BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2023

29 de agosto de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Lya Luft
Millôr
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

VEJA Recomenda

 

CINEMA

Divulgação
Shia LaBeouf em Paranóia: suspense teen que faz uma boa homenagem a Janela Indiscreta


Paranóia
(Disturbia,
Estados Unidos, 2007. Estréia nesta sexta-feira no país) – Só um louco pensaria em refilmar Janela Indiscreta, uma das obras-primas de Alfred Hitchcock, como um suspense teen. O diretor D.J. Caruso, porém, ainda não perdeu o juízo: veterano da televisão, ele se aproveitou do entrecho central de seu modelo, mas reduziu seu escopo. Em prisão domiciliar por ter agredido um professor, por razões compreensíveis, o jovem interpretado pelo simpaticíssimo Shia LaBeouf se entedia até a morte. Quase que literalmente, aliás: de tanto espionar um vizinho e imaginar que ele é um assassino de mulheres, o garoto coloca a si e a outros no caminho do perigo. Lá pelo final, o diretor se empolga além da conta. Mas o saldo é positivo e bem amarrado. Veja cenas.

 

DVD

 
Divulgação
Affleck em Hollywoodland: de tanto errar, aprendeu

Hollywoodland – Bastidores da Fama (Hollywoodland, Estados Unidos, 2006. Buena Vista) – Ben Affleck errou como ninguém nos últimos anos – no namoro espalhafatoso com Jennifer Lopez, na escolha de projetos inanes, na negligência em lapidar seus nunca muito expressivos dotes dramáticos. Foram justamente esses erros, porém, que o prepararam para tirar o melhor de seu papel nessa pequena e cuidadosa produção. Ele interpreta aqui George Reeves, galã de terceira linha e primeiro Super-Homem da televisão, que em 1959 morreu em circunstâncias suspeitas, indicativas de suicídio, mas que não eliminavam a hipótese de assassinato. Da investigação do caso, conduzida pelo personagem de Adrien Brody, emerge um retrato patético da ânsia pela fama à moda americana, da qual Affleck foi vítima em estado crítico.

 

LIVROS

 
AFP
Eco: como traduzir sem trair  

Quase a Mesma Coisa, de Umberto Eco (tradução de Eliana Aguiar; Record; 492 páginas; 50 reais) – Um dos mais renomados teóricos da literatura, o italiano Umberto Eco examina nesse livro os problemas da tradução. O ideal do tradutor é dizer, em outra língua, a mesma coisa que vai dita no texto original – mas, dadas as diferenças culturais que separam os dois idiomas, esse é um empreendimento impossível. Com uma profusão de exemplos de várias línguas – italiano, inglês, francês, alemão –, Eco se dedica a mostrar, na prática, como se chega a uma versão aproximada e aceitável do original. O livro vai de traduções de clássicos como Shakespeare – com divertidas especulações sobre a palavra rat (rato) em Hamlet – às traduções de O Nome da Rosa e O Pêndulo de Foucault, do próprio Eco. Leia trecho.

Só para Fumantes, de Julio Ramón Ribeyro (tradução de Laura Janina Hosiasson; Cosac Naify; 304 páginas; 45 reais) – Ao contrário de contemporâneos como Mario Vargas Llosa, o peruano Julio Ramón Ribeyro (1929-1994) nunca investiu nos romanções de fundo político típicos do boom literário da América Latina nos anos 60. Era, na sua própria expressão, um "corredor de distâncias curtas". Admirador do francês Guy de Maupassant, Ribeyro dominava o conto realista, com retratos irretocáveis tanto da pobreza de Lima quanto dos habitantes do aristocrático bairro de Miraflores – uma versatilidade social que está bem representada nos treze contos dessa primeira coletânea do autor no Brasil. A narrativa que dá título ao livro, de inspiração autobiográfica, fala da relação íntima de um escritor com seus cigarros. Leia trecho.

 

DISCOS

 
Divulgação
Luciana Souza: uma das melhores vozes do jazz

The New Bossa Nova, Luciana Souza (Universal) – Para os críticos de jazz americanos, poucas cantoras do gênero reúnem hoje tantos atributos quanto Luciana Souza, dona de uma técnica impecável e uma interpretação graciosa. Luciana também domina um repertório abrangente, que vai do jazz e da MPB à música erudita (o compositor argentino Osvaldo Golijov se encantou com ela a ponto de lhe dedicar a obra Oceania). Em seu novo CD, ela dá um tratamento bossa-nova a composições de autores pop como Sting e Joni Mitchell. A princípio, a idéia soa inane. Afinal, até os Rolling Stones já foram adaptados para o formato banquinho-e-violão. Mas a voz de Luciana – especialmente inspirada em Never Die Young, dueto com James Taylor – e a presença de convidados do quilate do saxofonista Chris Potter dissipam qualquer desconfiança.

Our Earthly Pleasures, Maximo Park (Peligro) – O quinteto surgido na cidade de Newcastle pertence a uma facção mais intelectual do novo rock inglês. A começar pela escolha do nome, referência ao parque Maximo Gomez, em Havana, ponto de encontro dos revolucionários cubanos na década de 1950. As influências do grupo são bandas como The Jam, ícone do punk dos anos 70, e Pulp, surgida na década passada. Segundo disco do Maximo Park, Our Earthly Pleasures tem produção de Gil Norton, que trabalhou com os principais nomes do rock alternativo americano. Seu grande mérito foi ter dado um destaque maior às guitarras – recurso cuja eficácia pode ser percebida em Girls Who Play Guitars, a melhor faixa do CD.

 

 

Fontes: Belém: Laselva; Belo Horizonte: Laselva, Leitura; Brasília: Cultura, Laselva, Leitura, Saraiva; Campinas: Laselva; Campo Grande: Leitura; Curitiba: Laselva, Livrarias Curitiba, Saraiva; Florianópolis: Laselva, Livrarias Catarinense; Fortaleza: Laselva; Foz do Iguaçu: Laselva; Goiânia: Leitura, Saraiva; Londrina: Livrarias Porto; Maceió: Laselva; Manaus: Laselva; Natal: Laselva; Navegantes: Laselva; Porto Alegre: Cultura, Livrarias Porto, Saraiva; Porto Seguro: Laselva; Recife: Cultura, Laselva, Saraiva; Rio de Janeiro: Argumento, Laselva, Saraiva, Travessa; São Paulo: Cultura, Laselva, Livraria da Vila, Nobel, Saraiva; Teresina: Laselva; Vitória: Laselva, Leitura; internet: Cultura, Laselva, Leitura, Nobel, Saraiva, Submarino.
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |