justificativas para usar usinas nucleares pois o uso de outras alternativas se torna impraticável muitas vezes. A energia Solar e a eólica por exemplo,que são energias limpas, requerem espaço para terem bom aproveitamento, e não tem espaço de sobra no Japão. Contudo aqui no Brasil não há motivos para instalação de usinas nucleares visto que nossos potenciais para exploração de recursos renováveis são uns dos maiores do mundo. Temos rios com potencial hídrico excelente, áreas com ventos fortes e constantes que são ótimos para instalação de usinas eólicas, além de espaço e clima para energia solar considerando nossa localização geográfica, em zonas tropicais. Sem falar da biomassa que tem se tornado cada vez mais atrativa, principalmente através do álcool. Nesse contexto, realmente o que falta é interesse e investimento, tanto estatal como privado, porém enquanto tiver petróleo para ser extraído e gás natural e carvão para sustentar as termoelétricas, acredito que esse interesse não vai aparecer tão cedo, infelizmente

  15. Vanda

    -

    01/06/2012 às 17:59

    Esse Pereira ai nao ta com nada.
    Lindos argumentos, mais eu e a maioria da população nao estamos afim de arriscar nossas vidas vivendo num pais que exista usinas. Deus me livre. Que tal intervençoes como movimentos para conscientizar as pessoas da importancia de reduzirem o gasto de energia, entre outras soluções que podem ser pensadas!! MAIS USINAS NAO!

  16. Vanda

    -

    01/06/2012 às 17:41

    Nossa, a Veja esta de parabens.
    Conteudo bem explicado e util, e essas tags para entrar em outro assunto, são muito boas. Obrigado por nos ajudar a ficarmos atualizados.

  17. erisvaldo

    -

    27/05/2012 às 11:30

    vejo a energia nuclear.como uma fonte nao so de energia, mas tambem de dor e sofrimento,sofrimento este conpartilhado de geraçao a geraçao…..

  18. Raquel

    -

    16/04/2012 às 17:50

    texto esclarecedor. Parabéns pela objetividade do texto.

  19. paulo

    -

    03/04/2012 às 17:29

    texto muito legal e bem explicativo

  20. Nivia Maria

    -

    23/02/2012 às 9:25

    muito interessante essa materia

  21. Bruna

    -

    12/02/2012 às 3:10

    Amei o texto, com certeza o mais esclarecedor que li até agora.

  22. Gilnadson moraes dos santos

    -

    20/10/2011 às 16:21

    se cair algo desse tipo no enem 2011, eu acabo de tirar minhas dúvidas em relação aos benéficios e riscos causadoa por energia nuclear!
    revista veja, parabéns ha vocês!!

  23. Thais

    -

    19/10/2011 às 22:06

    Por mais que as usínas nucleares tragam muitos benefícios ao Brasil, deve ser levado em conta o problemas futuros que ela poderia causar. Usinas hidrelétricas podem derramar suas águas por algum tipo de problema, e causaria um transtorno enorme, mas com certeza seria MUITO menor do que se uma usina nuclear espalhando materias radioativos por km. As consequencias seriam grandes porque a radioatividade iria se espalhar, e mesmo isolando o local, talvez os filhos dos filhos de seus filhos ainda sofreriam com essa radioatividade. Será que vale apena correr esse risco? De que vale todo esse cuidado ambiental,econômico etc, se tudo isso pode ser destruido com um simples vazamento?. O Brasil tem condições de aproveitar outros tipos de energia, e não acho necessário a criação de novas usinas nucleares. e por mim não teria nem a primeira construida.

  24. Paulo Estevão

    -

    19/10/2011 às 19:37

    Acredito que, qualquer projeto, que objetiva o avanço intelectual do ser humano, deve sim ser levado em concideração. A usina nuclear é a fonte mais concentrada de energia, isso significa maior desempenho nas indústrias, e outras áreas que necessitam de energia, sem falar no aumento de empregos e desenvolvimento do país. A questão é: estamos preparados, em questão de segurança, para abrigar uma usina nuclear? Que fim daremos aos resíduos? Embora os impactos ambientais causados pela deposição do resíduo radioactivo não são muito maiores que os impactes do lago de uma hidroeléctrica!

  25. Conceição

    -

    29/09/2011 às 21:38

    A energia nuclear apesar de não poluir a atmosfera, não pode ser considerada uma energia limpa,pois deixa bastantes resíduos,além do mais mesmo sendo uma energia mais barata que a dos combustíveis fosseis,é uma energia que traz consigo alto risco de contaminação como exemplifica o texto,portanto é bastante importante que tomemos cuidado ao expor pontos positivos e negativos sobre esse tipo de energia.

  26. Gustavp Lucas >_< *_*

    -

    05/09/2011 às 16:34

    Eu achei que a energia nuclear é responsável por 16% da eletricidade consumida no mundo — e também por alguns dos piores pesadelos da humanidade. A concretização de um deles, o acidente na usina de Chernobyl, na Ucrânia, colocou o mundo em choque em 1986. Agora, o planeta novamente assiste com apreensão aos vazamentos nucleares no Japão, que tiveram início após o devastador terremoto que atingiu o país na última sexta-feira. As usinas nucleares são consideradas uma fonte de energia limpa porque emitem pouco carbono e, por isso, não contribuem para o aquecimento global – mas é impossível ignorar os riscos que elas representam aos países que as abrigam.

  27. David M. Pedroso

    -

    28/08/2011 às 19:55

    Sou professor de geografia e ao saber da indicação da cidade de Itacuruba-PE como local mais apropriado para construção de uma Usina nuclear no nordeste fiquei apavorado,pois um país com uma capacidade de geração de energia como o Brasil jamais poderia esta pensando em energia nuclear, enquanto a tecnológia não se aprimoraci e os acidentes se tornassem mais difíceis de acontecerem além é claro da reutilização do lixo atómico. O apoio a esse tipo de prjeto pode fazer Dilma ou qualquer outro político perder as eleições.

  28. vinícius c

    -

    22/08/2011 às 21:37

    As usinas nucleares de Angra 1 e 2,embora muitos não saibam,estão localizadas numa região em que,futuramente,provavelmente haverão tremores,isto é realmente um exemplo da irresponsabilidade do governo em relação ao controle da energia em nosso país.O Brasil tem condições financeiras de investir em formas de energia seguras e renováveis,o que falta é o conhecimento e o interesse do povo em relação às questões políticas,é triste saber que as pessoas sejam tão desinteressadas na evolução de seu país.

  29. beatriz

    -

    29/07/2011 às 20:54

    eu acho que as usinas nucleares são umrisco para as pessoas ,essa é minha opinião e ñ quero que ninguem critiquia por que cada um tem pensamento diferente..mais também por outro lado as usinas são boas só na geração de energia cho que devemos pensar em um meio de gerar energia e qe ñ pejudique as pessoas.

  30. carlos campos

    -

    30/05/2011 às 21:07

    Na décad de 80 perdí um amigo em Angra 1 ou 2, morreu aos poucos,fazia parte do svç de segurança , bombeiro ou algo parecido, o cara tinha uma saúde ferro, definhou, muito triste mesmo. Quero distância de Angra, jamais moraria naquele lugar, agora mesmo o presidente da Nuclebrás se negou a assinar Termo pela seguranças do entorno das usinas e plano de evacuação, acabou permitindo que parlamentares adentrassem às usinas, parece que abriram a “caixa preta”, o cara se achava “dono” dessas sucatas atômicas.Quanto um acidente acontece ,como o do Césio 173, as autoridades tiram o corpo fora , como comentou o articulista, vcs conhecem que alguém foi julgado e preso, por aquele aparelho ter ido parar num ferro-velho??. Pois é assim que tratam as coisas sérias neste País.

  31. Goethe-Br.

    -

    19/05/2011 às 7:58

    …não existiria a remota possibilidade de o lixo atômico armazenado(maldita herança),se tornar quando em grandes quantidades e ao longo dos tempos, o estopim para a deflagração de uma possível contaminação antimatéria de imprevisíveis consequencias para vida na Terra ?…-onde e como as potencias nucleares os depositam ?…-sabemos que eles pretendem vender o “peixe podre” ás nações em desenvolvimento e que os problemas que serão irremediavelmentes provocados por eles serão progressívos e irredutíveis… e que as hidreletricas e outras fontes naturais não provocam problemas irredutíveis…Sodoma ,Gomorra, o mar morto o excesso de salinidade do mesmo tem milênios e não foram reações expontãneas…que DEUS SALVE A HUMANIDADE !…-Goethe-Br.

