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Cartas
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"Estou grávida e, graças
à reportagem de VEJA, sinto-me mais tranqüila em saber que,
se precisar, terei a tecnologia e profissionais especializados
a favor da vida do meu bebê."
Grace
Cantuária
José
Francisco Vasques de Souza
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Bebês prematuros
Achei muito interessante a matéria
de capa de VEJA, "O sublime milagre da vida" (27 de dezembro). Eu
e meu irmão gêmeo nascemos prematuros, com seis meses
de gestação, em 1987. Pesava 900 gramas e meu irmão,
1,1 quilo. Até hoje, todo mundo fala que nós parecíamos
dois ratinhos, ou que cabíamos numa caixinha de sapato. Após
o parto, os médicos informaram que nós tínhamos
5% de chance de sobreviver. Naquele tempo, não havia tantos
recursos médicos e hospitalares como agora, mas, mesmo assim,
meus pais gastaram tudo o que tinham (e não tinham) para
pagar dois meses de incubadora num hospital particular. Cada grama
conquistado era uma alegria imensa para todos, familiares e amigos.
Hoje, com 19 anos, eu e meu irmão ficamos muito felizes em
saber que, graças à tecnologia, bebês ainda
menores podem sobreviver. Mas também sabemos que, além
dos recursos hospitalares, o que possibilitou a nossa sobrevivência
foram o carinho, a dedicação e o amor imensurável
de nossos pais. Parabéns pela reportagem!
Vinícius Sthéfano B. Moreti
São Paulo, SP
Minha mulher e eu sabemos muito bem o que
vêm a ser os milagres da vida. Nosso filho nasceu com 25 semanas
de gestação, pesando 990 gramas e medindo 34 centímetros.
Foram 200 dias de UTI neonatal, uma parada cardíaca com procedimentos
de ressuscitação que duraram quarenta minutos, uma
osteopenia gravíssima responsável por cinco fraturas
ósseas e dependência de oxigênio até 1
ano de vida. Hoje, o Guilherme, com 1 ano e meio, pesa quase 10
quilos, mede 76 centímetros e não traz nenhuma seqüela,
seja motora, seja neurológica.
José Geraldo Pinto Júnior
Vitória, ES
Nasci em Ponte Nova, no interior de Minas
Gerais, num hospital público (ou seja, sem muitos recursos),
após 22 semanas e meia de gestação. Pesava
600 gramas e media 30 centímetros. Isso foi há 25
anos. Durante os quatro meses em que passei no hospital, não
pude contar com saturímetros ou equipamentos similares, porém
tive a sorte de ser acompanhada por uma equipe não apenas
competente, mas certa de que valia a pena arriscar todos os (escassos)
recursos possíveis para salvar uma vida que parecia condenada.
A propósito: meu desenvolvimento foi normal. Hoje trabalho
numa editora, falo uma segunda língua e não tive nenhuma
seqüela negativa em relação à prematuridade.
Fernanda Lizardo de Sousa
Rio de Janeiro, RJ
Salário dos parlamentares
Isso é abrir caminho para a verdadeira
democracia: protestar contra o antidemocrático aumento de
91% do Congresso. O povo unido e consciente é poderoso ("Triunfo
da voz das ruas", 27 de dezembro).
Graça Oliveira Berger
Amsterdã, Holanda
Cristianismo no Ocidente
Cumprimento VEJA pelo ensaio "Somos todos
cristãos" (27 de dezembro), de autoria de Reinaldo Azevedo.
Cláudio Lembo
Governador do estado de São Paulo
São Paulo, SP
Parabenizo VEJA pelo excelente artigo "Somos
todos cristãos", de Reinaldo Azevedo. Foi um exemplo de seriedade
histórica e riqueza cultural, e uma manifestação
de isenção ao expressar uma perspectiva intelectual
que não coincide com o "politicamente correto". Excelentes
também as pinturas que ilustram o artigo.
Frederico Ferreira
São Paulo, SP
Notável a forma como Reinaldo Azevedo
resume de maneira clara e sóbria a trajetória do cristianismo
e como a vida de Jesus transformou o mundo e continua transformando
a vida de quem o segue.
Gustavo de Deus
Rio de Janeiro, RJ
A reportagem "Somos todos cristãos"
é uma das mais equilibradas que já li, em uma revista
laica, sobre a formação social, política e
cultural da civilização ocidental. Apesar das diferentes
concepções religiosas, não podemos negar que
os principais valores do Ocidente estão profundamente enraizados
no terreno da doutrina cristã. Ser a favor do cristianismo
é ser a favor da humanidade.
