Como
dizíamos...
Se não tem tu, vai Tubaína
mesmo.
É o festival global
Divulgação
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| O
cantor de Tubaína: rimas ruins |
Como previsto, o Festival da Música Brasileira causou bocejos
em sua noite de estréia. Exibida pela Globo no sábado
19, sua primeira eliminatória não fez mais do que
empatar, na média do ibope, com o humorístico A
Praça É Nossa, do SBT. Fez 18 pontos uma
audiência chinfrim para evento produzido com tanta gala. Para
se ter uma idéia, a emissora costumava igualar ou até
superar essa marca ao exibir filmes nessa faixa de horário.
A começar pelo apresentador Serginho Groisman, que surgiu
empertigado dentro de um smoking, tudo parecia fora de lugar. O
público estava apático, o clima de nostalgia dos festivais
dos anos 60 não colou e as músicas, surpresa nenhuma,
revelaram-se abaixo da crítica. Para a final, classificaram-se
três pérolas. Estrela da Manhã, cantada
pela soporífera Mônica Salmaso, investiu no, humm...,
"lirismo". Uma tal Xi (De Pirituba à (sic) Santo
André), de Kleber Albuquerque e Rafael Altério,
ficou com a segunda vaga. Por fim, classificou-se a canhestra Tubaína,
de Fernando Chuí aquela canção de protesto
que rima "sina" com "latrina". Em suma, prepare-se: até 16
de setembro, as noites de sábado serão ainda mais
longas que de costume. A menos, é claro, que você mude
de canal.
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