Edição 1958 . 31 de maio de 2006

Índice
Millôr
Lya Luft
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Auto-retrato
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 
"A ciência mostra a que veio: não promete a fonte da juventude, mas está tornando as pessoas bem mais jovens e felizes."
Renzo Sansoni
Uberlândia, MG

 

Envelhecimento

Espetacular, informativa e muito pertinente a reportagem especial "As idades do corpo" (24 de maio), numa época em que lutamos por uma longevidade saudável, digna e tranqüila. As informações nos estimulam a seguir em frente na busca incessante de uma melhoria da qualidade de vida que nos faça enfrentar a chegada da idade madura com alegria, otimismo, esperança, dignidade.
Cidinha Gattaz
São José do Rio Preto, SP  

A reportagem é um show de fotos e textos imperdível como material para leigos e médicos. Sei que não pretendiam receber aplausos, mas fico de pé para repetir maravilhada que foi um gol de placa na informação, no conteúdo e na embalagem. Parabéns com todas as letras maiúsculas!
Mara Narciso, endocrinologista
Montes Claros, MG  

Mais uma vez, a responsabilidade é toda nossa. Somos uma herança genética, o que comemos, fazemos e deixamos de fazer: tudo está em nós – que esplêndido corpo! Você faz suas escolhas, e suas escolhas fazem você.
Junia Lorenna da Silva
Sobradinho, DF  

O corpo tem a idade que pode ou merece. Mas a alma não envelhece se vai a favor do tempo – contra o desgaste dos neurônios perdidos, vitaminada por novas idéias, a mente rejuvenesce.
Fábio Lucas de Barros e Silva
Recife, PE  

Com todo esse avanço da medicina, da ciência e da tecnologia, acredito que logo encontraremos a fonte da eterna juventude. Obrigada, VEJA, pelo acervo de informações sobre o funcionamento do corpo humano e, sobretudo, pela orientação de como mantê-lo jovem por muito mais tempo.
Sandra Mara Medina
Por e-mail

 

O crime organizado

Dizendo que "tudo o que ocorreu se deve à ausência de Estado", VEJA diagnostica com maestria o problema da segurança no Brasil ("Terror em São Paulo", 24 de maio). A frase passará despercebida para os que crêem viver num Estado social e democrático de direito. Ledo engano. Falta um dos elementos fundamentais do Estado: governo soberano. No Brasil, o governo se reparte com criminosos, que têm um poder inadmissível em qualquer democracia.
Helga Maria Saboia Bezerra
Oviedo, Astúrias, Espanha  

O governo negociou com os bandidos, e quem vai pagar a conta dessa negociação, para variar, é a população, duplamente vítima. Vítima dos bandidos e, agora, do governo.
Flaviano dos Santos Martins
Nice, França

Desde que o Brasil é Brasil, a omissão tem flagelado a vida de um povo rico em recursos humanos e naturais, porém pouco explorados e valorizados. Contudo, atos como esses que aconteceram em São Paulo mostram claramente que os bandidos do PCC e do CV estão tão ou mais organizados e fiéis que os bandidos que fizeram e fazem parte da história administrativa e jurídica de nosso país.
Alex de Palma
Milão, Itália  

Se celas não possuem tomadas elétricas, quem carrega o celular dos presos? Seria mais fácil controlar tomadas elétricas nas prisões do que colocar bloqueadores, prejudicando quem tem de trabalhar.
Manoel Barros
Palmas, TO  

Os maiores bandidos do Brasil estão no Congresso, e não nas cadeias brasileiras. Isso só está acontecendo em virtude do grande sentimento de impunidade que revolta a sociedade brasileira.
Rogério Gobbi
Faro, Portugal  

É lamentável ter de encarar a realidade: o Estado perdeu a luta contra o crime e a corrupção.
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

 

Carta ao leitor

Como se não bastassem o deboche e a empulhação com que ignora as falcatruas de seu governo, nosso presidente agora se considera acima do "ser humano comum". Se ele tivesse o alcance para refletir sobre a lição que VEJA lhe dá sobre democracia na Carta ao leitor ("A promoção a povo", 24 de maio), poderia, quem sabe, retratar-se diante do povo por ter dito tamanho disparate.
Wilson S. Jacques
Porto Alegre, RS  

