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Cartas
 | "Perguntar
não ofende: por que será que a superstição é
sempre mais sedutora que a razão?" Luiz
Roberto Turatti Araras, SP |
Paulo Coelho
Sou fã incondicional e leitora assídua das obras de Paulo Coelho
e fiquei encantada com a exuberante capa (a mais bonita que já vi) e com
a reportagem rica em conteúdo. É prazeroso saber que nosso mago
é um dos escritores mais lidos do planeta e que está merecidamente
no topo do mundo em todos os sentidos, graças a seu inegável talento
("Paulo Coelho no topo do mundo", 23 de março). Marcia Nascimento Presidente
do fã-clube oficial de Paulo Coelho Rio de Janeiro, RJ
Desculpem-me a sinceridade, mas Paulo Coelho não passa de um "guru" de
quinta categoria. Seus livros, que têm fim exclusivamente comercial, buscam,
na verdade, explorar as pessoas na fragilidade de seu ser, de sua personalidade,
de seus sentimentos. Um charlatão em todos os sentidos. Carlos Neves
da Franca Neto João Pessoa, PB
Já está na hora de o Brasil ganhar um Prêmio Nobel, e O
Zahir pode ser o instrumento que faltava para o país conseguir tal
honraria. João Alberto Fernandes Ribeirão Preto, SP
Tem-se a certeza de que a humanidade
entra num período de mediocridade intelectual quando um autor que escreve
banalidades e frases de efeito copiadas é lançado à categoria
de "celebridade internacional". Airton Minotto Caxias do Sul, RS
Estive em fevereiro último
na Itália e me impressionou a aceitação de Paulo Coelho por
lá. Num navio que faz a travessia para a Sardenha havia simplesmente oito
títulos dele. Sem dúvida, esse sucesso não veio por acaso
e, como brasileiro, isso muito me orgulha. Parabéns, Paulo! Renato
Bahia Natal, RN Quando
vi a capa de VEJA desta semana, exclamei: "Como esse Paulo Coelho é poderoso!"
Como leitor de VEJA há mais de 29 anos, deixo registrado meu descontentamento. Jorge
Rizzo Rio de Janeiro, RJ
Sempre que alguém obtém muito sucesso, tem gente que critica e o
julga imerecido. Podemos gostar ou não do "mago" Paulo Coelho, mas não
podemos negar o sucesso, a importância e a grande influência de sua
obra. Percy Arantes Salviano São Paulo, SP
O que Bill Clinton, Madonna, Shimon Peres, Russell Crowe, Sharon Stone e outros
65 milhões de pessoas têm em comum? Todos têm uma fraqueza
semelhante, o que é natural em seres humanos. Nesse caso, é gostar
de subliteratura. Eloisa de Azevedo Brasília, DF
Andando pelas ruas de Londres, a surpresa numa livraria: "Superpromoção,
aproveitem!" Eram títulos de Paulo Coelho. Parabéns, VEJA, por homenagear
um ícone brasileiro da literatura. Paulo Henrique P. Florencio Recife,
PE Curto e grosso: não
tinha outro assunto de capa, não, hein? A qualidade da literatura de Paulo
Coelho é desproporcional ao destaque que ele recebe da mídia. É
Coelho demais para o meu gosto. Terá sido a Páscoa o motivo? Alexandre
Cobbett Teresópolis, RJ
Juro que tentei ler Paulo Coelho. Leio Shakespeare, Walt Whitman, Rachel de Queiroz,
Emily Brontë. Mas Paulo Coelho não consegui ler. E olhe que sou uma
pessoa razoavelmente paciente. O livro Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e
Chorei é tão ruim que lá pela página 70 eu é
que estava chorando, porque o autor ainda não havia dito nada! Maria
Lúcia Benevides da Silva Natal, RN
Educação O Ministério
da Educação (MEC) considera oportuno esclarecer aos leitores da
revista VEJA alguns pontos relacionados à matéria "Cotas para quê?",
publicada na edição de 23 de março, que trata da pesquisa
sobre cotas, pesquisa essa contratada pela Associação Nacional dos
Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes)
e financiada pelo MEC. Em nenhum momento, como cita a matéria, o MEC pretendeu
esconder ou ir contra os resultados da pesquisa feita pela Universidade de Brasília
(UnB). Cabe lembrar que a referida pesquisa já havia sido divulgada previamente,
ainda que sem conhecimento do MEC e da Andifes, pela Rede Globo. A Secretaria
de Educação Superior do Ministério da Educação
(SESu) não tinha feito nenhuma avaliação do estudo. O gabinete
do ministro também não havia sequer sido comunicado sobre a apresentação
da pesquisa. Cabe à Andifes agendar data e hora para divulgar oficialmente
a pesquisa, no que terá toda a colaboração do MEC. Os resultados
já foram entregues à Andifes para ser apresentados, nas dependências
do MEC, quando a entidade achar oportuno. Quanto à discussão sobre
a política de cotas, nossa posição é que o debate
é bem-vindo, necessário e democrático. Tarso Genro Ministro
da Educação Brasília, DF
A Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp) é
distribuída por todo o estado de São Paulo, estando presente hoje
em 23 municípios. Nós tínhamos em 2004 cerca de dezesseis
cursinhos pré-vestibulares para alunos carentes, com 2.060 vagas. Os professores
dos cursinhos são nossos alunos de graduação. Na maioria
dos casos, eles recebem uma bolsa de extensão, no valor de aproximadamente
200 reais, para ministrar aula para alunos carentes, sejam negros, pardos, índios,
brancos etc. O grande desafio é como manter os alunos recém-inclusos
no sistema universitário. Isso porque um aluno que faz cursinho em Guaratinguetá
pode ser aprovado em Ilha Solteira. Daí ele vai bater na porta do diretor
de Ilha Solteira, solicitando solução para o seu problema. O que
fazer então? Em 2005 a Unesp propôs um projeto inédito ao
governo do estado em que ofereceria cerca de 12.000 vagas aos alunos carentes.
