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Edição 2084

29 de outubro de 2008
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Está por pouco

Na corridinha final para a Casa Branca,
crise e pesquisas apertadas


Vilma Gryzinski

Jae Hong/AP


Lista de tarefas: visitar a avó doente, ser eleito presidente dos Estados Unidos, salvar o mundo da crise. Ah, sim, e não ficar olhando o dia-a-dia das pesquisas, porque dá muita aflição. Isso é uma brincadeira com o que deve estar passando pela cabeça de Barack Obama na arrancada final para a eleição do próximo dia 4, mas alguns fatos são comprováveis. Ele tirou dois dias na semana passada para ver a avó, Madelyn Dunham, de 86 anos, que mora no Havaí e está mal de saúde. E as pesquisas, como tudo nesta campanha e em suas extraordinárias circunstâncias, são de arrepiar. Embora Obama sempre apareça na frente, John McCain tem desafiado todos os que o dão por acabado – é só o democrata disparar e ele vem correndo atrás, piscando os olhinhos. Na média de sexta-feira, Obama corria com 7 pontos à frente, mas em pelo menos uma pesquisa a diferença era de apenas 1 ponto. De todas as coisas ditas contra ele, incluindo "muçulmano" e "socialista", nada surtiu tanto efeito quanto o epíteto, este verdadeiro, de aumentador de impostos. Mas as chances de vitória de Obama eram estimadas em 87%. Já dá para pensar, com folga, no discurso de vitória, na festa da posse e, mais importante, na equipe de governo que pegará a mãe de todas as crises. O resto do planeta vai se alegrar (Obama ganha de 4 para 1 nas preferências mundiais) e ouvir até cansar o adjetivo histórico. E se consumir numa pergunta complicada para os que têm uma visão simplista: como é que os americanos belicistas, racistas e neoliberais imperialistas ultragalácticos elegeram Obama?



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