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Manoel Fernandes
Gnutella
on-line
O brasileiro Mikhail Miguel, que traduziu o programa
Gnutella (www.gnutella.wego.com)
para o português, está preparando uma versão para
internet do produto. O Gnutella permite a troca de
arquivos entre dois computadores interligados e pode
ser encontrado em www.hastellavista.n3.net.
Francês paraguaio
A França tem a maior taxa de pirataria de programas
para computador da Europa. Em cada 100 produtos vendidos
39 são falsificados no melhor estilo paraguaio. Em
outros países desenvolvidos esse índice é bem inferior.
Nos Estados Unidos, a pirataria é de 25%, mas na América
Latina chega a 59% e na Ásia a 47%. Os dados estão
no último estudo da Research Planning (www.rpihq.com).
Todo em flash
O Planeta (www.oplaneta.com.br)
é um portal de atividades radicais todo desenvolvido
em flash, a tecnologia que permite animações na internet.
O endereço traz informações e serviços voltados aos
esportes de ação como surfe, rafting, skysurf, montanhismo
e off-road.
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Pão de queijo
nos EUA via internet
Ilustração Anderson Marçal
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Os argentinos estão invadindo a internet brasileira.
Sites como o Patagon.com (www.patagon.com.br)
e O Site (www.osite.com.br)
já trocaram o domínio .ar pelo .br. Nossos
vizinhos desembarcam no Brasil em busca de um mercado quase
sete vezes maior que o deles e que serve de teste para qualquer
empreendimento virtual. As empresas brasileiras, por sua
vez, procuram defender-se da concorrência argentina,
enquanto tentam elas próprias colocar o pé
no fabuloso mercado americano. Na semana passada, a mineira
GW.Commerce (www.gwnet.com.br)
anunciou a compra de 10% da Sendex (www.sendex.net),
com sede em Seattle, especializada há sete anos em
vender produtos brasileiros no mercado americano. Em seu
catálogo constam pão de queijo e até
rapadura, entre outros. Em 1999, a Sendex abriu um supermercado
virtual que já representa 30% de seu faturamento
e deverá chegar à metade até o final
do ano. Seus donos descobriram que os brasileiros que moram
nos Estados Unidos 1,5 milhão não
são os únicos clientes. Metade de suas vendas
vai para clientes americanos e alguns moradores do Canadá.
Já foram feitas negociações com brasileiros
que moram em outros países, como o Japão.
Foi isso que levou a GW a fechar o negócio.
O filho virtual de
Tony Blair
AP
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O primeiro-ministro inglês, Tony Blair, ainda estava
comemorando o nascimento do seu caçula, Leo,
quando soube que o nome do herdeiro já estava circulando
indevidamente na internet. De maneira oportunista, dois
súditos de sua majestade, a rainha Elizabeth, registraram
os endereços www.leoblair.com
e www.babyleo.co.uk.
A idéia, como sempre, é revender com lucro
os nomes a seus legítimos donos ou a qualquer um
que pague um bom preço. Ou explorar comercialmente
os sites valendo-se da notoriedade do bebê na Inglaterra.
Um dos piratas teve a ousadia de propor a uma instituição
de caridade a divisão igualitária do valor
arrecadado com a venda do endereço virtual. A proposta
não empolgou.
Inglês, espanhol
ou Spanglish?
A frustração
com os resultados da StarMedia (www.starmedia.com),
a primeira empresa de internet com a bandeira latino-americana
a vender ações nos Estados Unidos, não
está diminuindo o ânimo das companhias que
miram o mercado hispânico americano. A America Online
(www.aol.com)
e, mais recentemente, a Terra (www.terra.es)
tentam ganhar esse setor, que neste ano gastará 42
milhões de dólares em comércio eletrônico,
o dobro do ano passado.
Um pouco de história
judaica
Frederic Jean
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"Gefilte fish" é
um item tradicional da culinária judaica. É
um bolinho de peixe de fácil preparo e que pode ser
servido quente ou frio. Essa é fácil. Mas
como fazer um "keiss kuchen"? Resposta no endereço
www.bait.com.br,
um site em português sobre cultura, cozinha, humor
e tradição judaicos. Uma das páginas
traz a relação dos atores judeus de Hollywood.
A lista tem surpresas interessantíssimas. Outra surpresa:
a enquete do site sobre como os freqüentadores avaliam
o governo Fernando Henrique Cardoso. O resultado é
diferente do medido recentemente pelos institutos de pesquisa.
Os segredos das escavações
O endereço www.channel4.com/nextstep/great_excavations
oferece uma boa aula de arqueologia prática. A página
apresenta o material resultante de uma série para
televisão sobre as grandes escavações
feitas desde o século XVIII. Outro site interessante
é o do Museu de Arqueologia de Alexandria
(ci.alexandria.va.us/oha/archaeology),
não a cidade construída em homenagem a Alexandre,
o Grande, no Egito, mas a que fica na Virgínia, nos
Estados Unidos. O local é um centro de estudos e
escavações urbanas. A grande atração
é a chance dada a voluntários de participar
do trabalho de exploração do subsolo do lugar.
Há várias formas de auxílio aceitas
pelo museu.
Missão
Impossível 2 em português
Lançada
na semana passada nos Estados Unidos, a seqüência
do filme Missão Impossível, com
Tom Cruise, só deve desembarcar no Brasil no
final do próximo mês, mas o público
tem acesso a trechos no endereço www.missionimpossible.com,
que traz uma versão em português. O provedor
America Online (www.americaonline.com.br)
colocará para seus assinantes uma área
especial com fotos e um clipe exclusivo do filme produzido
pelos estúdios Paramount (www.paramount.com).
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A universidade inglesa de Loughborough
(www.lboro.ac.uk/departments/co)
desenvolveu uma tecnologia que reduzirá as
lesões nas mãos de pessoas que
usam o mouse regularmente.
Ao perceber que está sendo clicado
com força além
da necessária
ou usado de forma errada,
ele emite um som agudo
para alertar o usuário.

