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Coleções » Copa do MundoLeia as reportagens na íntegra


  
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México-1970
  
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México-1970
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Alemanha-1974
  
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Argentina-1978
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Espanha-1982
  
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20/7/1994
EUA-1994
  20/7/1994
EUA-1994
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França-1998
    
2/7/2002
Coréia e Japão-2002
     

O Brasil já era bicampeão do mundo quando VEJA chegou às bancas, em 1968. Dois anos depois, a revista acompanharia a conquista do inédito tricampeonato, no México. Nos primeiros jogos da Copa de 1970, a seleção brasileira de futebol mostrou muita garra e ótimo preparo físico. O amadurecimento dos jogadores em relação à Copa anterior foi fundamental para a série de vitórias que marcou a participação do Brasil no Mundial do México. O terceiro título veio com uma vitória de 4 a 1 contra a Itália. "Brasil, para sempre", anunciou a capa de VEJA, em referência à conquista definitiva da taça Jules Rimet.

Poucos antes do início da Copa de 1974, disputada na Alemanha, o país não parecia tão animado sobre as chances do Brasil no campeonato. As emissoras de TV fizeram investimentos vultosos para transmitir a Copa. Nas ruas, porém, não havia empolgação. Campeão em 1970, o técnico Mário Jorge Lobo Zagallo agora estava em baixa. O pessimismo da torcida foi confirmado com um fraco desempenho da seleção, que acabou na quarta colocação. No Mundial seguinte, mais uma decepção. Sob o comando do técnico Cláudio Coutinho, o Brasil encerrou sua campanha na Copa de 1978, disputada na Argentina, sem perder uma única partida, mas ficou só na terceira posição. Para Coutinho, era o "campeão moral". A seleção argentina, dona da casa, foi acusada de manipular testes anti-doping e ser beneficiada por pressões de bastidores. Terminou campeã.

Depois da mediocridade do futebol apresentado nas Copas anteriores, o Brasil foi à Espanha, em 1982, confiante no título. O time de Telê Santana empolgou e foi bem até a classificação para a segunda fase. Terminou em quinto lugar mesmo depois de ser apontado por jornais espanhóis como a última relíquia de um futebol pautado por magia e arte. O título foi parar nas mãos dos italianos, carrascos dos brasileiros. O Brasil também não conseguiu nada mais que um quinto lugar na disputa de 1986, no México. Na verdade, o torneio seria realizado na Colômbia, mas a falta de segurança no país fez com que a Fifa transferisse a Copa para o território mexicano. Contando com o talento de Maradona, a seleção argentina se deu bem e levou a taça.

Na Itália, em 1990, a seleção brasileira teve um de seus piores resultados em Copas do Mundo: nono lugar. Quatro anos depois, nos Estados Unidos, o Brasil contava com Romário, famoso por ser um artilheiro impiedoso e por suas confusões dentro e fora dos campos. Comandado por Carlos Alberto Parreira, o time brasileiro chegou à partida final da Copa, contra a Itália. Depois de 24 anos ausente de uma decisão, o Brasil ficou no 0 a 0 com os italianos e teve de decidir o troféu nos pênaltis, algo inédito na história das Copas. O italiano Baggio chutou para fora e o Brasil tornou-se o primeiro tetracampeão mundial de futebol.

Quatro anos depois, a seleção chegou à Copa de 1998, na França, como favorita. Os bastidores da partida final, entre Brasil e França, são cercados de dúvidas até hoje. Depois de ter sofrido uma convulsão na noite anterior à disputa do título, o atacante Ronaldo, maior astro do futebol mundial naquele tempo, apareceu abatido para a final. Parecia fora de órbita. Apáticos e acuados por uma França motivada e iluminada, os brasileiros foram derrotados por 3 a 0, maior derrota já sofrida por uma seleção numa final de Copa. O vice teve gosto amargo. No Mundial seguinte, porém, o mesmo Ronaldo deu a volta por cima. Depois de sérias contusões, ele fez a diferença para que o Brasil conseguisse o inédito pentacampeonato, na Copa da Coréia do Sul e do Japão - a primeira disputada fora das Américas e da Europa.

O comando firme do técnico Luiz Felipe Scolari, a liderança do capitão Cafu e os lances brilhantes do camisa dez Rivaldo foram fundamentais para a campanha invicta e para a vitória na finalíssima, contra a Alemanha, por 3 a 0. Curiosamente, foi o primeiro encontro entre brasileiros e alemães num Mundial. Em 2006, a expectativa era por mais um título brasileiro, já que a seleção, outra vez comandada por Parreira, tinha astros como Ronaldo, Adriano, Kaká e principalmente Ronaldinho Gaúcho, duas vezes eleito o melhor do mundo pela Fifa. O time, porém, decepcionou. Depois de uma primeira fase apenas razoável, foi eliminado logo nas quartas-de-final, contra a França do craque Zidane. O sonho do hexa foi adiado e a Itália se tornou a segunda tetracampeã mundial.

 


 
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