Edição 1847 . 31 de março de 2004

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Maria Clara finalmente vê a luz

Reginaldo Teixeira
Castelli, concentrado no trabalho: nem as tatuagens ele mostra


Só mesmo a certinha Maria Clara (Malu Mader) não se rendeu de cara ao poder dos hipnotizantes olhos azuis de Henri Castelli, o músico Hugo de Celebridade. Mas a proteladíssima primeira noite de amor por fim está prevista para breve. Aos 26 anos, aulas de violão retomadas para compor o personagem, Henri é uma muralha de discrição. O que gosta de fazer? Ficar em casa, com a mãe. Dá para falar sério? "Preciso estar concentrado no meu trabalho", desconversa. Henri também não mostra suas tatuagens: duas máscaras de teatro num dos braços e a palavra "sex". Onde? Na parte interna do lábio inferior.

 

A surfista não surfa. Precisa?

Nana Moraes
Alinne: boa fase, bom contrato e herói bonitão


Assim toda poderosa, vestida praticamente apenas com cachos e colares, a atriz Alinne Moraes, 21 anos, enfeita a capa da próxima edição da revista Nova. Em ótima fase, ela acaba de assinar seu primeiro grande contrato comercial e, na TV, é a surfista Moa em Da Cor do Pecado, em que já viveu a cena-obrigatória-de-toda-novela: um quase afogamento, no caso impedido pelo bonitão Reynaldo Gianecchini, o que naturalmente já cria aquele-clima-de-romance. Alinne, que nunca tinha surfado, tem dublê nas cenas mais difíceis, mas depois de um curso intensivo faz o básico numa prancha: "Fico de pé, furo ondas e vou até a areia".

 

Alisamento é coisa de homem

Emulando o visual do roqueiro fashion Lenny Kravitz, que surgiu recentemente numa festa com a vasta e crespa cabeleira escorrida como palha de coqueiro, o jogador do Santos Elano, 22 anos, também domou os cachos, à custa de alisamento japonês. Adepto de constantes mudanças no visual, Elano chegou ao salão disposto a todas as loucuras. "Ia alisar, colocar implante para ficar comprido e fazer tranças. Mas gostei dele assim mesmo e deixei", conta o meia, que ficou quatro horas no cabeleireiro e terá de fazer manutenção mensal do tratamento. Elano só não gostou muito do apelido dado pelos colegas: Tiririca.

 

Na Espanha, reis que choram e não escondem

Reuters
Sofia e Juan Carlos: "Vivíssima emoção"


A família real inglesa, que nos últimos anos dominou o mercado das cerimônias fúnebres cheias de pompa, estabeleceu a norma: cabeças coroadas não choram. Na missa pelos 190 mortos no atentado do metrô de Madri, o rei Juan Carlos e a rainha Sofia quebraram a regra sem nenhum constrangimento: choraram e não esconderam. Acabada a cerimônia, o casal foi até os cerca de 500 familiares das vítimas e cumprimentou um a um, com apertos de mão, tapinhas nas costas e até abraços (a rainha deixou a bolsa com uma assessora, para não atrapalhar). "A vivíssima emoção de toda a família real foi um bálsamo para os amigos e parentes dos mortos", elogiou o jornal El País em editorial.

 

Surpresa: a Velma daqui é loira

Alexandre Schneider
Danielle, a caráter: Chicago em versão nacional


Mergulhada em ensaios, a atriz Danielle Winits prepara-se para estrear em São Paulo, em um mês, o musical Chicago, no qual, durante duas horas, na pele da cantora de cabaré Velma Kelly (personagem vivido por Catherine Zeta-Jones no cinema), vai interpretar, dançar e cantar. Isso mesmo: cantar. "Eu procuro me aperfeiçoar, mas cabe ao público avaliar o resultado", avisa. A Velma brasileira será loiríssima. "Apesar de existir quase uma cartilha do espetáculo, cada país dá a sua cara", justifica. Já a loirinha Roxie (Renée Zellweger) do filme será, na montagem brasileira, Adriana Garambone. Ruiva.

 

 

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Roberta Salomone

 
 
 
 
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