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Edição 1 800 - 30 de abril de 2003
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Arquivo 1997-2003
Reportagens de capa
2000|01|02|03
Entrevistas
2000|01|02|03


 
"VEJA presta um excelente serviço à sociedade ao expor de maneira clara e objetiva a necessidade do check-up médico."
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

 

Check-up

Cumprimento VEJA pela excelente reportagem "Check-up: você ainda vai fazer um" (23 de abril). Penso que já estamos numa era em que os investimentos, públicos ou privados, devem ser direcionados para a prevenção em escala crescente.
Doutor Welington dos Santos
Por e-mail

A julgar pela precisão matemática da parafernália de que a medicina dispõe no campo do diagnóstico, não há dúvida de que a humanidade caminha para a perfeição. Isto é, em um futuro próximo será possível uma pessoa nascer e chegar à velhice sem ter uma dor de cabeça sequer. Será a glória da vida terrena. É pena que isso seja um privilégio para poucos.
Raimundo Silva
Belém, PA

Sem dúvida, a tecnologia médica avançou extraordinariamente na última década. Nas doenças degenerativas, o diagnóstico precoce é determinante do prognóstico. A população mundial muito se beneficiou disso. Entretanto, como médico neurologista não posso deixar de registrar a supervalorização da máquina (exames) em detrimento do trabalho médico. Muitos pacientes querem impor sua vontade na consulta indicando tratamentos e exames desnecessários sem conhecimento algum. Se o médico não os indica, eles procuram outro profissional.
Doutor José Ricardo Fontes Laranjeira
Brasília, DF

Sou médico cardiologista e especialista em medicina esportiva, participante de numerosas avaliações para check-up como ergometrista. Apresento meus cumprimentos pela reportagem, que mostra de forma didática as metodologias aplicadas e os benefícios da prevenção. Nas páginas 74 e 75 da edição 1 799 observamos um merecido destaque ao teste ergométrico, revelando a grande aplicabilidade desse exame não só na avaliação da capacidade física como na detecção de doenças cardiovasculares, tornando-o indispensável ao realizar um check-up. Contudo, há uma desatenção na relação custo-benefício por parte das empresas que patrocinam o check-up em relação à baixa remuneração do teste.
Doutor Ricardo Vivacqua C. Costa
vivacqua@cardiol.br
Rio de Janeiro, RJ

É imprescindível reafirmar que, antes de realizar qualquer exame médico, a consulta clínica com um profissional atencioso e competente é de suma importância, para evitar pedidos infundados de inúmeros exames que servem apenas para desconforto do paciente e para dar a falsa impressão da competência médica. A relação, com humanidade, entre médicos e pacientes evita abusos.
Michely Diniz
Fortaleza, CE

Excelente a matéria sobre os avanços na medicina, particularmente no diagnóstico por imagem. É importante apenas lembrar que, apesar de ainda não dispormos de um aparelho PET/CT (que associa tomografia por emissão de pósitrons a um tomógrafo de alta resolução) no Brasil, a tecnologia do PET já é realidade em nosso meio. Existe um equipamento de PET de última geração instalado no Instituto do Coração em São Paulo e há vários aparelhos convencionais de medicina nuclear dotados de sistema de detecção de pósitrons em funcionamento em vários centros, o que permite o uso da glicose no diagnóstico precoce do câncer.
Doutor Paulo Almeida Filho
Presidente do Comitê de Ética e Defesa da Profissão da Sociedade
Brasileira de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular
Recife, PE

 

Fred Greenstein

Ao afirmar que a liderança é inata, o senhor Greenstein dá a entender que ela é sempre geneticamente determinada. Do que discordo, uma vez que dentre os cerca de 6 bilhões de seres humanos surge um número baixíssimo de líderes. A liderança pode até, em alguns casos, ser inata, genética. O que não significa que o ser humano seja incapaz de aprender a ser líder. A capacidade de liderar pode ser herdada, mas também pode ser aprendida, quando se quer (Amarelas, 23 de abril).
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP

 

Stephen Kanitz

Stephen Kanitz imagina que o turismo da terceira idade de média renda pode ser uma das respostas para o próximo jogo econômico internacional ("O próximo jogo econômico", Ponto de vista, 23 de abril). O Projeto Estrada Real (www.estradareal.org.br), lançado em São João del Rei, no dia 19 de abril, oferece ao turismo mundial as riquezas históricas, culturais e ecológicas do Brasil. Minas Gerais entende seu passado e, atento às tendências do futuro, prepara-se para jogar e vencer o próximo jogo da globalização. Minas e Kanitz estão certos!
Wilson Teixeira de Andrade Leite
São João del Rei, MG

 

Sérgio Abranches

O artigo "A conversão de Lula" (Em foco, 23 de abril) foi a análise mais honesta e consciente que já li desde que nosso presidente Lula tomou posse. Uma crítica bem-feita e construtiva e um apoio bem estruturado e esclarecido.
Rita de Cássia Lima de Andrade
Brasília, DF

 

Madonna

Há anos esperava por uma matéria à altura da importância cultural do mito Madonna no mundo. A espera acabou com a edição 1799 de VEJA, que trouxe a maravilhosa reportagem "Uma fera chamada Madonna" (23 de abril), assinada por Sérgio Martins. Ele soube usar sabiamente as palavras para retratar a diva maior do pop com fidelidade e justiça. As fotos também estão estupendas e, como fã de Madonna, fiquei muito satisfeito com a crítica ao novo disco. Sérgio Martins, obrigado. É de jornalistas assim que o mundo precisa!
Rodrigo Ziviani
Batatais, SP