  32. ramalho

    -

    14/04/2011 às 14:22

    mucho lokooooooooooooooo maluco Usina nuclear pra que, essas coisas bizarras traz a desgraça para humanidade.
    É um caminho sem volta, para um acidente aconter é so uma questão de tempo. O risco não vale apena.
    Os raio gamas atravessam uma vez exposto no meio ambiente nada ali nasce normal. Homem, Animais e plantas sofreram aberrações genéticas, além dos sobrevintes grandes candidatos a cancer.
    O Japão em um dia condenou uns 15% do seu territorio, eles pra mim são o povo mais burro da face da terra.
    A rigor, o único problema das usinas nucleares é o que fazer com o lixo atômico que produzem. Até agora não se tem uma solução prática para os rejeitos radioativos que não seja o armazenamento, o que ainda deixa boa parte da opinião pública desconfiada com a nova escalada na construção de reatores. Há esperança de que, no futuro, se descubra uma forma mais eficiente de descartar esse material ou reutilizá-lo. Novamente, porém, o futuro dos investimentos em energia nuclear volta a ficar incerto em boa parte do planeta.

  33. Pereira

    -

    14/04/2011 às 10:59

    Hoje, as Usinas Nucleares são imprescindíveis na matriz energética dos países que as possuem. Não se pode gerar energia para abastecer grandes cidades apenas com água, carvão, petróleo, vento e sol. A diversidade é que mantém a certeza da continuidade do fornecimento cada vez maior, advindo do desenvolvimento e crescimento mundial. Quantos danos ao meio ambiente são causados pelas outras fontes geradoras? Lugares inteiros somem do mapa e inúmeras espécies animais e vegetais desaparecem com as inundações para a criação de Hidrelétricas, as Usinas de Combustíveis Fósseis como o Carvão e o Petróleo contribuem cada vez para o aquecimento, poluição e desequilíbrio ambiental do planeta. Viver hoje, sem Energia Nuclear, seria impossível! Ela hoje está presente no diagnóstico e no tramento do câncer; esterelização de materiais hospitalares; exames médicos como o raio-X; tomografia computadorizada e outros. Está presente na agricultura com a esterelização de alimentos, combatendo fungos e bactérias. Na indústria é utilizada para verificar defeitos na estrutura de aviões; tubulações de petróleo; gás; etc; evitando assim, acidentes fatais ocasionados pelo desgaste de materiais. Essas são apenas algumas utilizações da Energia Nuclear no nosso dia a dia que com certeza, a maioria das pessoas desconhecem.

  34. Carol

    -

    11/04/2011 às 20:16

    Adorei o conteúdo do site, tava mesmo precisando pra fazer meu trabalho de escola…
    As usinas são sim um meio de fornecer energia que menos contamina o planeta mais será que vale mesmo apena ter essas usinas nos países?
    Os acidentes que acoteceram no Japão é uma forma de agente refletir sobre tudo isso… Assim como aconteceu lá, poderia muito bem ter acotecido aqui no Brasil(mesmo com menos chances de haver um terremoto aqui, naum quer dizer que que naum vai aconter)
    ok’s VLW³

  35. MAUMAU

    -

    01/04/2011 às 12:23

    Usina nuclear pra que, essas coisas bizarras traz a desgraça para humanidade.
    É um caminho sem volta, para um acidente aconter é so uma questão de tempo. O risco não vale apena.
    Os raio gamas atravessam uma vez exposto no meio ambiente nada ali nasce normal. Homem, Animais e plantas sofreram aberrações genéticas, além dos sobrevintes grandes candidatos a cancer.
    O Japão em um dia condenou uns 15% do seu territorio, eles pra mim são o povo mais burro da face da terra.
    Sofreram com bombas atomicas e não satisfeitos construiram varias usinas nucleares em uma região instavel, onde a ocorrencia de terremoto é diaria. Fala se isso não é burrice?
    O Brasil ainda vai se dar mal com essa usinas atomicas, é sua questão de tempo, infezliemnete isso é uma realidade e a lei de Murphy diz que:
    1- Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior
    maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
    2- Se você perceber que uma coisa pode dar errada de 4 maneiras e conseguir driblá-las, uma quinta surgirá do nada.

  36. Anonimo

    -

    25/03/2011 às 13:48

    Olá André,

    Realmente as chances de termos problemas nucleares advindos de terremotos e tsunamis é mínima, mas as chances de uma usina sofrer uma explosão ou vazamento pode ocorrer em qualquer lugar, inclusive aqui. O problema é que não estamos preparados para isso, assim como o Japão tb não está. Outra questão é que os efeitos de uma crise nuclear são bem piores e prolongados do que os efeitos de uma crise em hidrelétricas.
    O caso é para se repensar sim!

