Um Banco Central independente no país
Se o Banco Central brasileiro tivesse a independência assegurada por lei, a taxa real de juros cairia imediatamente até 3 pontos porcentuais – de 7% para 4% ao ano. O crescimento do país saltaria dos atuais 5% para 7% ao ano. É preciso outra justificativa?
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Nós temos a tendência de rotular pessoas, instituições, fatos e coisas. Por exemplo, não é fato de ser independente ou não que vá caracterizar o desempenho de um BC.
O que fundamenta sua boa atuação é a gestão, ou seja, pessoas eficientes e eficazes no trato da política monetária.
A crise revelou, no mundo dito civilizado, as limitações dos bancos centrais das grandes economias do globo e suas impotências.No papel, quase que - ilimitadamente - podiam DECIDIR, VIGIAR, REGULAR A POLÍTICA MONETÁRIA. Podiam tudo e não fizeram nada: qualquer detalhe das finanças públicas poderiam ter sido, pelo menos monitorados e não foram, e eis o desastre que todos estamos passando.
Na verdade, no mundo inteiro, os bancos centrais falharam e falharam feios, principalmente, os INDEPENDENTES:
a) - só sabiam fazer políticas deflacionárias, com uma massa de desempregados nunca vista;
b) - a orientação, EXCLUSIVA para o capital financeiro, responsável, em alguns momentos, pelas famosas bolhas;
c) - silenciou no monitoramente dos capitais especulativos;
d) - nunca se preocuparam em forçar, parte do capital especulativo para a atividade produtiva, mola propulsora do capitalismo.
Assim sendo, para mim, o importante é a gestão, o resto é resto.
Banco Central Independente
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Enviado por Valdemar Avelino Trindade (13/06/2009)
É uma boa oportunidade para divulgar uma idéia que colocaria a classe média novamente com poder de compra, e assim estimular nossa economia em tempos de crise.
Cade todo o dinheiro que o Governo emprestou para os bancos facilitarem o crédito e baixarem os Juros?
Porque, o Banco Central que tem o registro de operação de todos os contratos de crédito dos bancos, não centraliza esta operação através dos bancos Oficiais(BB, CEF) com taxas de juros sem serem extorsivas, e empresta o valor diretamente a cada devedor?Desta forma a classe média poderia quitar todas suas dividas com cartões de crédito, cheque especial, empréstimos pessoais etc...com os Bancos privados, escolas, dividas em geral e pagar estes valores em várias prestações com a mesma taxa que o BC empresta aos Bancos???
Os Bancos Privados ficariam capitalizados, as empresas credoras ficariam com capital de giro .Desta forma poderia se estabelecer uma competição justa entre os Bancos e Financeiras para oferecer taxas civilizadas para futuros empréstimos, e desta forma facilitar o crédito para operações do Comércio, e Industria onde temos um grande número de empregos a preservar.
Existe alguma proibição legal para isto??
Em tempos especiais de crise, não se pode aprovar algo do genero???
Seria dificil aplicar este tipo de crédito?
Funcionaria como um REFIZ para as Pessoas fisicas.Começaria tudo de novo.
Obrigado pelo Espaço e
Aproveito para Parabenizar a Revista Veja pelos seus 40 anos de informação com qualidade e credibilidade para seus leitores.
Proposta para Crédito com taxa atraente
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Enviado por Humberto Massaroppe (05/05/2009)
Não acredito que a independência do BC, tenha de ser institucional, pois ñ será sem pagar a divida ao FMI, que vamos nos ver livres desse encargo que tem resultado profundo, juntamente com a divida Estadual na taxa de juros, sim pq os Estados têm um concorrência pra chamar investimento, é assim que empresas internacionais se fixam num e ñ noutro estado e entre outras situações o preço do transporte público é mais caro no Norte do país que nos estados do Sul, é algo relacionado c/ encargos, impostos etc.
Em fim, mas de Decisão orçamental extra, voltada para o investimento interno, vinculado às instituições do M Fazenda, MA e todos que difundam o produtor ao estrangeiro, respeitando as principais parcerias com o MERCOSUL e criando outras (junto ao Ministério dos Negócios Externos) com os países em desenvolvimento em África (Angola), Ásia … para que o PIB cresça à passos largos( sendo isso possível, com a condição de crescimento estável das pequenas empresas). Claro que tem de haver uma submissão desse poder de decisão do BC, que seria algo como o Veto Presidencial sobre a mesa com estudos de Instituições Universitárias, no combate a inflação e controle da, boa, deflação.
Não é aumentar responsabilidade, pois o que nos falta é uma politica organizadora, pois as responsabilidades continuam as mesmas, só que bem definidas e, tb, das a conhecer ao cidadão, pelo Website.
Independência de poder, e não Institucional.
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Enviado por Ana Rosa Mota (05/05/2009)
O governo Lula não apenas abriu mão de fazer qualquer tipo de reforma da Previdência como agora decidiu ceder à pressão dos sindicalistas, o que irá corroer o já precário equilíbrio nas contas do INSS. No dia 25 agosto, ministros e dirigentes das centrais sindicais chegaram a um acordo sobre uma proposta que vai aumentar os vencimentos dos aposentados que recebem pelo INSS a partir de 2010, ano de eleição.
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