BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2084

29 de outubro de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
SEÇÕES
Carta ao Leitor
Entrevista
Lya Luft
Leitor
Millôr
Blogosfera
PANORAMA
Imagens da Semana
Holofote
SobeDesce
Conversa
Números
Datas
Radar
Veja Essa
 

Leitor

Assuntos mais comentados

Crime de Santo André — 187
Homicídio em queda — 90
André Petry — 33
Claudio de Moura Castro — 30
Capa e eleições — 26


Câncer de próstata

Queria cumprimentar a jornalista Adriana Dias Lopes e a equipe da revista por terem abordado um assunto tão importante em torno do qual a Sociedade Brasileira de Urologia vem lutando há tantos anos, realizando, sozinha, campanhas públicas para esclarecer a população. O diagnóstico precoce é essencial para combater essa doença, que não apresenta sintomas, e para isso o exame de toque é fundamental.
Aline Thomaz
Rio de Janeiro, RJ

Há trabalhos mostrando que, se fizermos biópsias indiscriminadamente em homens acima de 60 anos, 25% deles serão portadores de câncer de próstata, mas apenas em metade dos casos ele se constituirá num problema médico. Em medicina, a grande dificuldade ao fazer o diagnóstico desse tipo de câncer é saber se aquele será ou não um tumor agressivo, fatal para o paciente. A vigilância ativa deve ser a conduta de escolha em vários casos em que se faz prostatectomia radical. Encontra-se em andamento nos Estados Unidos um importante trabalho (Prostate Cancer Intervention Versus Observation Trial) comparando a conduta expectante com a prostatectomia radical. Em 2010 teremos várias respostas com esse trabalho.
Joaquim Bomfim,
médico
Belo Horizonte, MG

 

Eleições

Marta Suplicy está pouco à vontade para bulir na vida alheia. Ela construiu sua carreira política à sombra do ex-marido, o senador Eduardo Matarazzo Suplicy. Seja como for, é pouco relevante para o eleitor a opção de vida das pessoas. Exceto para os moralistas e hipócritas, não houve até agora quem contestasse a liberdade civil garantida pela Constituição. O povo respeita as opções, desde que assentadas na verdade. O que ele não gosta mesmo é de traição. É revoltante vindo de quem veio. Só posso dizer: meus pêsames, dona Marta ("Vale-tudo eleitoral", 22 de outubro)
Turíbio Liberato
São Caetano do Sul, SP

A vida íntima de qualquer candidato não deveria influenciar o resultado das urnas. Uma liderança eficaz não requer que o indivíduo seja casado e tenha filhos; requer confiança e credibilidade. É notória a grande diferença entre a administração de Marta Suplicy e a de Kassab. Difamar candidato que está bem nas pesquisas de opinião é um golpe baixo (André Petry, 22 de outubro).
Nelson Kazuo Ando
São José dos Campos, SP

O que está em jogo neste vale-tudo eleitoral é a baixaria das baixarias políticas aliada à hipocrisia. Onde estão as propostas de governo desses candidatos? Este é o Brasil que não merecemos.
Rodrigo Bulla
Joinville, SC

Não entendi a atitude do presidente Lula ao cobrar desculpas de José Serra a respeito da declaração feita pelo governador de que a greve dos policiais civis de São Paulo é eleitoreira. Em nenhum momento Serra citou o nome do presidente. As acusações do governador foram dirigidas à CUT e à Força Sindical, sindicatos comandados pelo PT e pelo PDT, respectivamente. E o PT é o berço dos aloprados que queriam fazer um dossiê falso para que seu candidato ganhasse as eleições. Os petistas também foram citados pelo Ministério Público como membros da quadrilha do mensalão.
Helena Werneck
Brasília, DF

"Se Deus fosse do PT, eu seria ateu. Para eles, não importam os valores éticos, o importante é vencer, custe o que custar."
Everaldino Júnior
Por e-mail

 

JF Diorio/AE
IRMÃO CONTRA IRMÃO
CUT e Força Sindical por trás do confronto entre as polícias

 

 

Tragédia em Santo André

Até quando seremos obrigados a assistir a essas tragédias, que poderiam ter sido evitadas, se a infância não estivesse entregue à própria sorte, já que a vítima iniciou um relacionamento com um homem, maior de idade, aos 12 anos? Quantas tragédias mais devemos presenciar para que se desperte este "gigante adormecido" em retórica, ignorância e impunidade ("Tragédia de incompetência", 22 de outubro)?
Tania Godoy
Professora de história militar da Academia da Força Aérea Brasileira
Pirassununga, SP

Mais uma vítima do politicamente correto. E não será a última. Havia antecedentes criminais, o que não havia eram registros. Ou vão dizer que namorar uma criança de 12 anos de idade não é pedofilia?
Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro
Recife, PE

 

Claudio de Moura Castro

O artigo "Os professores e a regra de três" (22 de outubro) provoca reflexão entre o "estar professor" e o "ser professor", valorizando a importância da prática como realidade educacional. É necessário avançar mais, eliminando as regras do "fingir que ensina" e do "fingir que aprende". Para tanto, professores e alunos devem atuar voltados mais para os deveres e obrigações e menos para a prevalência de seus direitos.
Celso Leal da Veiga Júnior
Coordenador do curso de direito da Univali
Tijucas, SC

 

Cinema

Com relação à crítica sobre o último filme de Bruno Barreto, Última Parada 174 (22 de outubro), de Isabela Boscov, temos a dizer que, a pretexto de fazer uma análise, ela aproveita a oportunidade para, deixando de lado o longa, dirigir ataques e comentários sobre a trajetória da família Barreto no panorama cinematográfico brasileiro. Nesse sentido, tenta analisar nossa atuação nestes 45 anos de atividade, desde os tempos do cinema novo até os dias de hoje. Ignora que neste período produzimos filmes como Vidas Secas e Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos, Terra em Transe, de Glauber Rocha, A Hora e a Vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos, Garrincha, Alegria do Povo e O Padre e a Moça, de Joaquim Pedro de Andrade, Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Bruno Barreto, Bye, Bye, Brazil, de Carlos Diegues, O Quatrilho, de Fábio Barreto, O que É Isso, Companheiro?, de Bruno Barreto, Lição de Amor, de Eduardo Escorel, Índia, a Filha do Sol, de Fábio Barreto, Inocência, de Walter Lima Junior, Bossa Nova, de Bruno Barreto etc., filmes que fixaram nossa marca no plano nacional e internacional, marca de qualidade técnica e artística. Dizer que Última Parada 174 é produção dos Barreto é uma falta de informação imperdoável. Para que essa falta não passe em branco, e fazendo justiça aos produtores desse belo filme dirigido por Bruno Barreto, queremos informar que o longa foi produzido pelas empresas Moonshot (Patrick Siaretta) e Moviart (Paulo Dantas), sendo a LCBarreto mera co-produtora minoritária, uma participação afetiva, quase simbólica.
Luiz Carlos Barreto
Rio de Janeiro, RJ

 

VEJA

Acompanho VEJA desde seu número zero e não poderia deixar de expressar minha grande admiração, cumprimentando-a por sua importantíssima contribuição ao aperfeiçoamento cívico do Brasil. Notadamente agora, no artigo de Gianetti da Fonseca (Especial – VEJA 40 Anos), em que ficou em relevo a necessidade de que nossa cultura tenha grande atenção para o aprimoramento do caráter e da honradez.
José Carlos de Barros Neiva
São Sebastião, SP

 

Correções: a foto de Claudia Raia publicada na seção Gente (15 de outubro) saiu com o crédito errado. O correto é: Mauricio Nahas/Revista Joyce Pascowitch. • A reportagem "O estilo de cada um" (22 de outubro) diz que os debates entre os candidatos à Presidência americana são organizados por uma entidade sem ligação com os partidos. Na verdade, a Commission on Presidential Debates é uma entidade suprapartidária, que tem entre seus dirigentes pessoas ligadas aos dois maiores partidos do país, o Democrata e o Republicano. Os ex-presidentes republicanos Gerald Ford e Ronald Reagan (já falecidos) e os democratas Jimmy Carter e Bill Clinton estão na galeria de seus presidentes honorários.

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
Fax:
(11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.


 



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |