Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 753 - 29 de maio de 2002
Geral Diversão
 

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
  Ministério revela os hábitos dos melhores alunos
Novo sistema de alerta para colisões evita acidentes
Pilotos querem investigar avião da Airbus
Uma trilha sobre as árvores
A pesca de truta no Rio Grande do Sul
Fábricas investem na beleza interna
Excesso de tecnologia atrapalha motorista
Hells Angels viram grife e se metem em confusão
Médicos que são vitrines de seus tratamentos
Dubai passa por revolução urbanística
Pesquisa revela as razões que afastam jovens do vício
Balanço de uma década de globalização
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

VEJA na copa
Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Volta às origens

O esporte da moda é fazer
trilha em cima das árvores

José Edward

 
Fabio Nunes

Caminhada sobre a Mata Atlântica no Espírito Santo: jeito original de curtir a natureza

Há uns 3 milhões de anos, a humanidade começou a descer das árvores. De uns tempos para cá, começou a subir de novo, por pura diversão. Esse é o objetivo do arvorismo, uma nova modalidade esportiva que faz sucesso entre os adeptos do turismo de aventura. O esporte é praticado em trilhas aéreas, amarradas em árvores ou postes com até 30 metros de altura. No meio do caminho, para dar mais emoção à brincadeira, são colocados diversos obstáculos, como redes, túneis feitos de tambor e "falsas baianas" (cordas bambas que dificultam o equilíbrio). Para subirem até o topo das árvores, os praticantes usam escadas de corda, paredes de escalada e os chamados troncos indígenas – cheios de reentrâncias, que permitem ao atleta ir se agarrando na subida. Na descida, os recursos são cadeirinhas de rappel e carretilhas amarradas a cordas de alpinismo.

"A sensação de andar no nível da copa das árvores é indescritível", diz a estudante Talita Ribeiro, 21 anos, que fez sua estréia nesse tipo de aventura no início de maio, num circuito de duas horas mantido pela agência Altus Turismo Ecológico, na Serra da Mantiqueira, em Campos do Jordão. Um dos principais atrativos do arvorismo é ser uma aventura possível mesmo para quem não tem o preparo físico exigido em esportes radicais. E também não apresenta os mesmos riscos. O trajeto é monitorado por guias, os praticantes ficam o tempo todo presos a cabos de segurança e pode-se interromper o passeio a qualquer momento. Só cumpre as etapas mais emocionantes quem quer. As agências geralmente fornecem um kit com capacete, cadeirinha para escalada, polias, grampos de alpinismo e travas que impedem tombos durante as escaladas.

Já existem circuitos do gênero em quase todo o país. Um dos mais badalados é o Verticália, inaugurado no fim do ano passado, em Brotas, a 260 quilômetros da capital paulista. Lá, as trilhas aéreas apresentam cinco níveis de dificuldade, e o participante pode praticar 36 tipos de acrobacia aérea. No circuito que a agência Saga Trek mantém em Analândia, também em São Paulo, é possível fazer vôos rasantes entre copas de eucalipto a 25 metros do solo, amarrado a um cabo de aço. Em Guarapari, no Espírito Santo, o circuito Top Trilha tem parte de seu percurso sobre uma lagoa. Criado na Europa e transformado em esporte na Nova Zelândia, o arvorismo apareceu no Brasil há quatro anos, no interior de São Paulo e no sul da Bahia. Pagam-se para experimentar essa espécie de volta às origens entre 15 e 70 reais, conforme o lugar e a temporada.

   
 
   
  voltar
   
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS