O processo de privatizar a infraestrutura do país
Não fosse pela infraestrutura caótica, hoje majoritariamente nas mãos do governo, o Brasil poderia contar com 250 bilhões de reais a mais no PIB – um valor equivalente ao PIB do Chile.
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É conhecido o estado degradado em que se encontra grande parte das estradas brasileiras. Devido à sua função estraégica a recuperação das rodovias é de extrema necessidade.
Tal fato seria, também, uma das soluções de maior eficácia para a geração de trabalho e renda. A usina de asfalto ou concreto poderá ser a usina geradora de emprego.
A partir do projeto, seriam criados novos empregos para o engenheiro, de projeto e de campo, o topógrafo, o laboratorista, o sondador, o cadista, a secretária, a digitadora, o motorista, a moça do café, o servente, etc.
Elaborado, o projeto rodoviário passaria a ser o roteiro para o progresso. Começaria a ser montada a usina geradora de trabalho e renda. A construção rodoviária brasileira, de nível internacional, ampliaria o mercado para os engenheiros, os topógrafos, os encarregados, os técnicos, os operadores de máquinas, os eletricistas, os pedreiros, os carpinteiros, os armadores e os serventes.
A lista de emprego , no entanto, é bem mais extensa. Geram -se empregos para todos: para o médico do trabalho, o administrador,o advogado, o contador, o subempreiteiro, o caçambeiro, o carregador, o trabalhador rural da cerca e da roçagem, o vendedor, a moça do mingau, a senhora da pensão, a lavadeira, o dono da venda, o vendedor de geladinho e picolé. Enfim, todo mundo vai ganhar, do doutor ao mais simples trabalhador.
Criar-se-ia um verdadeiro êxodo para o interior, desafogar-se-iam os grandes centros urbanos e seriam estabelecidas condições para se fixar o homem na zona rural com emprego e renda. Proporcionar-se-ia uma melhoria nas feiras livres e o crescimento do comércio nas vilas e povoados ao longo do traçado. A estrada vai passando, mas o desenvolvimento ficaria.
Recuperar estradas é recuperar o Brasil.
Recuperar estradas é recuperar o Brasil
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Enviado por PAULO CESAR BASTOS (19/10/2009)
As estradas devem continuar sendo construídas e administradas pelos governos, que cobrariam pedágios não com o fim de gerarem lucro, mas somente para garantir a manutenção dessas mesmas estradas.
O gasto público seria desembolsado uma vez (para a construção), e as futuras manutenções ficariam por conta das receitas geradas na arrecadação dos pedágios.
"Falsa privatização" das rodovias
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Enviado por Mariano (08/10/2009)
No Brasil, assim como na América Latina, houve uma época em que se acreditou que o Estado, pretenso detentor do conhecimento, poderia criar desenvolvimento econômico onde não havia e melhorar a vida da população, especialmente a dos pobres. Inflação, dívidas interna e externa e a crescente tributação, todos provocados por essa seita que, em nome de um falso ''nacionalismo'', inchou o Estado, transformando-o em um balofo e lerdo monstro pré-histórico, incapaz de controlar seus próprios movimentos. Nossos países se desenvolveram? A miséria foi erradicada? A pobreza foi reduzida a padrões mínimos de dignidade? A renda tornou-se menos concentrada?
A verdade é que, como o conhecimento dos planejadores é limitado, essas intervenções nas ordens espontâneas sempre privilegiam grupos específicos com créditos oficiais baratos e punem, pela irrevogável lei da escassez, os demais grupos com créditos caros, transformando-os em perdedores, entre os quais os pobres são, invariavelmente, os mais sacrificados. Em nome de combater a pobreza, aumentam-na; em nome de tornar o país mais ''soberano'', fazem-no mais dependente; em nome de fomentar o progresso, estimulam o atraso; e em nome de ''redistribuir a riqueza'', a concentram. Não é à toa que o único país da América Latina a romper com as falsas teses ''desenvolvimentistas'' - o Chile - é também o único que não pára de crescer e de melhorar o padrão de vida de seus cidadãos. Será mera coincidência ou acaso?
Não é acaso que 2 milhões e meio de cubanos e descendentes vivendo e morando nos EUA produzem um PIB três vezes maior do que os 11 milhões de conterrâneos que sobrevivem na Ilha de Fidel.
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Enviado por Lincoln Scorsoni (18/08/2009)
O governo Lula não apenas abriu mão de fazer qualquer tipo de reforma da Previdência como agora decidiu ceder à pressão dos sindicalistas, o que irá corroer o já precário equilíbrio nas contas do INSS. No dia 25 agosto, ministros e dirigentes das centrais sindicais chegaram a um acordo sobre uma proposta que vai aumentar os vencimentos dos aposentados que recebem pelo INSS a partir de 2010, ano de eleição.
A bilionária saga do pré-sal
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Referências
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