Em contrapartida, esses mesmos alunos, ao entrar na universidade, seriam os futuros
professores dos cursinhos. Para tanto, receberiam uma bolsa de extensão
universitária. Isso amenizaria o problema social dos alunos, aumentaria
a oportunidade para os carentes e os incluiria definitivamente no sistema universitário
paulista. Para maiores detalhes, consulte http://www.proex-unesp.org.br/,
entre em Consultar e a seguir em Relatórios Proex. Benedito Barraviera pró-reitor
de extensão universitária (2001-2004) Botucatu, SP
Tabagismo
Acredito que, além de novos medicamentos que estão para ser lançados,
a terapia de aconselhamento é de suma importância na luta contra
o tabagismo, pois é nela que percebemos quantos dos cigarros que fumamos
são realmente decorrentes da dependência da nicotina e quantos são
consumidos por simples hábito. No Programa de Terapia contra o Tabagismo,
que é realizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein Unidade
Brasil, sob a coordenação do doutor José Antonio Maluf de
Carvalho, no qual sou assistida toda semana, tenho alcançado grande êxito,
independentemente da ingestão de qualquer medicamento. Célia
Zukerman Akerman São Paulo, SP
Cuidamos exclusivamente de fumantes há 28 anos. Em nossa experiência
com milhares de pessoas que largaram o vício, observamos que grande parte
dos cigarros que um viciado fuma por dia está relacionada não com
o prazer, mas com a dependência da nicotina, com o gesto mecânico,
a ansiedade, a pressão, a inspiração e mais outras tantas
motivações na esfera psicossocial. O fumante não tem essa
percepção e no dia-a-dia nem faz a diferenciação entre
o prazer e a dependência química ou psicossocial. Por isso, com o
tempo se verá que essas medicações ou vacinas contra o prazer
de fumar serão, para o fumante, mais um sonho frustrado e, para os laboratórios,
mais um grande trunfo comercial. F. Marat Instituto Marat São
Paulo, SP Há um tratamento
antitabagismo que pode comprovar 86% de sucesso, após seis meses, com medição
da taxa de monóxido de carbono no ar expirado pelos ex-fumantes, mês
a mês. Como diretora da Quit for Life no Brasil, clínica que trata
exclusivamente de fumantes que querem parar de fumar, posso afirmar que essa taxa
de sucesso de 25%, citada na reportagem "Baforadas sem prazer" (23 de março),
é relativa. Apesar da notícia alentadora da existência dos
medicamentos mencionados, vale lembrar que nenhum remédio sozinho faz milagres.