O
termo Spam apareceu pela primeira vez na mesa dos
americanos em forma de presunto (www.spam.com)
e ganhou o mundo com os comediantes do grupo inglês
Monty Python. Na internet se transformou em sinônimo
de e-mail indesejado. O site
www.1to1center..com.br/spam
reúne informações
sobre a melhor forma de combater as mensagens que
ninguém gosta de receber.

Entre trocar o disco rígido
do computador e procurar um site na internet que hospede
gratuitamente todos os arquivos, a segunda
opção pode ser
mais interessante, especialmente para
quem tem uma conexão veloz. Alguns provedores
já oferecem um HD virtual. Um dos melhores
serviços é o Driveway (www.driveway.com).

Acesso gratuito
à moda francesa
É conhecida
a resistência dos franceses à internet.
Apenas 15% da população está
conectada ao mundo virtual e o grande sucesso tecnológico
continua sendo o Minitel, serviço de videotexto
criado pelo governo francês nos anos 70 que
continua agradando nas casas de todo o país.
Agora, entre os queijos e vinhos finos fabricados
no país, está nascendo um novo modelo
de internet gratuita. A companhia Oreka (www.oreka.fr)
está propondo aos franceses que não
paguem nada para navegar pela rede. Nem o custo da
ligação telefônica. A estratégia
é oferecer dezoito horas gratuitas por mês
em troca da permissão do cliente de receber
anúncios publicitários durante seu passeio
pela rede. A publicidade ficará à vista
durante todo o tempo de conexão. A Oreka espera
atingir 400 000 cadastrados no serviço até
o final do ano. Nos Estados Unidos, onde o mercado
do acesso gratuito funciona há mais tempo e
com êxito inferior ao que acontece no Brasil,
algumas companhias estão oferecendo conexão
grátis de alta velocidade à internet.

(www.spartacus.schoolnet.co.uk/FWW.htm)
A
I Guerra Mundial (1914-1918) serviu para que a nascente
indústria bélica testasse suas invenções.
O endereço é um rico banco de dados
sobre soldados, máquinas, estratégias
militares e cenários das sangrentas disputas
nos campos da Europa. Lá se encontra, por exemplo,
a estatística do número de mortos. Dos
65 milhões de combatentes, cerca de 37 milhões
morreram. Há a galeria dos heróis e
como aconteceram as principais batalhas. Outra área
interessante trata das armas utilizadas nos combates
entre os aliados e a Alemanha, a grande perdedora
que em poucos anos iria provocar a II Guerra. O conteúdo
da página está em inglês, mas
o esforço compensa.
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Colaborou
José Edward, de Belo Horizonte
e-mail: hipertexto@abril.com.br
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