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O fim
da janela indiscreta
| Fotos divulgação/Arthur
Decoração/Casa Fortaleza |
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Ninguém
precisa fechar a janela para ter garantia de privacidade. Uma persiana
bem escolhida permite contemplar a paisagem externa sem ser visto. Também
dá para desviar os raios de sol para qualquer direção
ou até vedar totalmente a luminosidade. Existem modelos sob medida
para quem necessita de claridade mas não quer olhar para fora ou
então aqueles perfeitos para quem não tem diante de si a
melhor vista do mundo, assegura a decoradora Florinda Caggiano, de São
Paulo. As fotos acima mostram três opções: as persianas
de madeira natural, que desviam os raios solares para cima ou para baixo;
os painéis solares, que servem para proteger contra o excesso de
sol sem prejudicar a visibilidade da paisagem externa; e as lâminas
verticais de poliéster, que direcionam a luz do sol para as laterais.
O preço dos exemplos acima varia de 50 a 290 reais o metro quadrado.
Cadê
minha restituição?
Ricardo Fasanello/Strana
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Quatro em cada dez contribuintes acabam pagando mais imposto do que devem
ao governo anualmente. O imposto, de até 27,5%, fica retido automaticamente
no pagamento dos salários, e a diferença é restituída
a partir do ano seguinte. Dos 5 milhões de contribuintes com direito
a devolução, 400.000 ficaram
com o dinheiro retido em razão da malha fina, no ano passado. Além
de se tornarem suspeitos de sonegação, eles raramente conseguem
informação sobre seu caso. "Os valores informados pelas
fontes pagadoras não conferem com os ganhos declarados pelos assalariados",
justifica o auditor fiscal Luiz Monteiro. A espera pode ser de até
cinco anos, já que faltam profissionais para conferir tantas declarações,
admite o representante da Receita Federal. O tributarista Raul Haidar,
de São Paulo, diz que esse tipo de atraso já se tornou uma
espécie de empréstimo compulsório sem respaldo legal.
"Ninguém pode ser investigado por tanto tempo sem saber nem o motivo",
afirma.
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Contra
sol, calor e assaltos
Pedro Rubens
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Película escurecedora nos vidros dá mais privacidade
e conforto aos veículos. Também diminui o risco de
assaltos, já que o ladrão tem mais dificuldade para
ver o que ou quantas pessoas há no carro. O filme de poliéster
aumenta a resistência do vidro e evita que se estilhace caso
venha a quebrar-se. Nem sempre a aplicação é
feita de acordo com a lei. Os filmes muito escuros são proibidos,
pois atrapalham a visão na hora de dirigir e dificultam a
fiscalização. No pára-brisa, a transparência
precisa ser de 75%. Nos vidros laterais dianteiros e nos traseiros,
ela deve ser de 70% e 50%, respectivamente. A multa para quem foge
aos parâmetros legais é de 128 reais. Além disso,
o automóvel pode ser apreendido, e o motorista perde 5 pontos
na carteira, por infração grave. O preço da
instalação do produto varia de 80 a 300 reais, conforme
o veículo e o tipo de película. O valor inclui a mão-de-obra.

Veja também |
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Fotos José Goes/Domingues/divulgação

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BOA
NOTÍCIA
Vinho
contra o resfriado
Marcos Rosa
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Além de inibir problemas cardíacos, o consumo moderado
de vinho ajuda na prevenção de resfriados. Durante
um ano, pesquisadores das universidades de Saúde Pública
de Harvard, de Santiago de Compostela e do Hospital Universitário
das Ilhas Canárias acompanharam a ocorrência de sintomas
em um grupo de 4.272 professores. Os
que beberam mais de catorze taças da bebida semanalmente
tiveram redução de 40% nos resfriados, em comparação
com os demais.
MÁ
NOTÍCIA
Homens
e osteoporose
A
osteoporose perda de massa óssea é conhecida
por atingir especialmente mulheres brancas, de baixo peso e com
menopausa precoce. Uma em cada três delas enfrenta a doença
a partir dos 50 anos. Mas as estatísticas mostram que um
em cada oito homens com mais de 60 anos também sofre desse
mal. Ajudam a evitar a doença a prática de exercícios
físicos e a moderação no consumo de refrigerante
e café, substâncias que atrapalham a absorção
de cálcio pelos ossos.
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Fracassos
acontecem
Quem
deixa de ser empregado para criar um negócio próprio
ou tornar-se autônomo acredita que tudo dará certo,
mas nem sempre isso acontece. Como não se pode ter certeza
sobre o futuro, é muito importante preservar os contatos
feitos no decorrer da carreira e deixar muitas portas abertas. O
caminho de volta ao mercado de trabalho pode tornar-se a única
saída quando o empreendimento não dá certo.
Consultores recomendam que o desligamento da empresa por parte do
funcionário sempre ocorra de forma cordial, já que
a hipótese de uma nova relação no futuro jamais
pode ser descartada. Deve-se justificá-lo por razões
positivas, como o desafio profissional ou a realização
pessoal. Não é ocasião para deixar aflorar
mágoas e reclamações, ainda que a principal
motivação da mudança seja a insatisfação
com as condições de trabalho, o salário ou
o comportamento do chefe. Uma vez reintegrado a um ambiente coletivo
de trabalho, viver lamentando o fracasso como empreendedor também
não vai ajudar em nada. "Um negócio que não
deu certo não é atestado de incompetência",
diz o presidente da consultoria Manager, Ricardo de Almeida Prado
Xavier. "Deve-se ficar satisfeito pela experiência e sair
de cabeça erguida por ter tido coragem de tentar, algo que
sempre contribui para o currículo profissional."
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Editado
por Cley Scholz.
Colaboraram Cláudia Bredarioli,
Antonio Celso Villari e Maurício Oliveira
e-mail: parausar@abril.com.br
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