Excelente a última Carta ao Leitor. As idéias ali descritas deveriam ser debatidas em todos os espaços da sociedade. Que a parte mensaleira e sanguessuga da classe política seja brevemente promovida a povo. Creio que no atual momento estamos mais para George III do que para Thomas Jefferson.
Alexandre Marin Araujo
Porto Alegre, RS

 

VEJA, Daniel Dantas e Lula

VEJA está de parabéns, pois informa ao país a podridão existente no governo Lula. Eu desafio o presidente Lula a processar Daniel Dantas. Ele não vai fazer nada contra Dantas, pois, com certeza, o bumerangue vai acertá-lo em cheio! ("Dantas fez, entregou e continua operando", 24 de maio)
Marta Sandra Patrício
São Bernardo do Campo, SP  

Não estivesse o país entorpecido por tantos escândalos e pela recente onda de violência, e o encontro entre os senhores Márcio Thomaz Bastos e Daniel Dantas teria sido tratado como aquilo que de fato foi: um escândalo.
Marcelo Dawalibi
São José dos Campos, SP  

Será que o inocente presidente Lula não sabe o que é VEJA? Sinceramente, é de pensar que ele não sabe, mas eu gostaria tanto de dizê-lo: VEJA é a nossa voz, e nós somos nada menos que o povo.
Ruth Carla Corrêa
Arcoverde, PE  

Gostaria de cumprimentar VEJA e toda a equipe de jornalistas, em especial aos que se dedicam, como Diogo Mainardi e Marcio Aith, a desvendar o mar de lama que é o governo Lula, o mais corrupto que já houve no Brasil. Continuem firmes que a verdade final virá.
Vicente de Paulo Tavares Pinheiro
Rio de Janeiro, RJ  

Jornalista Marcio Aith e repórteres de VEJA, continuem firmes, tentando drenar esse lamaçal que o governo do PT está espalhando pelo país. Tenho certeza de que os leitores de VEJA estarão sempre com vocês.
José Antônio de Morais
Belo Horizonte, MG  

Parabéns, Aith, Mainardi e demais jornalistas de VEJA. Sem vocês, não saberíamos tudo sobre o banditismo e a podridão que marcam o governo Lula, porque a maior parte da imprensa nacional pratica o jornalismo chapa-branca e sonega informações importantes à população. Até o Dines, quem diria?, é chapa-branca. É por isso que deixei de assistir, na TV, ao outrora isento programa Observatório da Imprensa. É muito bandido e muita podridão num só governo!
Danilo Salvadeo
Aracruz, ES

Sou filiado ao PT desde 1998 (não estou à venda) e figuro entre os milhares de brasileiros indignados e estupefatos pela explosão de denúncias como as do valerioduto, do Lulinha, dos lobistas, da quebra de sigilo do caseiro e das cuecas recheadas de verdinhas. Chega! Estamos às vésperas das eleições e não devemos permitir que essa podridão permaneça.
Mauricio Correia Figueira
Poções, BA

 

Diogo Mainardi

Estava pensando em cobrar honorários pela propaganda que faço de Mainardi. Vivo falando em todos os cantos que ele é o máximo. Mas, depois desse artigo ("Os xingamentos de Lula", 24 de maio), desisto dos honorários. Mainardi, você não é só o Oráculo de Ipanema, mas de todo o Brasil.
Terlan Vieira
Mossoró, RN  

Prezado Diogo Mainardi, você realmente é muito ingênuo. Desculpe a sinceridade, mas em sua última coluna você mandou entregar aparelhos de TV na sede do PT em alusão ao acerto do governo de São Paulo com o PCC. Isso não iria acalmar aquele "bando", porque eles só se contentariam com o controle acionário das fabricantes dos aparelhos de TV; ô Diogo, até parece que você não conhece "us cumpanhero".
Alberto Bengoa
Fortaleza, CE  

VEJA tem ótimos profissionais. Sem querer desmerecer o trabalho da equipe, gostaria de dizer que Diogo Mainardi é insuperável. Sua coluna na edição 1 957 de VEJA, de 24 de maio de 2006, é uma lição de coerência, coragem e profissionalismo.
Sônia van Dijck
João Pessoa, PB

 

