| Guia
A caça
aos trainees
Está aberta
a temporada de caça a novos talentos, via programas de trainee,
em grandes empresas do país. Os candidatos em geral,
jovens formados há menos de dois anos enfrentam disputas
com 1 000 candidatos por vaga, seleções que duram
três meses e, em alguns casos, até entrevista com o
presidente da empresa. Os escolhidos passam de seis meses a quatro
anos circulando dentro de áreas estratégicas da companhia,
com salário entre 2 500 e 3 500 reais, mais benefícios.
"Os programas aceleram profundamente a carreira", diz Ricardo Dreves,
diretor da Dreves Associados, especializada em recrutamento. Em
média, 70% dos trainees são efetivados. A seguir,
alguns dos programas de seleção.
BOSCH
Formados
em administração, análise de sistemas, computação,
economia ou engenharia (da computação, de produção,
elétrica, eletrônica, mecânica e mecatrônica).
Inscrições
até dia 30 em www.dreves.com.br.
BRASKEM
Formados
desde dezembro de 2002 em administração, ciências
contábeis, computação, economia, psicologia,
sistemas de informação e engenharia (civil, da computação,
de materiais, de produção, elétrica, eletrônica,
mecânica e química).
Inscrições
até dia 30 em www.braskem.com.br.
BRASPELCO
Formados
a partir de 2002 em administração, ciências
contábeis, comércio exterior, economia, marketing,
psicologia e engenharia (civil, de produção, mecânica
e química).
Inscrições
até dia 30 em www.braspelco.com.br.
BUNGE
Formados
a partir de dezembro de 2003 em administração, agronomia,
ciências contábeis, economia e engenharia (de alimentos
e química).
Inscrições
em www.santista.com.br.
CARGILL
Diplomados
a partir de 2002 em administração, ciências
contábeis, economia ou engenharia (elétrica, de alimentos,
mecânica e química).
Inscrições
até dia 30 em www.dreves.com.br.
FUNDAÇÃO
O BOTICÁRIO
O programa
Trainee em Meio Ambiente é voltado
para jovens entre 21 e 28 anos de idade,
formados em qualquer área.
Inscrições
até 26 de outubro em www.fundacaooboticario.org.br.
ITAÚ
SEGUROS
Diplomados
a partir de dezembro de 2002 em administração, ciências
contábeis, ciências sociais, marketing, informática,
direito, economia, engenharia, matemática e estatística.
Inscrições
até 12 de outubro em www.ciadetalentos.com.br.
KLABIN
Formados
a partir de julho de 2001 em administração, ciências
contábeis, comércio exterior, comunicação
social, direito, economia, engenharia, informática, marketing,
pedagogia ou psicologia.
Inscrições
até 4 de outubro em www.acrossrh.com.br/klabin.
SOUZA
CRUZ
Formados
a partir de 2002 em administração, agronomia, comunicação
social, economia, informática, psicologia e engenharia (de
produção, elétrica, mecânica e química).
Inscrições
até dia 30 em www.souzacruz.com.br.
UNIBANCO
Formados
a partir de 2002 em economia, administração ou engenharia
(elétrica, da computação, de produção
e mecânica).
Inscrições
até dia 30 em www.dreves.com.br.
Do
LP para o CD
A
tecnologia para transformar LP em CD e fita VHS em DVD está
mais acessível. A tarefa exige algum conhecimento de informática,
mas, uma vez adquirida a prática, torna-se mais fácil
fazer a conversão. Aroaldo Veneu, um dos autores do livro
Como Fazer CDs de Alta Qualidade (editora Campus), explica
os passos básicos:
LP
EM CD
1 Equipamento
necessário: computador com Windows 98 ou superior e pelo
menos 1 gigabyte de memória livre no disco rígido;
gravador de CD; toca-discos de vinil com saída de som estéreo;
mixer aparelho que custa cerca de 300 reais , que deve
ser conectado à entrada de som do computador.
2 É
preciso instalar um software de edição de som para
realizar a captura. Um dos mais recomendados é o profissional
Sound Forge (http://mediasoftware.sonypictures.com/).
Uma opção gratuita é o Wave Pad (www.nch.com.au/wavepad/).
3 Para
evitar que os chiados do LP persistam no CD, é recomendável
usar os filtros oferecidos no software.
4 Depois
de capturar e editar o som, utiliza-se o gravador de CD para passar
as músicas para o disco.
VHS EM DVD
1 Equipamento
básico: computador com processador Pentium III ou superior
com cerca de 15 gigabytes de memória livre no disco rígido;
um gravador de CD ou de DVD; placa de captura de imagem; videocassete
conectado à placa por cabo RCA, que custa entre 10 e 20 reais
em lojas de som e vídeo.
2 As
placas de captura recomendadas são a Studio Deluxe V8, a
MovieBox DV e a Dazzle Fusion. Elas custam entre 150 e 5 000 reais.
Na hora de adquirir uma, é preciso verificar se ela captura
vídeos analógicos e digitais. Em geral, as placas
funcionam no sistema NTSC, adotado nos Estados Unidos. Se o vídeo
só utilizar o sistema PAL-M, padrão no Brasil, é
necessária uma placa capaz de ler esse formato ou usar um
adaptador.
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É recomendável verificar se a placa grava em MPEG
2, o formato do
DVD. Para passar as imagens digitalizadas para o CD é possível
utilizar o gravador de DVD, que custa entre 500 e 1 000 reais, ou
o gravador de CD. Nesse caso, deve-se salvar o arquivo em formato
VCD, que tem qualidade inferior, para que o aparelho de DVD consiga
lê-lo.
Fui
clonado, e agora?
Foi desmantelada
na semana passada uma quadrilha internacional acusada de ter clonado
mais de 200 000 telefones celulares no Brasil. Cartões de
crédito e placas de carro também podem ser clonados.
Os textos orientam como proceder diante de problemas desse tipo:
CARTÃO
DE CRÉDITO
Como identificar:
a fatura indica despesas que não foram realizadas por você.
A administradora do cartão em geral rastreia despesas pouco
habituais e avisa o cliente.
O que
fazer: informar imediatamente a administradora. O valor lançado
a mais é reembolsado no mesmo mês ou na fatura seguinte.
CELULAR
Como identificar:
desconfie de linhas cruzadas e dificuldade para completar e receber
chamadas e verifique na conta ligações internacionais
ou para números incomuns.
O que
fazer: comunicar o fato à empresa imediatamente e enviar
uma declaração por escrito como garantia da queixa.
Para evitar prejuízos maiores, algumas companhias fornecem
um novo número no mesmo aparelho e desviam a chamada do número
clonado para o novo.
AUTOMÓVEL
Como identificar:
ao receber uma multa que indique infração não
cometida pelo motorista, em lugar em que nunca costuma passar ou
nem sequer conhece, ou com foto de um carro que não é
o seu.
O que
fazer: reclamar no Departamento Estadual de Trânsito.
Com a cópia do documento, registrar queixa numa delegacia.
Depois, é necessário fazer a contestação
das multas no órgão que as expediu. É bom anexar
a ela evidências que comprovem que o veículo autuado
não é o seu, como fotografias. Reconhecida a fraude,
as multas serão canceladas e os pontos na carteira, anulados.
Editado
por Eduardo Burckhardt. Colaboraram Luis Perez e Roberta Faria
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