E Madonna Ciccone Ritchie está aí! São vinte anos de carreira, polêmicas e, queiram ou não, atitudes. Essa senhora é respeitável em todas as suas fases.
Omitair Dann Júnior
Pires do Rio, GO

 

Diogo Mainardi

O articulista Diogo Mainardi, em seu artigo "Bem-vindo ao século XIX" (23 de abril), retrata com muita coragem e destreza a posição de nossos governantes (de todas as matrizes e conveniências partidárias) e de nossa elite intelectual (tanto revolucionária como reacionária), que se esforçam incessantemente para manter nosso país de costas para o futuro.
Remi Beneditus Marigliani
Curitiba, PR

 

Roberto Pompeu de Toledo

Mais uma vez, com certa pitada de bom humor, Roberto Pompeu de Toledo nos traz um texto reflexivo e até profético ("Sobre antiamericanismo e antibrasilismo", Ensaio, 23 de abril). Talvez faltasse acrescentar: quem sabe – oremos para que isso aconteça –, após Síria e Irã, ao chegar a "nossa vez", a era Bush já tenha sucumbido!
Marcos R.B. Bezerra
Porto Velho, RO

 

VEJA 1800

Meus cumprimentos a VEJA por chegar à edição 1800. São 35 anos marcados pela isenção e ética e pelo bem-informar. Uma contribuição valiosa para o desenvolvimento do país.
Walter dos Reis Calçado
Goiânia, GO

 

Radar

Causou-me indignação o fato de ver minha foto e meu nome estampados sob o pejorativo título "Desvios clientelistas na CNI" (Radar, 23 de abril). No período de 1º de janeiro até 15 de outubro de 2002, a presidência da CNI foi exercida primeiro por Fernando Bezerra e, em seguida, por Carlos Eduardo Moreira Ferreira. Assumi a presidência da CNI em 15 de outubro. Além da questão da cronologia das administrações, é preciso ressaltar que as transferências regulamentares obedecem a critérios técnicos, não são meros atos voluntaristas. Tais critérios são fixados em função da participação do regional nas receitas de contribuição do Sesi e de seu desempenho no cumprimento dos programas nacionais.
Armando Monteiro Neto
Presidente da CNI
Brasília, DF

A informação de que a Helibras – Helicópteros do Brasil S/A – é uma empresa deficitária não reflete a realidade ("Nas duas pontas 1" e "Nas duas pontas 2", Radar, 23 de abril). A situação por que ela passa no momento é absolutamente conjuntural. A exemplo do que vem acontecendo com a grande maioria das companhias no Brasil, a Helibras tem sofrido as conseqüências da inexistência de economia de escala e com as despesas financeiras geradas pelos efeitos da desvalorização da moeda nacional diante do dólar americano. Esta é a primeira vez, em muitos anos, que a empresa apresenta balanço desfavorável em previsões iniciais.
Jean Raquin

Presidente da Helibras
São Paulo, SP

 

Cartas

O mapa publicado no quadro "Renânia e Romênia" (Cartas, 23 de abril) exclui não só a metade setentrional da região, mas também três de suas cidades mais importantes (Köln, Bonn e Düsseldorf), além de Leverkusen, central da Bayer. Essa metade setentrional faz parte do atual Estado de Nordrhein-Westfalen (norte da Reno-Westfália).
Peter Schröder
Jaboatão dos Guararapes, PE

 

CORREÇÕES: Michael Jordan tem 40 anos, e não 38 (Veja essa, 23 de abril). A aorta não é uma artéria coronariana. As artérias coronarianas são um ramo da aorta, a principal artéria do corpo humano ("Check-up: você ainda vai fazer um", 23 de abril).

 

 

O DESPERTAR DO GIGANTE


O economista Claudio de Moura Castro, colunista de VEJA, tem a vida dedicada à educação. Soluções para pequenos e grandes problemas educacionais do país e saídas para os dilemas que costumam paralisar mesmo algumas das melhores intenções dos responsáveis pelo setor no Brasil são temas de seu livro Despertar do Gigante, que a Editora e Distribuidora Universidade (Belo Horizonte, MG) acaba de lançar. O foco da obra é propor "a agenda inadiável do processo de tirar o gigante de seu torpor", diz Claudio de Moura Castro na apresentação do livro, leitura obrigatória para quem se preocupa com a qualidade da educação. Leia trechos do livro.

 

OUTRO CRIME ECOLÓGICO

A reportagem "O pior crime ecológico do século" (16 de abril) contou a história da dispersão, por Saddam Hussein, dos "árabes dos pântanos", que viviam numa região alagada do sul do Iraque, drenada pelo governo para acabar com uma cultura que ali resistia há 6 000 anos. O leitor José Fernando de Sousa Andrade, da capital paulista, escreveu para dizer que pior crime ecológico que esse foi a drenagem do Mar de Aral, na antiga União Soviética, para fins de irrigação. "Até hoje existem diversos barcos encalhados num deserto. Um registro surrealista de quanto o homem pode agredir a natureza", comenta o leitor. Em "Sertão soviético" (23 de janeiro de 1991), VEJA registrou o fenômeno, dizendo que o Mar de Aral estava secando e os cientistas não sabiam como evitar o desastre. A matéria "O mar vai virar deserto" (17 de abril de 2002) informou que, "segundo especialistas, o Mar de Aral estará totalmente seco em 2010".

 



 
 
   
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