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Guia Estética
é fundamental
Paschoal
Rodrigues
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O número de clínicas que oferecem tratamentos para embelezar
os dentes cresce a cada ano no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Odontologia
Estética. Já são mais de 3 000 profissionais que prestam
serviços do gênero no país. "Não adianta a pessoa ter
rosto e cabelo lindos se os dentes são feios", diz Marcelo Kyrillos, co-autor
do livro Sorriso de Modelo O Rosto em Harmonia (editora Santos).
A seguir, os tratamentos mais comuns, quando são recomendados e quais as
suas vantagens.
Verdades e mitos
Christian
Parente
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Crenças
populares e idéias ultrapassadas são responsáveis por falsos
conceitos sobre a forma correta de cuidar dos dentes. Abaixo, o que os dentistas
recomendam atualmente.
Bochechos com líquidos
enxaguatórios podem perfumar a boca, mas não substituem a escovação
e o uso do fio dental, as formas corretas de remover resíduos de alimentos.
O sangramento da gengiva ao usar
fio dental é sinal de inflamação. Deve-se continuar usando
o fio. Se a inflamação não desaparecer naturalmente em poucos
dias, é necessário procurar o dentista.
A língua costuma ser a maior responsável pelo mau hálito.
É preciso escová-la três vezes por dia.
Os dentes do siso só devem ser extraídos em último caso.
Nem sempre eles empurram os outros dentes quando nascem.
Não só o café e o cigarro mancham os dentes, mas também
os chás escuros e o vinho.
A partir dos 3 anos, mesmo as chupetas anatômicas devem ser evitadas, pois
podem prejudicar a posição dos dentes.
Estudos mostraram que piercings na boca podem causar inflamações,
mau hálito, ferimentos e perda da sensibilidade na língua.
Faz-me rir
O óxido nitroso, também conhecido como gás hilariante, vem
sendo adotado nos consultórios para reduzir o desconforto do paciente na
cadeira de dentista. Existe uma dezena de cursos a respeito para dentistas em
todo o país. Uma pequena dose, inalada por meio de uma máscara,
faz o paciente atingir um alto grau de relaxamento, sem perder a consciência.
Embora não substitua a anestesia, melhora a resistência à
dor. No Brasil, seu uso por dentistas foi normatizado há menos de um ano.
Antes só anestesistas podiam aplicá-lo. "Em torno de 2% dos dentistas
brasileiros estão habilitados", diz o cirurgião-dentista Luiz Alberto
Ferraz de Caldas, coordenador do curso de sedação consciente da
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. O gás,
apesar do nome, raramente desencadeia o riso descontrolado que se vê nas
comédias antigas. Ainda não é o caso de sair do dentista
morrendo de rir. | | |