Jaime Lorandi
Caxias do Sul, RS
Parabenizo a revista VEJA pela qualidade do
artigo escrito pelo jornalista Reinaldo Azevedo.
Maria de la Cruz Dionis Raurell
Por e-mail
Stent com remédios
Apesar de ilustrativa, a reportagem "O mais
simples é o mais seguro" (27 de dezembro) é falha:
não revela que os achados foram de maior mortalidade e maior
incidência de infarto do miocárdio (e não simplesmente
maior risco de formação de coágulos), quando
da utilização desses dispositivos. Outro ponto que
merece correção é quanto à estatística,
que é de 2,9% (risco acumulado atualmente em três anos
de evolução), e não 0,2%. Finalmente, quanto
ao painel da FDA, é importante salientar que nele se destaca
a preocupação quanto à utilização
indiscriminada dessas próteses por forte pressão
financeira da poderosa indústria fabricante. Sou médico
há 21 anos e, como tantos outros colegas, desejo o progresso
constante da arte de tratar. Mas sempre lastreado pela evidência
científica (vale a pena consultar o site da FDA).
Theófilo Gauze
Cirurgião cardiovascular e torácico e membro da Sociedade
Brasileira de Cardiologia
Campo Grande, MS
Diogo Mainardi
Apontar Chico Xavier ("Porcentagens lulistas",
27 de dezembro) como exemplo de ignorância do povo é
no mínimo uma ignorância de uma pessoa que deveria
saber quem foi Chico, que nunca fez mal a ninguém, viveu
pobremente e deu sua vida a uma causa, a da caridade. A metralhadora
do Diogo desta vez errou!
Fábio de Jesus Orenhas
Paulínia, SP
É impossível ser indiferente
a Diogo Mainardi. Uns o odeiam, outros o adoram. Todos o fazem pelo
mesmo motivo: Mainardi exacerba a palermice dos brasileiros. Parabéns
ao colunista e a toda a equipe de VEJA. Que 2007 seja tão
produtivo quanto foi 2006. E, como disse o citado lulista Bernardo
Kucinski, que vocês continuem cada vez mais descolados do
sentimento da maioria da população.
Eduardo Ledoux Gava
Joinville, SC
É incrível como a podridão
tomou conta do país.
Cleverson Ribeiro Borges
São Francisco do Sul, SC
Oitenta e três por cento dos brasileiros
estão satisfeitos, enquanto apenas 40% têm esgoto!
Satisfeitos com o quê?
Marcello Kutner
São Paulo, SP
Já que se mostra improvável
uma mudança para melhor, talvez só reste a nós,
os 17% dos brasileiros que não se consideram satisfeitos
com a vida, mostrar vergonha. Acredito também que fazemos
parte dos 29% que não aprovam Lula; dos 25% que não
são analfabetos; dos 26% que consideram a qualidade de ensino
público ruim ou péssima; dos 4% que sabem o que foi
o holocausto; dos 49% que não acham o ônibus seguro;
dos 18% que gostam de democracia; que não acham Chico Xavier
o maior brasileiro de todos os tempos. Se Lula é o povo,
simplesmente talvez não sejamos parte do povo, apesar de
sustentar a maior parcela dos gastos públicos.
Mario Carlos Rogério Vercesi
Goiânia, GO
Lya Luft
Lya Luft desnuda as utopias que criamos de
um Brasil maravilhoso. Gostei das verdades citadas pela escritora
e postei o artigo em meu blog na internet, citando a fonte ("Um
Natal para reflexão", 27 de dezembro).
Francisco Ribeiro Melo de Carvalho
Vitória da Conquista, BA
Em seu artigo, Lya Luft conseguiu mais uma
vez descrever o caos de nossos sentimentos, que oscilam entre o
medo e a tristeza, a esperança e a descrença, diante
de tantas barbaridades que temos presenciado... O texto deveria
ser leitura obrigatória dos políticos que tanto
contribuem para o Brasil ter a sua cara e dos que os elegem e reelegem.
Raquel do Rêgo Barros Carneiro Leão
Recife, PE
Roberto Pompeu de Toledo
Esse Roberto Pompeu é realmente incrível.
Conseguiu utilizar a imagem do bom velhinho (ou seria do mau?) e
fazer uma bela crítica aos aspectos políticos e econômicos
da atualidade ("Papai Noel: as questões mais delicadas",
Ensaio, 27 de dezembro)!
Caroline Caldeira de Faria Santigo
Montes Claros, MG
Genial o ensaio de Roberto Pompeu de Toledo
sobre o Papai Noel. Mas ainda restam outras questões delicadas.
