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Edição 1 736 - 30 de janeiro de 2002
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Intrigas e sexo?

Com um time de anônimos "desinibidos",
Big Brother Brasil é a resposta da Globo
a Casa dos Artistas

Marcelo Marthe


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Por dentro da gaiola
Fotos dos participantes
Fotos da casa

Três meses depois de ser alvejada de surpresa por Silvio Santos e sua Casa dos Artistas, a Rede Globo enfim parte para o contra-ataque. Para tanto, investiu um caminhão de dinheiro no programa-realidade Big Brother Brasil, que estréia nesta terça-feira, após a novela das 8. Calcula-se que a rede carioca tenha gasto cerca de 10 milhões de reais para montar sua estrutura, entre compra de equipamentos e construção do cenário, de 2.300 metros quadrados, no Rio de Janeiro. Além disso, teria pago montante equivalente pelos direitos da atração, desenvolvida pela produtora holandesa Endemol e vista por 80 milhões de espectadores em dezenove países desde que surgiu, em 1999. Grosso modo, o público brasileiro já conhece a fórmula do programa. Afinal, ele serviu de inspiração para Casa dos Artistas – motivo pelo qual o SBT enfrenta um processo de plágio na Justiça movido pela concorrente. Um grupo inicial de doze pessoas será isolado na casa montada pela Globo, vigiada por quarenta câmaras e sessenta microfones. O programa será exibido diariamente ao longo de nove semanas, em horários variáveis, entre 22 e meia-noite.


Fotos divulgação

A modelo Helena e o fortão Kleber: libido atiçada


A peça de resistência de Big Brother Brasil deverá ser o sexo. Para atiçar a libido, homens e mulheres poderão se misturar nos dois quartos de dormir. Além disso, quando chegarem à "gaiola" montada pela Globo, eles terão uma surpresa: não há camas para todos. Pelo menos para um casalzinho, a opção será acomodar-se mal, ou espremer-se sob o mesmo lençol (será que haverá edredons?). No elenco de "anônimos" há um contingente de corpos sarados e mentes abertas a, digamos, novas experiências. "A mulherada está soltando fogo e os rapazes dispostos a sair para o ataque", excita-se o diretor J.B. de Oliveira, o Boninho. A exceção é a paranaense Helena, que pertence à categoria das modelos e atrizes e foi escolhida para ser uma das beldades em cena. "Não vou cair em tentação, pois tenho um pacto de fidelidade com meu namorado", desconversa ela.

 

Boninho, na ilha de edição: gincanas

A casa que abrigará o Big Brother Brasil é três vezes maior que aquela que foi usada como cenário de Casa dos Artistas (veja quadro). Toda a estrutura, que inclui ainda um caminhão no qual está instalada a mesa de edição, consumirá eletricidade suficiente para abastecer uma cidade de 20.000 habitantes. Quanto ao formato da atração, a Globo anuncia algumas diferenças em relação ao concorrente: o Big Brother deverá valer-se muito mais de gincanas. Só por meio delas, diz a emissora, será possível conseguir uma ração extra de alimentos, para complementar a porção regular de arroz, feijão e goiabada a que cada um terá direito. Do Big Brother americano copiou-se a idéia de, a cada semana, transformar o ganhador de uma determinada gincana em "líder". O felizardo conquista a imunidade e o direito de usufruir uma suíte. Mas sofre o desgaste de ter de indicar, em público, um companheiro que gostaria de ver expulso. Paralelamente, os outros integrantes elegerão uma segunda pessoa para deixar a casa, em votação secreta. Caberá ao público decidir, a cada semana, qual desses dois nomes será eliminado da disputa pelo prêmio de 500 000 reais.

 

Big Brother espanhol: no ar em dezenove países

Ainda é cedo para saber se Big Brother Brasil vai sucumbir ou não à "síndrome de No Limite" – aquela anemia nos índices de ibope provocada pela escalação de elencos amorfos. Vários selecionados ostentam no currículo pontas na TV. É o caso daqueles em que se deposita a esperança de virarem "vilões". Há até um candidato a neo-Alexandre Frota: o campineiro Kleber, de 23 anos, garotão malhado que fez pontas em comerciais e sonha em ser ator de novelas. Nos bastidores, o jovem causou sensação com seu jeito tinhoso e propensão para liderar armações. "Costumo agir meio na ignorância mesmo. Sei que cheguei aqui por causa do meu corpão e quero derrubar todo mundo", gaba-se Kleber. A aspirante a Núbia Ólive, por sua vez, chama-se Alessandra. É uma morena de 27 anos que trabalha como promotora de festas em São Paulo e fez bico na novela O Rei do Gado. "Sou o estereótipo da patricinha mimada", informa Alessandra. "E acho que impressionei quando disse que mataria por dinheiro." Os participantes terão de acordar às 8 da manhã, sob saudações de globais como Cid Moreira e o Louro José. Não bastasse isso, os únicos seres do mundo exterior que enxergarão enquanto estiverem no local serão o apresentador Pedro Bial e a atriz Marisa Orth, que se revezarão no papel de âncora. O dia-a-dia no Big Brother Brasil, pelo jeito, vai ser de lascar.

 

   
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