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1997 - 2009 | edições integrais
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Coleções » Mulher Leia as reportagens na íntegra


   
23/10/1968
Jacqueline Onassis
 12/10/1977
Mulher no trabalho
 24/9/1980
Mulher de hoje
   

25/11/1992
Madonna

 25/8/1993
Mulheres e aids
 25/5/1994
Jacqueline Onassis
   

15/2/1995
Assédio sexual

 10/10/1995
Chefes de família
 10/9/1997
Diana
   

17/9/1997
Aborto

 26/11/1997
Marta Suplicy
 17/12/1997
Mães solteiras
   

24/12/1997
Mulheres do ano

 25/2/1998
Mulher no trabalho
 1/7/1998
Violência doméstica
 

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2/12/1998
Mãe aos 40

 28/10/1998
Mulheres e aids
 8/3/2000
Ciência da mulher
   

22/3/2000
Separação

 8/11/2000
Sucesso profissional
 30/5/2001
Mulher e sexo
   

16/1/2002
Infidelidade

 12/2/2003
Carreira e filhos
 13/10/2004
Infidelidade
   

15/3/2006
Violência doméstica

 29/11/2006
Mulheres solteiras
 7/3/2007
Ciência da mulher

Desde 1968, ano de sua fundação, VEJA discute o papel da mulher na sociedade e acompanha todas as modificações do perfil feminino ao longo dos tempos. Com a ex-primeira-dama dos Estados Unidos Jacqueline Kennedy Onassis, estampada em uma de suas primeiras capas, foi possível que a revista traçasse um perfil da mulher moderna americana, mais feliz e independente.

No Brasil, no final da década de 1970, uma Comissão Parlamentar de Inquérito ouviu dezenas de depoimentos de mulheres vítimas de preconceito, que não queriam mais sofrer caladas por serem discriminadas no trabalho. Essa movimentação resultou em uma vitória importante para as brasileiras, já que o Ministério do Trabalho preparou uma profunda reforma na legislação, para que todos, independente do sexo, tivessem os mesmo direitos.

Após dar um passo importante e sair de casa para trabalhar, as mulheres estavam visivelmente menos submissas e isso, é claro, dizia também respeito aos maridos. Com o seriado Malu Mulher, exibido pela Rede Globo no início dos anos 1980, a problemática do divórcio passou a ser pensada com mais liberdade, e o perfil da mulher pôde ser retratado por VEJA. "Nem Amélia nem ativista, a brasileira dos anos 80 é conservadora e tímida, mas sabe que sua filha deve conquistar a independência".

No entanto, as mazelas sociais não deixaram de atingir as representantes femininas, e as doenças graves também fizeram suas vítimas. Em 1993, Sandra Bréa foi a primeira mulher famosa a admitir que convivia com o HIV, acionando o sinal de alerta para aquelas que não acreditavam que podiam ser pegas pelo vírus da Aids.

No ano 2000, as mulheres se preparavam para entrar com o pé direito no novo século. A indicação de Ellen Gracie para presidir o STF e as pesquisas que apontavam para o aumento do patrimônio e o peso do eleitorado feminino no país só confirmaram a ascensão que já era esperada.

Independentes e resolvidas, as mulheres não deixaram de ser vaidosas e, por isso, a ciência teve que iniciar uma corrida para acompanhar os anseios femininos e criar alternativas cada vez mais avançadas para que o tempo não as deixasse parar de correr atrás de seus objetivos.

 


 
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