O tabagismo é um comportamento compulsivo que envolve, além da dependência
química, a psicológica. Portanto, sem acompanhamento eficaz que
contemple todos esses aspectos, o resultado pode deixar a desejar. Heloisa
Caiuby Coutinho Diretora da Quit for Life no Brasil www.quitforlife.com.br
Democracia
Devemos comemorar os vinte anos de "democracia", mas por outro lado temos motivos
de sobra para ficar tristes. Alguns tratados de sociologia dizem que para uma
sociedade mudar seu comportamento político são necessários
100 anos de investimento em educação e cultura, o equivalente a
três gerações. E o que a sociedade brasileira observa, com
pesar, é que nos últimos vinte anos presenciamos diversos fatos
vergonhosos tendo como atores principais nossos políticos ("Vitória
da democracia", 23 de março). Frank Ned Brasília, DF
Quando assistimos, nas comemorações
da redemocratização, à inversão de alguns papéis,
o seu artigo, lúcido e esclarecedor, resgata, sobretudo para as novas gerações,
os fatos e os principais atores da mais bem construída articulação
política da história recente do país. O Brasil e a história
ficam lhe devendo mais essa. Governador Aécio Neves da Cunha Belo
Horizonte, MG Vinte anos de
regime democrático. Não foi feita nenhuma grande manifestação
de alcance popular para comemorar o fato. Nada foi mostrado aos jovens do país
sobre a luta para o Brasil voltar a ser uma democracia. Mas nesses vinte anos
o país avançou menos do que os articuladores do retorno da democracia
gostariam. Rodrigo Bertuol Curitiba, PR
Roberto Pompeu de Toledo afirma que Golbery e Geisel perceberam em determinado
momento que o sistema caminhava para a ruína e imaginaram uma saída
estratégica: a "abertura". Não sei dizer exatamente quanto o país
cresceu ou deixou de crescer, mas o fato é que ele passou do 46º para
o 8º PIB do mundo durante o regime militar. Hoje, com vinte anos de festejada
democracia, ocupamos o 15º lugar. Para onde caminha exatamente o sistema
atual? Hermínio Silva Júnior São Paulo, SP
Depois de enaltecer muito merecidamente
a figura e o papel de Ulysses Guimarães no processo de redemocratização
do país, a ponto de saudá-lo como um "artista da política",
VEJA foi bastante infeliz quando, ao relembrar seu trágico fim nas águas
de Angra dos Reis, disse que ele "virou comida de peixe". A expressão chula
não condiz com o texto da reportagem e dele destoou completamente. Agenor
Alves Feitosa Recife, PE
Lei de Responsabilidade Fiscal O que falta
a grande parte dos políticos é a vontade de zelar pelo interesse
da pátria. O que sobra é a vontade de querer levar vantagem, custe
o que custar ao povo. Essa reportagem ("O dique pode estourar", 23 de março)
provoca tristeza e vontade de chorar. Sabia que essa lei, que obriga a respeitar
o dinheiro público, seria atacada inescrupulosamente. Luiz Carlos
Macorati Presidente Prudente, SP
PT Todos os recursos aplicados no PCPR são
exclusivos do Estado, por meio de empréstimo com o Banco Mundial, e não
do Ministério das Cidades, como diz a reportagem "...Bem me quer, mal me
quer" (9 de março). Quanto à utilização do programa
para fins eleitoreiros, o diretor informa que todos os projetos são encaminhados
pelas próprias comunidades, organizadas por associações comunitárias
com, no mínimo, doze famílias integrantes. A maioria dos projetos
conta com contrapartida das prefeituras dos municípios beneficiados, embora
já existam diversos casos em que o próprio Estado arca com todo
o projeto, pois prefeitos municipais, desconsiderando a importância dos
benefícios a ser levados a seus municípios ou pertencentes a outros
grupos políticos (o que não é uma generalização),
não participam. Francisco das Chagas Ribeiro Filho Diretor
executivo do Programa de Combate à Pobreza Rural Teresina, PI Diogo
Mainardi O colunista Diogo Mainardi conseguiu traduzir
o sentimento de milhares de brasileiros e, em especial, o dos policiais em seu
artigo "Marcelo, o não tão Sereno" (23 de março). Esse Estatuto
do Desarmamento está entre outras grandes "inovações", ao
permitir que o policial faça uso de sua arma particular em serviço.
Não queremos esse favor. Queremos que o Estado forneça armamento
e equipamentos adequados ao desempenho de nossas funções, para podermos,
enfim, tentar proporcionar um pouco mais de tranqüilidade à sociedade,
participando de forma mais eficiente do processo de segurança pública. Luís
Cláudio Avelar Presidente do Sindicato dos Policiais Federais
no Distrito Federal Brasília, DF
Critiquei seu primeiro artigo contra o desarmamento por entender que a maioria
dos leitores não perceberia a ironia e acabaria contra sua (nossa) posição.
Como diretor da ANPCA, tenho de tomar todos os cuidados para que meus escritos
não sejam de forma alguma mal interpretados. Essa, certamente, não
é uma preocupação sua. Mas seu segundo artigo ("Marcelo,
o não tão Sereno") foi brilhante. Os anti-armas nos acusam de receber
dinheiro dos fabricantes como forma de descredenciar nossas posições.
Fizeram o mesmo contigo. Cá entre nós, é uma pena que isso
não seja verdade. Os fabricantes nacionais de armas nunca nos deram um
único tostão porque seus interesses são diferentes dos nossos.
