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Gente Cada
papel, um cabelo
Marcio
de Souza/TV Globo
 | | Alinne
em Bang Bang: mocinha romântica e namoro complicado |
Em
menos de um mês, Alinne Moraes mudou o cabelo duas vezes. Primeiro,
cortou e fez luzes para filmar Fica Comigo Essa Noite. Agora, alongou tudo
de novo e clareou ainda mais para a próxima novela das 7, que se passa
no Velho Oeste. "Foi uma loucura, mas gosto de criar meus personagens a partir
dos cabelos", justifica Alinne, 22 anos, que em Bang Bang, uma trama repleta
de nomes improváveis, será a boazinha Penny Lane e fará par
romântico com Neon, filho do maior rival de seu avô McGold, homem
poderoso e influente da cidade de Albuquerque. "Sempre quis fazer uma novela de
época", comemora.
O filho carioca de Gaúcho
R.
Vianna
 | André
Telles/Revista Tititi
 | | Janaína,
com João no Rio e com Ronaldinho no Faustão: férias |
Ídolo do futebol mundial, Ronaldinho Gaúcho,
ao contrário do xará Fenômeno, sempre driblou com categoria
questões sobre sua vida pessoal. Agora, abriu a guarda: confirmou que é
pai de João, 6 meses, seu filho com Janaína Natielle Mendes,
ex-dançarina do Domingão do Faustão e ex-figurante
de novelas. "Estou feliz por isso estar acontecendo neste momento que estou vivendo",
disse ele, muito pouco à vontade, numa entrevista em Barcelona. Ronaldinho
conheceu Janaína, 22 anos, em 2002, no programa, e desde então não
deixaram de se encontrar. As famílias se conhecem (em julho, todos passaram
uma semana juntos em Porto Alegre) e Janaína e João devem se mudar
em breve para um apartamento confortável, bem longe de Realengo, subúrbio
do Rio onde moram atualmente. Minha Budapeste
querida Silvia
Brugnera/Jornal O Nacional
 | | Chico
e seu prêmio: alegrias com Budapeste |
Publicado
há dois anos, o romance Budapeste tem trazido alegrias a Chico
Buarque de Holanda nos últimos tempos. Com ele, arrebatou na semana
passada um prêmio literário de 100.000 reais em Passo Fundo, no Rio
Grande do Sul. Por causa dele, há pouco mais de um mês conheceu Budapeste,
cidade que descreveu sem nunca ter posto os pés lá. Crente de que
conseguiria arranhar o dificílimo idioma com os conhecimentos acumulados
na preparação do livro, muniu-se de um dicionário húngaro-inglês
e puxou conversa ainda no avião infelizmente, não se fez
entender nem para pedir água. Chico achou a Budapeste real muito parecida
com a que descreve no livro, com uma discrepância: uma marca de cigarro
que citou não existe há mais de vinte anos.
Cada porto, uma morena Cecília
de Sá Pereira/Ag. Renata Victor
 | | Dillon
e Stevens em Olinda, em Fernando de Noronha com fãs e na praia no Rio:
sem assédio | Luciana
Alves
 | Francisco
Silva/Ag. News
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Em sua segunda visita ao Brasil neste ano (a primeira foi em janeiro), o ator
Matt Dillon passou duas semanas no quase absoluto anonimato, aproveitando
praias, mergulhos e, especialmente, morenas: além de "obrigado" e "por
favor", aprendeu a falar "morena, você é linda" frase repetida
profusamente e "morena, você é malvada", esta para uma moça
que o esnobou. Acompanhado do amigo ator Fisher Stevens (o Chuck do seriado
Early Edition), Dillon chegou ao Rio de Janeiro no dia 5, para o casamento
do cineasta Jonathan Nossiter. Muito sol, caipirinha e paqueras depois, embarcou
para o Nordeste Salvador, Recife, Olinda (assistiu, sentado, a um show
de maracatu e forró), Fernando de Noronha (mergulhou e posou com fãs
em passeio de lancha) e Trancoso e encerrou as férias, bronzeadíssimo,
em São Paulo. Ciceroneado por Fábio Assunção, que
conheceu em Nova York, Dillon foi a restaurantes, boates e à festa de aniversário
da designer Elisa Stecca, na qual nem uma única morena (ou loira) passou
incólume. "Todas as minhas amigas me contaram depois que tinham recebido
olhares e elogios dele", entrega Elisa. De folga,
carregando caixa Gorducho, mal ajambrado, barba à
la Saddam Hussein. Quem será? Resposta: Mel Gibson, ajudando na
mudança da filha Hannah a mesma que anunciou que ia ser freira,
para gáudio do muito católico papai, mas mudou de idéia e
vai se casar com o músico Kenny Wayne Shepherd. A folga de Gibson acaba
em outubro, quando o diretor-produtor-patrocinador de Paixão de Cristo
começa a filmar no México outro épico religioso, Apocalypto.
Dele, sabe-se que se passa na América Central, 500 anos atrás, com
diálogos em língua morta.
Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Laura Ming e Roberta Salomone |