Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 753 - 29 de maio de 2002
Gente

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Gente
Datas

VEJA na copa
Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Aguarde cenas dos próximos capítulos

Ana Araujo

Gloria: depois do bebê, um noivo?


O que mais faltava na vida de Gloria Trevi para produzir uma daquelas novelísticas reviravoltas que recheiam a trajetória da cantora mexicana? Presa em Brasília aguardando extradição para o México, onde é acusada de corrupção de menores, Gloria é um turbilhão permanente: passou um longo período refugiada aqui, foi pega, ficou grávida na cadeia, envolveu metade da polícia na história, teve a criança, e um exame de DNA indicou como pai o homem que a arrastou para a lama, seu empresário e amante. O que faltava apareceu agora: um admirador apaixonado, daqueles de citar Shakespeare. E mais: é brasileiro, diplomata, chama-se Cesário Alexandria e fez-lhe visitas praticamente diárias no começo do ano. Ele nega um casamento iminente, ela quase confirma: "Isso é um assunto muito pessoal e é uma surpresa do Cesário que não quero revelar". Gloria de noiva, lacrimosa, atrás das grades, quem resiste?

 

Esquenta o tempo no Mediterrâneo

E o Festival de Cannes, mais uma vez, cumpre seu papel: o de dar a largada para o verão mediterrâneo, com sua altíssima voltagem de glamour, celebridades e corpos expostos. No festival, Cameron Diaz mostrou pernas e o que mais pôde em um vestidinho transparente, um tanto esquisito, mas quem se importa se o principal saltou à vista? Leonardo DiCaprio, a seu lado, praticamente sumiu, coitado. Um vento atrevido, numa festa no vizinho Principado de Mônaco, escancarou a fenda do Versace de Catherine Zeta-Jones e deixou à mostra o conteúdo – um escândalo de pernas bem torneadas e, mais incrível ainda, de uma sedentária assumida. Lá pertinho, em Saint-Tropez, Naomi Campbell reuniu sua turminha de novos amicíssimos brasileiros (e outros 400 convidados) para sua festinha de 32 anos, que compartilhou com o colega aniversariante Pedro Paulo Diniz – ela de micro de oncinha Dolce & Gabbana, ele de calça étnica da mesma marca. Ah, sim, teve cinema também. Brasileiro, inclusive, com a estréia internacional de Alexandre Rodrigues, 19 anos, Roberta Rodrigues da Silva, 20, e Jonathan Haagensen, 19 (isso mesmo – a mãe dele foi adotada por dinamarqueses), moradores de bairros carentes do Rio de Janeiro que atuam no elogiado Cidade de Deus, de Kátia Lund e Fernando Meirelles. Sair do Brasil pela primeira vez e ir logo para Cannes é de estremecer qualquer um. "Foi muito impacto", deslumbra-se Haagensen. "E fomos paqueradíssimos", entrega a bela Roberta.

 

A real revanche de Clarice

Divulgação
Cissa, com Pizzarelli: romance, sim, mas "com começo, meio e fim"


Na novela O Clone, ela é a coitadinha duplamente traída, pelo marido e pelo namorado. Na vida real, sai da frente. Apresentada no Rio de Janeiro ao cantor e guitarrista americano John Pizzarelli, a atriz Cissa Guimarães, 45 anos, tornou-se companhia inseparável do músico em sua quinta turnê pelo Brasil, marcando presença nos quatro dias de show na cidade. "A gente teve um encontro maravilhoso, mas com começo, meio e fim", diz Cissa. Explica-se: John é casado com Jessica Molaskey, cantora da Broadway, com quem tem uma filha. Usa aliança, inclusive, mas é craque em escondê-la nas fotos.

 

Imortal e bem maquiada

Para ocupar a cadeira de número 23 – que foi de seu marido, Jorge Amado – na Academia Brasileira de Letras, a escritora Zélia Gattai, 85 anos, fez o que nunca faz: maquiou-se. O resultado ressaltou ainda mais o rosto bem conservado – tanto que faz suspeitar alguma intervenção estética. Zélia nega. "Sempre tive a pele boa", declara. "Mas raramente me pinto. Como a ocasião era especial, fui ao cabeleireiro e a um maquiador. Isso fez a diferença." O que deu trabalho mesmo foi o fardão. Sylvia Souza Dantas, a autora dos trajes das imortais, precisou tingir vários tipos de seda pura até achar o tom do jérsei francês que costumava usar e não está mais à venda. "Passei dois meses fazendo testes", diz.


Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Silvia Rogar


 


Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Silvia Rogar


 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS