Nova Lei de Imprensa
Com a revogação total pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da Lei de Imprensa que vigorava no Brasil desde o período militar, a atividade jornalística no Brasil passou a ter seus direitos garantidos pela Constituição e seus abusos punidos pelos códigos Civil e Penal. O fim da lei dos tempos da ditadura foi um avanço considerável. É recomendável, porém, a criação de uma lei sucinta para delimitar o valor das ações de direito de resposta e de dano moral.
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A cultura brasileira tem alguns vícios de valores ("jeitinho", levar vantagem em tudo, tolerância à grandes e pequenas corrupções, etc...). Uma ênfase maior, através da mídia e da imprensa, à importância de valores positivos é uma das formas que países desenvolvidos utilizaram para valorizar aspectos da cultura popular que sustentassem o desenvolvimento do país, e condenar aspectos negativos como os acima, gerando então um círculo virtuoso.
Cinco valores, em especial, poderiam ser priorizados:
- HONESTIDADE. Inclusive nas mínimas ações. A Verdade. Fiscalização dos representantes políticos. Transparência.
- RESPEITO. À pessoa, à lei, ao que é público e ao meio ambiente.
- TOLERÂNCIA ZERO AO QUE É ERRADO, ao jeitinho, ao crime, à corrupção, ao oportunismo.
- PARTICIPAÇÃO. Engajamento e insatisfação com o que se pode melhorar. Informação e educação
- TRABALHO. O desenvolvimento da nação exige esforços e dedicação, retornando dignidade ao cidadão. Não deixar pra amanhã, e muito menos para “depois do Carnaval".
Neste painel de imprensa, precisamos olhar mais para fora (o que a impremsa pode gerar de mudança) e menos pra dentro (a Lei de Imprensa em sí)!!!
Fomentar valores culturais positivos, através da mídia e imprensa
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Enviado por Alexandre Borin Cardoso (14/08/2009)
Imprensa LIVRE é indiscutível. E devido aos costumes e a politicagem, mais LIVRE deveria ser, inclusive a Imprensa têm um papel de fundamental importância neste País; pois as Leis não são respeitadas nem por aqueles que a fazem. Saimos de uma ditadura militar para entrarmos em uma DITADURA "política", onde, apesar da propalada "democracia", o cidadão comum não têm acesso às informações governamentais. Na realidade, o cidadão comum está "amarrado", "tutelado", está "REFÉM" do Estado.
Às vezes desconfio, que o "Estado" é sádico. Veja bem: o mesmo político que rejeito, é o mesmo que sou obrigado a ver na televisão e através de uma "propaganda subliminar", corro o risco de votar nele. Então ele me castiga durante quatro anos e ainda corro o risco de votar nele.
Como o voto é OBRIGATÓRIO (dizem que estamos em uma Democracia, ora pois..), lá vai a senzala votar no
SR. FEUDAL, não é mesmo assim?
Peça uma informação a qualquer órgão do Governo, seja, municipal estadual ou federal. Veja se você consegue? Por outro lado, como de uma certa forma, a Sociedade é "aprisionada" pelo Estado, alguns setores da Imprensa, para sobreviver, acabam aderindo ao Governo de plantão. Mas mesmo assim, ninguem melhor que a Imprensa para propor um novo pacto, uma nova ordem., novos costumes, nova cultura, nova...nova...nova... e um novo Brasil.
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Enviado por Sr. David (08/08/2009)
Por conta da decisão inédita do STF de não exigir diploma para o Curso de Graduação em Jornalismo, o governo deve ressarcir quem fez faculdade de Jornalismo até a data da decisão.
No entanto, de agora em diante, as manifestações artísticas não devem ficar atreladas às agências de publicidade. Com o intuito de evitar esse ônus, exige-se diploma de Jornalismo para quem passa do Ensino Médio em Escola Regular (que não seja Escola de ensino técnico nem Supletivo).
Justa indenização e análise de uma possível (e bem provável) conseqüência
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Enviado por Evandro Paiva (24/07/2009)
Roberto Civita x general
Presidente da Editora Abril fala sobre a atuação da revista VEJA na época da censura no país
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Referências
Artigo: Reinaldo Azevedo | O que eles querem é imprensa nenhuma
O ministro da mordaça
Um gostinho de liberdade
O compromisso da imprensa
Entrevista | Gay Talese
Imprensa | O poder da liberdade
Imprensa | Sempre vigilante
Defesa da liberdade