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Edição 1971 . 30 de agosto de 2006

Índice
Millôr
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Artigo: Gustavo Ioschpe
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Gente

Estima (ainda) em alta


Nana Moraes/Revista Nova
Raica, na Nova: sem traumas e confirmada na edição de biquínis da Sports Illustrated

Pronta para provar que os dissabores do namorado Ronaldo não respingam na sua popularidade, Raica Oliveira estampa a capa da próxima Nova e prepara-se para sua estréia na esperadíssima edição especial de biquínis da revista Sports Illustrated. "Sempre me deixavam como opção, mas desistiam porque me achavam muito nova. Agora devem achar que cresci", ri, do alto de seus 22 anos. Copa do Mundo, para ela, é página virada. "Não fiquei triste. Quer dizer, claro que fiquei. Mas meu meio não é o futebol. Não tenho o mínimo interesse e nunca assisto. Gosto mais de tênis", confessa. E Ronaldo, como vai? "Ele está recuperado. Também, não morreu ninguém, né?"

 

O retorno do Bacana

Oscar Cabral
Torres: mais quilos, menos cabelo


Se o rapaz ao lado parece familiar, é porque é mesmo. Aos 31 anos, quilos a mais e cabelo a menos, Jonas Torres, o Bacana de Armação Ilimitada, seriado da Globo que foi sucesso nos anos 80 ("De vez em quando, ainda dou autógrafo"), voltou de armas e bagagem para o Rio de Janeiro depois de morar quinze anos nos Estados Unidos. Lá, Torres, que tem pai americano, alistou-se no Exército e aprendeu a pilotar avião – "meu sonho de menino". Assim, ampliou o leque na atual busca de emprego. "Pode ser como piloto ou ator. Sinto a necessidade de me expressar, de atuar, mas também adoro aviação", oferece-se.

 

Investimentos em estética e imóveis


Marcelo Theobald/Ag. O Globo
Tati: longe do barraco, perto da comunidade

Flagrada na semana passada fumando maconha com amigos, a funkeira carioca Tati Quebra-Barraco foi parar na delegacia, prestou depoimento e voltou para casa. E que casa: Tati está morando numa mansão com quatro quartos, cinco banheiros, duas salas e piscina que comprou por cerca de 500.000 reais. Nada a ver com a Zona Sul, diga-se – a casa fica perto da Cidade de Deus, no Rio, onde ela tem suas raízes. "Não quis me afastar da comunidade", explica. Com a agenda lotada de shows e faturando muito bem, Tati (que fez plástica no nariz e nos seios e duas lipos) também é proprietária de um apartamento de três quartos que custou 380.000 reais e fica no bairro do Tatuapé, em São Paulo.

 

O paraíso das loiras

Otavio Dias
Tania entra para o time: lentes azuis também


Se, como se apregoa, os homens preferem as loiras, a novela Cobras & Lagartos empenha-se em concretizar seu sonho dourado. Depois de Carolina Dieckman, depois de Cléo Pires, depois de Thaís Araújo, nesta semana Tania Khalil, que nunca havia clareado o cabelo, passa a formar no time das oxigenadas das 7. "Nunca me imaginei assim. Levei um susto quando vi. Mas depois me acostumei e acho até que ficou natural", diz Tania, que também vai usar lentes azuis para surgir como uma ex-namorada do vilão Estevão (Henri Castelli) que se supunha morta. No que depender dela, porém, a mudança é passageira: "Assim que a novela acabar, eu volto ao normal".

 

Licenças ofídicas

No filme trash mais comentado do momento, Serpentes a Bordo (estréia prevista no Brasil em setembro), cobras enfurecidas invadem a cabine de passageiros de um avião em pleno vôo. Aterrorizante? "Uma grande bobagem", proclama Jules Sylvester, o fornecedor das víboras (que ele alimenta pessoalmente com ratinhos). Sylvester fala de cátedra – na sua fazenda, cria mais de 400 cobras, aranhas, escorpiões e sapos, além de 10 000 insetos. A seguir, Serpentes a Bordo pelo criador das próprias.

"Se houvesse uma explosão no bagageiro, as cobras ficariam paralisadas de medo e não se moveriam um centímetro."

"Com o frio que faz na cabine, uma cobra a bordo se enfiaria embaixo de uma poltrona e não sairia de lá. Ou então entraria numa bolsa. Daí, era só (só?) fechar o zíper."

"Passageiros usam machados para matar as cobras. Onde se arranja um machado dentro de um avião?"

"Cobras raramente atacam. Eu trabalho com elas há 39 anos e nunca fui mordido. Todas as cenas de ataque foram feitas por computador ou com cobras artificiais."

"Gritar não surte nenhum efeito, uma vez que cobras são surdas."

"Qual é a chance de alguém embarcar 500 cobras como bagagem de mão num avião? Hoje em dia não se entra nem com xampu!"

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Laura Ming

 
 
 
 
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