Por que Papai Noel distribui tantas balas às crianças,
contrariando o esforço de dentistas, nutricionistas, educadores
e pais para que levem uma vida mais saudável? Por que Papai
Noel sempre precisa vir acompanhado por uma irritante trilha sonora,
em supermercados, shoppings e até mesmo no serviço
de espera de telefonia?
Renata Neiva
Uberlândia, MG
Veja essa
Como brasileiro vivendo há onze anos
no Chile, fiquei assustado ao ler o comentário de Glauco
Fonseca (Veja essa, 27 de dezembro) segundo o qual a única
diferença entre Pinochet e Castro é que Castro está
vivo. Bom, quem sabe se está mesmo? Posso dizer que moro
num país que tem um ar permanente de prosperidade. Esse é
o aroma mais estranho que senti ao chegar por aqui. Porque não
conhecia. Em minhas discussões com meus amigos chilenos,
reconheço que a dor de um parente preso e desaparecido elimina
a possibilidade de perdão, seja qual for a vertente política.
Tenho a vantagem de usufruir o melhor que a modernização
do Chile produziu e posso garantir a todos que este país
está só começando. Eu colocaria flores na estátua
de Allende e na de Pinochet, porque são parte do mesmo processo,
e o Chile de hoje é resultado de ambos.
Fernando Muniz Simas
Santiago, Chile
Veja essa
Na seção Veja essa
de 27 de dezembro, foi atribuída a mim a frase "Se não
tiver aumento, vai haver uma fuga de cérebros" (do Congresso
Nacional). Esclareço que houve um equívoco: em momento
algum falei em cérebros, e sim em "sérios". Compreendo
e respeito a indignação do cidadão. Em recente
pronunciamento na Câmara, ressaltei que a proposta de aumento
salarial dos parlamentares foi inoportuna. Admiti o erro e pedi
desculpa à sociedade, bem como fui o autor do requerimento
que retirou o assunto de pauta. É preciso resgatar a confiança
e o respeito ao Parlamento brasileiro.
José Múcio Monteiro
Deputado federal (PTB-PE) e líder do PTB na Câmara
Brasília, DF
Especial O Melhor do Brasil
O Especial O melhor do Brasil
(dezembro de 2006) ficou devendo aos leitores de VEJA as belezas
da minha terra, Maranhão, e sua rica e inigualável
culinária com seus pratos à base de camarão,
caranguejo, sobremesas com frutas típicas da terra (bacuri,
murici, buriti etc.). Na próxima pesquisa, sugiro que visitem
o Maranhão e São Luís, sua capital. Vocês
irão se surpreender!
Graça Veloso
São Luís, MA
As relações
suspeitas de Álvaro Lins
Em "Todo mundo sabia..." (27
de dezembro), vimos que o Rio de Janeiro elegeu mais um parlamentar
corrupto. É uma pena que a capacidade de organização
da sociedade seja menor que a de geração de políticos
inescrupulosos. Lastimável!
José Elias Aiex Neto
Foz do Iguaçu, PR
Os benefícios da amizade
Identifiquei-me muito com a reportagem
"Com a ajuda dos meus amigos" (27 de dezembro). Não por ter
um círculo social bastante ampliado, mas por ter grande dificuldade
de me relacionar com as pessoas. Tudo o que foi exposto na matéria
se adequou perfeitamente a mim. A falta de amigos torna minha vida
(principalmente no recreio da escola) chata e sem graça.
Buscarei a partir de agora tentar conviver mais com as pessoas,
já que isso só traz benefícios.
Ana Lúcia Faria e Silva, 13 anos
Montes Claros, MG
CORREÇÕES: A estimativa
de que as vendas da cachaça Sagatiba superem 1 milhão
de garrafas, em 2006, incluem dez países da Europa, e não
somente a Inglaterra (Radar, 27 de dezembro).
A foto publicada na página 21 do especial O Melhor do
Brasil, no quadro sobre o Iberostar Bahia, é do Marriott
Costa do Sauípe Resort & Spa.
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VIAJANDO NA MAIONESE
O
leitor Antonio Escuder Pou, de Santos (SP), contesta
a informação publicada na reportagem "A
polícia do sushi" (6 de dezembro) de que a maionese
tem origem francesa. "Ela é da Ilha de Mahón
e em espanhol se chama mahonesa", explica. Na
verdade há várias versões tanto
para a procedência do famoso molho como para a
origem do seu nome. Algumas delas:
Leroy, o cozinheiro do duque de Richelieu, teria criado
a mistura em meados do século XVIII, quando a
cidade de Mahón, na ilha espanhola de Minorca,
estava sob ocupação francesa. Na falta
de leite, ele teria juntado azeite aos ovos.
