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Gente
Maria
Clara finalmente vê a luz
Reginaldo Teixeira
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| Castelli,
concentrado no trabalho: nem as tatuagens ele mostra
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Só mesmo a certinha Maria Clara (Malu Mader) não se
rendeu de cara ao poder dos hipnotizantes olhos azuis de Henri
Castelli, o músico Hugo de Celebridade. Mas a
proteladíssima primeira noite de amor por fim está
prevista para breve. Aos 26 anos, aulas de violão retomadas
para compor o personagem, Henri é uma muralha de discrição.
O que gosta de fazer? Ficar em casa, com a mãe. Dá
para falar sério? "Preciso estar concentrado no meu trabalho",
desconversa. Henri também não mostra suas tatuagens:
duas máscaras de teatro num dos braços e a palavra
"sex". Onde? Na parte interna do lábio inferior.
A
surfista não surfa. Precisa?
Nana Moraes
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| Alinne:
boa fase, bom contrato e herói bonitão
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Assim toda poderosa, vestida praticamente apenas com cachos e colares,
a atriz Alinne Moraes, 21 anos, enfeita a capa da próxima
edição da revista Nova. Em ótima fase,
ela acaba de assinar seu primeiro grande contrato comercial e, na
TV, é a surfista Moa em Da Cor do Pecado, em que já
viveu a cena-obrigatória-de-toda-novela: um quase afogamento,
no caso impedido pelo bonitão Reynaldo Gianecchini, o que
naturalmente já cria aquele-clima-de-romance. Alinne, que
nunca tinha surfado, tem dublê nas cenas mais difíceis,
mas depois de um curso intensivo faz o básico numa prancha:
"Fico de pé, furo ondas e vou até a areia".
Alisamento
é coisa de
homem
Emulando
o visual do roqueiro fashion Lenny Kravitz, que surgiu recentemente
numa festa com a vasta e crespa cabeleira escorrida como palha de
coqueiro, o jogador do Santos Elano, 22 anos, também
domou os cachos, à custa de alisamento japonês. Adepto
de constantes mudanças no visual, Elano chegou ao salão
disposto a todas as loucuras. "Ia alisar, colocar implante para
ficar comprido e fazer tranças. Mas gostei dele assim mesmo
e deixei", conta o meia, que ficou quatro horas no cabeleireiro
e terá de fazer manutenção mensal do tratamento.
Elano só não gostou muito do apelido dado pelos colegas:
Tiririca.
Na
Espanha, reis que choram e não escondem
Reuters
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| Sofia
e Juan Carlos: "Vivíssima emoção"
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A família real inglesa, que nos últimos anos dominou
o mercado das cerimônias fúnebres cheias de pompa,
estabeleceu a norma: cabeças coroadas não choram.
Na missa pelos 190 mortos no atentado do metrô de Madri, o
rei Juan Carlos e a rainha Sofia quebraram a regra
sem nenhum constrangimento: choraram e não esconderam. Acabada
a cerimônia, o casal foi até os cerca de 500 familiares
das vítimas e cumprimentou um a um, com apertos de mão,
tapinhas nas costas e até abraços (a rainha deixou
a bolsa com uma assessora, para não atrapalhar). "A vivíssima
emoção de toda a família real foi um bálsamo
para os amigos e parentes dos mortos", elogiou o jornal El País
em editorial.
Surpresa:
a Velma daqui é loira
Alexandre Schneider
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| Danielle,
a caráter: Chicago em versão nacional
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Mergulhada em ensaios, a atriz Danielle Winits prepara-se
para estrear em São Paulo, em um mês, o musical Chicago,
no qual, durante duas horas, na pele da cantora de cabaré
Velma Kelly (personagem vivido por Catherine Zeta-Jones no cinema),
vai interpretar, dançar e cantar. Isso mesmo: cantar. "Eu
procuro me aperfeiçoar, mas cabe ao público avaliar
o resultado", avisa. A Velma brasileira será loiríssima.
"Apesar de existir quase uma cartilha do espetáculo, cada
país dá a sua cara", justifica. Já a loirinha
Roxie (Renée Zellweger) do filme será, na montagem
brasileira, Adriana Garambone. Ruiva.
Editado
por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Roberta Salomone
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