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A súper BrasO governo patrocina uma parceria entre a Petrobras e a Vale para a exploração de insumos de fertilizantes. Na semana passada, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reuniu o presidente da petroleira, José Sérgio Gabrielli, e o da mineradora, Roger Agnelli, para fechar um acordo sobre o assunto. Os dois acertaram firmar um contrato de confidencialidade para trocar informações sobre sua capacidade de produção de enxofre e de potássio, matérias-primas de adubos. Não está descartada a hipótese de as duas empresas formarem uma joint venture para explorar esse mercado. Nesse caso, o governo pode desistir da criação de uma Adubobrás, como está sendo chamada a estatal do adubo.
Minas já é SerraO comando petista alardeia ao público interno e à imprensa que sua candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, vencerá em Minas Gerais. Pode até ser, mas a tarefa não é nada fácil. Duas pesquisas feitas no estado apontam uma larga vantagem do governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, em relação à ministra. Em uma delas, Serra aparece com 18 pontos à frente. Na outra, a dianteira é de 14 pontos. Os dois levantamentos embasaram as conversas que Serra teve com o governador mineiro, Aécio Neves, e a equipe dele, para elaborar a estratégia da campanha tucana em Minas.
O que quer MercadanteQuem trocaria uma possível reeleição para o Senado por uma provável derrota ao governo de São Paulo? O petista Aloizio Mercadante usou esse argumento para exigir uma recompensa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ex-prefeita Marta Suplicy. Se perder mesmo a eleição para o Bandeirantes, ele quer disputar a prefeitura de São Paulo em 2012. Lula e Marta não vetaram a pretensão mas não a aprovaram. Falta consenso também sobre a estratégia do PT paulista. Mercadante quer ser o único candidato governista no estado. O PT acredita, porém, que só evitará a vitória do tucano Geraldo Alckmin já no primeiro turno se insuflar nomes de outros partidos.
As
pousadas do ermitão
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Ex-presidente da Suzano, o executivo Murilo Passos será um dos principais artífices da consolidação do setor de energia no Brasil. Ele sucederá Pedro Parente na VBC, o braço de energia da Camargo Corrêa. A posição garantirá o acesso de Passos à presidência do conselho da CPFL, a empresa paulista que o governo escolheu para ser a principal holding do ramo. Maior companhia privada nacional de eletricidade, a CPFL já fatura 10,5 bilhões de reais por ano.
Com reportagem de Igor Paulin e Júlia de Medeiros
Vivendo como uma Onassis
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