Em outra versão, o molho teria surgido de um
acidente: Leroy deixou cair uma gema de ovo no azeite
e, como o duque estava faminto e impaciente, para não
perder tempo o cozinheiro bateu a mistura e a levou
à mesa.
Alguns dos que sustentam que o molho nasceu na França
atribuem a origem do nome à cidade de Bayonne,
sendo mayonnaise uma variação de
bayonnaise.
No Larousse Gastronomique, Prosper Montagné
diz que o nome seria uma corruptela de moyeunaise,
derivado do francês antigo moyeu, gema
de ovo.
Menos cotada entre as versões de que o molho
teria sido inventado na França, há a tese
que afirma ser o termo mayonnaise derivado do
título de nobreza de Charles de Lorraine, duque
de Mayenne.
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O OBELISCO DE LUXOR
A
reportagem "De volta à origem" (20 de dezembro),
que tratou das relíquias de civilizações
antigas e clássicas que países europeus
estão devolvendo a seus donos, afirmou: "No centro
de outra disputa está o obelisco que Napoleão
Bonaparte carregou como troféu de sua célebre
campanha militar no Egito. Os egípcios nunca
esconderam o desejo de reavê-lo. Mas é
difícil imaginar Paris sem esse cartão-postal".
Trata-se do Obelisco de Luxor, instalado na Praça
da Concórdia, em Paris. Na verdade, segundo a
Enciclopédia Britânica, o obelisco
foi um presente do governo egípcio à França.
"O monumento erguido por Ramsés II diante do
templo de Luxor (fazendo par com o outro que ainda se
encontra no local) foi presenteado por Mohammed Ali
(vice-rei do Egito, 1769-1849) à França
em troca de maquinário industrial, com vistas
à modernização do Egito nos moldes
ocidentais", diz o professor Cássio de Araújo
Duarte, doutorando em arqueologia médio-oriental
com especialização em egiptologia no Museu
de Arqueologia e Etnologia da USP. Com 230 toneladas
e 23 metros de altura, o Obelisco de Luxor foi feito
de granito rosa em 1200 a.C. e dado de presente à
França em 1831. Hoje, contudo, os egípcios
também o querem de volta.
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MULHERES, AVANTE!
A reportagem "As pioneiras da caserna"
(6 de dezembro), a respeito das mulheres que estão
assumindo postos de comando nas Forças Armadas,
despertou na fisioterapeuta Paula Dias da Silva, de
São Paulo, o interesse em ingressar no Exército.
"Sou pós-graduada na área de saúde
e gostaria de maiores informações sobre
como fazer parte da Força", comenta. Para seguirem
a carreira, as mulheres precisam cursar uma das três
escolas do Exército, de acordo com a área
almejada: a de administração (www.esaex.ensino.eb.br),
em Salvador; a de saúde (www.essex.ensino.eb.br),
no Rio de Janeiro; ou o Instituto Militar de Engenharia
(www.ime.eb.br),
também no Rio. Neste ano, 47% das inscrições
foram de mulheres. Para aquelas que já têm
o grau superior, o curso remunerado dura em média
um ano, mas a concorrência é acirrada.
O curso de administração, por exemplo,
teve 121 candidatos por vaga neste ano. Outras informações
sobre como ingressar no Exército, na Aeronáutica
e na Marinha podem ser encontradas nos respectivos sites:
www.exercito.gov.br;
www.fab.mil.br;
www.mar.mil.br.
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O VALENTE ARTHUR
Álbum de família
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| Nascido no sexto mês de gestação,
Arthur se recupera de pequenas seqüelas |
Ao ler a reportagem "O sublime milagre da vida" (27
de dezembro), Jaqueline e Clóvis de Lima, de
Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, reviveram o drama
do nascimento do filho Arthur, hoje com 8 anos. "Tive
pré-eclampsia e ele veio ao mundo antes do tempo
para que eu não morresse", emociona-se a mãe.
O menino, que nasceu de 25 semanas, com apenas 29 centímetros
e pesando 540 gramas, passou mais de quatro meses na
UTI neonatal e sobreviveu a três cirurgias. Os
médicos de Arthur não sabiam precisar
se sua prematuridade lhe traria seqüelas. Hoje,
o xará do bebê mostrado na capa "Milagres
do Natal" apresenta somente um problema motor no lado
direito do corpo, quase imperceptível graças
às sessões de fisioterapia. Mãe
da também prematura Helena, de 3 meses, nascida
no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, Jaqueline
faz parte de um grupo de apoio aos pais de bebês
prematuros. Maiores informações encontram-se
no site: www.maededeus.com.br/pequenosvalentes/index_low.html.
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