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Gente
Estima (ainda) em alta
Nana Moraes/Revista Nova
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| Raica, na Nova: sem traumas e confirmada
na edição de biquínis da Sports
Illustrated |
Pronta para provar que os dissabores do namorado
Ronaldo não respingam na sua popularidade, Raica Oliveira
estampa a capa da próxima Nova e prepara-se para sua
estréia na esperadíssima edição especial
de biquínis da revista Sports Illustrated. "Sempre
me deixavam como opção, mas desistiam porque me achavam
muito nova. Agora devem achar que cresci", ri, do alto de seus 22
anos. Copa do Mundo, para ela, é página virada. "Não
fiquei triste. Quer dizer, claro que fiquei. Mas meu meio não
é o futebol. Não tenho o mínimo interesse e
nunca assisto. Gosto mais de tênis", confessa. E Ronaldo,
como vai? "Ele está recuperado. Também, não
morreu ninguém, né?"
O retorno do Bacana
Oscar Cabral
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| Torres: mais quilos, menos cabelo |
Se o rapaz ao lado parece familiar, é porque é mesmo.
Aos 31 anos, quilos a mais e cabelo a menos, Jonas Torres,
o Bacana de Armação Ilimitada, seriado da Globo
que foi sucesso nos anos 80 ("De vez em quando, ainda dou autógrafo"),
voltou de armas e bagagem para o Rio de Janeiro depois de morar
quinze anos nos Estados Unidos. Lá, Torres, que tem pai americano,
alistou-se no Exército e aprendeu a pilotar avião
"meu sonho de menino". Assim, ampliou o leque na atual busca
de emprego. "Pode ser como piloto ou ator. Sinto a necessidade de
me expressar, de atuar, mas também adoro aviação",
oferece-se.
Investimentos em estética e imóveis
Marcelo Theobald/Ag. O Globo
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| Tati: longe do barraco, perto da comunidade
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Flagrada na semana passada fumando maconha
com amigos, a funkeira carioca Tati Quebra-Barraco foi parar
na delegacia, prestou depoimento e voltou para casa. E que casa:
Tati está morando numa mansão com quatro quartos,
cinco banheiros, duas salas e piscina que comprou por cerca de 500.000
reais. Nada a ver com a Zona Sul, diga-se a casa fica perto
da Cidade de Deus, no Rio, onde ela tem suas raízes. "Não
quis me afastar da comunidade", explica. Com a agenda lotada de
shows e faturando muito bem, Tati (que fez plástica no nariz
e nos seios e duas lipos) também é proprietária
de um apartamento de três quartos que custou 380.000 reais
e fica no bairro do Tatuapé, em São Paulo.
O paraíso das loiras
Otavio Dias
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| Tania entra para o time: lentes azuis também
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Se, como se apregoa, os homens preferem as loiras, a novela Cobras
& Lagartos empenha-se em concretizar seu sonho dourado.
Depois de Carolina Dieckman, depois de Cléo Pires, depois
de Thaís Araújo, nesta semana Tania Khalil, que
nunca havia clareado o cabelo, passa a formar no time das oxigenadas
das 7. "Nunca me imaginei assim. Levei um susto quando vi. Mas depois
me acostumei e acho até que ficou natural", diz Tania, que
também vai usar lentes azuis para surgir como uma ex-namorada
do vilão Estevão (Henri Castelli) que se supunha morta.
No que depender dela, porém, a mudança é passageira:
"Assim que a novela acabar, eu volto ao normal".
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Licenças ofídicas
No filme trash mais comentado do
momento, Serpentes a Bordo (estréia prevista
no Brasil em setembro), cobras enfurecidas invadem a
cabine de passageiros de um avião em pleno vôo.
Aterrorizante? "Uma grande bobagem", proclama Jules
Sylvester, o fornecedor das víboras (que ele
alimenta pessoalmente com ratinhos). Sylvester fala
de cátedra na sua fazenda, cria mais de
400 cobras, aranhas, escorpiões e sapos, além
de 10 000 insetos. A seguir, Serpentes a Bordo
pelo criador das próprias.
"Se houvesse uma explosão
no bagageiro, as cobras ficariam paralisadas de medo
e não se moveriam um centímetro."
"Com o frio que faz na cabine,
uma cobra a bordo se enfiaria embaixo de uma poltrona
e não sairia de lá. Ou então entraria
numa bolsa. Daí, era só (só?)
fechar o zíper."
"Passageiros usam machados para
matar as cobras. Onde se arranja um machado dentro de
um avião?"
"Cobras raramente atacam. Eu trabalho
com elas há 39 anos e nunca fui mordido. Todas
as cenas de ataque foram feitas por computador ou com
cobras artificiais."
"Gritar não surte nenhum
efeito, uma vez que cobras são surdas."
"Qual é a chance de alguém
embarcar 500 cobras como bagagem de mão num avião?
Hoje em dia não se entra nem com xampu!"
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Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Laura Ming
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