Enquanto seu monopólio estiver garantido, que se danem os direitos civis. Leonardo
Arruda Diretor da Associação Nacional dos Proprietários
e Comerciantes de Armas (ANPCA) Rio de Janeiro, RJ
Surpreendeu-nos o artigo de Diogo Mainardi sobre o desarmamento por, pelo menos,
dois motivos: manifesta desconhecer pesquisas e estudos que vêm sendo feitos
no Brasil há anos a respeito do custo social provocado pelo uso de armas
de fogo por parte de civis que, na imensa maioria, carecem de treinamento adequado
para tal. Também parece desconhecer, tal como vem sendo considerado por
muitos, que a fragilidade emocional provocada pelo stress de viver em grandes
cidades torna os que carregam armas de fogo agressores potenciais arruinando
sua vida e a da família. Lia Diskin São Paulo, SP
Febem A reformulação
da Febem foi uma preocupação dos governos Mário Covas e Geraldo
Alckmin desde o início. O processo de descentralização começou
em 1995, quando a Febem tinha apenas 34 unidades. A partir de então, não
houve um único ano em que novos módulos não fossem construídos,
até chegarmos ao número atual de 77 em todo o estado. Mais do que
o aumento de vagas, a descentralização tem como principal objetivo
aproximar os internos de sua família e de sua comunidade, como determina
o Estatuto da Criança e do Adolescente, para que o processo de ressocialização
seja mais rápido e eficiente. Em 2005, continuando a descentralização,
está prevista a construção de 41 unidades em nove cidades,
com capacidade para apenas quarenta jovens em cada uma, gerando 1.640 novas vagas.
Há seis anos, foi iniciada uma nova fase na história da instituição,
com a aceleração do processo de regionalização, fechamento
de dois grandes complexos (Imigrantes e Parelheiros), redução do
tamanho das unidades e investimento na qualificação profissional
dos funcionários. À época, a Febem tinha cerca de 3.500 internos.
Hoje são mais de 6.000. Esse aumento da população internada
absorveu o crescimento do número de vagas, mas a instituição
conseguiu, mesmo assim, eliminar o problema da superlotação. O investimento
nos processos sociopedagógicos tem sido outra das preocupações.
Desde 2000, o número de internos atendidos por cursos profissionalizantes
tem crescido ininterruptamente. Em 2004, mais de 5.000 adolescentes obtiveram
diploma em algum dos 52 cursos que funcionam dentro da instituição.
Em 2005, a Febem contratou o Centro Paula Souza, que ministrará cursos
profissionalizantes para os 6.000 adolescentes, sendo que nesta semana 500 jovens
do Tatuapé iniciaram novas turmas para aprender um ofício. Fica
claro, portanto, que o processo de mudança da Febem ocorre desde 1995,
em etapas sucessivas, visando a ressocialização dos adolescentes
("Demagogia juvenil", André Petry, 23 de março). Alexandre
de Moraes Secretário estadual de Justiça e presidente da
Febem São Paulo, SP 
A Águia de Haia Comentando
a nota "À altura do Águia de Haia" (2 de fevereiro), o leitor Vicente
Renato Paolillo, de São Paulo, escreveu: "Conforme esclarece o (dicionário)
Aurélio, pela sua magnífica atuação na 2ª
Conferência de Paz, realizada em Haia, em 1907, Ruy Barbosa recebeu o cognome
de 'Águia de Haia', em reconhecimento a seu grande saber e talento pairando
acima de todos". Ele diz ser inadequado o uso da palavra como substantivo masculino:
"Quando se diz que alguém é um 'águia', quer se referir a
um tratante, velhaco, espertalhão", termos que Paolillo considera
impróprios para se referir a Ruy Barbosa.
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Conrad: britânico ou polonês?
A
respeito da reportagem "A estranha vida das citações" (16 de março),
o leitor Edmundo Paes de Barros Mercer, de São Paulo, informa: "Apesar
de escrever em inglês, Joseph Conrad era polonês". Mercer cita o ensaísta
H.L. Mencken para comprovar o que diz: "Conrad continuou eslavo até o fim.
As pessoas em seus contos, não importa os nomes que tenham, são
tão eslavas quanto ele (O Livro dos Insultos, de H.L. Mencken)".
Por e-mail, Rodrigo Abreu dá a mesma informação e acrescenta:
"Ele começou a aprender inglês aos 20 anos de idade". Na verdade
Conrad era britânico, nascido com nacionalidade russa, filho de pais poloneses.
Józef Teodor Konrad Korzeniowski nasceu em 1857, em Berdichev, numa região
polonesa da Ucrânia, então parte integrante do império russo.
Aos 4 anos de idade exilou-se com a família no norte da Rússia.
Aos 12 ficou órfão de pai e mãe e foi viver com um tio na
Suíça. Estudou em Cracóvia, na Polônia. Adulto, ingressou
na Marinha mercante francesa e mais tarde se transferiu para a esquadra inglesa,
onde fez carreira, chegando a comandar o próprio navio. Em 1886 ganhou
a cidadania britânica e adotou oficialmente o nome Joseph Conrad. Com esse
nome assinou alguns dos melhores contos e novelas em língua inglesa. |
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