  37. Thaís

    -

    22/03/2011 às 10:35

    “Toda fonte de energia tem vantagens e desvantagens, porém levamos em conta os fatos só quando ocorrem e acabam prejudicando a população ou meio ambiente. Não se deve julgar, e sim buscar medidas antecipadas para resolver problemas e informar a população de como poderá se proteger do perigo eminente…

  38. André

    -

    20/03/2011 às 11:51

    Meu Deus, que ignorância!!! Pessoas, o problema q tá tendo no Japão foi causado EXCLUSIVAMENTE por uma catástrofe natural!! Não foi falha tecnica ou humana!! Devo lembrar q o Brasil se encontra no MEIO de uma enorme placa tectônica, e que por isso movimentos sísmicos(terremotos) e seus decorrentes(tsunamis) são de ocorrencia quase nula aqui?? Mas, tomando a possibilidade (mesmo q remota) de um desses acontecer aqui, vcs não acham q teríamos problemas muito maiores com as hidrelétricas?? Imaginem uma Itaipu rachando por consequencia de um terremoto e liberando seu reservatório de mais de 1 trilhão de litros. Não seria também extremamente ruim?? O q quero dizer é q problemas irão ocorrer de qualquer modo SE um terremoto acontecer aqui, eles não são exclusivos das usinas nucleares.

  39. manoel

    -

    18/03/2011 às 16:41

    Diante de suas observações eu retiro meu comentário. Cadê a direito de se explesar,

  40. manoel

    -

    18/03/2011 às 16:27

    Deveria transferi a usina de angra (1-2) para Brasília, pois La tem a câmara dos deputados e dos senadores. Pois no primeiro aquecimento em plenário que eles adoram, haveria uma reação em cadeia e explodiria pelo menos 70% dos quais aprovam verbas para tais loucuras.

  41. james

    -

    17/03/2011 às 16:16

    agora neste periodo de dor no no japao
    presisamos ajuda estas pessoas
    para que elas vejao que nao estao sozinhas

  42. ROSEMERI

    -

    16/03/2011 às 20:15

    VANTAGEM SÓ SE FOR PARA GANHAR PASSAGEM ANTECIPADA SEM VOLTA ……….. PARA O OUTRO LADO DA VIDA

  43. FERNANDA NUNES DE ANDRADE

    -

    16/03/2011 às 15:48

    Se o Japão, um país muito mais desenvolvido e, principalmente, mais preparado do que o Brasil não conseguiu conter o aquecimento e os danos nos reatores da usina, não vai ser aqui, num país cujas experiências são mínimas em terremotos, e mais ainda em tsunamis, que não haverá problemas… Deus queira que eu esteja errada no caso de um incidente desses em Angra, mas duvido muito… a começar pelo plano de fuga (com a única e precária estrada da região), pela simulação mal feita e espaçada dada à população local para prepará-la caso o incidente ocorra e, ainda, pelo raio de segurança (5 KM) que deveria ser, pelo menos, 4 vezes maior…
    Aos japoneses e familiares, povo tão inteligente mas tão sofrido, com 2 bombas atômicas na lembrança, deixo aqui meus sinceros lamentos! E que Deus os proteja!

  44. Ronan Henrique Ferreira Moraes

    -

    16/03/2011 às 15:27

    Para Todas aquelas pessoas, que são contra Usinas Nucleares no BRASIL!
    Não a necessidade de corremos esse risco !

    DIGA NÃO !

    http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=112468834

  45. Maria cecilia de Almeida Barbosa

    -

    16/03/2011 às 12:56

    Será que vale mesmo a pena investir em algo tão sério, tão prejudicial, se não for tomada medidas sérias de prevenção? com relação ao Brasil sabemos que nossa nação não estava preparada, foi tremenda a irresponsabilidade de autoridades brasileiras… mas e o Japão? Grande potência, tecnologia de ponta…tamanha inteligência não foi capaz de conter essa gde tragédia.

  46. maumau

    -

    16/03/2011 às 12:30

    Não as usinas nucleares, a radição é morte certa!

  47. Jaime Leitão

    -

    16/03/2011 às 9:03

    Os problemas advindos das usinas nucleares são graves o suficiente para que essa forma de produção de energia seja repensada em todo o mundo.
    Onde armazenar o lixo atômico é o primeiro. Como combater explosões e vazamentos em um reator, impedindo que a radiatividade extravase na atmosfera, é o maior deles.
    O que estamos presenciando no Japão é a prova de que está na hora de rever em todo o mundo a continuidade da produção de energia por essa via tão explosiva e perigosa.

 

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