Programa nuclear brasileiro

Ao comentar a legislação nuclear brasileira na seção Contexto (17 de maio), VEJA erra ao afirmar que "Angra 1 e 2 não têm plano de emergência". O Plano de Emergência Externo é coordenado pela Defesa Civil Estadual, contando com a participação da Eletronuclear, do Ministério da Ciência & Tecnologia, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, entre outras entidades. O plano segue normas internacionais, é vistoriado periodicamente pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) – braço das Nações Unidas para o setor – e sofre aperfeiçoamento constante. A Cnen respeita todas as convenções e tratados internacionais, cuja observação é acompanhada e avaliada pela AIEA e pela Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (Abacc). Existe hoje uma separação funcional entre as atividades de pesquisa e de regulação e fiscalização da Cnen, o que garante sua eficácia. A Aben defende a idéia de que a separação oficial ocorra somente quando o Brasil tiver uma política nuclear com dimensão que justifique essa medida. A cisão, agora, poderia comprometer a operação de ambas as áreas, ameaçando a capacitação obtida a duras penas pela entidade.
Edson Kuramoto
Presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear
Rio de Janeiro, RJ

 

Arqueologia

A reportagem "Perigo nas cavernas" (17 de maio) trás um pequeno erro no início da terceira coluna: "...a bactéria inimiga continuou a avançar...". O texto trata de um fungo (Fusarium solani).
Clóvis Klock
Médico patologista e professor universitário
Erechim, RS

 

Dicionário Enciclopédico Ilustrado

Cumprimento VEJA e Larousse e lhes agradeço por serem aliadas no partido do conhecimento ("O mundo na estante", 24 de maio). São veículos como esse Dicionário Enciclopédico Ilustrado Veja Larousse que fazem com que ainda haja esperança de termos um futuro como cidadãos mais dignos e, conseqüentemente, mais inteligentes.
Luana Marinho Nogueira, estudante, 16 anos
Miguel Calmon, BA  

VEJA merece aplausos pelo lançamento do Dicionário Enciclopédico Ilustrado Veja Larousse em 24 volumes semanais. Embora condensada, como o são as enciclopédias modernas e práticas, a iniciativa de VEJA é um estímulo ao saber e à cultura.
Marco Aurélio Xavier Lopes,
Historiador e acadêmico
Rio de Janeiro, RJ

 

 

AS DUAS CAPAS DE VEJA

Os leitores de São Paulo e do Rio de Janeiro receberam a edição de VEJA da semana passada com uma capa diferente daquela enviada aos leitores de outras regiões do país. A revista recebida por paulistas e fluminenses, testemunhas da violência urbana que vem ganhando contornos catastróficos, trouxe na capa a reportagem sobre o crime organizado (veja foto ao lado). Os assinantes das outras regiões receberam a revista com a reportagem "A idade real" na capa (veja foto no alto desta página).

 

CRÍTICA ELEGANTE E INFORMATIVA

VEJA recebe muita correspondência com pedidos de correção e complementação de reportagens. Algumas vezes, são apenas queixas. Em outras, acrescentam-se argumentos e informações. Foi o caso de muitas cartas suscitadas pela reportagem "O grátis saiu mais caro" (17 de maio), em que VEJA criticou a opção do governo pela insistência no uso do chamado "software livre" nos serviços digitais que presta ao cidadão. A reportagem provocou reações de usuários e promotores desses programas de computador baseados em códigos que podem ser modificados à vontade e não têm proteção de patentes. Reproduzimos aqui uma carta, que circulou como uma corrente pela internet, por sua crítica elegante e informativa às posições de VEJA: "O software livre é um modelo de desenvolvimento colaborativo em franco crescimento em todo o mundo, sendo inclusive responsável pela maior parte da infra-estrutura da WWW (o popular servidor livre Apache e o interpretador livre PHP são encontrados até mesmo na infra-estrutura do website de VEJA), e vem sendo encontrado em escala cada vez maior nos computadores dos usuários domésticos, com aplicativos de popularidade ascendente, como o OpenOffice e o navegador Firefox. Não posso responder pela política de software do governo federal (...), mas gostaria de registrar meu descontentamento pela maneira como os dois assuntos foram misturados, o que acabou refletindo de forma extremamente negativa sobre um movimento mundial que é, por natureza, independente de ideologias externas ou de correntes partidárias".

 
 
 
 
topovoltar